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Não aguentei e traí meu marido 1

Publicado em setembro 9, 2020 por Sissyzinha

Não aguentei e traí meu marido 1

Boa noite, me chamo Sissy, tenho 29 anos de idade e 6 anos de casada. Sou branca, 1,60 de altura e uns 60Kg. Cabelos pretos compridos. Nunca imaginei trair, mas vou relatar algo que aconteceu comigo que até hoje não sei como tive coragem de fazer.

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Meu marido trabalhava numa distribuidora, onde ele vendia visitando comércios e depois vinha um caminhão fazer as entregas. Ele conseguiu um emprego público, e passou a representação para mim, então eu comecei trabalhar de vendedora na cidade. Sempre na última sexta feira do mês era dia de visitar alguns distritos, pequenos e não tão longe da cidade.

Depois de uns seis meses trabalhando, entrei num comércio onde percebia que tinha um rapaz que sempre me comia com olhos. Ele tinha os olhos verdes escuro (vou chama-lo de A). Ele nunca dirigiu a palavra a mim, mas nesse dia ele não resistiu e me disse: está calor né? Eu disse: sim. Então, aqui tem uma cachoeira linda, sempre que estou de folga vou lá. De uma próxima vez que você vier aqui, tenta dar um pulinho lá, se refrescar um pouco. Eu disse: está bom, obrigada. Não dei muita idéia, mas fiquei um pouco com isso na cabeça, de ir na cachoeira no final do serviço numa próxima visita.

Então se passou 1 mês, e chegou o dia da visita. O rapaz (A) não estava no serviço, e como era final de mês e as vendas estavam horríveis, terminei as visitas bem cedo, antes do almoço. Estava bem quente, pedi informações sobre onde era a cachoeira, comprei umas empadas, e fui conhecer o lugar.

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Quando cheguei, tinha um carro branco parado onde terminava a estrada e começava uma trilha. Parei, segui a trilha de uns 3 minutinhos e cheguei. Para minha surpresa, lá estava o A, com dois colegas, que vou chamar de B e de C. A cachoeira realmente linda, e eles tinham uma caixa cheia de cerveja. O A disse: que surpresa! Vem aqui tomar uma cerveja! Recusei. Disse que iria embora rapidinho. Se aproximaram, conversamos um pouco, e novamente me ofereceram cerveja. Aceitei uma, e de repente estava tomando a segunda e a terceira. Comecei ficar meio alta, e me peguei olhando para a marca do pau do A e do B na sunga molhada. O C estava de bermuda, não aparecia nada. Pensei em parar por ali, quando me convidaram para jogar jogo da velha com o dedo na areia. Quem perder paga um prêmio. Não aceitei. Eles foram jogar, e quem perdeu pagou o prêmio: beber uma lata de cerveja em menos de um minuto. Me pediram para jogar de novo. Disse que só uma rodada então. Joguei com o B e perdi. Me pediu o mesmo. Tomar a cerveja em menos de 1 minuto. Tive que pagar.

Vi que já estava além do meu limite, sou fraca para bebida. Me convenceram a jogar mais uma, como revanche. Perdi de novo. Me pediram para dar um mergulho. Eu disse que não tinha roupa de banho. Eles disseram: Vai com a roupa de baixo. Tem que pagar. E ninguém vai olhar. Como estava meio alta, aceitei. Sorte que estava com uma calcinha tipo tanguinha, bem novinha, e um sutiã de rendinha novo também. Tirei a roupa de cima e entrei na agua. Quando saí, a roupa deve ter ficado meio transparente, porque eles me comeram toda com os olhos. Rapidinho percebi o pau duro do A dentro da sunga, marcando bem a cabeça. Comecei ficar fora de mim, um tesão enorme espalhou no meu corpo, comecei até a tremer um pouquinho, de tesão e de frio também.

E acontecei o que eu estava com medo de acontecer e eu não ter força para resistir. O A se aproximou devagar, e disse baixinho perto do meu ouvido. Está com frio? Vou te esquentar um pouquinho. Eu disse não, mas ele não deu ouvido. Me abraçou por tras, encostando seu pau duro na minha bunda. Quase desmaiei, mas não tive coragem de mandar ele soltar. O B viu e disse? Ei, eu também quero ajudar. Veio e me agarrou pela frente. Não perdeu tempo e mordeu meu pescoço. O pau dele também estava duro, e eu toda bamba ali no meio sem forças para nada.

Eu nem acreditava no que estava acontecendo. O B tirou minha parte de cima, e deu uma chupada deliciosa nos meus seios. Depois me disse: vem qui meu bem, e forçou minha cabeça para baixo. Tirou seu pau da sunga. Era lindo. Eu não tinha forças mais. Abaixei mais um pouco, dei uns beijinhos na cabeça dele, fechei os olhos, abri a boca e suguei. Chupei o pau dele como nunca havia chupado outro antes.

O A, vendo minha posição, não tinha outra coisa a fazer. Foi tirando minha tanguinha, e eu ajudando. Quando estava livre da roupa, me posicionei bem empinadinha para ele, mas sem tirar o pau do B da minha boca. Quando o A encostou a cabeça da rola na minha bucetinha, eu comecei a rebolar na rola dele, e eu mesma fiz o movimento para trás para o pau dele entrar. E entrou. Entrou deliciosamente. Não consegui parar de rebolar, e nem de chupar. Nunca senti tanto desejo por rola como ali. O B fez um carinho no meu rosto e começou a gozar na minha boca. Nunca tinha deixado meu marido fazer isso comigo. Então por ser a primeira vez, segurei tudo na boca para cuspir, não engoli. Mas pensei de ficar com nojo de porra na boca e não fiquei. Achei até bem quentinha e gostosinha, mesmo sem engolir. Eu já não aguentava mais, dei mais uma rebolada naquela rola deliciosa do A e comecei a gozar. Gemi muito e gozei na frente dos 3. O A também não resistiu e encheu minha buceta com aquele leitinho quentinho dele.

Os dois entraram na água. Eu fiquei meio sem jeito depois que gozei, aí acabei entrando na água também para me lavar. Depois saí para tomar sol e por minha roupa. Queria ir embora. Eles me disseram: toma mais uma cerveja. Eu aceitei, pois precisava tirar aquele cheiro de porra da minha boca. O C, que estava assistindo tudo, trouxe a cerveja. Queria tirar aquilo da cabeça, e pedi outra cerveja. Aí começou passar umas coisas na minha cabeça, como eu ter dado para o A e o B, e o C ficou só olhando. Tentei tirar isso da minha cabeça, mas a cerveja estava me deixando louca novamente.

Chamei o C e perguntei se ele era sempre quietinho assim mesmo. Ele disse que quase sempre. Perguntei se ele gostou do que viu, se gostou dos meus seios, minha bunda… ele disse que gostou de tudo. Na minha cabeça passava o seguinte: nunca pensei em trair meu marido. Já que aconteceu com os dois, qual a diferença de acontecer com o terceiro também? Eu já tinha dado e chupado ali, não ia mudar nada mais.

O B e o A se aproximaram, e ficamos conversando. Eu precisava secar a mim e a minha roupa de baixo também antes de ir embora. Acabou que tomei mais uma cerveja. O juízo foi embora de vez. Disse ao A e ao B. Vocês gostaram de me comer? Porque parece que o C não gostou de mim. O A disse: duvido você dar para o C também. Eu completamente alta disse: claro que dou, e já estou louca para chupar uma pica novamente. O B disse duvido então. Vai lá C. Coloca na boca dela.

O C se levantou e veio. Eu já quase desmaiando de tesão. Percebi um volume bem estranho embaixo da bermuda. Eu estava assentada, ele veio em pé na minha frente e desceu a bermuda. Aí eu entendi o porque dele não usar sunga, e o porque o A e o B duvidarem de eu ter coragem de dar para ele. Ele timha uma rola que deveria ter mais de uns 20cm, mais de uns 22cm sei lá. E Era grossa, bem grossa. O A e o B começaram: duvido duvido duvido. Eu morrendo de tesão, peguei e dei um beijinho na cabeçona. Respirei fundo, abri a boca e recebi. Que delicia. Estava dura e pulsava. Quente e latejando dentro a minha boca. Vontade de nunca mais tirar aquela delícia da minha boca. Rapidinho ele começou a gozar dentro da minha boca. Eu novamente não engoli. Mas sem nojo, achei até bem gostoso também.

Eu já estava pulsando de vontade de dar novamente, mas estava ficando tarde, e tando eu como eles tínhamos que ir embora. Na despedida o A me disse que foi um prazer, e que era para eu voltar lá sem falta dentro de um mês. Eu ainda meio alta de cerveja, e com tesão, perguntei: se eu voltar, você come o meu cuzinho? (meu marido nunca fez isso comigo, e eu sou louca para dar meu cuzinho). Ele disse: claro que como, mas você chupou o B e o C. Você vai ter que me dar uma chupadinha antes também. Eu disse: claro que chupo, mas você vai ter que gozar na minha boca também. Eu estava muito louca.

Eles foram embora, e eu entrei no meu carro e fui também. Difícil encarar o marido em casa, e difícil esperar mais 1 mês para voltar lá. Pensava todos os dias.

Eu voltei, e vou relatar o que aconteceu quando tiver coragem de escrever o conto numero 2:

“ Não aguentei e traí meu marido 2” .

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