Matheus era namorado da minha irmã quando a gente se conheceu, logo quando cheguei do sul. O namoro deles não deu muito certo, porque o Matheus era muito safado e tinha uns fetiches estranhos dizia minha irmã. O que ela não sabia era que eu conheci um dos fetiches deles.
Anal.
Ele conversava comigo, algumas semanas já, a gente conversava sobre tudo, ele tinha meu número de celular e às vezes me ligava de noite. Até que finalmente conversamos sobre sexo. Ele super se liberou para falar de tudo e eu não sabia nada sobre anal. Ainda não tinha feito. Mas, confesso que tinha muita vontade de fazer. Costumava brincar sozinha com os meus dedinhos e eu achava um máximo.
Até que um dia ele chegou muito cedo em casa e a Bela estava na faculdade ainda. Matheus, tinha um e noventa de altura, meio magro e o corpo um pouquinho peludo. Já tinhamos conversado sobre anal e ele falou que a minha irmã não curtia, mas, que era uma tara maluca dele.
Aquela era a nossa única chance. Sozinhos. E se ele perguntasse eu toparia. Mas, no minuto seguinte a porta se abriu com a vizinha contando uma história maluca. Vizinhos!
A verdade é que foi bom o tempo, voltamos a falar sobre o assunto e já tinha deixado claro que toparia se ele quisesse e então ele criou uma oportunidade; Bela viajaria dois dias para visitar nossos pais e ele não quis ir porque tinha muito trabalho no final de semana; e o trabalho era o meu cuzinho.
Fui até a casa dele na sexta de manhã e ele me recebeu com um sorriso enorme. Me ofereceu uma cerveja. Não aceitei. Conversamos um pouco e ele disse que tinham algumas outras vontades dele. Me pediu segredo. E no minuto seguinte ele beijava a minha nuca, acariciava meu bumbum com a mão espalmada sobre ele e deslizava a língua nas minhas costas até chegar no meu cuzinho. Mordia minhas nádegas. Beijava.
Tem certeza? – Perguntou com dois dedos dentro dele e me olhando nos olhos.
Balancei a cabeça.
Ele me virou; fiquei de franguinho; ele falou que essa era a mais dolorosa pra começar, mas, eu queria, porque queria olhar pra ele; segurei minhas pernas, ele me olhou e já sentia cabecinha dele bem próximo da entrada do meu cuzinho; ele empurrou; senti meu cuzinho abri devagarinho e ir ficando no formato do pau dele; sentia uma dor forte; Matheus tinha 18cm, pra mim era grandão; eu ia pedir pra parar, mas, quando olhei pra ele, os olhos dele fechados, mordendo o lábio e a sobrancelha completamente arqueada; ele sentia muito prazer; por algum motivo, naquele momento, consegui relaxar a musculatura e o pau dele deslizou um pouco mais fácil; – Quer parar?
Não – Respondi – Só depois de você gozar!
Ele começou a bombar de levinho. Fazia pausas. Coloca dois dedinhos na minha buceta. Me olhava.
E neste minuto comecei a delirar.
Nunca tinha sentido algo assim. Matheus começou a ir forte. Segurando minhas pernas. Beijando meu pé. Eu sentia meu corpo aquecendo. inha respiração ofegante. Eu gemia. Gemia alto. Gemia muito.
Ele falava que meu cu era gostoso. Achei engraçado. Mas, o pau dele também era gostoso de sentir.
Quer que eu foda sua bucetinha agora? – perguntou ele pertinho do meu ouvido.
Você quer? – Eu sabia que ele não queria, eu também não queria, mas, entrei no jogo.
Ele balançou a cabeça. Me colocou de quatro, empinei o bumbum e eu senti o primeiro orgasmo da noite quando senti os pelinhos dele encostando no meu bumbum.
Ah ele não fudeu a minha buceta. Só o meu cuzinho naquela noite.
Eu virei pra olhar pra ele na hora que gozei, ele sorriu, minhas pernas tremiam e ele gozou fundo no meu cuzinho. Ele empurrou tão forte que pude sentir os jatos dentro de mim.
Ele deitou do meu lado e colocou a mão no meu cuzinho e enquanto escorria ele ficava brincando girando na entradinha.
Curtiu?
Demais…
Faria de novo?
Eu sorri – Faria!
Fiquei em dúvida se ia na sua bucetinha também…
Tava gostoso assim!
E foi assim que descobri que gosto demais de anal. E talvez até curta mais que na minha bucetinha, mas, não sei ainda. E essa não foi a única vez que transei com Matheus. Realizei dois outros fetiches dele. Já já conto pra vocês!
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