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NAMORADINHA (04.4) tempos difíceis – fatos reais

Publicado em fevereiro 19, 2026 por TITO
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As minhas duvidas ainda continuavam forte, em ter ou não um futuro com a Clarice.

O que ainda complicava minha cabeça, era que eu passava toda semana fora, visitando clientes, só voltava as sextas a noite ou sábados pela manhã.

Clarice era muito querida, já tinha conseguido diversas amigas, todas de idades semelhantes, todas também meio que comprometidas, namorados e duas já noivas. Em poucas semanas conheci todas, me foram apresentados nos nossos locais de encontro, sempre no shopping ou no clube. A rotina continuava, todas as tardes de sábado, no clube na reunião dançante que tinha, todas amiguinhas estavam sempre lá, com seus pares.

Acontece que eu sabendo dos acontecimentos anteriores, do comportamento da Clarice, eu desconfiava de tudo, e de todos. Clarice havia adotado o costume de não aceitar convites para dançar com outros, o que era até costume, entre a turminha dela, era comum, um namorado convidar a namorada de outro para dançar, sempre se divertiam muito. Eu de olho notava que algumas eram bem apertadas, os caras apertavam elas, dança lenta, dançavam como se amantes fossem.

Num dos sábados veio a nossa mesa, a Dolores e o Carlos, sentaram com a gente, o Carlos muito educado, a Dolores alegre, expansiva, conversa fácil. Logo foram dançar, voltaram, o Carlos nem sentou, perguntou a Clarice,… aceita dançar comigo, a Clarice me olhou, fiz que não tinha ouvido o convite, a Dolores, pegou no meu braço, … pode deixar eu garanto que ele não vai roubar tua namoradinha, sorrimos a Clarice não esperou minha resposta, saiu de mão com ele foram para a pista, como eu falei antes, eu estava sempre desconfiado de tudo e de todos, notei que a Dolores, começou falar comigo, e senti que estava querendo me tirar atenção dos dois dançando. Ela falando que achava a Clarice muito legal, sempre muito franca sincera, que ela achava uma das suas melhores amigas, e outra vez colocou a mão no meu braço, senti uns apertos suaves, super disfarçados, …sabe desde que ela me aprestou vc, achei vc muito legal também, vcs na minha opinião são o par perfeito, vem vamos dançar, quero dançar com vc, adoro dançar.

Não tinha como negar, fomos para a pista, eu notava que eu dançando tentando ver a Clarice e o Carlos, e a Dolores me conduzia para outro lugar, eu puxava para um lado, ela fazia tudo para eu mudar, mesmo assim acabamos encontrando os dois, bem no meio da pista, ficamos dançando  bem próximos, eu de cara notei o comportamento da Clarice, e claro o volume do Carlos dentro da calça, a Clarice estava meio que entrando em crise, quando chegamos perto deles eles dançavam como se namoradinhos fossem, estava grudados um no outro, a própria Dolores comentou,…. olha só os namoradinhos, e como já havia grudado o corpo em mim, antes, se apertou mais ainda. Logo voltamos a mesa, a Clarice sem sentar, … preciso ir no banheiro, a Dolores, …também vou, foram as duas, fiquei da papo com o Carlos, belo papo, mas ele logo entrou no papo das namoradas, elogiou a Clarice, e começou falar da Dolores, era o terceiro namorado dela,… ela é meio avançadinha, moderninha, agitada gosta de mandar, mas eu adoro ela, se ela um dia aceitar vou casar com ela, sem olhar para trás, sorri elogiei a maneira dele pensar.

Ele comentou que não tinham muitos amigos, tipo casais de namorados, a Dolores reclamava muito disso, mas ele sabendo como ela era, procurava evitar, …vc sabe bem como são nossos amigos né, só querem pegar nossas namoradas,… risos. Nos convidou para a gente trocar telefones, se encontrar mais. E que em alguns feriados prolongados, costumava viajar para a serra no inverno, tinha uma casa herdada do avô, e muitas vezes também, usavas créditos do cartão, para se hospedarem em hotéis de outras cidades,… convido vcs, é um convite e quem convida paga, eu ficaria feliz poder oferecer isso pra vcs.

Eu não sabia o que dizer, nunca tinha saído com a Clarice, não sabia se ela podia sair assim,… claro sim, acho que seria legal, mas preciso saber da Clarice, nem sei se ela pode se ausentar assim, sabe né, pai e mãe ainda mandam nela.

As duas voltaram do banheiro, a Clarice, eu conhecia a cara dela, a maneira dela se comportar, mas continuamos de boa. Quando fomos embora na casa da Clarice, insinuei que ela não estava legal, quando foi ao banheiro, ela concordou,… vc me conhece né, sabe como fico e encerramos o assunto alí.

Comentei com ela o convite do Carlos, ela vibrou, disse então para ela falar com a Dolores sobre isso, e quem sabe combinarem algo.

Foi no primeiro feriadão, dias antes combinaram, ir para a serra na casa herança do Carlos. Não precisava levar nada, só mesmo a vontade de ir.

Fomos de carona com eles, coisa de pouco mais de duas horas, a casa super antiga, de madeira, mas muito bem cuidada por dentro. O Carlos e a Dolores, não sabiam o que fazer para nos agradar e já na primeira noite entendi tudo.

Na sala vendo TV, tomando calmamente um vinho saboroso, os dois começaram se agarrar, se beijar, se apalpar, ao nosso lado, no mesmo sofá, os dois já começaram a tirar as roupas, a Clarice começou me apertar o braço, respirando fundo, …. amor que coisa louca, eu quero, me deixa, me abraçou me beijou levantou e começou a tirara a roupa, na hora lembrei do meu terapeuta, “APROVEITA”, pulei também ficando de pé em segundos estava nu, só que a Clarice foi pra cima do Carlos, agarrando ele, pegando no pau dele, a Dolores me olhou e logo estávamos nos ajeitando no sofá.

A Clarice na posição que não deixava duvidas de onde ela queria fazer, entrei na bucetinha da Dolores, ouvindo os gemidos da Clarice, ali ao meu lado, o Carlos socava ela rápido com força ela gemia, parecia que ia chorar. Ele me olhava sorrindo, e socava, a Dolores com muita pratica, apertava meu pau com a bucetinha, eu fui o mais rápido, logo precisei puxar pra fora e gozar por cima da barriga da Dolores, os dois ali o Carlos socando e socando, a Clarice de cabeça baixa, só gemia, e começou falar, , faz, faz, vai faz mais forte, soca, vai, goza, goza, vou gozar, se estremeceu toda, nunca tinha assistido nada assim de como ela se estremeceu toda, tremendo, a Carlos tirou o pau fora e ela ainda tremia um pouco. A Dolores parada ao lado junto comigo, me olhou sorriu, sacudindo a cabeça espantada com o que tinha visto,… agitada né, maravilha..

Aquilo que aconteceu, foi incrível, primeira vez que ví a Clarice com outro, o comportamento dela, loucura total, ela num momento que levantou a cabeça, com os olhos virados, com certeza fora de si, no quarto depois ela ficou encolhida na cama, sem falar uma palavra.

Pela manhã no outro dia na cozinha, no café, rolou conversas como se nada tivesse acontecido, como se aquilo tivesse sido uma coisa normal. A tarde descemos a serra, fiquei na casa da Clarice por alguns minutos ainda, no sofá. Tentei entrar no assunto do que tinha acontecido, ela me olhou, me abraçou, no meu ouvido, …amor não vamos falar disso, foi bom e já passou ….

… segue Clarice, Clarice, ….(04.5) ….

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