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Marcelo e David: sexo interracial entre melhores amigos

Publicado em maio 10, 2020 por Marcelo

A relação entre eu e o David ganhou um ingrediente a mais depois que chupei-o pela primeira vez e aceitei ser uma de suas amantes. Era difícil controlar a ansiedade durante a semana. Quando meu amigo finalmente ligou, o novo capítulo de safadeza no apartamento dele ficou marcado para o sábado, na parte da manhã, quando os pais e a irmã dele estariam fora. Na noite de sexta, depois de passar no cabelereiro, cheguei em casa e fui direto para o banho. Caprichei na depilação e tomei meu indispensável iogurte antes de dormir. Sonhei com o David, é lógico!

Acordei todo saltitante para o sexo anal mais emocionante da minha vida até então. Antes disso, fiz com muito carinho todos os preparativos. O cuzinho ficou limpinho e bem soltinho, graças ao meu querido plug. Passei hidratante por todo o corpo, perfume sexy no pescoço e gel no cabelo. Penteei deixando espetadinho na frente. Tudo para ficar bem bonitinho para o negrão dos meus sonhos. Coloquei minha cuequinha da sorte e vesti meu disfarce do dia a dia: camiseta, calça jeans, meias e tênis. Esperta, minha mãe logo notou a alegria em minha face: “Você vai ver seus
amigos, é?”. Respondi que sim e saí rápido para evitar mais perguntas. Acho que ela já desconfiava.

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No horário combinado, toquei a campainha e o David atendeu só de camisa e cueca, que era azul-escura e volumosa. Com discrição, para não chamar a atenção dos vizinhos, entrei e ele fechou a porta em seguida. Diferente das vezes em que ia visitá-lo para ver televisão ou jogar vídeo game, o David me recebeu com um beijoca no rosto e outra no cangote, segurando minha cintura. Um arrepio se espalhou rapidamente por todo o meu corpo. Naquele momento, percebi que não era mais o colega branquelo dele. Nos tornamos jovens amantes cheios de tesão, cada um ao seu estilo. Como um verdadeiro cavalheiro, ele pegou em minha mão e conduziu-me para a sala.

Havia uma garrafa de vinho e dois copos sobre a mesa, com uma das músicas que eu mais gostava tocando de fundo. Não era um cenário dos mais sofisticados, mas me senti especial mesmo assim. Bebemos um pouco e pedi para ir ao banheiro. Lá, tirei toda a roupa, menos a camiseta preta. Dei um nó na parte da frente para deixa-la bem apertadinha, e levantei as mangas para cima. Estava pronto para ir de encontro ao meu príncipe negro, mas não sem antes dar aquela olhadinha básica bumbum, através do espelho da pia.

O David já estava peladão sentado na beira da cama a minha espera, fazendo cara de safado. Que homem! Confesso que olhei primeiro para o pênis, que já estava em avançado estado de dilatação, só precisando de um boquete bem gostoso para ficar em ponto de bala. Não sei se era efeito do vinho ou se era o ambiente aconchegante, mas me sentia totalmente à vontade na frente do meu amigo-amante. Mordi o lábio inferior, coloquei o dedo mindinho na boca e sorri com olhar de desejo. Rebolando de perninhas juntinhas, dei uma giradinha sensual e mostrei minha bundinha branca para ele.

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– Olha só que gatinho lindo. Vem cá para eu te fazer carinho.
– Miau, miau, miau.

Me agachei e fui engatinhando e miando até seus pés. O David me fez um cafuné e deu uma apertadinha em minha nádega esquerda.

– Bundinha fofinha.
– Ela é toda sua, David. Meu cuzinho quer fazer amor com você.
– Mas que veadinho sem vergonha! Oque aconteceu com aquela sua timidez da semana passada?
– Sei lá. A culpa é sua.
– É minha, né? Então vem mamar no meu pau, bichano.
– Miau.

Fiquei de joelhos, de frente com o brinquedão dele. Iniciei pelas bolas. Ele se inclinou para trás e abriu um pouco as pernas. Chupei uma de cada vez delicadamente, para não machucar. Minhas lambidinhas o estimulavam, e as cócegas com a ponta da língua também, principalmente na parte de trás dos testículos. Sentia o pênis dele crescendo em minha mão direita. Passei os lábios e dei beijinhos naquele membro delicioso, até finalmente cair de boca. Sem forçar, para não desperdiçar sua energia no boquete. Mas o David empurrou minha cabeça para baixo, para eu engasgar. Ele adorava fazer isso, e eu gostava ainda mais.

– Pintão gostoso.

Falei com um largo sorriso nos lábios e voz de menina.

– Caramba, Ma! Não imaginava que você fosse uma putinha tão safada. Gosto disso.
– Eu sei.
– Seu cuzinho aguenta uma pica deste tamanho?
– Aguenta, sim. Quero te dar bastante prazer hoje.
– Então sobe na cama e fica de quatro para mim.
– Tá.

Segurei na cabeceira da cama com os braços esticados, empinei a bundinha lá no alto e afastei os joelhos. Enverguei bem o tronco a fim de fazer minhas ancas se abrirem ao máximo. Nunca havia sido enrabado por um negrão bem dotado antes, mas estava preparado para o que viria pela frente… Ou melhor, por trás. O macho da casa usou suas mãos mágicas para abrir as nádegas macias de seu amante passivo. Depois da terceira tentativa, o pirulão dele foi deslizando gostoso dentro do cuzinho já lubrificado, e se acomodou deliciosamente. Senti-lo pulsando dentro de mim foi maravilhoso. As primeiras metidas foram lentas e suaves, o suficiente para me fazer emocionar.

– Doeu?
– Não. Pode me foder com tudo, David.
– Você gosta de rola de negrão?
– Adoro!
– Então toma, veadinho!

O tom dos meus gemidinhos foram mudando de intensidade. Não demorou muito e meu macho já me penetrava com a força de um cavalo garanhão. Começamos a suar. A janela fechada e o quadril dele batendo no meu bumbum só aumentavam o calor. Que rola grossa! O David apertava minha bunda e a mantinha bem aberta, deixando o meu cuzinho completamente entregue àquela tora negra e avassaladora. O sofrimento inicial foi se tornando extremamente prazeroso com o tempo. Meu piu-piu balançava sem controle, e minha bundinha sem vergonha se excitava a cada tranco mais forte.

– Ai, que delícia! Me fode, Davidão! Me fode, me fode, me fode…

Quanto mais eu repetia com voz de putinha, mais ele despejava potência e afrouxava minhas pregas. Completamente apaixonadas, elas deliravam de prazer enquanto a rola grande invadia minhas entranhas intensa e profundamente. Estava quase esgotado naquela posição, mas me sustentava bravamente pensando em satisfazê-lo. Quando os gemidos ficaram mais alto, o David parou. Meu coração e minha respiração estavam a mil por hora.

– Uau, David!
– Agora deita de bruços, gatinho.
– Tá bom, meu macho.

Arranquei minha camiseta, coloquei um travesseiro embaixo da barriga e deixei a bunda toda empinadinha para ele, segurando firme com uma mão em cada nádega. As pernocas ficaram ligeiramente flexionadas, os pezinhos se esticaram com os dedinhos dobrados para trás, e assim me tornei de vez a mulherzinha do David. Meu cuzinho já estava bem arrombadinho, com a marca registrada do pênis dele. Uma marca larga e profunda. O responsável pelo estrago ainda usou a saliva que tinha acumulada na boca para mirar bem no meu buraquinho, que estava piscando de amor, e o cuspe atingiu o alvo em cheio.

– Uiii! Que gostoso!
– Quer mais rola no cu, veadinho?
– Quero muito!
– Espera só mais um pouquinho.

Meu amante sabia bem o que estava fazendo. Depois de enfiar o dedo indicador até o talo, ele repetiu a dose acrescendo o dedo médio à brincadeira, me deixando prontinho para uma outra boa varada. O pintão do David entrou de primeira dessa vez, e meu ânus molhadinho foi facilmente preenchido.

De cima para baixo, as estocadas ficaram ainda mais gostosas. Que rola grande! Ela se esfregava deliciosamente por dentro do meu cuzinho guloso, que não doía mais como no começo. As mãos apoiadas em meus ombros me dominavam de maneira sublime. Com o pescoço levantado e a boca bem aberta, cada respiração minha emitia sons de crescente prazer: “Ah, aahh, aaahhh, aaaahhhh…”. De repente, ouviu-se naquele quarto abafado um chiado alto e intenso, como o rugido de um animal selvagem. Senti então o pênis grande dele latejando intensamente dentro de mim. O corpanzil suado de macho desabou em minhas costas, e a fera continuou metendo até se saciar por completo. Em êxtase, comecei a gozar sem parar no lençol do colchão, gemendo feito uma louca.

– Nossa, David! Que fodida maravilhosa!
– Você gostou, gatinho?
– Amei!!!

O pênis do David saiu de dentro de mim e ficou relaxando bem no vão da minha bundinha suada, entre minhas pernas, deitadão para baixo. Transbordávamos pelos poros, um em cima do outro. A barriga mexendo nas minhas costas e o respiro ofegante em minha orelha esquerda foram se acalmando aos poucos. Ele se ajeitou ao meu lado e
começou a fazer um chamego na minha nuca. Também com o fôlego mais tranquilo, me virei para ele sorrindo de satisfação. Meus sonhos mais íntimos se realizaram naquela linda manhã de verão. Dei tudo de mim para o meu melhor amigo, que também gostou.

– Levanta, Marcelinho. Quero ver minha porra saindo do seu cuzinho lindo.

O safado me fazia derreter com sua voz gentil e carinhosa. Me virei de costas e fiquei agachadinho, de pernas abertas com a barriga dele entre meus pés. Quente, piscando e apaixonado, meu cuzinho ardente começou a expelir em grande quantidade um líquido bem gostoso, que foi caindo e formando uma roda densa e branca em volta do umbigo dele. Sempre
disposto a me testar, o David molhou de esperma a mão direita e me mandou chupar. Com a obediência de uma putinha submissa, chupei os dedos um por um, fazendo biquinho e olhando nos olhos do meu amorzão. Juntando o que havia sobrado do umbigo, o danado esfregou a mão lambuzada em meu rosto suado e apertou minha mandíbula, como forma de dominação.

– Duvido você beijar minha rola agora, putinha.
– Faço qualquer coisa por você.

O dominador fez por merecer um último prêmio, então dei várias bitoquinhas e deslizei meus lábios de leve em seu pênis avantajado, que estava estiradão para o lado direito. O membro grande e viril mexia, mas não tinha mais forças. O David também havia dado tudo de si naquela cama quente e macia, que transpirava prazer. Deitei ao lado dele, de conchinha, e descansamos agarradinhos. Meu amante negro tirou um belo cochilo de macho, com o braço direito jogado em torno do meu peito. O cheiro de sexo dominava o aposento. Quietinho e sem me mover, aproveitei cada segundo com ele juntinho à mim.

Após ganhar outro beijinho na bochecha na saída, subi para o meu apartamento feliz da vida e escrevi cada detalhe daquela linda jornada amorosa em meu diário secreto, com vários coraçõezinhos desenhados de caneta vermelha a cada parágrafo.

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1 - Comentário(s)

  • Marcos Augusto 10/05/2020 22:31

    Belo conto!

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