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MINHA NOVA NAMORADA (01) real

Publicado em maio 22, 2025 por Laura
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Logo que conheci a Carla, ela fez algumas referencias sobre coisas da adolescência dela, começou bem no inicio da adolescência. Mas falou um pouco e se calou, me deixou super curioso, mas a gente recém tinha se conhecido, e pensando em namorar sério. Eu estava fazendo 18, ela ainda dois anos menos. Linda, linda. Já tinha tido um namoradinho antes, que ela chamava de idiota, mas demonstrava já saber algumas coisa de “namorar”.

Começamos como todo namoro começava, forçava um encontro com ela em alguns lugar, acompanha ela até em casa. Ela fazia academia a tardinha eu ficava por perto no caminho dela e fazia que encontrava de surpresa. Ela falava de vida dela, das amigas e logo começou falar do fortões da academia, que sempre queriam se mostra, mostrar cada vez mais fortes e musculosos, só que ela não tinha nenhuma atração por musculosos. Fomos nos conhecendo através das conversas, ela perguntava de mim, logo perguntando de meus namoros, eu contava alguma coisa, mas claro que não falava nada de mais.

Então o namoro começou, comecei entrar na casa dela, a mãe dela me recebia muito bem, a gente ficava na sala, e quando a gente sabia que a mãe já estava na cama, ai começavam os carinhos os abraços, os toques disfarçados, e o namoro foi se consolidando, ela já se deixava tocar mais, eu fui avançando, como todo namorado fazia. Então chegou o dia que puxei a mão dele e fiz pegar meu pau, ele ficou com a mão, sem nenhum movimento, mas apertei a mão dele e então ela pegou, eu já pegava nos seios dela por debaixo da blusa e comecei a beijar e chupar mesmo, ele ficava dura imóvel, contraída, e respira mais rápido, mas não se mexia, ficava travada. Na saída da casa, na porta antes de sair, a gente ficava ali se esfregando, primeira vez que tirei o pau pra fora e puxei a mão dela pra pegar, ela travou outra vez, mas segurando, peguei a mão dela por cima, e fiz ele fazer apertões bem devagar, ele aprendeu na hora. Foi então que aconteceu, não consegui segurar e gozei, cuspi na saia dela, ele se comportou com se não tivesse notado. Umas coisa que ela começou fazer depois destas nossos amassos, mais de uma vez ela falava baixinho, “preciso te contar uma coisa”, mas mudava de assunto e não contava.

O namoro continuou normalmente, ela já aceitava mais fácil meus carinhos, não precisava mais puxar a mão dele, quando eu abraçava ela no sofá a mão dela já caia em cima do meu pau e apertava, os seios dela eram lindos, duros, uma coisa de me enlouquecer.

Então dezembro chegando, ela me falou que eles costumavam, a mãe dela com algum namorado, pq sempre eram novos, passar natal ano novo na casa da praia, que a mãe voltava depois  e deixava ela com a tia que também era madrinha dela, uma tia solteira, melhor descasada e que sempre, todos os anos, o primo, filho da tia descasada, Fernando, um ano mais novo que eu, aparecia por lá, mas isso não era certo, ele aparecia sem avisar. Me convidou pra ir com eles, que a mãe tinha dito pra ela me convidar. Haa, preciso dizer que a tia dela e madrinha era bem safadinha, namoradeira como a mãe dela, mas eram de família tradicional, muito bem financeira e  socialmente reconhecida.

Fomos já no dia 23 de dezembro, fui de carona. Casa enorme, a Carla me levou para o quarto que seria o meu e me disse que se o primo (Fernando) aparecesse, seria minha companhia. Lembro que a gente estava preparados para ir ao mar pela manhã, mas antes a gente se tocava, eu usava sunga de banho e ficava com volume alterado, A Carla me olhava e ria, “baixa isso, dá um jeito baixa”, e em um dos dias ví que a tia safadinha dela, estava me olhando.

A gente já estava a quase duas semanas, quando voltamos do mar, a surpresa o primo Fernando, cabeludo, surfista, minha altura, confesso um belo rapaz. Todo mundo se abraço, e observei a Carla abraçando ele, não se deixando apertar e que com certeza, não era aquele o costume, pq no exato momento, ele me olhou, com um disfarçado sorriso no rosto. A Carla feliz, “vem, vem, mostrar teu quarto, (como se ele não soubesse ), fique na cozinha com a tia, e contando os minutos, passaram alguns até ela voltar. Ele logo entrou na cozinha, “vou com vcs, vamos ao mar”, dai sim fiquei super sem jeito, eu também vestia sunga de banho, só que ele a sunga era quase branca, e uma coisa deitada lá dentro, disfarcei fiz que não vi, e saímos para a praia, a Carla mostrava estar feliz, eu cada vez que olhava pra ele, não conseguia fazer sem notar o volume na sunga.

Ali pegando um sol, a Carla ao meu lado, o Fernando de pé, como se estivesse alongando, “vou pra agua” falou, correndo entrou no mar, minutos depois a Carla, que estava o tempo todo ligada no primo, eu sentia isso, ” vou entrar também”, não tive nem tempo de falar, ela levantou e foi correndo em direção a ele, eu estava de óculos de sol, podia ficar olhando fixo nos dois que conversavam, Chegou a tia, (Tia Dulce), com um traje muito comportado, mas logo notei a “raxa” dela, o traje marcava bem. Ela deitou numa toalha ao me lado puxando assunto, “olha os primos lá se divertindo”, a Carla jogando agua no Fernando. E começou elogiar o Fernando, modo de vida dele, que ele trabalhava em uma agência de publicidade, etc,etc,etc. Eu, de olho nos dois dentro da agua, já estavam se empurrando, puxando pelo braço, e então deram um abraço, minha sensação é que demorou para ser uma abraço casual. Estava convencido que tinha coisa ali.

A tardinha, depois do banho eu estava me vestindo no quarto, ele entrou pegou uma toalha, tirou a sunga, uma bunda mais branca, e se virou pra mim, se enrolando na toalha, com certeza fez pra se mostrar, aquela coisa dependurada, deu pra notar que tinha sido circuncisado, cabeçona bem aparente, olhei e disfarcei o olhar. “Cara vou pro banho, depois saímos, beleza?”. Demorei um pouco, me vesti, sai para a escada, a porta do banheiro aberta, ele não estava lá, e a porta do quarto da Carla fechada, eu estava super ligado, desci na esperança de encontra a Carla lá em baixo, não estava, então meio desnorteado, sai, pra fora da casa, fui para a rua, fiquei sentado na varanda num banco. Levou tempo, a Carla apareceu toda bonitinha arrumadinha, vamos pro centrinho, segundos apareceu a sobra dela, “depois encontro vcs lá”, estava arrumado também, cabelos ainda molhados.

Saímos para o centro caminhando, eram só alguns minutos até ele, na caminho cobrei da Carla, “caramba o Fernando não larga vc”, deixei no ar  o que falei, ele demorou um pouco, parou bem na minha frente, e me deu um abraço de corpo inteiro, apertado, “não fica com ciúmes, nós somos como irmãos, sempre fomos criados assim juntos”, eu aceitei o abraço, “tá bom, outra hora falamos disso, agora vamos no barzinho”, mas que p ar da praia me dixa assim,

Depois de mais de hora o primo chegou, já vinha com outro amigo (Mateus. Mat), mesmo estilo, que beijo a Carla, me cumprimentou, eu desconfiava de tudo, achei que o olhar dele, tanto pra mim, como para a Carla, era olhar de quem sabia algo, eram conhecidos a tempo, sempre se encontravam na praia, o olhar dele para a Carla era muito evidente, eu cada vez mais desconfiado de tudo. Pedi licença, fui a banheiro, voltei eles estava aos risos conversando, cheguei peguei a Carla pelo braço, “vamos dar uma caminhada”, os dois ficaram mudos, saímos deixando os dois ali, caminhando com a Carla, provoquei, “querida o Mat, gosta bastante de vc né?”, ela não respondeu nada. Sentamos num banco da praça, ficamos ali em silêncio, então ela falou, “querido vc esta com ciúmes, sei, por eu ser assim expansiva, é que o ar da praia me deixa assim, adoro a praia”., interrompi, “tá bom, e o Mat e também teu primo, me conta”, o Mateus é amigo de muitos anos, a gente sempre se encontrou com ele aqui na praia, é muito amigo do Fernando, vivia lá em casa também, querido vc sabe né, adolescente como são “, interrompi outra vez, “me conta rolou algo entre vcs?”, “bobagens nada importante, besteiras de adolescentes a gente estava sempre juntos”, outra vez interrompi, e com o Fernando, vejo ele muito interessado em vc, rolou algo?”, “ahh, querido não quero falar disso agora, vamos caminhar”, me puxou pela mão e saímos caminhando. Minha cabeça parecia que ia explodir de duvidas, mas me controlei, eu achava ela super querida, era linda, eu gostava dela, queria mais e mais ficar com ela.

Caminhamos bastante, voltamos a barzinho já não estavam lá, fiquei feliz.

Voltamos para casa, que estava toda escura, perguntei da tia, “ela deve ter saído com alguma amiga louca dela”. Ficamos então ali na sala namorando mesmo de verdade, eu senti que ele estava mais solta, por cima da bermuda dela, consegui chegar com dedos na bucetinha dele, e pressionei, ela deixo só deu uma tremida quando encostei, comecei a esfregar o dedos, forte, fazendo pressão, ela chegou a escorregar a bunda pra frente e abrir um pouco as pernas, pegava meu pau por sobre minha bermuda, apertava, pensei que ia gozar, ela então segurou minha mão, fui abrir o zíper, ela segurou minha mão outra vez.

Terminou o namoro da noite, nos acalmamos, ela estava entregue, achei até que tinha gozado com meu dedo. Subimos, cada um para seu quarto. Dormi, acordei com barulho de alguém subindo a escada, Fiz que continuava dormindo era o Fernando, entrou quase sem fazer qualquer barulho, ouvi barulho dele tirar a roupa e saiu, pé por pé, ouvi a porta do banheiro. Não dormi mais, fiquei só esparrando ele voltar, só que não voltava e tive a nítida impressão de ter ouvido vozes, não consegui me conter, levantei, espiei no corredor, tudo escuro, só  uma pouco de luz que saia do banheiro por uma festa deixada na porta. Mesmo escuro dava pra ver que a porta da Carla estava fechada, maus ouvi outra vez, murmúrios vindo do banheiro, sai bem devagar cuidando pra não fazer barulho, a fresta me mostrava o espelho e deu pra ver lá dentro, a Carla, deitada com os seios no balcão curvada,  bunda ainda com as mão dela que seguraram as nádegas abertas e o pau do Fernando que tinha gozado naquele momento. Voltei, assustado com o que vi, estava bem desorientado, tempo depois ouvi ele entrando em silêncio indo pra cama, demorei muito pra pegar no sono, acordei sem saber o que fazer, minha cabeça girava, pensamentos, onde ele comeu ela, onde enfiou, não chegava a uma conclusão, cheguei num momento ficar muito emocionado, magoado, machucado,  enchi os olhos de lagrimas, eu gostava dela.

Mas decidi ficar na minha, desligar um pouco, procurar esquecer o que era impossível, aquela visão que tive. No meio da semana o Fernando sumiu, perguntei por ele e a Carla me falou que ele tinha voltado pra cidade. Durante todo aquele tempo que ficamos na praia, tentei diversas vezes comer a Carla, mas ele sempre me segurava, deixava eu tocar nela, esfregar o bucetinha dele, até o cuzinho dela quando ela estava de traje de banho cheguei a esfregar dedos, ele chegava a erguer a bunda, ela deixava, ficava travada deixando, mas não consegui passar de esfregar os dedos.

Voltamos para a cidade, comentei tudo isso com um homem, muito amigo que era meu alfaiate, ele já de certa idade, tinha filhos da minha idade, ele no final do meu relato, “cara, se vc gosta dela, vai em frente, se ele deu ou não deu, isso não importa, se ela gosta de vc ela vai dar pra vc também, continue insistindo, quem sabe num momento qualquer ela te conta, dai vai ser a hora de vc decidir, dependendo do que sentir, mas minha sugestão é que aproveite ela como ela é, aceite as coisas dela, logo vc vai saber se realmente gosta ou só tem tesão por ela.

E foi com este pensamento, que continuei o namoro…

>> segue no (02), MINHA NOVA NAMORADA.

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