Numa Estação Abandonada – parte 1

Chamo-me Sylvia, sou artista plástica e esta história que vou contar a vocês ocorreu no interior do Estado do Paraná no início dos anos setenta. Trata-se de uma verdadeira e inesquecível aventura. Lembro-me que era uma quarta-feira ensolarada de um janeiro muito quente e eu me encontrava viajando sozinha em meu carro por uma estrada bastante deserta: estava indo para uma exposição no interior do estado. Como na época não havia ar condicionado eu estava com muito calor, a garganta seca, e o suor escorrendo pela face. Ao longe avistei um cruzamento com a via férrea e próximo algumas construções muito antigas. Parecia uma estação abandonada e parei o carro ali à procura de água. Desci e dei algumas voltas ao redor da construção, constatando infelizmente que não havia uma alma viva por ali. Atravessando para os fundos, numa última tentativa, vi um paredão de pedras, mato e entre elas um cano que formava uma bica de uma água deliciosamente gelada. Olhei mais uma vez ao redor e não resisti. Tirei minha sandália e toda a roupa que estava vestindo – apenas um top branco e uma bermudinha jeans preta curtinha. A água estava maravilhosa e enquanto eu tomava um banho delicioso aquele ambiente todo ia mechendo muito comigo, despertando minhas fantasias. Sem secar nem o corpo nem os cabelos, vesti minha roupa e decidi que não colocaria a calcinha…

Somente notei que estava sendo observada o tempo todo quando me afastei da bica. No início o pavor tomou conta de mim, mas quando mirei melhor aquele homem desconhecido meu medo foi sendo substituído por aquela excitação que já tomava conta de meu corpo. Percebi que coisas excitantes poderiam ocorrer e que isso só dependeria de mim. Ele me fitava parado, bem calmamente, com o pé encostado em uma das paredes e uma das mãos nos bolsos de sua calça jeans amarrotada. Era loiro, tinha lindos olhos azuis e estava sem camisa. Tentando resistir ao encanto que tomava conta de mim, pensei “não resisto e vou me aproximando… até chegar bem perto… deslizar minhas mãos em seu peito, barriga, pernas… fitando os olhos azuis mais bonitos que eu já vi, uma boca sedenta de vontade de beijar todo meu corpo e um olhar insinuando que vai me deixar louca de prazer naquele lugar abandonado…”

Não me contive e ele me recebeu com um sorriso: se eu fora até ali era porque realmente eu sabia o que queria. Ficou parado da mesma maneira, admirando o meu corpo ainda molhado, sem me tocar. Minha mão foi deslizando com um caminho certo… desabotoei lentamente a calça dele e fui descendo o zíper suavente… sentindo o tamanho do orgão que ali estava à minha espera. Com a calça dele levemente aberta começei a beijar o seu pescoço, descendo para o peito, que chupei bem gostoso, para em seguida descer minha língua pela barriga dele sentindo que ele não estava mais aguentando de tesão. Então pela primeira vez ele disse:
– Não estou mais aguentando… Quem é você? Venha quero te acariciar…

Então eu disse a ele que ainda não era a hora dele, e com os dentes fui tirando a calça dele e beijando as suas coxas, subindo… beijando toda a sua perna… e dando mordidinhas de leve na parte interna das coxas… com as mãos sentindo a sua bunda durinha e gostosa. Então ele fez sinal para que eu parasse e apontou para a bica de água. Eu entendi, tirei a cueca dele com as minhas duas mãos, atirei para longe, e deitei-me sobre uma pedra bem próxima. Os movimentos dele, de costas para mim, naquele banho delicioso sob aquela fonte de água gelada me deixaram ainda mais excitada. Eu abaixei o zíper das minha bermudinha e como estava sem calcinha comecei a me acariciar de leve. Quando ele terminou, ficou no sol me fitando com aqueles olhos azuis brilhantes e notei que seu membro começava a crescer: era impossível um homem não se excitar comigo ali, me tocando daquela maneira e gemendo baixinho. Ele chegou bem próximo de mim e começei a beijá-lo de novo em suas coxas molhadas, enquanto com as mãos ia conhecendo aquele membro. Subi minha língua até chegar nas bolas, e passei a pontinha em cada uma delas… Ele me olhou e pediu se eu sabia o quanto prazer isso lhe causava. Como resposta, deslizei minha lingua até chegar em seu pênis… mas sem chupá-lo, continuei com a ponta da lingua, subindo de cima a baixo…

Como eu precisava admirar mais aquele corpo maravilhoso, deitei-o sobre a pedra onde eu estava inclinada e comecei a fazer-lhe uma deliciosa massagem nas costas e no seu peito, para livrá-lo de qualquer tensão que ainda pudesse estar presente. Dei-lhe deliciosas mordidinhas em sua nuca, ombros e fui descendo pelos braços dele, até o bumbum. Quando ele não estava mais aguentando de tanto tesão deixei que ele se virasse e me agarrasse. Deitou-me na pedra quente e molhada pelos nossos corpos e me beijou a boca chupando a minha língua enquanto com as mãos tirava toda o meu top.

Segurou-me o corpo um pouco erguido o com a língua foi descendo pelo meu pescoço até chegar em meus seios que estavam duríssimos. Mordiscava os mamilos enquanto com um dedo entrava por dentro de minha bermudinha já aberta encontrando a minha xoxotinha ensopada e fresquinha. Encontrou o meu clitóris com os dedos e começou a beijar a minha barriguinha, bem dos ladinhos, abriu minha bermuda e a retirou rapidamente, para alojar sua língua entre os lábios da minha xoxotinha. Comecei a tremer de prazer quando ele começou a mordiscar levemente meu clitóris com a sua língua bem durinha e áspera. Ele o fez com tanta perfeição que gozei logo em sua boca. Então fiz o que não tinha feito antes: deitei-o e peguei no membro dele, mais duro e quente que a pedra sobre a qual estávamos.

Coloquei-o todo dentro de minha boca e comecei a mamá-lo devagar enquanto com as mãos apalpava a sua barriga, o seu bumbum e as bolinhas dele. Apressei meus movimentos em estava me deliciando com o gostoso movimento de vai e vém do membro dele dentro de minha boca, em contato com os meus lábios. Quanto notei que ele iria gozar, envolvi o membro dele com as minhas duas mãos, deitei-me e acariciei-o deliciosamente até que ele gozou todo o seu líquido quente sobre os meus seios. Adorei e levei o membro dele de encontro aos meus mamilos para que ele terminasse de sentir o seu prazer plenamente.

Grande foi a minha surpresa quando notei que o membro dele continuava duro e quente: uma excitação redobrada tomou conta de mim novamente! Abri minhas pernas e ofereci minha grutinha ensopada para ele. Ele me beijou, me segurou e me penetrou devagarinho, iniciando um movimento circular que envolvia toda minha xoxota num ritmo maravilhoso. A base do pênis dele tocava exatamente em meu clitóris durante os movimentos e logo eu gozei de novo, cravando meus dentes no pescoço dele. Achei que tínhamos terminado quando ele me conduziu até uma parte plaina entre as pedras e me colocou de quatro, naquele cenário com gosto e cheiro de selva. Ofereci toda minha xoxotinha para ele, que me comia enquanto segurava meu corpo pela cintura. Fui às núvens quase ele enterrou tudo e ficou fazendo movimentos dentro de mim, bem no fundo de minha grutinha. Quando notou que o gozo estava se aproximando de novo, ele se inclinou um pouco, segurou meus dois seios com suas mãos cheias e trouxe seu corpo ainda mais para dentro do meu. Até então eu nunca imaginara que um homem poderia gozar tanto e tão intensamente. Depois, ele me colocou de pé de costas para ele e retirou seu mebro de dentro de mim para que eu terminasse de chupá-lo e o livrasse de qualquer resíduo dos seus líquidos.

Olhei bem para os olhos dele. Sou uma mulher bonita, tenho cabelos loiros naturais, ondulados até o meio das costas, olhos verdes e já fora desejada por muitos homens, mas aquela acabara de ser uma das experiências mais excitantes de minha vida. Não tive dúvidas: como meus compromissos seriam só dali a dois dias, acabei não resistindo ao desejo de ficar naquele local até o dia seguinte bem cedo, apreciando aquela maravilhosa paisagem silvestre e os encantos que aquele homem me proporcionava.

Ao término da exposição, três dias após, voltei pela mesma estrada e parei no mesmo local, mas para a minha desolação não havia ninguém e eu tinha compromissos na capital, e assim não poderia ficar ali à espera. Voltei para Curitiba um pouco chateada pois desejava-o muito e ele não saia de meus pensamentos. Cheguei a me tocar no hotel pensando em tudo aquilo que tinha se passado. Uns dez dias após, numa madrugada, eu estava dormindo quando o telefone tocou do lado da minha cama. Reconheci a voz imediatamente e ele me disse que estava na cidade e não tinha onde passar a noite. Um sorriso brotou de meu rosto: dei-lhe meu endereço e não dormi enquanto a campainha de meu apartamento não tocou. Me segurei para não recebê-lo apenas de lingerie. Mas a sequência, é claro, vai ficar para um outro conto.

Por Erotique Ecrivain, escritor de contos eróticos.
erotique.ecrivain@outlook.com

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