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Matheus, meu cuzinho e a minha garganta

Publicado em outubro 6, 2022 por Carolina SA

Estava na porta do Matheus, lembrando que minutos atrás, estava sentada em minha cama, quando minha irmã entrou com uma calcinha preta no quarto, balançando no ar, chorando e nervosa.
Eu fiquei de pé. Procurando palavras pra explicar o que estava acontecendo. Dei um passo à frente – Encontrei essa calcinha na sala do Matheus, acredita? – E ela não sabia que era minha – se eu souber quem é essa vagabunda! – Meu celular tocou em meu bolso, era o Matheus, com toda certeza!

Ele te falou quem era? Vocês terminaram? O que aconteceu? – Perguntei correndo atrás dela.
Nada Mano… nada! – E ela entrou no quarto, bateu a porta na minha cara e se trancou!
Matheus finalmente abriu a porta de casa. Entrei. – Ta tudo bem? – Perguntei. Ele estava calmo, só levantou os ombros e não disse nada.
Hoje a gente ia… tentar… ia te mostrar um negócio e os guri iam vir aqui!
Ele não queria falar sobre o que tinha acabado de acontecer. Mas, acompanhei ele até o fundo da casa. E lá tinha uma casinha menor, ele disse que era alugada antes, entramos. Matheus vestia uma camiseta preta e um shorts azul. Descalço.
Confia em mim? – Perguntou ele

 

Sim!
Entrei em uma espécie de um cercado. Tinha uma porta em cada uma das quatro paredes. O chão de cimento queimado. E ele trancou uma das portas. Me entregou a chave. – Quando quiser sair é só girar a chave.
“Será que ele sempre trás meninas aqui?!” Falei comigo mesma observando que só tinha uma porta de entrada. Sem janelas. E pouquíssima luz. Eu escutei passos. E três meninos encostaram na grade. Pelados. O pau deles enfiado entre os espaços. Nenhum duro. Matheus meia bomba. E me aproximei dele.
Se você achar demais a gente para.

Eu ajoelhei e comecei a chupar ele. Ele deu um gemidinho. Fui pro outro. E assim sucessivamente. O último, menor dos três, cheirava a talco de neném. Achei cuidadoso. Sorri. Os outros cheiravam a pau. E ele foi o mais rápido a gozar.
“Deixa eu comer seu cu gata!” Eu ouvi enquanto chupava um deles. Levantei. Empinei de costas. Pertinho da grade. Mas, não conseguia ver o rosto dele. coloquei a cabecinha, que era grande e rosada. Na entradinha do meu cuzinho. Ele empurrou devagarinho e deslizou todinho dentro de mim “Puta que pariu que cu gostoso!”
A dorzinha no início, eu gostava.
Fiquei brincando de piscar com o meu cuzinho com ele dentro de mim. Na quinta bombada ele avisou que ia gozar. Tirei o pau dele. E ele gozou nas minhas costas, porque explodiu forte me sujando todinha.
Fui para o outro.

Fiquei d4.
Encostei meu bumbum na grade. Ele ajoelhou, O pau dele passou entre o buraco da grade. E ele n]ao quis meu cuzinho. Colocou devagarinho na minha buceta. E logo na sequência começou a bombar forte. Conseguia sentir os pelinhos dele encostando no meu bumbum. Segurava forte na grade. Ele respirou fundo. Tirou o pau e gozou na entrada no meu cuzinho.
E finalmente o Matheus. Ele sorria me olhando. Abaixei pra chupar ele. De joelhos. Ele passou a mão por entre as grades. Me segurou pelo cabelo. E começou a bombar na minha boca. Ele ia e voltava. A cabecinha deslizava na minha língua. No céu da minha boca e ia até o comecinho da garganta.

Gostava da sensação.
Ele tirou da minha boca, ajoelhou e eu percebi que os outros meninos estavam próximo a ele – Ei posso gozar assim, na sua boca? – não respondi – No fundo da sua garganta.
Não respondi.
Só abri a boca.
Senti minha perna tremer.
O pau dele deslizar na minha boca.
E ele estava tão dentro de mim que eu olhava pra cima e só via o desenho do queixo dele. Os pelinhos encostando nos meus lábios e os lábios pressionando a grade e o meu queixo.
Engasguei.

Depois engasguei de novo.
Ele respirava fundo.
Ele empurrou fundo na minha boca.
Ele gemeu bem baixinho.
E gozou empurrando ele todinho na minha boca.
Eu senti o pau dele pulsando.

Eu senti o leite dele escorrendo fundo na minha boca.
Não senti o gosto dele.
Mas, senti a porra dele todinha dentro de mim.
Depois de toda essa loucura. De um banho. A gente pediu uma pizza. Os outros meninos já tinham ido embora. Começamos a falar sobre a minha irmã. Ele disse que não queria nada com ela mais. E que queria algo sério comigo.
Mas, eu não quero nada sério.

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