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NA CAMA COM MEU PAIZINHO

Publicado em novembro 24, 2022 por ANGEL

Depois de ler alguns contos resolvi escrever o que aconteceu comigo a alguns anos atrás. Meus pais se separaram e eu fiquei com minha mãe, mas saindo com meu pai de vez em quando, ficando com ele durante alguns finais de semana. Minha mãe começou a namorar um coroa, e meu pai também arrumou outra mulher (Lúcia), que visivelmente não gostava quando eu ia ficar no apartamento do meu pai. Com meus dezesseis anos (vamos supor) e totalmente virgem, minha mãe pediu pra eu ficar na casa do meu pai por um tempo até ela voltar de uma viagem que faria com seu novo namorado. O tempo foi passando e minha mãe de vez em quando me ligava sempre dizendo que ia demorar mais um pouco pra voltar. As ligações foram diminuindo até ela parar de ligar… Muito triste fui sendo obrigada a me acostumar com a triste realidade, de que minha mãe não ia mais voltar. Em casa, depois do meu pai pegar a Lúcia gritando comigo; várias vezes, normalmente por eu me atrasar pra ir pro colégio, ele começou a chamar a atenção dela dizendo que ela não tinha o direito de falar daquela maneira comigo… Brigaram e Lúcia acabou indo embora do apartamento do meu pai. Pra não me deixar sozinha, passei a ficar depois do colégio no apartamento da minha colega de escola (Belinha); mesmo prédio, que tinha a minha idade e ficava com uma empregada, e seu pai trabalhava na mesma firma que o meu e eram amigos. Tudo corria normalmente até que um dia, sábado, no apartamento da Belinha, ela estava tomando banho quando vi seu pai entrando no banheiro. Curiosa, depois que ela saiu, juntas no quarto resolvi perguntar se ela ficava pelada na frente do seu pai. Ela rindo.

– Claro que eu fico! Você não fica não?

 

– Nunca! Acho que eu não teria nem coragem!…

Em seguida acabei perguntando se ela também via o pai pelado.

– Lógico… É a coisa mais normal aqui em casa.

Mas logo fez uma observação, dizendo que só quando a Maria (empregada) não estava em casa, pois eles tinham medo dela não entender direito. Fiquei com aquilo na minha cabeça, imaginando-me pelada na frente do meu pai e também imaginando como seria meu pai pelado. Com inveja da minha amiga, tempos depois tomei coragem e sabendo que meu pai sempre vinha até meu quarto quando chegava do serviço, resolvi ficar deitada na cama só de camiseta e calcinha. Quando meu pai entrou, meio envergonhada cobri minha calcinha com as duas mãos. Ele sentou na cama ao meu lado e percebendo minha atitude.

– O que houve Sandra?

– Esqueci que estou só de calcinha!

– E qual o problema? Tem vergonha do seu pai?

– Um pouquinho, kkkkkk!…

Ele sorrindo e levando a mão na minha coxa alisando-a até próxima a calcinha.

– Pode deixar o pai ver; não tem nenhum problema!

Tirei minhas mãos e ele olhando pra minha calcinha.

– Tá vendo filha? Não tá aparecendo nada!…

Depois ele reclinando pra me dar um beijo e falando baixinho.

– Se quiser, pode ficar até sem calcinha na minha frente, ok?

Eu lembrando da Belinha e seu pai.

– Sem calcinha? Mas pai, isso não é estranho?

Ele novamente reclinando e me dando mais um beijo na testa.

– É só você deixar de ter vergonha do seu pai!

Sorri e ele completou dizendo que eu só não poderia contar pra ninguém. Assim que ele saiu do quarto me livrei da calcinha, só que ele não voltou a entrar no meu quarto naquele dia. No dia seguinte, escolhi uma calcinha branca um pouco transparente e fiquei esperando-o chegar. Entrou sentou na cama indo direto com a mão na minha coxa.

– Calcinha bonita filha!…

Apenas sorri, e ele também sorrindo.

– Não quis ficar sem a calcinha?

– Tenho vergonha!…

– Deixa eu tirar pra você?

Confirmei balançando a cabeça, e ele rapidamente segurou e foi puxando minha calcinha até tirá-la completamente. Levei rapidamente minha mão sobre minha pepeca, mas logo desisti e deixei meu pai ficar olhando. Ele passou o dedo bem no meio da minha racha.

– Tá vendo filha… Não tem problema nenhum, né?

Que delícia sentir a mão do meu pai na minha bucetinha, mas logo tirou a mão, me dando mais um beijo saindo do meu quarto sem seguida. No terceiro dia, Belinha estava no meu quarto e quando ele chegou, apenas nos cumprimentou me dando um beijo e saindo do quarto… Resolvi não contar pra Belinha que eu também tinha ficado pelada na frente do meu pai. Mas no dia seguinte, fiquei apenas de camiseta esperando. Ele entrou e me dando um beijo foi direto com a mão na minha bucetinha passando o dedo. Ele me vendo sorrindo.

– Tá gostando?…

– Muito!…

Ele foi tirando minha camiseta me deixando completamente peladinha.

– Não pode contar pra ninguém, combinado?

– Tá bom pai, pode deixar que não vou contar!

Eu ainda com meus peitinhos ainda bem pequenos, ele reclinou e começou a beijar e a chupar os biquinhos que estavam bem rígidos, enquanto seu dedo continuava sendo passado bem no meio da minha racha que era bem fechadinha. Foi quando eu notei o volume enorme na sua calça, e apontando.

– O que é isso pai?…

– É meu piu-piu filha… Ele ficou assim por sua causa.

Lembrando que Belinha também via seu pai pelado.

– Deixa eu ver?…

– Tá bom, mas isso também vai ter que ser segredo, tá bom?

– Tá bom pai!,,,

Quando ele abriu a calça e tirou aquela coisa enorme de dentro, arregalei os olhos.

– Nossa! É muito grande!…

Ele terminou de tirar a calça, e pelado da cintura pra baixo deitou do meu lado voltando a chupar meus peitinhos e passar a mão na minha bucetinha, até ir com o rosto pro meio das minhas pernas e começar a beijar e a passar a língua na minha perereca. Fiquei um pouco assustada, mas logo estava adorando e acabei tendo o primeiro orgasmo da minha vida. Depois, ele colocou seu pinto no meio das minhas pernas, bem embaixo da minha pepeca e ficou fazendo movimentos de vai e vem, até parar e soltar todo seu gozo lambuzando meus peitos e barriga. Naquele mesmo dia comecei a desconfiar que Belinha devia transar com seu próprio pai, pois era o que eu comecei a sentir eu ver o pintão do meu pai. Novamente no dia seguinte, ele chegou e me deixou peladinha pra voltar a deitar comigo e chupar meus peitinhos pra em seguida chupar minha pepeca me fazendo ter um delicioso orgasmo. Só que, ele me ensinou e rapidamente aprendi a chupar seu pinto, mesmo tendo dificuldade de colocar minha boca naquela coisa roliça e grossa… Adorei engolir todo seu gozo. Passou a ser normal tomar banho junto com meu pai e ficarmos pelados na sua cama, com ele até me beijando na boca como se fosse meu primeiro namorado. Não existia ainda a penetração, até que um dia que fui dormir na casa da Belinha, e ao vê-la ficar trancada no quarto com seu pai cheguei próximo à porta e cheguei a ouvir nitidamente que eles estavam transando. – “Vai pai… enfia logo!” – “Calma filha… e fala baixo pra Sandra não ouvir”. Quando ela chegou no quarto, fui bem direta.

– Você estava transando com seu pai, não estava?

– Como você sabe?

– Ouvi chegando perto da porta.

Ela pedindo segredo confirmou e me contou que era o sexo mais gostoso que poderia existir. Perguntei e ela me disse que doeu apenas na primeira vez, e também acabou me falando que doeu mais foi quando ele meteu na sua bundinha… Mas que agora ela era uma mulher completa do seu pai. Voltei pra casa com a ideia fixa de também ser a mulher do meu pai. E no dia seguinte quando estávamos pelados na cama e ele esfregando seu pinto duro em mim.

– Enfia ele em mim!…

Ele parou de esfregar.

– Não posso filha, tenho medo de te machucar.

– Não vai me machucar não… Só vai tirar minha virgindade.

Ele voltando a encostar a cabeça do seu pau na minha bucetinha.

– E você quer perder a virgindade?

– Quero, é quero que seja com você!

Senti ele forçando seu pinto que começou a alargar meus lábios vaginais.

– Vai pai, vai! Não para!…

Ele empurrou mais um pouco que comecei a sentir uma ardência, mesmo fazendo uma careta de dor, pedi pra ele continuar. Só sei que naquele momento tinha acabado de perder meu cabacinho, que a piroca do meu pai chegou a entrar toda.

– Oooooh! Oooooh fiiiiiilha!!!!!!

O prazer foi superando a dor.

– Mete pai! Meeeete! Estou adooooorannnnnndo!!!!

Rapidamente tive um orgasmo, pra ele em seguida tirar seu pinto meio sujo de sangue e novamente gozar sobre meu corpo. Ele deitando do meu lado.

– Caramba, eu não devia ter feito isso!

Antes de descer da cama, dei-lhe um beijo e sorrindo.

– Mas eu queria pai; não fiquei preocupado!

Corri pro banheiro e depois fui direto pro meu quarto me jogando peladinha sobre a cama. Não demorou muito pra ele entrar ainda peladão e sentar do meu lado.

– Você é uma menina muito linda filha, não vai demorar pra arrumar algum namoradinho.

Fiquei de joelhos na cama pra lhe dar um beijo na boca.

– Eu sei paizinho, mais por enquanto quero ser só sua mulher.

– Só quero te ver feliz!…

– Sou feliz com você paizinho…

Voltei a deitar e ele levando a mão na minha bucetinha.

– Não te machuquei não?…

– Claro que não seu bobinho!…

Fui vendo seu pinto ir crescendo bem na minha frente, e mesmo com minha bucetinha ainda um pouco ardida, deixei ele meter novamente pra me fazer ter mais um gostoso orgasmo e novamente me lambuzar toda com seu esperma. Depois de uns 2 meses trepando com meu pai quase todos os dias, estávamos tomando banho quando lembrando da Belinha, comecei de propósito esfregar minha bundinha do seu pau que naquele momento estava meio mole. Acho que ele percebeu e ficando com ele duro ficou passando no meu rego.

– Cuidado paizinho, assim ele vai acabar entrando aí!

– Você quer que ele entre?

– Não sei paizinho… Será que cabe?

Vi quando ele passou a mão em um shampoo neutro, e me mandando ficar com as mãos apoiadas na parede passou no meu cuzinho e depois no seu pinto. Quando senti seu pau entrando no meu cuzinho, só não cai no chão por ele estar me segurando pela cintura enquanto ia enfiando. Gritei um pouquinho, mas logo estava aceitando todo aquele pau dentro do meu rabo. Meu pai uivando como um lobo sem parar de socar, e eu uivando igual uma cadelinha no cio… Adorei quando senti ele gozando dentro de mim. Atualmente estou noiva, mas mesmo pensando em marcar o casamento continuo deitando com meu pai.

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