Mesmo estando namorando um menina, aquelas minhas lembranças de envolvimento com amigos, não saiam de minha cabeça. Eu tinha tesão pela namorada e por mulheres de um modo geral, mas tinha aquele gostinho de ficar com semelhantes.
Estava então, com 28 anos, havia mudado de emprego, viajava para uma grande multinacional pelo Brasil, fazendo contatos pela empresa.
Foi numa ida a São Paulo, no aeroporto, saindo para o taxi, vi na banca de revistas uma revista que me chamou atenção, TREVESTI, sim revista travesti. Na capa, uma travesti, linda linda, comprei e no hotel logo fui folhear. La dentro de corpo inteiro, corpo lindo, estava ela sem roupa, um pau lindo, diversas poses, era bem avantajada pra um iniciante como eu, mas fiquei louco de tesão. Um telefone junto a umas da fotos.
Liguei, ela num apto, num prédio bem no centro da cidade, combinei minha ida, e fui, imaginado tudo o que queria. Na portaria tive que deixar meu numero da identidade, e subi para o apto dela. Um apto bem pequeno, ela era realmente aquilo que aparecia na capa da revista, “vc quer fazer o que meu amor”, perguntou, fui direto, “quero que vc me coma, mas sou um curioso iniciante, vc precisa ir bem devagar, ela concordou, perguntou se eu queria tomar um banho, eu havia tomado banho no hotel, “vem querido, deita alí”, me mostrando a cama, olhei disfarçadamente para o pau dela, era ainda maior do que eu pensava, nunca, nunca em minha loucuras tinha tido um assim, ela botando camisinha, o pauzão já duro, reto meio que curvado pra baixo, cabeça mais fina que o corpo, era pontuda, fez eu deitar de barriga pra cima e erguer as pernas, senti ela passando o gel no meu cuzinho e vi ela passando no pau, veio pra cima de mim, esfregou no meu cuzinho, e começou empurrar, “cuzinho virgem ainda meu amor”, empurrando sem entrar, comecei sentir dor, reclamei ela parou, outra vez gel, e quando passou entrou com um dedo, depois dois, ficou uns segundo parada com dois dedos dentro de mim, eu sentia dor, tirou devagarinho e voltou com a cabeça do pauzão, senti o primeiro empurrão e a dor veio a mil por hora, muita dor, mesmo, reclamei, ele ficou imóvel, mas a cabeça estava dentro, quando ele sentiu que eu já não reclamava tanto, foi empurrando, a dor aumentou, o pau era mais grosso que a cabeça, mas dai mesmo eu reclamando ela não parou, segurando minhas pernas pra cima desceu o corpo e aquela cosa enorme, entrou, sei que eu respirava fundo, aguentando a dor, entrou com tudo, ficou imóvel, começou puxar pra fora, chegou a sair tudo, e ele voltou outra vez, dai sem parar, empurrou até o fim e começou um vai e vem, super dolorido, ficou um tempinho segurando minhas pernas e socando, devagar, “chega meu amor, ou quer mais, acabou de ser arrombado”, não respondi nada, ele foi soltando minhas pernas e ao mesmo tempo puxando o pauzão pra fora, quando o pai saiu, escorreu sujeira minha pra fora, ela sorriu, “se cagou todo”, falou.
Foi pro banheiro e trouxe uma toalha molhada, me limpei o que pude. levei a toalha no banheiro, ele estava na chuveiro se lavando, aquele pauzão dependurado. Me vesti, meu cuzinho doendo, ela saiu do banho numa toalha , “vem aqui meu amor, volta, vou deixar ele bem arrombado vc vai gostar”, sai porta a fora, descendo a escada, sentia meu cuzinho dolorido. No hotel direto para o banheiro, me lavando e sabonete ardeu quando chegou no meu cuzinho, depois soube que tinha arrebentado pregas, por isso ardeu, foi meu proctologista que me falou e me deu alguns conselhos.
E foi assim o primeiro adulto pauzudo que me comeu. Não foi legal, mas eu queria sentir, saber como era. Curiosidade também por ser uma travesti, e isso sim, eu gostei de ver.
… segue no próximo Travesti…….
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