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Perdendo a virgindade durante o colégio.

Publicado em março 24, 2022 por joewillow

Estava no primeiro ano do ensino médio, virgem, só queria saber de jogar computador/vídeo game e tocar violão. Estudava em um colégio particular de uma cidade pequena, turma de aproximadamente 30 pessoas. Metade da turma estudava junto desde o maternal.

Essa turma era sub dividida entre os nerds, os guris que só queriam saber de carro e futebol, as gurias CDFs que não interagiam com ninguém e a galera que fazia festas. Eu me declarava fazendo parte do grupo dos nerds, mas me dava bem com quase todos da turma.

As férias de julho estavam chegando, final do bimestre se aproximava e era prova atrás de prova e trabalho atrás de trabalho. Em um dos trabalhos que seria realizado em grupo, eu acabei caindo em um grupo com outras 5 pessoas. Desse grupo, eu era o único que não era festeiro.

O grupo era formado por mim, um amigo do maternal extremamente rico, filho de politico, 2 meninas também amigas do ensino infantil, e 2 outra menina que se juntaram a turma na quinta e sétima série (sexto e oitavo ano hoje em dia).

Eu só não me dava bem com essas 2 meninas que entraram na turma mais tarde, elas eram as típicas meninas ricas e lindas que só queriam saber dos caras mais velhos. Eu não me importava com isso, só não tínhamos assunto em comum para nos aproximar. A futilidade delas me incomodava um pouco, mas aguentava.

Tínhamos 1 semana para entregar o trabalho, concordamos em ir na sexta feira de tarde na casa do colega filho do político. Era um trabalho de geográfica, onde iriamos fazer uma maquete de um terreno. A casa enorme era boa para gente se reunir e fazer a bagunça necessária.

Mercamos de iniciar o trabalho as 13:30, eram 15 horas e já estávamos cansados. Paramos e fomos comer um bolo e tomar coca. Durante a pausa, começaram a conversar sobre festas que iriam fazer no final de semana, eu era o único que iria ficar em casa, depois passaram a falar sobre os namorados mais velhos e por final chegaram no assunto sexo. Nenhum dos assuntos eu tinha o mínimo de experiência para falar algo.

O que me surpreendeu foi que eu não era o único virgem ali, uma das amigas de infância também era. Ela se chamava Nanda, era linda, aquela típica menina que em algum momento, todos os meninos da turma tiveram um pequena queda por ela, eu pelo menos sonharam em pegar. Nanda namorava um cara de 19 anos, descobri ali que eles terminaram porque ele insistia demais em come-la e ela se incomodava bastante com a pressão que ele fazia.

Eu e Nanda já nos beijamos, quando éramos mais novos ainda, foi com ela que troquei nossos primeiros beijos, em uma festa de aniversário minha. Mas não passou disso. Ela tinha sido a única menina que eu tinha beijado e não tinha expectativa em beijar novamente. Como já disse, meus finais de semana eram resumidos em ficar no quarto jogando vídeo game.

Voltamos ao trabalho, as outras meninas “zombaram levemente” de mim por não pegar ninguém. Não demonstrei me importar, mas doeu um pouco. Maquete foi sendo montada, mas percebemos que estávamos sem uma parte do projeto.

– Eu tenho o projeto guardado no meu pen drive – disse uma das meninas.

– Tenho impressora no quarto, alguém vai lá imprimir – o colega disse, levantou as mãos mostrando que estava cheio de cola e isopor grudado.

– Eu posso ir – me ofereci, seria bom ficar longe dali um pouco.

A menina do pen drive me alcançou e eu subi para o quarto do meu amigo. Já conhecia a casa e sabia por onde ir, era enorme. Cheguei no quarto dele, o PC estava em um rack ao lado da cama, liguei ele, coloquei o pen drive, abri o arquivo e iniciei a impressão do material. A impressora era lenta e estava demorando para imprimir. Escutei a porta do quarto fechar, me virei e Nanda estava caminhando para se sentar na cama.

– Está difícil aguentar elas hoje – ela disse sorrindo para mim.

– Não sei como você aguenta todos os dias – eu respondi, estava sentando na cadeira do computador e Nanda quase ao meu lado, sentada na cama.

– Elas são legais – deu uma pausa – as vezes…

Eu ri um pouco, gostava de Nanda, apesar de termos nos afastado bastante. A impressão ficou pronta, me virei para desligar o computador e pegar os papeis.

– Você é mesmo virgem? – ela pediu para mim, fiquei vermelho instantaneamente, mas não me virei para ela.

– Sou.

– Eu não me importaria em perder a virgindade contigo.

Meu coração parecia que ia sair pela boca, senti minhas mãos suando. Virei a cadeira para ficar de frente com ela, mas não sabia o que falar. Nanda estava séria e parecia nervosa também, fiquei em silêncio tentando entender se aquilo realmente estava acontecendo.

– Agora? – única coisa que consegui pedir.

– Sim…

– Eu iria adorar

Nanda levantou da cama e foi até a porta trancá-la. Girou a chave e se virou para mim, estava com as mãos agitadas, apertando uma mão com a outra. Dava para ver seu ombro subindo e descendo com a respiração pesada.

– Começamos por onde? – eu pedi e percebi minha voz tremula e mais aguda que o normal.

– Podemos tirar a roupa – Nanda sugeriu.

Por um instante eu travei, Nanda começou a erguer sua blusa até tirá-la por completo, fiquei travado olhando seu sutiã. Ela estava nervosa e pediu para que eu fizesse algo também, levantei da cadeira e tirei minha camisa. Eu sempre fui um pouco acima do peso, e isso era motivo de vergonha para mim, quando tirei por inteiro a minha camisa me dei conta da minha vergonha, mas Nanda estava soltando o sutiã e isso foi o suficiente para eu esquecer minha baixa alto-estima. Nanda sentou em uma ponta da cama e eu sentei ao seu lado, olhava em seus olhos e depois em seus seios, ficava alternando.

– Pode pegar neles – ela falou baixinho, fiquei na dúvida se ela tinha falado isso mesmo, mas devagar eu ergui minhas mãos e apertei seus seios. Durinhos.

Olhei para baixo e minha calça jeans estava levantada. Nanda se aproximou e me beijou. Eu estava nervoso e fui rápido para o beijo, batemos dente com dente.

– Desculpa, estou nervoso – eu falei envergonhado novamente.

– Eu também estou, mas eu quero isso, você não quer? – ela falou, estava com a voz baixa e tremula também.

Fiz que sim com a cabeça, ela voltou para perto para gente se beijar. Dessa vez saiu melhor do que a primeira. Um dos meus braços abraçava ela e a outra mão apertava seus seios. Nanda estava usando um perfume docinho bem delicioso. Apertei seu mamilo e ela gemeu. Rapidamente paramos o beijo e ela ficou envergonhada.

– Gostei de ouvir seu gemido – eu falei, era verdade, mas queria acalmar ela. Ela sorriu e olhou para minha calça novamente.

– Vamos tirar o resto – ela disse.

Levantamos da cama e começamos a desabotoar as próprias calças. Puxei a minha para baixo, ficando apenas de cueca. Estava mais envergonhado do que nunca, tinha insegurança com o tamanho do meu pau e achei que Nanda iria reclamar. Ela ficou de calcinha, mas deixou a mão na frente para que eu não visse ela.

Nanda olhou para mim, acreditei que ela estava tão envergonhada quanto eu, se aproximou e nos beijamos novamente, dessa vez estávamos de pé. Nos abraçamos e isso fez com que nosso corpo ficasse colado um no outro, o volume da minha cueca roçou a calcinha dela.

– Que quentinho – ela falou sorrindo para mim.

Coloquei as mãos em sua calcinha e fui baixar ela. Mas Nanda segurou meus punhos e pediu para eu fazer tirar primeiro, estava com vergonha da aparência da sua vagina.

– Só não vai rir – eu falei nervoso

– Para de ser bobo – ela respondeu rápido.

Tirei minha cueca, meu pau saltou para fora. Nanda se aproximou e segurou meu como com as pontas do dedo, seu olhar fixo nele. Passou os dedos na base dele, depois no corpo e por último na cabecinha, levemente passou o dedo indicador ao redor da cabecinha. Saiu um pequena quantidade um líquido transparente do meu pau.

– Você está gozando? – Nanda pediu assustada. Por sorte a nossa, eu não era um total ignorante no sexo, era especialista em tocar punheta.

– Não, isso é um liquido que sai quando o homem fica excitado demais – eu tentei explicar.

Nanda passou o dedo indicador no líquido e esfregou ao redor da cabecinha novamente. Meu pau dava pequenos pulinhos com o pulsar do sangue. Sem eu perceber, Nanda segurou filme meu pau e começou a me masturbar, mas estava segurando firme demais e me machucando. Fui explicando como ela deveria fazer, não falou nada, apenas obedeceu meus comandos. Senti que estava ficando melecado com mais líquido pré-ejaculatório.

Coloquei minhas mãos em sua calcinha novamente e comecei a baixa-la, dessa vez Nanda não me impediu e revelou uma bucetinha peludinha. Os pelos eram aparados e bem cuidados e bem pretos. Quando acabei de tirar, Nanda pediu para eu deitar na cama.

– As meninas falaram que é melhor ir por cima para controlar a dor – ela justificou o pedido.

Não questionei, faria tudo que ela pedisse, estava com tesão estourando. Deitei na cama e Nanda parou ajoelhada ao meu lado, ela esperou eu me ajeitar direito no travesseiro e sentou em mim. Colocou a mão por trás, pegou no meu pau em encaixou onde deveria encaixar. Começou a tentar descer, mas não ia. Senti um grande pressão, parecia que estava empurrando meu pau contra uma parede macia, mas resistente.

– Tem certeza que está no lugar certo? – eu pedi sem entender bem o que estava sentindo.

Nanda fez que sim com a cabeça, estava mordendo os próprios lados com uma expressão de dor. Ela subiu um pouco e a pressão aliviou, depois desceu novamente e a pressão voltou.

– Tem certeza mesmo?

– Para de falar – ela falou um pouco braba – desculpa, é que está doendo bastante.

Fiquei quieto e deixei que ela conduzisse. O máximo que eu fiz, foi colocar a mão na sua cinturinha. Nanda segurou com uma mão em um dos meus punhos e a outra no meu ombro, ela apertava com força enquanto tentava sentar em mim. O processo foi acontecendo, em um certo momento senti que estava ficando mais úmido e menos apertado. Ela saia um pouco e descia. Percebi que estava entrando mais quando comecei a sentir um pouco de prazer vindo do meu pinto, cada movimento que ela estava fazendo eu sentia uma arrepio no corpo. Gemi sem querer.

– Te machuquei? – Nanda pediu assustada.

– Nem um pouco, isso foi gostoso.

Ela sorriu e voltou, colocando mais força nas descidas, minha gemida tinha animado ela e pareceu parar de se importar com a dor. Do nada ela sentou com força e entrou tudo. Nós dois gememos alto, eu achei que iria gozar e apertei forte sua cintura. Nanda tinha colocado as duas mãos em meus pulsos e apertou forte eles.

Ela começou a se mexer, tentando achar algo que sentisse menos dor e mais prazer, mas reclamou que estava doendo bastante. Eu só estava sentindo prazer nesse momento. De repente Nanda começou a subir e descer, quicando lentamente. Sem nem perceber iria gozar, eu comecei a encher ela de gozo e apertar mais firme ainda sua cintura. Nanda abriu a boca e parou de se mexer.

– O que foi isso? – ela pediu, sem entender.

– Eu acho que gozei

– E agora? – ela pediu, eu não tinha a mínima ideia do que fazer, mas tinha ouvido várias vezes de várias pessoas dizerem “o homem tem que fazer a mulher chegar ao orgasmos”. Lembrei disso.

– Por mim podemos continuar – eu sugeri

– Gostei de ideia, agora que estava ficando bom tu gozou.

Meu pau estava todo melecado, mas pedi para ela deitar que eu iria por cima. Nanda concordou e fez isso. Foi por cima, percebi que tinha um pouco de porra saindo da sua buceta, mas não dei bola e encostei meu pau novamente nela. Ele estava mole, mas rapidamente ficou duro quando tentei penetrar.

Foi difícil entrar de novo, mas consegui, ela estava toda gozada, o que ajudou. Me ajeitei e comecei a entrar e sair. Nanda arranhou minhas costas e sentir uma ardência, mas gostei. Foi aumentando a velocidade conforme fui controlando a situação. Os músculos da minha barriga e dos braços começaram a doer, mas não parei. Sorte a minha que a dor que eu estava sentindo ali retardaram meu orgasmo um pouco. Foi tempo o suficiente para Nanda cravar as unhas nas minhas gostas e gemer com o orgasmos. Aquele som divino me deixou louco, continuei mais alguns segundo e gozei de novo.

Sem tirar meu pau de dentro, comecei a beijar Nanda. Ficamos ali um bom tempo. Nós dois ofegantes e exaustos. Quando sai, vi porra escorrendo de dentro de sua buceta, estava toda melada, olhei para meu pau e também estava, afinal, tinha gozado duas vezes ali. Corri para o banheiro do quarto (suíte) pegar papel higiênico e ajudei Nanda a se limpar, me limpei e nos vestimos. Peguei os papeis que tinha impresso e desci a escada, Nanda veio atrás.

– Não me importo que se eles souberem da gente – ela falou enquanto descia as escadas atrás de mim.

Me virei para olhar para Nanda, ela estava com os cabelos todo desgrenhado, percebi que eu estava suado e ainda ofegante. Só pude rir, estava feliz. Nanda desceu mais um degrau para ficar mais perto e me beijou de novo. Não sabia o que seria da gente ali pra frente, mas estava pronto para namorar aquela menina.

Chegamos na sala que estava sendo confeccionada a maquete. Os outros 4 estavam concentrados pintando o terreno que tinha sido feito já.

– Que xixi mais demorado, Nada? – uma das meninas falou, sorrindo maliciosamente quando viu a gente entrando no ambiente.

– A impressora travou de novo? – meu amigo disse para mim.

Todos começaram a rir. Eles já sabiam, devemos ter sumido por uns 40~60 minutos. Nanda segurou minha mão e me deu um selinho na frente de todos. Ela estava se divertindo também. Passamos o resto do dia finalizando a maquete e conversando. Percebi que as outras meninas ali, apesar de fúteis, não eram tão chatas e ruins como pareciam, tinham suas qualidades.

Eram 18:30 quando finalizamos a produção. Minha mãe estava chegando para me buscar. Nanda e uma menina tinham saído um pouco mais cedo. Quando sai da casa, escutei meu amigo berrando para mim “sempre coloquei fé em você”.

Cheguei em casa e não consegui parar de pensar na minha tarde. Tinha superado minhas expectativas. Não consegui nem ligar o vídeo game, não queria jogar. Fiquei com o computador ligado, no MSN, esperando Nanda entrar para gente conversar. Sexta a noite se passou e nada, fui dormir. No sábado fiquei esperando com o MSN aberto também, era início da internet discada, tudo era lento demais. Sábado de tarde tinha compromisso e sai no inicio da tarde, voltei perto de noite e nada de Nanda também. Desisti de esperar no domingo, afinal, segunda feira eu veria ela no colégio.

Cheguei no colégio, fui para sala que estava enchendo de gente aos poucos. Primeiro sinal bateu e nada de Nanda, comecei a ficar preocupado. Nos 15 minutos da primeira aula ela chegou atrasada, sentou na mesa, arrumou seu material e olhou para trás me procurando, quando me viu desviou o olhar. Achei estranho, mas eu não conseguia tirar os olhos dela. Do tempo da troca de professor da primeira para segunda aula não tive coragem de ir falar com ela, estava achando estranho como ela estava agindo e fiquei nervoso. Quando a segunda aula acabou o professor da terceira já estava na porta esperando. Tinha decidido que ia falar com ela, afinal, tinha que ter uma explicação.

Terceira aula acabou e o intervalou chegou. Descobri que a nossa transa tinha virado assunto na sala, uma das meninas contou para outra, “em segredo”, que contou para outra “em segredo” e assim foi indo. Meus amigos nerds ficaram surpresos e isso me divertiu, eles não eram bons com mulheres.

Levantei e caminhei até a carteira que Nanda usava, ela estava rodeada por umas meninas tentando tirar informações sobre nosso caso. Pedi para elas se afastaram que eu queria conversar com elas, obedeceram e eu achei estranho, pelo jeito eu já era o namorado de Nanda. Sentei na cadeira do lado que estava vazia.

– Está tudo bem? – eu pedi, Nanda não conseguia olhar para mim. Senti um frio percorrer na minha espinha.

– Meus pais querem conversar com teus pais – ela confessou, aquilo me deu um nervoso. Nanda continuou a explicação.

Resumindo: no dia da confecção da maquete, depois que transamos e voltamos a trabalhar. Nanda começou a sentir as 2 cargas de porra que coloquei nela escorrerem para fora e melecar sua calcinha e calça. Ela mandou um SMS para mãe ir buscá-la. Chegou em casa e correu para o banheiro tomar um banho, tentou esconder as roupas em algum lugar, para lavar depois, estava bastante suja, segundo ela.

Acontece que a mãe dela achou estranho a agitação da Nanda, enquanto ela estava no banho, a mãe fui no quarto procurar alguma coisa e achou a roupa cheio de porra. Quando nada saiu do banho estava o pai e a mãe no quarto, mãe chorando e pai furioso. Não tiro a razão deles, ela poderia ter engravidado ou pego uma doença, mas não foi o caso. Fizeram ela contar com quem tinha sido.

Nossos pais se conheciam, estudamos juntos desde sempre, única parte boa dessa história é que o pai de Nanda ficou menos preocupado quando soube que era comigo. Segundo ele, pelo menos “não era um qualquer com quem ela tinha se deitado”. Descobri aquele dia que eles eram bastante religiosos. Nanda tinha se atrasado hoje porque foi tirar sangue para exames.

O sinal tocou e a turma voltou para a sala. Tivemos que parar a nossa conversa. Na segunda feira, em específico, tínhamos aula de tarde, reforço preparatório para o vestibular. Não era obrigatório por parte do colégio, mas meus pais me obrigavam a ficar. Almocei em um restaurante do colégio junto dos meus colegas, de tarde fomos para o reforço. Nanda geralmente participava, mas nesse dia ela não foi.

Fui para casa a pé, ficava alguns quarteirões do colégio. Cheguei era por volta das 18:00 em casa, impressionantemente meus paus já estava em casa, geralmente chegam depois das 18:30. E tinha mais um carrão na frente da casa, eu gelei. Entrei em casa e estavam os pais de Nanda, Nada e meus pais na sala, com um clima horrível.

Foi uma segunda feira horrorosa. Choro das duas mães, choro da Nanda. O pai da Nanda falava que a gente teria que casar (ainda não sabíamos que não estava grávida), minha mãe não concordou, brigaram. Bom, foi traumatizante.

No final, conseguimos convencer os nossos pais de não nos tiraram da turma ou do colégio. Mas esse evento me fez criar uma barreira e minha paixão por Nanda passou naquele final de tarde. Pelo jeito o mesmo para ela. Conversamos no colégio no dia seguinte. Concordamos em continuar só na amizade, tínhamos intenção de namorar mas foi por água a baixo.

Depois desse episódio a nossa amizade até se fortaleceu, éramos amigos desde sempre, mas era apenas uma amizade normal de colega. Acabamos virando confidentes um do outro. Ela me contava de quem estava gostando, e eu contava para ela de quem eu estava gostando, tentávamos nos ajudar. Ter perdido e tirado a virgindade de uma das meninas mais lindas da sala me abriu portas.

Voltamos a nos pegar 2 anos depois, na formatura do terceirão. Uma forma de despedida, já que Nanda tinha passado no vestibular em outro estado e provavelmente não iriamos nos ver mais. Ela dizia que seriamos ótimos namorados se não fosses nosso trauma daquele dia. Eu discordava, acabei descobrindo que éramos bem diferentes.

Provavelmente, a história da formatura do terceirão irá render um novo conto.

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