Minha primeira namoradinha, coisa da escola Cátia (16) na escola um ano adiantada. Linda, paixão de adolescente. Uma coisa também, era a satisfação da disputa com outros colegas, todos queriam namorar com ela, por sua simpatia, beleza e agitação, sempre alegre, era líder da turminha dela Um ano mais velha que eu, mas parecia bem mais adiantada em todos os sentidos. As amigas e colegas da escola, demostravam interesse em me ver com ela, e eu me achava muito importante. Um dia no final do nosso turno na escola, na saída, ela me apresentou a mãe dela, que parecia ficou bem contente. E assim engatamos um namoro.
No primeiro dia que cheguei no sofá da sala da casa dela, ela começou me contar que já tinha uma um ano antes, na praia, tinha 15 , ficado com um menino dois anos mais velho que era surfista, perguntei o que era ter ficado. Ela então contou que ele chegou a apalpar ela, e encerrou por ai sem maiores explicações.
Começamos a ficar juntos a todo momento, no intervalo na escola, no término do período, eu acompanhava ela até a casa dela, nos finais se semana já participava com a família de diversas coisas. Lembro que eu pegava na mão, no sofá, ficava de pau duro e pensei que ela não notava. Um dos dias no sofá, quando ela me abraçou carinhosamente, o braço dela rosou meu pau duro, ela então, deixou o braço descansar sobre ele, uau…, aquilo foi o máximo.
O que eu mais queria depois daquele dia, era ficar com ela no sofá, pq as coisas se repetiam, ela já botava a mão por cima da calça, e apertava e eu já conseguia tocar os pequenos seios dela por debaixo da camiseta que usava. Ela deixava eu avançar, ficava sem se mexer, fui avançando por instinto, consegui entrar com a mão por debaixo da saia dela, tocando nas cochas, notei que ela chegou a abrir as pernas bem disfarçadamente, avancei até a calcinha e toquei na bucetinha dela com os dedos, ela se tremeu toda como se tivesse tomado um choque. Quando eu voltava pra casa, me masturbava.
Quando a gente namorava as quartas feiras, eu jantava na casa dela, depois íamos pra a sala sofá. Na hora de ir embora a noite, na saída da casa, a gente se abraçava, se esfregava, e chegou o dia que botei o pau pra fora, puxei a mão dela e fiz pegar, ela pegou e apertou, que sensação maravilhosa, outra vez, entrei com a mão por baixo da saia dela e fui direto na bucetinha dela, ele se contraiu quando toquei, mas logo demostrou que eu podia ficar ali, então ela apertava meu pau, eu entrei com um dedo pelo lado da calcinha, e toquei direto a bucetinha dela, aprendi que se depilava, a bucetinha mesmo por fora estava molhada, e foi nesta primeira vez que fui tão longe, ela num gesto rápido se virou, como se oferecesse a bunda, botei o pau nas coxas, ela não reagiu, então com o dedo afastei a calcinha e consegui, primeiro com o dedo entre as nádegas depois com o pau, ela imóvel, só me surpreendeu quando falou, … não goza em mim. Mas foi só o pau começar entrar entre as nádegas, ela logo se virou, baixando a saia. Me abraçou forte, segundos até sem respirar e me mandou embora. Em casa depois me masturbei, estava dolorido no saco.
Já um ano e dois meses de namoro, ela 17 eu 16, os amassos, apalpações, toques, aconteciam todas as vezes que a gente conseguia ficar sozinhos.
Férias de verão , casa da praia da família dela, pela primeira vez fui convidado. A casa linda, grande bem próxima ao mar, uma praia pequena, praia de surfistas.
Saímos a tardinha num dos dias e fomos ao centrinho, ela tinha amigas e amigos de anos anteriores lá, e notei que um dos amiguinhos um cara bem moreno magrelo, era o tal surfista que ela tinha lá no inicio confessou que tinha ficado com ele. Eu estava no momento na turminha de amigas e amigos conversando, ela me falou no ouvido, vou na banheiro e saiu, confesso que eu estava de olho nela por causa do tal surfista. Foi no banheiro, demorou um pouco voltou, e conversando com ela, vi por cima do ombro, que o tal amigo surfista, passou adiante, vindo de onde ela tinha saído. Perdi o chão, mas me controlei, não dei sinal de ciúmes.
No outro dia pela manhã, antes de sair para a praia, chegou a melhor amiga da praia. Foi junto com a gente para a beira do mar, eu estava bem chateado, desconfiado do comportamento da Cátia, as duas conversavam baixinho, tinha coisa ali.
Todos os dias virou costume a amiga aparecia, ou na casa ou na beira do mar, ficavam conversando. Naquele dia a Cátia, me disse que tinha trazido dinheiro, que queria almoçar no barzinho que costumava ir, a amiga junto. Tinhamos terminado de almoçar, quando se aproximou da mesa um ex colega meu da escola, foi legal era um bom companheiro, sentou com a gente e ficamos conversando, vi quando a amiguinha da Cátia fez um sinal bem disfarçado de cabeça, a Cátia, falou que precisava ir no banheiro, a amiga levantou junto com ela foram as duas, fiquei de papo com meu amigo, mas algo me deixou desconfiado pelo gesto que vi a amiga fazer para a Cátia. Já fazia um tempinho que tinham saído e não voltavam, pedi ao meu amigo me esperar, agora sou eu que preciso ir no banheiro, ele ficou só na mesa esperando, sai rápido eu estava muito desconfiado. Os banheiros estavam nos fundo do barzinho, quando cheguei lá, a amiga de Cátia estava sentada em um banco que tinha ali, quando me viu ela ficou pálida, tentou levantar, botei a mão no ombro dela, impedindo, e fui direto no banheiro das mulheres, e minha desconfiança se confirmou, a Cátia bermuda e calcinha nos pés, atras dela o tal amiguinho surfista moreno magrelo, que quando entrei se assustou e se afastou dela, puxando a bermuda pra cima, mas deu pra ver o pauzão dele preto curvado pra baixo melado duro e a Cátia tentando ser rápida puxando a bermuda pra cima, só olhei a cena, deu pra ver direito que o cara estava comendo o cuzinho dela, deu para entender que o encontro estava combinado e com participação da amiga dela. Virei as costas e voltei para a mesa no bar.
A Cátia minutos depois, apareceu com a amiga, as duas com cara de paisagem como se nada tivesse acontecido. A Cátia não me olhava nos olhos, convidei meu amigo para dar uma caminhada, ele aceitou. Falei para a Cátia e a amiga, para elas irem indo para casa, que eu logo ia também. Não falei nada para meu amigo, ficamos bom tempo caminhando e conversando. Voltei pra casa depois. As duas trancadas no quarto da Cátia, conversavam.
Elas ouviram eu chegar e entrar no quarto, logo a Cátia entrou no quarto, olhos de choro, eu arrumava minha mochila, para ir embora, ela veio e se abraçou em mim, se desculpando, que ela não entendi pq tinha feito aquilo, pedindo perdão, na hora pensei, vou ficar e comer também, mas estava muito magoado.
No outro dia , dei uma boa desculpa a mãe da Cátia, e fui para a rodoviária pegar ônibus, voltar pra minha casa.
O namoro acabou, ele tentou diversas vezes falar comigo, nunca aceite.
Primeira vez que fiz papel de corno e tinha só 16 anos
A ” maldição ” continuou, sigo relatando, capítulo 02.
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