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MINHA HIST´RIA 03. Verídico

Publicado em maio 4, 2025 por ##25
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seguido do 02.

Meus encontros com o Olavo continuavam, a gente se pegava legal, o tempo foi passando, Num dos dias quando encontrei com o Olavo no clube, ele me contou que estava no shopping, viu o Carlo com um cara e estava apontando pra ele, o cara veio direto nele, “sou o Carvalho, amigo do Carlos, ele me falou de vc e do seu amigo, cara gosto muito de pegar um novinho assim como vc, se vc quiser combinamos algo”, Me falou que o cara devia ter uns quase 30 ou mais anos moreno. Ficou indeciso, o Carvalho sentou com ele, e ficou conversando, a conversa foi legal, ele era casado, tinha filhos e tinha essa tara e a que a gente podia ir lá na oficina do pai dele, num final de semana, e que ele aceitou ir lá. “Gelei, mas vc combinou que eu vou também?”, “claro assim um fica de segurança do outro, afinal não sei quem ele é de verdade e se tiver lá mais de um a gente vira as costas e saímos”.

Chegou o sábado, e a tardinha fomos lá. como combinado, a oficina muito bonita, chamamos na campainha ele apareceu na porta, logo vi, um cara magrelo, bem moreno, de barba, entrem lá naquela outra porta, vou abrir, entramos, “vamos por ali, tenho um quarto de descanso, lá atras”, entramos no tal quarto, tudo muito bem limpo organizado, “quando brigo com a minha mulher , venho dormir aqui, risos”.

“Qual dos dois é o mais safado, vcs são iniciantes né, o Carlos me falou, já disse pra vc, eu adoro, um cuzinho, iniciar um cuzinho de boa, qual dos dois quer?” Olavo com as mesma duvidas que eu tinha, como seria esse cara, me olhou vc quer pode ir eu fico aqui”, não vc, depois se der eu vou”, ele não gostou muito da minha proposta mas começou a tirara a roupa, o Carvalho, entrou num banheirinho que tinha lá, Olavo só de cueca e então o Carvalho saiu, também só de sunga, olhei o que ele tinha escondido dentro da sunga, e logo pensei, fiz a escolha certa, vai arrombar o Olavo, ele mesmo foi no Olavo e baixou a cueca dele até sair nos pés, e dai tirou a dele, eu ali, de olho, , pensei comigo, vai rasgar o cu do Olavo, que já estava de costas pra ele, e sendo debruçado numa mesa que tinha ali, ele fez o Olavo erguer uma perna e apoiar encolhida na mesa, ficou com o cuzinho arrebitado, sem nenhuma proteção, as nádegas nesta posição se abriram sozinhas, o pau do Carvalho, parecia nem estar bem duro, até achei que nem ficava pelo volume que tinha.

O Olavo, meio que tremeu, quando ele passou uma pomada no cuzinho dele, Diogo tento sair da posição, eu acho que queria ver direito o pauzão do Carvalho, mas o Carvalho segurou ele na posição, “fica tranquilo, vou bem devagar, qualquer coisa eu paro”, encostou a cabeça no cuzinho do Olavo, com a mão ajudando segurando o pauzão, empurrou, foi só o tempo do Olavo gritar e querer sair da posição, ele segurou ele e empurrou o que deu, eu vi, estava ali do lado, entrou até a metade naquele empurrão, ele segurou assim ficou imóvel, o Olavo pedindo pra tirar, ele imóvel e notei que estava bem devagar entrando mais, muito pouco ficou de fora, ficou alguns segundos assim, parado outra vez, Carvalho me olhou, eu estava apavorado, ele olhou e sorriu, “depois vem vc, vai gostar tenho certeza”, falou.

Logo começou puxar pra fora, quando a cabeça saiu, aquela enorme coisa ficou dependurada, parecia meia mole, mas não estava não. Largou o corpo do Olavo que ele empurrava com uma das mãos, liberando ele, que desceu a perna bem devagar da posição que estava, “tá loco, que coisa horrível”, e foi se sentar numa cadeira que tinha ali, o Carvalho se masturbando e o pau voltou a ficar reto, duro, “vem vc agora, vem, ” sorri, “nem pensar, estou fora”, falei, o Olavo levantou da cadeira, “vai sim, a gente veio pra isso, vais sim, já abrindo meu cinto, Carvalho falou, vem , vem aqui, boto só um pouquinho e tiro logo, o Olavo bem louco, “vai sim, vai sim”, me tirando a roupa, me deixou só de camiseta, me empurrando para a mesa, “fica, alí, fica como eu fiquei, tudo igual,. vc vai dar sim”, ele até empurrou minha perna pra posição que ele tinha ficado, saiu de perto, “quero ver também”, logo se aproximando.

O Olavo estava bem estranho, Carvalho, rasga o cu dele, mete tudo, quero ver se ele vai aguentar como eu”, senti o creme sendo esfregado no meu cuzinho e um dedo enfiando o creme pra dentro, em seguida, senti a cabeça sendo encostada. O Olavo, veio do meu lado e segurou minha perna na posição. “Carvalho, vem mete nele, quero ver entrando, arromba o cu dele”, tinha terminado de falar quando senti a primeira pressão forte contínua, e uma enorme dor, tentei me mexer mas estava imprensado contra a mesa e o Olavo ainda me segurando a perna pra cima. Comecei chorar, o Olavo nem ai, “mete, mete, mete tudo, vai até o fundo, arrebenta, esse cuzinho já era”, só falando bobagens, eu sentia que estava tudo dentro, o que o Olavo depois me confirmou. Assim como ele fez no Olavo fez comigo, ficou enterrado em mim, imóvel, felizmente pouco tempo, senti que ele ainda tentou empurrar mais alguma coisa que devia esta fora, e logo começou puxar pra fora, no meio do caminho, senti que ele parou, e começou a gemer baixinho, começou empurrar tudo de volta, minha dor aumento, e sabia que ele estava gozando. Ficou socado num fundo gozando.

Logo puxou pra fora, junto com o gozo deles, fezes minha, escorreu. Quando saiu de mim, um enorme alívio, mas uma dor bem constante e sensação de ardência, Olavo me ajudou a fica de pé, minhas pernas estavam sem força. “Cara que beleza, ele arrombou teu cu e o meu, risos”. Foi quando me limpei no banheiro, com uma talhinha, vi que tinha sinais de marcas de sangue. Me apavorei, chamei o Olavo, ele veio, mostrei pra ele, ele sorrindo, “cara , eu também” , falei para o Carvalho, ele disse que isso acontece, mas que logo cura, “vai arder por um tempo, sei que depois vc vem aqui outra vez, vão ficar com saudade de mim, risos”

Saímos dali, sem olhar pra trás, os dois caminhando meio devagar, eu sentia muito meu cuzinho. Cada um pra sua casa. Em casa fui direto para o banheiro, desmontei o espelho, e meio que sentei em cima dele pra ver meu cuzinho, muito vermelho, meio aberto ainda e super dolorido quando tequei com o dedo.

No outro dia, domingo, o Olavo foi lá em casa, subimos para meu quarto, ele queria saber como eu estava, “baixa a bermuda aí, deixa eu olhar, quero que vc olhe o meu e me fale”

Tirei a bermuda botei a bunda pra cima ele abriu minha nádegas, “cara, tá bem vermelho, parece inchado  e também meio abertinho ainda não tá bem fechado, agora olha o meu, me diz”, baixou a bermuda e a cueca, e ele mesmo abriu as nádegas, “cara tá bem feio mesmo, bem vermelho e parece meio abertinho também, tá dolorido”, toquei com mo dedo, ele reclamou.

Conversamos bastante, depois saímos fomos ao shopping, só podia sentar bem devagar, sentia o cuzinho. Anoitecia quando fomos embora cada um pra sua casa, “Falamos “, ficou combinado.

… segue em MINHA HISTÓRIA 4..

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