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Masturbação Fortuita

Publicado em dezembro 13, 2022 por ANTONIO

Há algum tempo atrás, navegando em um site de anúncios classificados me deparei com algo bem curioso em um determinado verbete; nele uma mulher que se dizia casada, mas um tanto solitária estava em busca de homens que aceitassem receber uma punheta e apenas isso; suas exigências eram as de praxe: não aceitava convites para comparecer no domicílio do interessado, as conversas deviam acontecer inicialmente por meio de e-mail e exigia contato pessoal prévio; além disso dispensava conversa fiada e pedidos de amizade em redes sociais; por fim dizia que era um desejo que ela nutria intimamente e viu-se com coragem para se abrir.

Um tanto incrédulo enviei uma mensagem revelando meu interesse pelo seu anúncio e esperei que ela respondesse; confesso que estava quase desistindo quando a tal mulher finalmente ela deu um retorno; declarou feliz pela minha mensagem e que estava ansiosa para que nos conhecêssemos pessoalmente; respondi propondo um encontro em uma cafeteria, porém ela declinou sugerindo que nos víssemos em uma loja de produtos naturais que ela passou o endereço por meio de uma localização no Google.

Muito embora fosse um tanto distante de casa, não vi problemas por se tratar de um lugar público e aceitei o convite; marcamos para a manhã do dia seguinte. Pouco antes do horário combinado eu já havia estacionado meu carro em uma rua próxima e fui caminhando em direção ao local indicado; tratava-se de uma pequena região comercial encravada em um bairro residencial de classe média, onde se viam pequenas lojas de variedades, alguns mercadinhos e um outro tanto de restaurantes por quilo. Assim que me aproximei do número indicado confirmei que se tratava de fato de uma loja destinada ao comércio de produtos que eu costumo chamar de “naturebas”. Era algo bem modesto com algumas prateleiras de metal onde se viam os produtos e uma bancada lateral com comestíveis; ao fundo havia um balcão e atrás dele via-se uma mulher que abriu um enorme sorriso ao me ver.

-Oi! Prazer, meu nome é Durvalina! – disse ela em tom esfuziante saindo detrás do balcão e vindo ao meu encontro com a mão estendida.

Enquanto apertava sua mão eu examinava minha interlocutora; Durvalina era uma mulher de uns sessenta e poucos anos, altura mediana, gordinha e peituda; usava um vestido rodado com estampas floridas sobre um fundo branco e tinha cabelos grisalhos curtos e ondulados que emolduravam um rosto levemente marcado pelo tempo, mas com um sorriso cativante. Como quase ninguém aparecia na loja nos pusemos a conversar e que fiz questão de saber um pouco mais sobre ela.

Durvalina era casada há uns quarenta e cinco anos, tinha duas filhas adultas também casadas que moravam fora do país e procurava aproveitar a vida a partir de cuidados com seu corpo e sua mente. “Isso é um assunto delicado! Com o tempo te conto sobre isso …, mas, a verdade é que sou louca por punhetar um homem!”, confidenciou ela quando lhe questionei sobre o pedido do anúncio.

-Mas é só isso que você gosta? – perguntei com tom maroto – Não gosta que batam uma siririca em você? Uma boa chupada na buceta?

Durvalina desconversou, embora tivesse corado o que me surpreendeu, e então insistiu para que prosseguíssemos na conversa para que nos conhecêssemos melhor e mais intimamente; ela contou que de uns tempos para cá seu marido não sentia mais atração por ela havendo até a desconfiança de que ele estivesse apresentando sinais depressivos e que isso a deixava insatisfeita porque sentia que ainda tinha energia suficiente para desfrutar um pouco mais da vida e seus prazeres. Por essas razões ela decidiu fazer o anúncio nos classificados esperando por resultados frutíferos.

Infelizmente os parcos retornos além de frustrantes foram até um pouco ofensivos; disse a ela que também experimentara a mesma experiência desalentadora que ela e isso nos aproximou um pouco mais; ofereceu-me um chá verde e enquanto bebíamos tornei a insistir na pergunta que fizera pouco tempo antes, observando a reação marota de minha interlocutora.

Por incrível que possa parecer, ao ouvir novamente a pergunta Durvalina corou! Fiquei ainda mais surpreso com sua reação facial e contive o ímpeto de dar uma gargalhada. “Você é mesmo um taradinho, hein? Se continuarmos a nos conhecer, você vai descobrir tudo que eu gosto! …, mas, por enquanto porque você não vai ali atrás e me espera com a calça arriada?”, respondeu ela com uma voz maliciosa e um olhar bem safadinho, apontando para a porta atrás do balcão. Mesmo sentindo um certo receio e ainda desconfiando da esmola aceitei o convite e fui na direção da porta que dava para uma mistura de área de estoque e escritório onde se via uma escrivaninha, cadeiras, um notebook e uma televisão de plasma. Encostei na beirada da escrivaninha, mas não ousei abaixar a calça preferindo esperar até que Durvalina se juntasse a mim; ouvi o ruído estridente da porta de aço sendo arriada e esperei até que ela entrasse no recinto; ansiosa ela reiterou o pedido e eu imediatamente atendi.

Arriei a calça e também a cueca deixando a mostra meu pau em franco processo de enrijecimento; fiquei estupefato quando Durvalina despiu-se completamente pondo-se nua diante de meus olhos que não escondiam a cobiça que aflorava dentro de mim. Com os peitões enormes sacolejando descaradamente, Durvalina avançou em minha direção tratando logo de segurar minha piroca com uma das mãos apertando-a com força controlada de tal modo que a glande inchou quase dobrando de tamanho e dando início a uma punheta lenta e cadenciada.

A safadinha me olhava com uma expressão excitada e vez por outra sorria para mim; com o clima esquentando entre nós aproveitei para abraçá-la e tratei de inclinar meu rosto até que meus lábios encontrassem os dela; foi um beijo tímido que ganhou intensidade a medida em que eu insistia em não me contentar com apenas um e logo estávamos desfrutando de beijos profundamente ávidos, quentes e molhados. Estávamos imersos em um clima delirante onde o tesão nos comandava e por isso mesmo abusei um pouco mais levando minha mão para segurar as tetonas de minha parceira apertando-as e beliscando os mamilos ao som dos gritinhos abafados de Durvalina.

A diversão prolongou-se até o momento em que, sem aviso, acabei gozando em esguichos que projetaram-se no ar indo ao chão abaixo de nós; Durvalina deliciava-se com a visão e persistia na punheta até meu pau amolecer em sua mão, resistindo em me oferecer mais alguns beijos que roubei sem obrigá-la e que apetecemos com imenso prazer; com um risinho nos lábios, ela usou o indicador para colher uma última gota de sêmen que fez questão de lamber fitando minha expressão estupefata. Logo nos recompomos retornando para a loja com ela reabrindo os negócios. Conversamos um pouco mais até que eu quis saber se ela gostara de nossa brincadeira.

-Se gostei? Adorei! – respondeu ela com tom esfuziante – Tanto é que quero mais assim que possível!

-Que ótimo! Mas não aqui, né! – retruquei com tom maroto – penso que poderíamos fazer isso e algo mais em um lugar com mais intimidade e com tempo …, o que você acha?

Durvalina emudeceu ainda com um sorrisinho sapeca nos lábios e após um intervalo acenou com a cabeça aceitando minha proposta. “Mas, tem uma condição …, eu digo quando!”, arrematou ela com um tom bem safado, não me deixando escolha senão aquiescer com sua exigência. Nos despedimos com certa formalidade e eu fui embora com a mente fervilhando de possibilidades com relação ao nosso próximo encontro; eu não sabia explicar, mas Durvalina me deixara tão excitado que só pensava em desfrutar de seu corpo e dar-lhe tudo mais do que apenas uma punheta. E com o passar dos dias sem que ela mantivesse algum contato comigo estes serviam apenas para atiçar o fogo que ardia em meu interior.

Mais de um mês depois ela enviou um e-mail pedindo meu número de telefone e logo em seguida ela me adicionou no whatsapp pedindo que eu fizesse o mesmo; poucos minutos depois que nos conectamos ela enviou uma foto pelada com a legenda “ainda pensando em mim como eu penso em você?”. Imediatamente respondi que desde nosso primeiro encontro eu não conseguia parar de pensar nela e na próxima vez que estaríamos juntos.

-Mentiroso! Quer que eu acredite nisso? – interpelou ela assim que atendi sua ligação – Com tanta mulher dando sopa por aí, você tá fissurado nessa velhinha safada aqui?

-Pois acredite …, tesão não tem idade! – respondi sem titubear com tom maroto – E ainda estou esperando por nossa próxima vez!

-É mesmo? E pra onde você quer me levar? – perguntou ela com tom sapeca.

-Um lugar onde eu posso te dar o que merece além de uma punheta! – respondi sem titubear.

-Uau! …, eu topo! Pode ser amanhã? – devolveu ela com tom enfático – Só tem um problema …, te que ser pela manhã …

-Pra mim está ótimo! Te pego as nove, pode ser? – respondi já indagando os detalhes.

-Pode sim! Te espero na frente da minha lojinha – retrucou ela com tom ansioso.

Faltavam dez minutos para as nove quando estacionei o carro em frente a loja de Durvalina que já estava a minha espera; ela usava um vestido largo e despojado e assim que entrou no carro segurou meu rosto com sua boca em busca da minha; selamos um longo beijo e em seguida rumamos para nosso destino. No caminho Durvalina fez um pedido inusitado. “Deixa eu te punhetar enquanto dirige?”, sussurrou ela em tom de súplica. E antes que eu tivesse tempo de responder a danadinha já tinha desafivelado meu cinto, aberto minha braguilha pondo-se a manipular lentamente o bruto rijo; impressionava-me sua desenvoltura na arte da masturbação masculina e também de seu jeitinho sapeca de quem adorava ver os homens de pau duro em suas mãos.

Ela disfarçou bem enquanto nos registrávamos na recepção do motel, porém sem largar da minha piroca apertando-a vez por outra. “Agora sou eu que quero algo diferente!”, disse eu assim que estacionei o carro na garagem da suíte. Durvalina fitou-me com uma expressão ansiosa dando apertões na piroca e sorrindo de um jeito bem safado.

-O que você quer? Me diz? – perguntou ela com tom açodado.

-Quero que dê uma mamada no meu pau! – respondi com tom enfático, porém sem esboçar uma reação neste sentido.

-Só porque você é jeitosinho posso fazer isso, viu! – respondeu ela com tom brincalhão enquanto descia o rosto na direção do meu pau que abocanhou sem cerimônia mamando com incrível maestria.

Me vi dominado pela boca ávida de Durvalina que parecia gostar tanto de mamar como punhetar, mas eu queria mais que isso; encerramos as preliminares ainda dentro do carro e fomos para a suíte onde ela mostrou- enorme desenvoltura e pôr-se nua diante de mim sem perda de tempo; acompanhei sua agilidade e nos deitamos trocando beijos e carícias; desci minha mão entre suas pernas procurando a gruta que encontrei muito quente e úmida; Durvalina abriu as pernas permitindo que eu dedilhasse sua sua bucetinha divertindo-me em coçar seu clítoris que estava bem inchadinho.

Toda essa provocação desaguou em uma sequência de orgasmos que chacoalharam o corpão de Durvalina que não controlava os gritos e gemidos que tornavam o clima ainda mais excitante; em dado momento, puxei-a para cima de mim e invertemos as posições para que desfrutássemos de um delirante meia nove em que a fiz gozar ainda mais vezes deixando-a transtornada pelo prazer que fluía em seu corpo a partir da minha boca. Por sua vez, Durvalina alternava uma boa mamada com punheta castigando minha piroca impiedosamente e conduzindo-me ao limite de minha fisiologia, o que resultou em um gozo farto que lambuzou a ambos. Mesmo sob os efeitos de um gozo insano não dei trégua a ela, saboreando sua gruta e sorvendo seu néctar quente e levemente viscoso. Somente interrompemos nosso interlúdio alucinante a pedido dela que não cabia mais em si de tantos orgasmos a que fora submetida suplicando por uma trégua.

Enquanto nos recuperávamos da diversão que nos impusemos, Durvalina aproveitou para desabafar dizendo como se sentia abandonada em certos momentos por seu marido mostrar-se ausente de um desfrute saudável com ela; queixou-se não apena disso como também de seu distanciamento que parecia ser fruto do processo depressivo que o assolava; esforcei-me em consolá-la explicando que a depressão é um mal que nos humilha causando dor tanto para o enfermo como para os que estão a sua volta; ela sorriu e agradeceu minha compreensão e as palavras que eu dissera, e confessou que aquele momento entre nós foi a única coisa boa que surtiu resultado do anúncio que publicara e pelo qual nos encontrávamos naquela suíte de motel naquele momento.

Sua sapequice abusada levou-a ao reinício de nosso envolvimento quando segurou minha rola apertando-a até que a visse crescer em sua mão; trocamos mais alguns beijos e Durvalina não perdeu tempo em segredar que estava com vontade de algo mais; ela se pôs de quatro sobre a cama exibindo seu traseiro volumoso que ela balançou de modo provocante. “Vem me foder bem devagar …, preciso matar esse tesão que arde dentro de mim!”, pediu ela com tom suplicante olhando para mim por cima do ombro. Tomei posição separando as bandas daquela bunda colossal deixando a gruta bem exposta e depois de umas pinceladas com a glande soquei com força enterrando meu pau inteiro dentro da vagina quente e lambuzada de Durvalina que não conteve o ímpeto de soltar um gritinho histérico.

Dei início a uma sucessão de golpes contundentes e profundos os quais logo resultaram em gozos profusos que sacudiam o corpo de minha parceira; prossegui assediando aquela buceta e saboreando os gozos que se sucediam assolando deliciosamente o corpo de Durvalina que não se continha em gemer, suspirar e gritar de tesão sempre pedindo por mais. Não demorou para que ambos estivéssemos suando às bicas assim como não perdi a oportunidade de estapear aquela bunda exorbitante causando faniquitos na fêmea que já não tinha nenhum controle sobre suas sensações.

Comecei a pressionar o selinho anal com meu polegar ouvindo Durvalina resmungar abafado já imaginando o que estava por vir; dei algumas cuspidas sobre o orifício e pressionei com o indicador até obter meu intento de irromper para dentro dele fazendo minha parceira soltar um gritinho açodado rebolando ainda mais. “AHHH! SEU PUTO! DÓI, VIU! …, UHHH! ESPERA …, ESPERA!”, gritou ela quando fiz menção de enterrar o dedo um pouco mais. Num lance impensado, saquei a rola da buceta de Durvalina e soquei no selinho; foi preciso um certo esforço até conseguir romper a resistência fazendo a glande alargar as pregas e avançar para dentro do orifício recebendo como resposta um grito tresloucado de minha parceira.

Permaneci imóvel com a glande já enfiada no brioco da safada e esperei para ver qual seira a sua reação; Durvalina deu uma gingada e tornou a olhar por cima do ombro. “Você é um depravado! …, seu abusado! Agora que começou trate de terminar!”, disse ela com um tom irritadiço, porém com nuances de exótico delírio por ver-se enrabada por mim; toquei em frente enfiando a rola aos poucos e sempre com pequenos intervalos para que o buraquinho se alargasse um pouco mais. Não demorou para que eu estivesse estocando vigorosamente ao som dos gritinhos e gemidos de minha parceira que não perdia tempo em bater uma siririca exaltando desfrutar de mais gozadas insanas; continuei socando rola naquele cu arregaçado mantendo um ritmo delirante que tornava o clima na suíte tomado por uma sensível aura de prazer desfrutado sem qualquer limitação. E tudo teve fim quando um espasmo e contrações musculares involuntárias ditaram o ritmo de meu gozo que eclodiu no interior do selo arrombado de Durvalina que também já não cabia mais em si de tanto prazer.

Algum tempo depois, já recompostos, retornamos para meu carro e eu a deixei em frente a sua loja; é claro que no caminho a danadinha fez questão de me masturbar uma última vez …, e foi mesmo a última, pois acabamos perdendo o contato sem que ela fizesse qualquer esforço para que isso não acontecesse; supus que talvez fosse algum tipo de remorso, mas me dei por satisfeito em saber que havia proporcionado a ela tudo que ela realmente merecia além de uma masturbação fortuita.

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