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Princesinha punheteira

Publicado em maio 2, 2020 por Thaynara
Olá meus amores, Thay aqui. Espero que tenham gostado do meu primeiro relato. Essa é a continuação direta do que aconteceu naquele dia, se você não leu, leia. Aqui está:

Depois de punhetar o menino naquela festa, eu fui para casa sozinha e não cheguei muito tarde em casa, apesar de ele ter tentado me sondar algumas vezes ainda naquela festa, não consegui encarar. A primeira que eu fiz chegando em casa foi correr pro meu quarto e me trancar, não fui pro banho porque aquele cheiro de porra e de rola estavam impregnados na minha mãozinha, mesmo eu tendo lavado, o que foi ótimo porque me deitei na cama de barriga para cima e comecei a cheirar.

Eu sentia o cheiro de piroca e lembrava como foi ter aquela rola pulsando na minha mão, aquelas veias grossas que pareciam mais é que iriam explodir na palma macia e delicada da minha mãozinha pequena e depois aquela lavada de porra escorrendo. Meus biquinhos ficaram duros na hora. Enquanto eu cheirava a mão que havia usado pra socar uma pro menino, eu ia apertando meus peitinhos com a outra. Beliscava os biquinhos durinhos um de cada vez, até que escorreguei ela pela minha barriguinha até a cintura.

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Não tinha o costume de me tocar, eram raras as vezes, mas nesse dia eu não aguentei. Apenas enfiei a mão dentro do meu jeans recém aberto, suavemente comecei a alisar a minha bucetinha. Minha calcinha estava toda meladinha e meio pegajosa de tanto que babei ela quando estava lá mandando ver com a mãozinha no cacete dele. Bastou algumas apertadinhas e esfregadinhas pra começar a babar de novo e ter a calcinha completamente molhada mais uma vez.

Fiquei apenas massageando a bucetinha por cima da calcinha mesmo, pressionando o indicador e o dedo médio bem no centro onde ficava o meu rasguinho, afundando vez ou outra pra tocar o meu grelo. Fiquei me esfregando assim um bom tempo enquanto sentia aquele cheiro de pau e porra que estava na minha mão. Abafei meus gemidos , continuei me esfregando, ás vezes mais rápido, ás vezes devagar. Meu corpo estremecia de tesão, quando me dei conta já estava rebolando nos meus próprios dedos lembrando como era gostoso segurar um cacete duro. Gozei  gostoso mesmo me tocando por cima da calcinha.

Depois disso tomei meu banho e fui dormir.

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Os dias seguintes se passaram normalmente na escola. Não consegui mais falar com o menino embora ele tenha me sondado algumas vezes, eu simplesmente não sabia como ou o que falar, até que ele desistiu.

Um ou dois dias se passaram, foi quando eu cheguei na escola e notei um menino do grupo de amigos dele me olhando meio diferente, sorrindo. Mas logo eu pensei:

– Esse fdp falou algo para os meninos todos.

Não sei se por raiva de mim ou o que fosse.

Passei o dia todo sob esses olhares, o que era diferente. Apesar de eu ser toda bonitinha, morena mais para branquinha, cabelos longos e pretos, quase até a cintura, peitinhos empinados e bunda não muito grande mas bem arrebitada, eu não era notada, os meninos preferiam olhar para as mais velhas e encorpadas. Quem não, até eu vez ou outra secava algumas delas. Fiquei muito incomodada, mas até que era gostoso.

Não demorou muito tempo, minha amiga veio me falar sobre esse menino, uma, duas , três vezes. Até que um dia eu acabei cedendo e topei dar uns beijos com ele após a aula. Nos encontramos num parque que tinha algumas quadras em frente a escola, conversamos um pouco, mas nada demais. E lá fomos dar uns beijos.

O que eu não esperava é que eu mal encostei na boca do menino e já senti a pistola dele dura. Mesmo aparentando não ser grande, já estava encostada e roçando nas minhas coxas. Decidi ignorar e continuei os beijos.

Quando nossas bocas se separaram ele veio com  a boca dele até o meu ouvido e falou baixinho :

– Fiquei sabendo que você pega num caralho como ninguém, Thay.

Nossa. Na hora eu não sabia se eu ficava com tesão, com raiva, com vergonha. Foram alguns, só alguns segundos pensando até que retirei a mão de sua cintura e afundei no seu caralho por cima da calça. A calça da escola tinha um tecido fino, então pude sentir como estava pulsando e duro.

– Estou com essa fama, é?

Sorri bem sacana enquanto falava, ainda com a mão agarrada no seu cacete duro. Não mexi, não fiz nada, só fiquei segurando no pau sentindo e imaginando ele jorrando leite quente. Mas dessa vez eu queria ver. Eu nem conhecia aquele menino direito, só achava bonitinho. Era a primeira vez que estávamos conversando de verdade e eu já estava ali agarrada no pau dele.

Fechei a mãozinha ao redor do seu cacete que também nem era tão grosso e deslizei algumas vezes ainda falando em seu ouvido:

– Eu quero ver.

Quando disse isso ele pegou na minha mão e me levou atrás de um carro que estava encostado perto das arvores, ficou encostado de lado de modo que quem passasse em frente não conseguisse enxergar o que acontecia ali em baixo. Então puxou o elástico da calça pra baixo e sacou a rola pra fora. Fiquei ali olhando mordendo os lábios.

O tamanho era médio, com certeza devia ter uns bons centímetros a menos em relação ao do primeiro menino que eu fiz gozar. A cabeça era vermelhinha e um pouco coberta por pele, era branquinho e dava pra ver algumas veias. Achei lindo, mesmo não sendo muito grosso , era gostoso de pegar.

Segurei gostoso no centro , apertei e comecei meu servicinho. Socando gostoso pra frente e pra trás, agora eu já sabia, apesar de estar em pé era a mesma coisa quase que do primeiro. Dessa vez eu estava vendo minha mãozinha de macia sendo tomada por um cacete. Soltei o pau dele levei a minha mão a boca e dei uma lambida nela, sentindo aquele gosto forte de caralho, lambuzando ela.

Quando peguei de novo a mão escorregava de maneira gostosa. Sem socar o pau eu fiquei ali só deslizando a mão pra cima e pra baixo. Ele chegou no meu ouvidinho e me disse:

– Vocêr quer chupar Thay? Me chupa, por favor vai

Fiquei com água na boca pra mamar, mas não ali não. Apenas dei risada, segurei com a outra mão nas suas bolas e fiquei massageando enquanto socava no pau dele.

Enquanto eu punhetava, ele implorava no meu ouvido pra mamar na rola dele. Soltei o cacete que de tão duro mal se mexia, mal balangava. Olhei pros lados e me curvei pra baixo , o cheiro do pau dele invadiu meu nariz todo. Apenas fiz um biquinho e dei um beijinho por cima do centro do pau deixando a minha baba escorrer em cima dele e logo me levantei, agarrei o pau e continuei punhetando.

O menino não gozava e minha mão já estava até cansando. Foi quando o safado meteu, sem mais nem menos uma das mãos entre minhas pernas por cima da calça e segurou na minha buceta. Tomei um susto e dei um tapinha na sua mão com a minha mão livre e tirei dali. Olhei pra ele brava e soltei o pau dele. Ele não entendeu nada apenas me pediu desculpas, eu peguei a minha mochila no chão e estava pronta pra sair quando ele me puxou pela mão.

– Me desculpe Thay… não faz assim. Deixa eu gozar, me faz gozar..

Fiquei emburrada ainda, mas fiquei também e pensando que desperdício quando vi aquele cacete quase que babando pedindo pra esporrar. Segurei de novo e comecei a punhetar com raiva, com força, eu conseguia até ouvir os barulhos da minha mão socando no caralho dele. Olhei pra ele e disse:

– Me avisa quando for gozar.

E o sacana não avisou foi nada. Eu senti a rola pulsando mas continuei , de repente o primeiro jato de porra espirrou com tanta pressão que veio direto na minha calça. A calça era azul e aquela porra branca, melada e grossa grudou de imediato nela. Tentei virar o pau dele pro lado do carro, mas de nada adiantou. Mesmo parando de punhetar o cacete continuava soltando jatos e jatos de leite quente em cima da minha perna. Esse menino soltou tanta porra que fiquei besta, bem mais que o primeiro. Não devia se tocar a semanas. A ponto de que quando soltei a sua rola ele ainda estava escorrendo.

Quando olhei pra baixo minha calça estava imunda, toda escorrida. Eu corri pra limpar com a toalha que usávamos pra fazer educação física, mas apesar de tirar o grosso, a marca da esporrada ficou ali. Olhei pra ele e disse:

– Caralho, te pedi pra avisar justamente por isso.

Apesar de excitada, fiquei toda brava. Olhei pra baixo e o pau dele estava todo vermelho, ainda pra fora e já estava amolecendo. Balancei a cabeça e me virei. Antes de sair ele me puxou pelo braço e disse :

– Você não vai me ignorar amanhã, né?

Não falei nada, apenas me virei, ele me puxou e complementou

– Não vai fazer a mesma coisa que fez com o Ro, né? Se não vou falar pra todo mundo que , definitivamente, você é a princesinha punheteira.

Pensei , gente, já tenho até apelido. Mas ignorei e fui pra casa. O que eu não sabia é que ele era o melhor amigo do menino que eu havia ficado.

Chegando em casa, a mesma coisa. Com a calça manchada, passei escondida pela minha mãe e corri pro quarto. Antes de lavar, me toquei loucamente sentindo o cheiro da porra que estava ali, passei pelo nariz, pelos lábios. Tive que passar um pano molhado na minha calça gozada pra ninguém perceber o que tinha acontecido ali.

No outro dia fui pra aula e não havia falado com o menino ainda, até que ele sentou do meu lado na aula de Geografia. Fui surpreendida porque aquele primeiro menino que havia ficado na festa, sentou do outro lado. Me senti meio acuada pensando o que poderia estar acontecendo, mas decidi ignorar. Quando bateu o sinal, um deles deixou um papel amassado em cima da minha mesa.

Iria jogar no lixo quando vi que tinha algo escrito no papel :

– Oi, princesinha punheteira. Se quiser manter o seu segredinho só entre nós três, me encontre quando a aula acabar dentro do banheiro dos meninos.

Subiu um arrepio pelo meu corpo todo, fiquei assustada e tensa o resto da aula, até dar a hora de ir embora.

*****

Bom gente foi isso que aconteceu nos dias seguintes após aquela festinha. Espero que tenham gostado.

No próximo eu vou contar o que esses dois aprontaram comigo nesse “encontro” que me intimaram / chantagearam para ir. Rolou até aposta pra saber quem iria ser o primeiro que conseguiria me por pra mamar.

Vou ficando por aqui porque só de lembrar disso eu já fico com a calcinha molhada.

Beijinhos.

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1 - Comentário(s)

  • António 03/05/2020 17:52

    muito bom, fico a aguardar a continuação

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