Meu pai deixou nossa casa quando eu tinha 12 anos, uma casamento de 11 anos. Minha mãe casou gravida. Ele e ela, filhos de familiar tradicio0nais de cidade. Ele depois soubemos, estava envolvido com drogas e por desentendimento com fo0rnecedores, precisou desaparecer. Minha mãe ficou desnorteadas, era casada com seu primeiro namoradinho. Nunca tinha conhecido outro homem. Com as amizades que ela tinha, todas amigas da escola, o que sabia de sexo era pelas ex colegas que falavam muitas coisas e incentivaram ela a aproveitar a vida. Ela por sua beleza física, tinha então 31 anos, num evento social no clube da cidade, conheceu um jovem (Juarez 30a), que havia estudado no exterior por anos e voltou a cidade.
A tia da mãe, quando soube disso, logo incentivou, contando toda história da família dele. Bem disso tudo, o Juarez passou a ser meu padrasto em poucos meses. Ele era um cara super legal, muito bonito, minha mãe carente logo se apaixonou. Meses depois, ele morando na nossa casa, chegou o final do ano, e nosso costume era já passar o natal na casa da praia da família, e fomos naquela semana do Natal. Foi então que comecei a conviver com os dois mais a miúde, mesmo sendo uma casa grande, quatro quartos, bem próxima ao mar.
Já na primeira manhã pronta para ir a beira do mar, eu vestia meu traje da banho, sai do meu quarto, a porta do quarto da mãe entre aberta, a mãe se arrumava e ele naquele exato momento vestia a sunga da banho, virado de costas pra porta, ví a bunda dele. apressei meus passos, desci a escada e fui para cozinha. Ouvi eles descendo a escada, conversando, a mãe entrou na cozinha ele atras, olhei então a sunga dele que me chamou atenção, uma coisa enorme deitada lá dentro, a mãe notou meu espanto e meu olhar, me olhou e sorriu, como amostra de satisfação, entendi assim.
Única coisa ruim na praia é que eu ficava sozinha, então pedi a mãe, conseguir com uma das amigas, mandar para a praia, a Neusinha (14 a ), minha coleguinha de escola e amiga querida. A Neusinha, chegou logo depois do dia de Natal.
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Logo que a Neusinha chegou, fomos fofocar, contei pra ela do que já tinha visto do Juarez, da sunga dele, do volume que vi, ela uma ano mais velha que eu, também não sabia nada sobre os homens, mas a curiosidade logo aflorou, como a mesma que eu sentia. Pedi a mãe para sair a noite, ir no centrinho e até estranhei que ele deixou, não era longe, a gente podia ir pela areia pela beira do mar, só fixou uma hora para estarmos de volta.
Foi super legal, encontrei com amigas e amigos de anos anteriores, apresentei a Neusinha, depois na hora certa, voltamos pela beira do mar, acompanhadas por dois dos meus amiguinhos, de idades semelhantes, que se ofereceram para serem nossos seguranças, já que tinha escurecido.
A Neusinha, já muito a vontade com o Tadeu, começaram ficar para trás, eu e o Junior, andamos um bom pedaço, de quase não ver mais o vulto deles. paramos o Junior, falando de boa comigo, veio e me abraçou, deixei eu achava ele super legal, só que logo senti o volume dele sendo encostado em mim, eu era uma bobinha, imaginava o que era, mas não sabia como era, então liguei o pensamento com o volume que vi na sunga do Juarez lá em casa. O Junior me abraçou, de corpo inteiro, me beijando no pescoço, eu desviava a boca, as mãos dele, foram para minha nádegas ele me puxava pra ele, e então ele se afastou e botou a mão na minha bucetinha, pulei de susto, corri, metros e parei. Vi ainda distante a Neusinha aparecendo com Tadeu, a Junior se aproximou de mim, sorrindo, segurou minha mão e esperamos eles se aproximarem. Logo estávamos na nossa casa, que dava pra entrar pelos fundos, de tão próxima ao mar ela era.
A casa vazia, a mãe tinha saído com o Juarez, subimos depois de comer algo, e as fofocas começaram. Contei o que o Junior fez comigo, quer senti o volume dele, mas que corri quando ele me tocou na bucetinha. A Neusinha rindo muito me contou que o mesmo aconteceu com ela o Tadeu agarrou ela por trás, já de pau duro, esfregando nas nádegas dela, depois virou ela de frente e abraçou também, então esfregando na bucetinha dela, e que num movimento rápido botou o pau pra fora da bermuda, ela rindo contou que por estar escuro nem viu como era, mas sabe como é porque ele fez ela pegar e apertar, quente, duro, que ele tentou baixar a bermuda dela, mas que dai ele empurrou correu metros a frente. Eles nos deixaram em casa, A casa vazia, a mãe e o Juarez com certeza tinham saído. Comemos algo e subimos para nosso quarto, já era tarde cerca de 23 horas, quando ouvimos barulho, a mãe e o Juarez voltando. Pela conversa que conseguimos ouvir, mesmo sem entender bem, parecia que algo não deu certo, eles discutiam o comportamento de minha mãe, mas não deu para entender o que era.
Dormimos, no outro dia , eu desci primeiro para a cozinha e para minha surpresa o Juarez já estava lá em baixo, camiseta e sunga olhando TV, fui para cozinha fazer um café, quando ouvi um barulho atras de mim, era ele encostado no marco de porta, camiseta recolhida, nos lados do corpo e a frente a sunga toda aparecendo, claro que o volume aparente, olhei por instinto, e logo desviei meu olhar, mas deu pra ver que ele sorriu. Continue concentrada em fazer o café, então um barulho me chamou atenção, olhei outra vez para a porta ele com a sunga baixada, e aquele enorme pau duro, sendo sacudido, dai sim levei um susto, ele fazia barulho pra me chamar atenção, batia na porta, fazia barulho de alguma maneira, como eu não olhei mais, ele veio e se abraçou em mim, por trás, me levantou do chão, sou pequena baixinha, senti o pau dele nas minhas pernas, ele me segurando abraçado por trás, as duas mãos bem na minha virilha me segurando erguida, claro que um dedo mexia em mim, minha sorte, neste instante a mãe entrou na cozinha, ela não falou nada, ele me colocou no chão, muito rápido e nem vi quando ele guardou o pauzão na sunga, mas tenho certeza desde então que a mãe, viu tudo.
Ela começou conversar com ele, como se nada tivesse acontecido, ele me olhando com cara de tarado, com sorriso disfarçado. Com certeza na saída deles na noite anterior, algo devia ter acontecido. Subi deixei a mão cuidando do café, e acordei a Neusinha que ainda dormia. Contei pra ele que ficou apavorada, mas perguntando como era o pau dele, fiz gesto mostrando o tamanho ele, se apavorou, logo me perguntando se eu tinha pego, apertado, neguei, ela lamentou, sorrindo. Depois mais tarde, fomos ao mar, eles já tinham ido, mas não estavam no lugar de costume. A noitinha, saímos para o centrinho, no caminho falei para a Neusinha, “se a gente der bola para o Tadeu e o Junior, eles vão avançar”, Neusinha assanhada, sorriu, “ah, amiga, eu quero ser abraçada”.
Quando nos aproximamos do barzinho já vimos os dois conversando num banco que tinha na frente do bar, sentados. Nos aproximamos , logo levantaram e já vieram cada um na sua, o Junior, me pegou na mão a saímos caminhando no calçadão, a Neusinha e o Tadeu, metros atrás. Deu pra notar pela conversa do Junior, que os dois tinham combinado algo a nosso respeito, nos afastamos do centro, mas sempre caminhando na calçada beira mar, em certo ponto o Junior me puxou para fora da calçada, entramos na areia, paramos para esperar a Neusinha e o Tadeu, logo apareceram, pela areia nos distanciamos ainda mais, do centro , escuro só mesmo a lua iluminando, parei para esperar a Neusinha mas não encontrei ela , devia ter ficado bem para trás. Quis voltar o Junior me segurou, “não, não, deixa eles, vamos ficar aqui”, já me abraçando e me apertando como no outro dia.
Já senti o pau dele dura, dentro da bermuda, quando ele me abraçou, “vamos sentar aqui na areia mesmo, sentamos ele veio pra cima de mim, me apalpando por tudo, eu fiquei sentada ele levantou e rápido tirou a bermuda e a cueca, e então ví aquele pau dele, apontando para a lua, era magro, fino, mas cabeçudo, ele se aproximou de mim, eu sentada , ele puxou minha cabeça para botar o pau na minha bocam, mantiver a boca fechada ele esfregava, tentando entrar, não abri, ele então ajoelhado na minha frente, me forçou ficar ajoelhada também e de quatro pra ele, rápido, abraçado em mim por trás, soltou meu cinto baixou minha bermuda até o meio das pernas junto com a calcinha, fiquei de quatro, ele se abaixou mais e veio de boca no meu traseiro, senti a língua dele no meu cuzinho, e também na minha bucetinha que ele abria os lábios com os dedos, tentou entrar com os dedos em mim, dai deixei o corpo cair pra frente, é disse que não, “assim não”, falei, ele me puxou de volta outra vez de quatro e senti o dedo dele no meu cuzinho, ouvi ele cuspindo e veio com o dedo fazendo uma espécie de massagem, e logo o dedo forçando, entrou com a ponta do dedo, fiquei na posição, então senti que ele se ajeitou e não foi mais o dedo, foi a cabeçona do pau magro dele, senti o primeiro empurrão, que não aconteceu nada, ele cuspiu outra vez, e com os dedos botou o cuspe no meu cuzinho, a cabeça sendo forçada outra vez, ele pedindo pra mim, não ir pra frente não fugir, dizendo que era para relaxar que ele ia bem devagar, fiquei firme sem me mexer, e então senti, que ele estava conseguindo, quando gritei pela dor, já era tarde, ele me segurava pela cintura e a cabeça já estava dentro, dor, dor, dor, “tira , tira por favor, tá me machucando”, e logo notei que ele entrou com todo o pau, pq senti o corpo dele encostar nas minhas nadegas, para sorte minha ele, quando não tinha mais o que empurrar, ficou segundos parado e começou gozar, gemendo alto, me puxando pra ele ainda mais. Senti que começava aliviar a dor, era o pau dele saindo de mim, usei minha calcinha pra me limpar, pq escorria o gozo dele pra fora, ele se limpou com cueca, pq eu tinha sujado ele.
Fiquei sentada, depois de vestir a bermuda, ele sentou ao meu lado, me abraço, me beijou no rosto, mas tarado como era, a mão dele foi primeiro para minhas pernas, deixei, mas depois direto pra minha bucetinha, onde chegou e esfregar os dedos, eu estava meio se saber o que fazer, meu cuzinho ardia, estava dolorido. Ainda estávamos sentado na areia, quando apareceu a Neusinha e o Tadeu. Se ofereceram para nos levar pra casa, e foi o que aconteceu, mas o tempo todo caminhamos juntos, falando coisas bobas. Na casa, deram tchau e se foram. Subimos fui direto para o banheiro, Neusinha junto, querendo saber o que tinha acontecido, contei, tirando a bermuda, e fui para uma ducha, lavar meu cuzinho, falei pra ela que estava ardido, e dolorido, ele então me fez ficar parada e me curvando abriu minha nádegas, olhou, “nada, não tem nada, só esta vermelho, mas acho que é normal assim”. Pedi a ela me contar o que ela tinha feito, “amiga quase como vc, ele chegou a tentar, mas ele é bem desenvolvido, não conseguiu, queria então pegar minha bucetinha, mas cai fora, mas ele consegui colocar a ponta do dedo nela, quase dei pra ele”, risos. Nos recolhemos para dormir. ……….
No outro dia a rotina de sempre, sempre eu acordava primeira, para preparar o café. Logo que desceram notei que o ambiente, a relação entre a mãe e meu padrasto não estava boa. No café, a mãe falou, “o Juarez precisa ir para a cidade, vou levar ele e só volto amanhã, vcs conseguem ficar sozinhas ? , mas vão me prometem que não vão sair esta noite”, assim ficou combinado.
Logo nós duas como era a rotina fomos para a beira do mar….
segue, em MINHA MÃE..( 02 )
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