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O Castigo

Publicado em janeiro 11, 2023 por Azev

Acordei já passava das 4 da manhã, ainda estava naquela construção e notei que alguém além de Wendel e eu esteve ali pois vi um preservativo usado e cheio de esperma e minha bunda estava doendo muito, descobri da pior forma: “Cú de bêbado realmente não tem dono”. Não fazia ideia de quem tinha sido, e isso me deixou bem chateado me levantei, levantei as calças que estavam abaixadas e saí daquele local, definitivamente queria esquecer aquela noite.

Quando cheguei em casa Carlos estava lá na frente me esperando, ele sorriu e falou:

– Bom dia!

– Bom dia! Respondi sem jeito

– Isso são horas?

– Perdi a noção.

– Vou te contar como foi minha noite: estava dormindo quando Amanda nos ligou de uma da manhã perguntando se você estava em casa, sua mãe foi no seu quarto e você não estava, fomos até o local da festa e não te achamos, gritamos feito loucos pelas redondezas, junto com seus amigos, mas não te achamos então sua mãe já com a pressão alta querendo chamar a polícia, mas soubemos que você estava com Wendel. Tranquilizamos seus amigos e sua mãe Então voltamos para casa e ela tomou um daqueles remédio para dormir e me deu a missão de ter uma conversinha com você sobre RESPONSABILIDADES…

Nesse momento ele se levantou veio até mim e perguntei:

– Você vai me bater?!

– Vou fazer coisa melhor!!!

Ele me pegou pela nuca e me levou para o quintal da nossa casa onde tinha uma Caixa D’água e falou:

– Tira a roupa!

Pensei que ele queria só transar comigo então tirei a roupa e ele continuou:

– Pega o balde! Enche de água e joga em você!

– A água tá gelada!

– Você queria água quente? Toma banho agora!

Quando despejei aquela água gelada em mim na hora uma onda de adrenalina percorreu todo o meu corpo e ele falou:

– De novo!!! E mais uma vez enfiei o balde no reservatório e joguei em mim, mais uma vez. Recife não é  uma cidade fria mais as 5 da manhã e água estava bem gelada e meu corpo já estava tremendo desesperadamente para gerar algum calor e ele continuou sua tortura por uns 15 minutos, já estava com os lábios roxos de tanto frio e finalmente quando ele terminou a seção, Carlos tirou a roupa dele e mandou eu abraça-lo e corri para ele. Ele era mais alto que eu e quando o abracei senti aquele corpo quente, meus músculos ainda estavam com tremendo muito e ele falou:

– Porque você faz isso com a gente?

Só fechei os olhos e o beijei ele sentido sua língua na minha boca e ali mesmo ele me virou de costas me mandou apoiar as mãos na caixa d’água abriu minhas pernas com as suas pernas cuspiu no seu pau, me penetrou e com a mão esquerda tapou a minha boca para não ouvir meus gemidos entrando com tudo dentro de mim e falou:

– Eu falei que não queria mais vocês dois transando!

Tentei falar mas estava com a boca tapada pela mão dele, e ele sabia bater onde mais dóia. Senti todo seu membro dentro de mim, e cerrei os dentes com força enquanto ele me fudia do jeito que ele mais gostava: SEM PENA. O dia estava começando a raiar e nós dois ali, fudendo sem o menor pudor como animais em um cio que nunca terminava, pois quanto mais doía as estocadas do pau dele dentro de mim, mais meu pau babava e eu com a mão esquerda comecei a me masturbar tentando ter algum prazer e e quando Carlos percebeu que eu estava gostando de me deliciando com seu pau totalmente enterrado na minha bunda, me puxou contra seu peito inclinou sua cabeça e falou no meu ouvido em meio a seu gemido:

– Ahhh! Tá gostando, né? Ahhh!!!

Já não sentia mais frio, só o calor que Vinha do toque do seu peito cabeludo nas minhas costas chegando a ser quase confortável. Não podíamos gemer alto pois acordariamos a vizinhança, então senti uma penetração mais funda dentro de mim, seguida de um leve gemido no meu ouvido, ele finalmente havia gozado, ele roçou sua sua barbar no meu pescoço e ficou ali dentro se mim com seu pau a pulsar e os leves espasmos que seu corpo dava. Então ele me punhetou até que eu gozar também. Após gozarmos ele me virou e nos beijamos um longo e gostoso beijo na boca eu podia sentia seu pau ainda duro pulsando na minha barriga e o meu já mole na perna dele. Ele me olhou sorriu e falou:

– Você está de castigo!

E realmente fiquei de castigo Carlos um mês sem sair de casa, sem poder ligar para os meus amigos, e ainda não me deixou em paz o dia inteiro daquele domingo, após fazermos sexo ele acordou meu irmão mais novo e inventou uma caminhada apenas nós três. Na volta compramos o pão e Carlos me mandou fazer um café da manhã para minha mãe como pedido de desculpas. Depois fomos a igreja para a alegria da minha mãe pois eu não ia há tempos a igreja com ela então almoçamos fora e a tarde fomos no parque da jaqueira ( um parque bem conhecido aqui de Recife) mas tudo o que eu queria era dormir e Carlos o tempo todo atrapalhou meu sono até mesmo quando eu tentava cochilar ele estava lá me atrapalhando. Finalmente quando cheguei em casa pude descansar.

No dia seguinte na escola eu era o alvo de todas as piadas eram o sumiço do cachaceiro e todas sobre mim. Cantaram desde músicas carnavalescas ” você pensa que cachaça é agua…” e chegaram ate a me chamarem de Santana (personagem de Vera Holtz na novela mulheres apaixonadas que tinha problemas com álcool), enfim virei a chacota da escola. Mas o que mais doeu dos castigos foi o de Betinho: ele não estava mais falando comigo! Tentei o dia inteiro falar com ele, a resposta dele foi direta Não queria mais nossa amizade recebi o recado por Amanda, ninguém estava entendendo o porquê dessa atitude.

Contei a Wendel o que havia acontecido na construção e sobre o preservativo e ele não sabia de nada.

– Nossa que sério isso! Você não lembra de nada?

– Só me lembro que ouvi um barulho e chamei seu nome e tudo ficou escuro não me lembro de nada quando acordei estava ali deitado com a calça no joelho e a camisinha tava ali usada e a minha bunda doendo…

– É melhor deixar pra lá essa história! Ate por que se isso estourar…

Sabia dos riscos que revelar em uma escola tradicional de bairro que eu era gay seria meu fim até por que o ano já está no final.

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