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Rayssa: Minha Primeira Paixão

Publicado em junho 14, 2021 por J. R. King

Tudo isso começou tão do nada. Eu nunca havia fantasiado nada com outra mulher. Até que um dia acabei vendo um pornô lésbico, por curiosidade, enquanto procurava um vídeo para me masturbar. No começo, achei estranho, mas acabei gostando um pouco de ver duas mulheres se pegando. Quando me dei conta, já massageava o meu grelo vendo aquelas mulheres se beijando, e foi uma sensação tão gostosa que acabou se tornando um hábito. Comecei a ver frequentemente alguns vídeos nas minhas siriricas, e com o tempo, fui vendo mais e mais. Até que, quando me dei conta, já não assistia mais nada além de pornô lésbico.

Minhas fantasias se tornaram apenas isso. Comecei a olhar com outros olhos minhas amigas, acha-las bonitas e atraentes e até me fantasiar pegando elas. Mas ainda parecia tudo tão confuso para mim. Não havia confessado para ninguém o meu desejo, pois não tinha certeza se eu gostava realmente daquilo. Porém, sabia que, se eu quisesse saber, eu precisaria experimentar.

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Então, no auge dos meus 15 anos, decidi que experimentaria o calor de outra garota. Deixei a minha timidez de lado e fiz um perfil em um aplicativo de relacionamento. Sem mostrar muito de mim, tinha um certo receio de que alguém do meu redor descobrisse. Queria encontrar outra garota, de preferência que fosse longe do meu círculo de amizades, e que me atraísse.

E então, a encontrei. Seu nome era Rayssa. Uma jovem de 18 anos. Começamos a conversar e ela era super simpática. Conversávamos sobre um monte de coisas. Ela havia gostado muito de mim, e sempre perguntava quando iríamos nos encontrar. Eu, ainda receosa, desconversava sempre. Sempre que ela falava sobre isso, ficava nervosa, sempre fui bastante tímida. Mas ainda assim, eu havia gostado muito de Rayssa, queria encontrar com ela, mas queria que fosse algo discreto. Morávamos em uma cidade pequena, e eu sabia que esse tipo de fofoca se espalhava muito rápido.

Decidi que, se fosse para acontecer alguma coisa. Teria que ser em casa. Mas como aconteceria algo com minha família toda aqui? Eis que surgiu uma oportunidade. Depois de 2 meses conversando com Rayssa, minha família marcara uma viagem para visitar meu avós. Sabia que essa seria a oportunidade perfeita para ficar em casa sozinha. Mas antes, precisava convencer os meus pais a não viajar. Com muito esforço, inventei uma dúzia de desculpas. Disse que não estava muito afim de viajar. Que precisava estudar no final de semana. E, principalmente, que eu era capaz de passar o final de semana sozinha em casa. Como era a irmã mais velha, meus pais já me viam com um olhar mais responsável. Então, eles deixaram que eu ficasse em casa.

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Fiquei bastante animada. Assim que consegui a aprovação dos meus pais, fui conversar com Rayssa. Convidei ela para ir na minha casa sexta, assim que meus pais saíssem de casa. Assim que eles saíram, já comecei a me preparar. Fui tomar um banho e coloquei um vestido casual bem leve, que combinasse com os meus cabelos loiros e realçasse o meu corpo. Porém, a medida que a hora avançava, meu nervosismo aumentava. Quando Rayssa se atrasou, eu comecei a questionar se era isso que eu queria, mesmo.

Quando Rayssa tocou a campainha, meu coração disparou. Minhas mãos começaram a soar. Caminhei até a porta de casa e abri, e lá estava Rayssa me esperando. Uns 15 cm mais alta que eu, morena, de longos cabelos lisos. Tinha um jeito um pouco masculino. Vestia uma calça jeans bem folgada, uma jaqueta de couro e uma bluss de banda. Tinha o nariz um pouco avantajado, mas dava a ela um charme bem encantador. Ela me olhou de cima a baixo, com um olhar penetrante. Me deu um oi com um sorriso de canto de boca que me fez gelar por completo. Em seguida, ela se aproximou e veio me abraçar, já vindo me beijar. Em um reflexo, virei o meu rosto um pouco pro lado, fazendo seu beijo pegar na minha bochecha bem no canto da minha boca. Ela ficou sem entender um pouco o porquê daquilo, mas deu novamente um risinho.

Convidei ela para entrar. Estava nem nervosa, bem na hora de tudo, eu não tinha certeza se queria aquilo, me senti completamente insegura com aquilo tudo. Sem pensar direito, ofereci uma taça de vinho a Rayssa, que aceitou. Eu sequer bebia, mas achei que oferecer um pouco de bebida seria conveniente. Fui até a cozinha e Rayssa me acompanhou, nunca tirando os olhos de mim. Ela me olhava com um ar de admiração, como se me apreciasse o tempo inteiro. Me senti desejada, mas ao mesmo tempo desconfortável, estava completamente confusa com os meus sentimentos. Peguei uma garrafa de vinho e duas taças e comecei a nos servir. Sem que percebesse, Rayssa chegou me abraçando por trás, me cheirando como uma predadora. O susto de sua atitude foi tanto que cheguei a derramar um pouco de vinho na bancada.

“Você é muito mais bonita pessoalmente.”

Disse Rayssa, enquanto envolvia uma de suas mãos em minha cintura, e com a outra tirava o cabelo de meu rosto, para que pudesse ver.

“Obrigada… Você também é muito… bonita.”

Respondi, um pouco nervosa com aquilo tudo. Ela se aproximou mais de mim, me envolvendo em seu corpo, cheirando o meu pescoço e o beijando e sussurando em meu ouvido:

“Você me fez esperar muito tempo, hein. Me deixou louquinha. Agora eu quero ter você só pra mim, bonequinha.”

Meu coração disparou. Entrei na defensiva. Em um movimento quase involuntário, afastei ela de mim. Acho que cheguei até a ser um pouco rude demais. O que fez com que Rayssa ficasse um pouco inconformada com as minhas atitudes. Já em um tom mais sério e menos galanteador, Rayssa me questionou:

“Ok. Você quer me contar o que está acontecendo?”

Eu não sabia o que responder. Eu não queria que ela fosse embora, eu só estava um pouco desconfortável.

“Me desculpe. É que… Eu sou um pouco nova nessas coisas…”

Ela deu um suspiro, e então falou:

“É sua primeira vez?”

Eu fiz que sim com a cabeça, mas mantendo ela baixa, sem fazer contato visual com ela. Rayssa, então, se aproximou de mim novamente, pegou em minha mão, e com a outra levantou minha cabeça pelo queixo, e então disse:

“Tá tudo bem. Eu sei como se sente. Eu vou entender se você der pra trás.”

Olhando nos olhos dela, vi não mais aquele olhar predador dela, mas um olhar mais acolhedor, mais empático. Um olhar que eu não havia visto antes com nenhum outro garoto, apenas com ela.

“Obrigada. Você pode ficar, se quiser.”

Ela deu um risinho de canto de boca, e aceitou o meu pedido. Ela falou que nós poderíamos assistir a um filme, e eu falei que seria uma ótima ideia. Limpei o vinho derramado e fomos com duas taças para a sala. Nos sentamos no sofá e começamos a assistir um filme.

Rayssa, foi muito acolhedora, disse que a gente só iria fazer aquilo se eu me sentisse confortável. Enquanto assistíamos ao filme, comecei a realmente me sentir mais confortável, fomos nos aproximando, e quando percebi, já estávamos abraçados enquanto assistíamos. Sua companhia me fez me sentir mais segura do que eu queria, toda a minha desconfiança foi embora. Ela me fez eu sentir pela primeira que eu tinha certeza que eu realmente queria aquilo.

No meio do filme, eu me virei para ela, olhando em seus olhos, ela olhou de volta, e ficamos uns 2 segundos nos encarando sem falar nada. Até que ela deu um risinho e me perguntou o que houve. Eu sorri de volta pra ela e fechei meus olhos, aproximei os meus lábios do dela e então a beijei. Desta vez, eu me sentia plena e confiante, e Rayssa entendeu isso. Ela respondeu ao meu beijo, e nossas línguas nos encontraram pela primeira vez. Beijar outra mulher, era definitivamente diferente de beijar um homem. Os labios são mais sedosos, o toque é mais delicado, mesmo para alguém não tão feminino quanto Rayssa. Ela começou a me acariciar com suas mãos, passando ela pelo meu corpo. Até que a repousou em meu seio. Eu, que estava sem sutia, sentia os seus dedos brincando com o meu mamilo por cima de meu vestido, deixando-o completamente eriçado e me arrepiando toda.

Ela parou de me beijar, olhou em meus olhos e novamente vi aquele olhar de predadora. Mas dessa vez não me assustei, em vez disso, pedi com o meu olhar que me dominasse, que me guiasse, e me levasse ao prazer. Ela começou a beijar o meu pescoço e a sussurar galanteios em meu ouvido, coisas como “Você é tão linda. Quero beijar todo o seu corpo.” 

Nunca havia sido tratada daquela forma, e estava adorando. Com os seus dedos, Rayssa empurrou a alça do meu vestido pelo meu ombro, fazendo-o cair e revelando meu seio para ela. Ela apertou gentilmente em sua mão e depois desceu com sua boca até ele. Onde começou a beija-lo, a chupar e até a morder. Tudo feito com tanta delicadeza e sensualidade que me deixaram completamente excitada.

Rayssa me deitou no sofá, subindo por cima de mim. Guiando completamente o nosso sexo, ela foi passando as suas mãos pelo meu corpo, até chegar em minhas pernas. Depois ela subiu um pouco, colocando suas mãos por debaixo do meu vestido. E em um unicot movimento, ela tirou minha calcinha. Ela tirou também o seu casaco, sua blusa e também o sutiã. Fazendo saltar os seus seios que, mesmo não tão grandes, eram redondos e muito bonitos. Ela voltou a me beijar. Os nossos seios nus se esfregavam um no outro, como se beijassem também. Mas aí ela começou a descer com sua boca novamente. Beijando o meu corpo até chegar nas minhas pernas. Foi quando ela as abriu, levantou o meu vestido e viu a minha buceta alí, aguardando pelo seu toque.

Ela começou devagarinho. Passou dois dedos em meus lábios e sentiu o meu melzinho em seus dedos, lambendo-os. Em seguida, ela se abaixou e começou a chupar. Ela chupava como eu via nos filmes adultos que eu costumava assistir. Lambendo o meu grelo em pequenos círculos, enquanto brincava com os seus dedos nos meus lábios. Não preciso dizer como eu fui a loucura com seu toque, ela me deixou completamente em chamas, pedindo por mais. Gozei duas vezes enquanto ela me chupava por mais de 15 minutos.

Em seguida, Rayssa tirou a sua calça, ficando apenas de calcinha. Então ela perguntou se eu queria chupa-la, e eu fiz que sim. Rayssa então se deitou, apoiando a cabeça no encosto de braço do sofá, abrindo suas pernas e puxando a calcinha pro lado, revelando sua buceta, bem carnuda, com os labios fechadinhos, e um pouco de pelo em cima. Eu me aproximei dela que começou a me instruir.

“É fácil, você só precisa lamber aqui.”

Disse Rayssa e me mostrou o clitóris. Eu dei uma lambida e olhei para ela, ela disse que era isso mesmo, e pediu para eu continuar. Comecei a lamber, como ela falou, e ela começou a gemer. Ela pegava minha cabeça, me acariciando enquanto eu a chulava. Eu olhava para ela, e quando fazíamos contato visual, era como se fizéssemos aquilo há anos, com tanta intimidade e química que tínhamos.

Em seguida, Rayssa se virou, se deitou para o outro lado, e fizemos um 69 no sofá. Ela pediu para eu continuar chupando ela, enquanto ela começou a me chupar novamente. Confesso que foi bastante difícil manter o sexo oral, pois enquanto ela me chupava, eu não conseguia me concentrar em mais nada. Gemia de prazer mais do que era capaz de lamber, e gozei novamente em sua boca.

Depois disso tudo, caí exausta no sofá. Rayssa, pegou um maço de cigarro e um isqueiro no bolso da calça e acendeu. Ficamos sentadas, nuas, abraçadas uma a outra no sofá, nos acariciando, curtindo o momento entre nós. Voltamos a ver o filme, que já estava no final, mas nem ligamos. Rayssa terminava de fumar o seu cigarro e eu só me sentia completamente feliz com aquilo tudo. Dessa vez, eu sabia exatamente o que eu queria, do que eu era afim, e de como aquilo era realmente bom. Me descobri bi naquele final de semana, que foi mágico para mim, graças a Rayssa.

Pedi para ela passar a noite comigo, e ela aceitou. Quando fomos nos deitar no meu quarto, transamos novamente. Dessa vez, Rayssa envolveu nossas pernas uma na outra e começamos a nos esfregar, buceta na buceta. Foi uma sensação bastante louca, e maravilhosa. Gozamos juntas enquanto Rayssa me beijava e caí apagada na minha cama. De manhã, Rayssa precisou ir embora, nos despedimos apenas com um simples beijo. Passei o resto do meu final de semana completamente nas nuvens, depois da maravilhosa experiência que eu tive, a primeira de muitas que eu teria depois, agora como uma menina bissexual.

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