seguindo do MINHA HISTÓRIA. 03 ..
Depois de experiencia, com o filho do dono da oficina, conversando com o Olavo, ele lembrava do sacrifício, mas eo mesmo tempo me perguntou, “vc no final das contas gostou, depois que a dor passou e de ter certeza eu não tinha sido machucado ?”. Sabe, depois de um tempo, me senti meio que realizado, por ter aguentado tudo aquilo, que vc também aguentou, sei lá uma sensação de algo realizado, não sei bem, talvez me sentindo mais poderoso, por ter aguentado, não sei explicar”, Olavo sorriu, cara senti a mesma coisas, tipo sou poderoso, aguentar tudo aquilo, uma coisa de louco, mas acho que foi este meu sentimento. E seguimos assim, seguido a gente ficava, já estava bem acostumado com ele e ele comigo.
Ainda logo no inicio do verão daquele ano, ela me falou, rtô muito a fim de aprontar uma sacanagem, tenho um vizinho, garotinho bem novinho, bem magrelo pequeninho, já comi ele uma vez, é bem assanhado, bem que vc podia comer ele também, vamos botar ele na roda, eu chamo ele um dia lá em casa e chamo vc, ele tem um pauzinho que nem faz cócegas . Sabe tenho vontade de ver ele lá com o Carvalho, acho que raxa ele no meio. Então combinamos que ele ei me chamar, e chamou, um dia da semana, a gente estava em férias, nos encontramos na casa do Olavo. Quando cheguei na casa do Olavo, o escolhido já estava lá, Ney o nome dele, pequeno magrelo, bem mais novo que nós, bem elétrico e mentiroso, contou que tinha pego uma prima mais velha, mentira pura. O Olavo que já tinha intimidade com ele, falou de mim, ali junto com ele, dizendo que eu gostava de novinhos e que ele também ia poder me comer, no quarto do Olavo, logo a gente estava tirando a roupa, o Ney, bem magrelinho pequeno, uma bundinha pequena e branquinha, o Olavo, fez ele ficar de joelhos na meio da cama, se aproximou dele e pegou o pau dele, apertando e masturbando, logo ficou duro, ele de joelhos, o Olavo me fez sinal pra subir na cama, entrei atras dele, abri as nádegas pra olhar e lubrificar com cuspe, dava pra notar que o cuzinho dele já tinha sido usado, encostei e empurrei sem dó, ele deu um gemido curto e eu estava com tudo dentro, ele gemia como uma puta, era bem gayzinho mesmo, mas o cuzinho dele apertadinho, só parecia ser usado por fora. Olavo me falou “, agora sai deixa eu um pouco”, também entrou direto, deu pra ver, algumas esticadas e só , ninguém gozou, ele caiu sentado na cama, incrível como era magrelo , pequeno. O Olavo então provocou ele, “Ney, vc aguenta bem né, vc alguma vez já deu pra um pauzudo ?”, ele respondeu que sim, inventando uma história, que dava pra ver que era mentira. “Temos um amigo, que gosta de novinhos, é pauzudo, vc aceita ir lá, a gente fica com vc, ficamos juntos”, ele topou, “sim, sim, claro que sim, quero ir”, , então estamos combinados, vou marcar para o próximo sábado a tarde, tá bom assim?”, e ficou combinado, Quando deixamos ele na casa dele, o Olavo, rindo muito, “cara o Carvalho vai arrebentar com o bundinha dele”.
Logo na segunda feira a noitinha o Olavo já veio me falar, que havia combinado como Carvalho, avisou ele que era um pequeno magrelo, bem gayzinho o Carvalho vibrou, “esses que são bons”. Depois confirmou com o Ney, ele disse que o Ney ficou feliz.
E o sábado chegou, no meio da tarde passamos na casa do Ney, e fomos lá para a oficina. Quando o Carvalho abriu a porta e viu o pequeno Ney, fez uma cara de um pouco assustado e o Ney olhou ele e sorriu. Entramos fomos para o quarto do Carvalho. Carvalho falou, agora todo mundo nu e se foi para o banheiro, nós três sem roupas o Carvalho sai do banheiro enrolado em uma toalha. Então que vai primeiro, ao mesmo temo eu e o Olavo, apontamos para o Neryzinho, tudo combinado. Então, Ney, fica ali na cama, fica ajoelhado e vcs dois um de cada lado da cama, só pra olhar, a cena o Ney no meio da cama, branquelo, uma bundinha muito pequena, o Carvalho ainda com a toalha, estava receoso em tirar, mas já dava pra ver que marcava a toalha, estava já excitado. mesmo de toalha subia na cama, e atras do Ney, se debruçou sobre ele, “vou passar um creme no teu cuzinho certo?, fica tranquilo relaxa bem, , vou bem devagar, vc vai gostar sei disso e só então deixou cair a toalha, olhei para o Olavo, ele fez uma careta. Carvalho com toda calma encheu a bunda do Ney com um crene que ele costumava usar, ainda passou no pau todo. Quando ele passando o creme, entrou com o dedo, no cuzinho do Ney, ele deu uma reboladinha. Logo Carvalho se aproximou e a cabeça foi encostada no cuzinho do Ney, que estava firma, o Carvalho mesmo sem entrar começou fazer um curto vai e vem, o Neyzinho nem aí, firme de quatro, então o Carvalho, ajudando com a mão, parou com o veia e vem, e forçou, Neyzinho firme se se mexer, só que a pressão aumento, e dai veio o primeiro grito, ele tentou de jogar pra frente mas p Carvalho estava preparado, segurou ele pela cintura e deu pra notar nitidamente, que foi empurrando Nayzinho reclamando muito, gritando quase, para, para, ele puxou o Ney todo pra ele, chegou a levantar ele na cama de tanto que puxou, Ney começou chorar o Carvalho nem bola, continuou segurando ele com tudo socado dentro, eu alí do lado, segurei a mão do Neyzinho, tentando acalmar ele, poucos minutos ele sempre chorando, então o Carvalho me olhando, fez um gesto com a cabeça e começou a puxa o pauzão pra fora, quando sai fora, e ficou meio dependurado, era realmente enorme, o Neizynho caiu pra frente na cama, e se encolheu de lado, a bundinha virada pra mim, dava pra ver que escorreu fezes. O Carvalho estava um pouco preocupado com o silencio do Neizynho que também estava imóvel, foi sacudiu ele, chamou por ele, o Neyzinho então, saiu da posição que estava e olhou o Carvalho, nu com aquela coisa dependurada, “caramba, que coisa horrível, tá logo, foi tudo isso, como pode, vc me arrombou”, e estranhamente deu um sorriso disfarçado. Carvalho, safado como era, “algum mais, algum com saudade, vamos, aproveitem”, ninguém topou. Voltando pra casa depois o Olavo, “devia ter dado pra ele”, eu completei, “pois é saudade né?”…
O Neyzinho deixamos em casa, caminhando meio devagar ainda, Olavo falou algumas coisa com ele, sobre se desse algum problema, o que fazer, e fomos embora.
Com Olavo minha amizade, continuou firme, só que mudou um pouco, pq tanto eu como ele, logo depois, começamos namoras, meninas. Eu também começava trabalhar em uma loja de conserto de TVS.
Mas a vida segui em frente.
… sigam no MINHA HISTÓRIA 05, muita novidade.
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