A minha rotina de trabalho começou, a Clarice veio com a história que tinha arrumado um trabalho no shopping, naquela sábado passamos na frente da livraria que ela ia começar a trabalhar, ela falou que queria ganhar o dinheirinho dela, abanou para uma futura colega que estava no balcão, Super morena, cabelos longos pretos, sorriso Colgate, linda mesmo. Na volta entramos a Clarice me apresentou a Magali, linda realmente, agradável, chamou atenção aliança na mão direita, noiva então. Conversamos chegou cliente ela foi atender, a Clarice abanou e saímos.
Inicio da semana sai de viagem como costume e a Clarice começava na livraria, naquele dia, tinha que chegar as 9 horas, a livraria abria as 10.
Sábado pela manha, eu levei ela lá no shopping, estava feliz com o trabalho. Comentou que a Magali tinha convidado ela e a mim, para dar uma volta, na cidade ao lado, tinha um rodeio lá. Fomos e conhecemos então o noivo dela, um professor de educação física, super moreno também, mas super educado, achei ele legal. a Clarice , já a noite na casa dela, no sofá , começou a elogiar o casal de noivos,…. Clarice, Clarice, falei, ela entendeu, sorriu, ele até que é bem bonitinho. Querida, se tua colega sabe o que vc falou, já vai brigar contigo, ela sorrindo, … que nada ela já falou que não entende pq noivou com ele, e disse que ele era bem travado, respeitoso demais.
Eu e Clarice, só nos encontrávamos nos sábados pela manhã, levava ela no shopping, ou as vezes quando visitava clientes na cidade do lado, vinha pra casa e procurava ela a noite. Nossa relação estava muito legal, tínhamos liberdade total, ninguém na casa ficava por perto, ficávamos no sofá, ate altas horas da noite, sempre ou quase sempre na saída, no corredor que tinha a porta de saída, ali, de pé, eu comia o cuzinho dela, sempre passei e usar camisinha, e tinha uns sachês de gel, que ajudavam muito. Tinha que as vezes tapar a boca dela, pq ele ficava maluca, gemia alto, depois na rua descartava a camisinha.
Outra semana levei a Clarice pela manhã no shopping, fui na praça da alimentação tomar um café, a livraria ficava bem perto, vi quando abriram que a colega Magali, abri as portas e ficou na porta como se estivesse esperando algo, logo apareceu um moreno, magrelo, alto, notei que não era o noivo Nenhum movimento ainda no shopping, eles ficaram conversando na porta, me chamou atenção os movimentos durante o papo, pegando na mão do cara, esfregando a mão no braço dele, e apareceu também na porta a Clarice, que notei estava sendo apresentada para ele, minutos depois ela entrou sumiu, os dois ainda conversaram um pouco, o cara pegou as duas mãos da Magali, puxou ela deu um abraço e beijou o rosto dela, saindo, indo embora.
A tardinha quando fui buscar a Clarice, no caminho comentei o que tinha visto, … pois é, aquele moreno, é amigo de um primo dela, pela maneira que ela falou dele e tratou ele na porta, sei lá mas acho que tem algo, e também ela fala mal do noivo toda hora.
Naquela noite de sábado, a Clarice recebeu um telefonema da colega Magali, convidando para sair, que ela queria sair, mas o noivo estava em uma competição de alunos da escola que ele era professor. Ficaram tempo conversando, depois a Clarice me contou que ela estava muito chateada, aborrecida. Disse, vou sair com um amigo, meu noivo que se rale. Combinamos lugar para nos encontrar e a Clarice e o amigo, chegaram de carro, o amigo era um desconhecido, meio coroa já , estranhamos mas entramos no carro.
Ele Homero, talvez já perto d0s 50 anos, até mais poderia ser, ele se apresentou, era o sócio do dono da livraria, descasado, um filho adulto já e casado.
E Abriu o jogo, a gente tem programa de ir a uma casa, bem retirada do centro, é uma casa de encontro de casais, a Magali falou que vcs poderiam, gostar, mas eu digo, que se querem podemos voltar, deixo vcs onde estavam. A Magali começou falar, fazendo propagando do lugar, legal, muito bom, super seguro, podem ir e só ficar olhando os movimentos, senti a Clarice apertar minha mão, olhei e ela fez um gesto de cabeça, como um sim, falei,… tá bem vamos então, mas qualquer coisa caímos fora, Homero comentou, vcs vão gostar é só casais casados, gente fina, não tem marginal no meio, é alto nível, vcs vão gostar.
Chegamos em menos de uma hora, uma casa enorme atras de um muro super alto, um terreno imenso, diversos caros estacionados, musica baixinha, um cara já cabelos brancos, abriu a porta.
Lá dentro diversos casais, diversas idades, diversas “cores”, uma sala enorme, muitos ali conversando entre eles, já deviam ser conhecido uns dos outros, falavam, piadas, se divertindo, quando entramos o Homero na frete, foi até o grupo maior, já era conhecido e a Magali também, a Magali estendeu a mão nos chamando e fomos apresentados, com certeza tirando a Magali, éramos os mais novinhos, já deu pra notar, que alguns olhos se fixaram na Clarice, meu coração acelerou, vai dar problema, pensei comigo. A Clarice ao lado da Magali, parecia bem acanhada, talvez pelo ambiente desconhecido. Uma outra mulher, veio e ficou conversando bem alegre com as duas. Com o Homero e a Magali, sentamos em um dos sofás, veio um garçom serviu bebidas, seguido dois dos casais saiam para um corredor e sumiam, fácil imaginar o que ia acontecer. A Magali falou algo para a Clarice, que me olhou, perguntou no meu ouvido, vamos olhar, quer ir lá no corredor, vamos com eles. Demorei para responder, mas ela já se levantou me puxando pela mão, Homero e Magali, mesma coisa, e fomos pelo corredor, meio escuro, Olhamos primeiro quarto, três casais transando, a Clarice quase esmagou minha mão olhando, senti que tremia um pouco, outro quarto dois casais transando e um outro tirando a roupa, Homero com a Magali entraram no terceiro quarto, e quando paramos na porta, a Magali veio e puxou a Clarice pela mão, entrei atrás.
Homero veio, falou,… vcs são novinhos nisso, mas é assim nada aqui é forçado, cada um faz o que tem vontade, se não quiser fazer nada, , não faz, pode ficar olhando, apalpando, acariciando, sem problema.
Atras dele a Magali já estava tirando a roupa, morenaça. corpo escultural, novinha também, Homero se virou e começou também tirar a roupa, abracei a Clarice, senti a respiração dela disparada, sentia que ela tinha um tremor interno, que só aparecia nas mãos meio trêmulas. Ela me olhou e começou tirando a blusa, vi não ia mais segurar, comecei a tirar a roupa também, o Homero já dentro da Magali, nem tinhamos visto como ele era, pq tirou a roupa estava de costas pra nós, mas estava em cima da Magali, eu tirando a roupa e pensando vou comer a Clarice, ela ficou totalmente nua, a cama era enorme, fomos para a cama, quando ela se deitou, o Homero, pulou de cima da Magali, então vimos o pauzão todo melado, me olhou,… quero a tua mulher, e meio que já foi entrando entre nós dois, a Magali ali deitada, me olhou sorriu, e vez sinal com os dedos me chamando, ela estava pronta, assim que entrei ela cruzou as pernas sobre mim, me apertando, só então ouvi um gemido da Clarice e era de dor, olhei curioso vi então o pauzão do Homero, um bom pedaço dentro do cuzinho dela e foi no cuspe, pq tinha ouvido ele cuspir. a Clarice se retorcia toda tentando se ajeitar, talvez esperando doer menos, mas não tirava a mão de bucetinha dela, acho que com medo dele querer mudar a direção do pauzão dele. Gozei na Magali, que era uma artista, sabia muito bem como fazer um homem gozar, mulata linda, uma tesão de mulher. A Magali levantou, fez sinal pra mim levantar também,… olha só a Clarice nem abre os olhos, olha só o que ela esta aguentando, e me puxou para entrar no pequeno banheiro que tinha ali, saiu do banho antes de mim. Estava terminando no banho a Clarice entrou, entrou no box, comigo, estava nervosa, … amor , tá doendo muito, vê se machucou, olha, e se inclinou apoiada na parede, nem deu pra ver direito, mas dava pra notar que estava bem vermelho e ainda meio esgaçado. Querida, deixa a agua mais fresquinha escorrer nele, deve melhorar. Sai do banheiro para me vestir, o Homero vinha pra entrar, olhei aquela coisa dele enorme, era inacreditável que tudo aquilo coube no ate então, cuzinho da Clarice. Nos encontramos os quatros na sala outra vez, o movimento até que tinha aumentado, dois casais de negros, altos magrelos, um com uma negra e o outro com uma mulher bem branca, cabelos castanho mechados. Homero nos consultou se queríamos ficar mais um pouco, olhando o movimento, até era legal ver os casais trocados indo procurar uma vaga nos quartos, mas a Clarice pediu para ir embora, ela não demostrava felicidade.
Homero e Magali, nos deixaram onde estávamos antes, na esquina da casa da Clarice, nos despedimos, a Magali, olhou para a Clarice, … obrigado querida, falamos na loja depois.
Caminhamos alguns metros e entramos na casa de Clarice, ninguém em casa, era normal isso, Clarice se abraçou em mim,, ….querido estou sentido dor, tá bem dolorido, estou com medo que tenha me machucado por dentro. Deixa eu ver direito então, ela se ajeitou no sofá e daí deu pra ver bem, já não minha mais aquela impressão de ver ele ainda aberto um pouco, mas achei meio inchado, meio saliente, bem vermelho. Não achei agradável ver assim, preocupou. Querida, vai te refrescar mais um pouco, deixa água fria escorrer, acho que melhora, vou na farmácia sei o nome de uma pomada que vai ajudar. Sai, a farmácia dois quarteirões adiante, voltei em minutos, fomos para o quarto dela, ficou de bunda pra cima na cama, abriu as nadegas, não era uma boa visão, Enchi e cuzinho dela com a pomada, passando bem de leve, estava meio endurecida a entrada. Falei então que ia deixar ela, dorme falei, descansa quando acordar vai estar melhor, saí fui pra minha casa, com a imagem do cuzinho dela e do pauzão do Homero, que quando vi estava a metade dentro, custei um pouco para pegar no sono….
…. segue em NAMORADINHA (04.6). a relação complicou .
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