Oi meus amores! Eu fui passar o final de ano e uns dias de férias na casa de meus parentes, mais precisamente na casa de minha tia, em uma cidade do interior de Minas, é nesta cidade a qual eu nasci. No dia da virada do ano, realizou-se um grande show na praça principal da cidade com várias apresentações musicais. Minhas primas me chamaram para eu ir com elas no show, eu aceitei, só que elas foram acompanhadas de seus namorados.
Chegando no local da festa, me separei delas, peguei uma bebida e fui me divertir. Entre tantas outras pessoas, estava muito movimentado ali naquela praça. Estava acontecendo uma maravilha de show, e eu estava me divertindo muito, mesmo sem ninguém comigo, isto é, sem homem nenhum comigo. Apesar de eu ter rejeitado inúmeras cantadas, naquela noite eu tinha decidido ficar sozinha.
Já estava na madrugada e passavam das duas horas. Eu resolvi sair um pouco daquele barulho e procurar um lugar mais tranquilo. Foi quando eu me lembrei de uma outra praça menor que aquela. Lá, naquela hora da madrugada, provavelmente não teria ninguém por lá.
Aconteceu que eu saí do meio daquele povo, saí andando pelas ruas sozinha naquela madrugada e não demorou, cheguei naquela outra praça. Conforme eu havia pensado, não vi ninguém por ali naquela praça onde a iluminação é bem precária. Pode-se dizer que é um lugar à noite bem escuro e afastado. Estava mesmo ermo ali e tudo tranquilo, até porque a maioria da população estava naquele show.
Bom, sentei num banco com as pernas cruzadas. Não demorou, passou um senhor magro, negro, carregando meio saco com latinhas. Aquele senhor já velho olhou para mim e disse: “Boa noite, moça! Feliz 2026 para você!” Eu falei para aquele velho catador de latinhas: “Boa noite, senhor!
Feliz 2026 para o senhor também!” O homem continuou andando por aquela praça, parecia estar procurando latinhas, só que não encontrava. Nisso, ele sentou num banco próximo ao que eu estava sentada. Então eu falei para ele: “O senhor não vai encontrar latinhas aqui nessa praça. O senhor tem que ir para a outra praça onde está acontecendo o show da virada.
Lá, provavelmente o senhor vai encontrar latinhas!” O velho então me falou: “Moça, lá já tem muitos catadores. Eu estive lá, só consegui este tanto que está aqui no saco!” Então o velho continuou conversando comigo. Ele estava a fim mesmo de conversar, mas estava sentado no outro banco. Convidei ele para sentar no banco que eu estava sentada.
Eu estava vestida com uma blusa branca super decotada com botões, mostrando partes do meu sutiã branco e com metade dos meus peitões para fora do sutiã. Eu estava com uma saia branca do jeito que eu gosto de usar, muito acima dos meus joelhos. Eu estava sentada com as pernas cruzadas, mostrando parcialmente minha calcinha branca. Bom, né, convidei o velho negro catador de latinhas para sentar no banco que eu estava, porém ele recusou.
Entretanto, eu insisti com ele, isto porque eu já estava louca para pegar no pau dele e obviamente mamar no pau daquele senhor. Ele fazia o meu estilo e, pela aparência, certamente seria como tantos velhos negros que já conheci e teria um pauzão preto enorme. Então eu falei para o velho dessa maneira, com uma voz bem sensual e suave: “Senhor, venha, pode sentar aqui perto de mim. Afinal, só estamos nós dois aqui.
Além do mais, eu estou me sentindo sozinha nesta madrugada. Venha, senhor, senta aqui perto de mim!” Mas o velho me disse: “Moça, ocê é muito linda, bonita demais. Deve ter algum namorado ou esposo. E se ele aparecer aqui e ver eu, um velho negro de madrugada, sentado perto de ocê conversando com ocê, ele não vai gostar, né mesmo, moça!?” Sorrindo, respondi para ele: “Senhor, pode sentar perto de mim sem nenhum problema e despreocupado e tranquilo.
Não vai aparecer homem nenhum aqui à minha procura, porque eu não tenho namorado e muito menos esposo. Simplesmente não tenho ninguém comigo!” O homem então sentou-se perto de mim e continuamos conversando. De imediato, dei uma olhada e percebi que o velho tem um pauzão enorme. Eu estava sentada no banco com as pernas cruzadas, descruzei as pernas e as cruzei novamente, só que cruzei as pernas deixando de propósito parte de minha calcinha de fora.
Mesmo com a iluminação precária, deu para o velho ver a minha calcinha branquinha e deu para ele ver minhas coxas extremamente grossas. O velho conversava comigo olhando para minhas coxas grossas, para minha calcinha e para o meu decote. O meu perfume deve ter contaminado o velho, porque eu percebia o volume que o pauzão do velho estava fazendo na bermuda desgastada que ele usava. Era impressionante e me impressionava cada vez mais.
O desejo de mamar e chupar o pistolão do velho catador de latinhas já estava me dominando. Nisso, então, né, eu fiz as seguintes perguntas bem objetivas e diretas para aquele velho: “O senhor é casado? Se é, tem relações sexuais com sua esposa? Ela te dá todos os dias a buceta?
Quantos anos o senhor tem? O senhor já pensou que poderia acontecer em uma madrugada uma moça bonita, uma mulher bonita, perfumada, cavalona, bunduda e muito mais nova que o senhor poderia te dar a buceta? O senhor aceitaria?” Então aquele velho me respondeu dizendo o seguinte: “Moça, eu tenho 64 anos. Eu sou casado sim, mas a minha esposa é muito doente e já faz muitos anos, muito tempo mesmo, que ela não me dá a buceta.
Ah, moça, já pensei e imaginei sim se uma moça bonita, perfumada e muito mais nova que eu me dá a buceta. Eu ia meter muito nela, mas isso é muito difícil de acontecer comigo. Sou apenas um simples velho negro catador de latinhas!” Mas perguntei para ele: “Como então o senhor faz? Deve ter constantemente uma vontade imensa de pegar e meter em uma mulher, né mesmo, senhor?” O velho deu uma risada meio que sem graça e me falou: “Moça, você nem imagina como eu tenho vontade de pegar uma moça, uma mulher, meter nela.
Como eu não tenho uma chance dessa, o meu recurso é bater punheta!” O velho me perguntou: “Moça, quantos anos ocê tem?” Eu respondi: “Eu tenho 32 anos!” Eu e aquele senhor negro catador de latinhas ficamos alguns segundos em silêncio. E a cada segundos, minutos que passavam, mais eu desejava mamar no pau daquele velho. Eu permanecia com as minhas pernas cruzadas, mostrando parcialmente minha calcinha branquinha. Nisso, me cheguei mais perto daquele velho e pedi a ele para fazer o seguinte: “Senhor, pode passar as suas mãos nos meus joelhos, nas minhas coxas, nos meus seios.
Enfim, pode passar as mãos no meu corpo inteiro. Não precisa ter medo, eu que estou autorizando para o senhor fazer isso!” Gente, o velho passou as mãos nos meus joelhos, nas minhas coxas grossas, na minha bundona, nos meus peitões enormes, mesmo estando ainda por dentro do sutiã. Dei uma olhada: o pauzão do velho estava a ponto de romper a bermuda surrada e pular para fora. Agarrei-me naquele pauzão ainda por dentro da bermuda.
Entretanto, deu para mim sentir o tamanho enorme daquele pau e, ao mesmo tempo, pedi para o velho colocar para fora aquele pauzão, dizendo essas palavras: “Olha só, senhor, eu quero ver como é o tamanho do pau do senhor. Eu quero pegar nele, sentir ele em minhas mãos e quero dar uma mamada gostosa nele!” O velho se levantou do banco, desabotoou a bermuda surrada, abaixando-a. Gente, pulou para fora um pauzão preto enorme, monstruoso, super ereto, duro. Eu coloquei uma mão no rosto, demonstrando meu espanto e admiração com o tamanho daquele pau.
Que pauzão! E olha que eu sou acostumada com paus grandões de velhos negros. Porém, o tamanho daquele pau me impressionou, e eu perguntei ao velho: “O senhor poderia me dizer quantos centímetros tem o seu pau e qual é a causa de ter um pauzão deste tamanho?” O velho, sorrindo, respondeu dizendo: “Moça, vou falar a verdade para ocê. O meu pau duro como está agora eu já medi: são 27 cm.
A causa de eu ter este pauzão é que eu sou descendente de negros africanos. Meus avós vieram da África!” Então agarrei-me naquele pauzão, punhetando ele com as duas mãos. Mas eu falei para o velho negro: “Olha só, senhor, eu quero é mamar, chupar esse pistolão preto que o senhor tem. Porém, para eu fazer isso, temos que ir para um outro lugar mais seguro.
Aqui pode surgir alguém e flagrar eu mamando no pistolão do senhor!” O catador de latinhas falou para mim: “Moça, eu sei de um lugar seguro. É só ocê me acompanhar!” Eu saí acompanhando aquele velho. Ele me levou para um imóvel, um prédio de cinco andares inabitável que foi interditado pelo meio ambiente por se tratar ali de uma área verde protegida. Nisso, nós fomos para o térreo do imóvel.
O velho conhece bem ali. Segundo ele, ali é o esconderijo dele para bater punhetas. É bem escondidinho o local. Então, né, o velho abaixou novamente a bermuda.
Eu me coloquei de cócoras, agachada, já com minha blusa desabotoada, com meus peitões enormes para fora do sutiã. E desta vez, caí eu de boca naquele pauzão preto, mamando nele loucamente. Aquele monstruoso pistolão não coube inteiramente na minha boca. Entretanto, eu chupei muito a cabeça enorme daquele pauzão.
Mas o homem negro catador de latinhas me disse: “Moça, eu quero pegar nesses peitões enormes que tem e quero mamar neles. Quero chupar os bicos dos seus peitões!” Parei de mamar o pauzão do velho, fiquei de pé. Aquele senhor negro pegou, apalpou meus peitões. Eu propriamente percebia que o velho estava impressionado com o tamanho dos meus seios e comentou: “Uai, moça, ocê tem uns peitões grandes.
Eu nunca vi peitos com este tamanho. Até parece que eu tô sonhando com uma loirona!” Sorrindo, eu falei para ele: “Não, não, o senhor não está sonhando coisíssima nenhuma. Tudo é realidade, tudo é verdade. E a loirona que o senhor está tocando nos peitões dela é verdadeira.
E o senhor, se quiser, pode mamar neles. Vou adorar!” Gente, o homem abocanhou um dos meus peitões, mamando em um e apalpando o outro seio. Enquanto isso, eu sentia o pauzão do velho cutucando nas minhas coxas grossas, mesmo eu estando ainda vestida com a saia. Deixei o velho mamar e chupar meus peitões o quanto ele quis.
Até que o velho falou para mim: “Moça, tô querendo ver a sua buceta e enfiar o meu pauzão grosso nela. Ocê, moça, vai aguentar 27 cm atolado na sua buceta!?” Sorrindo, eu falei: “Ah, senhor, eu aguento sim. É só o senhor ir um pouco devagar. Eu sempre quis sentir na minha buceta um pauzão negro com um tamanho exagerado!” Bom, então, né, tirei a minha saia.
Eu fiquei por alguns instantes só de calcinha branquinha. O velho me chamou mais para dentro do térreo, porque tinha um lugar bom para mim deitar. E realmente tinha mesmo: uns estofados, sofás, coisas do tipo. Eu deitei em um daqueles estofados, tirei minha calcinha.
Estava um pouco escuro. O homem negro quis ver a minha buceta. Então, com a lanterna do meu celular, clareou, e o velho viu a minha buceta escandalosa, coberta por pelos pretos misturados com alguns aloirados. Quando o velho viu realmente a minha bucetona cabeluda, ele ficou impressionado com o tamanho da minha buceta e reagiu dizendo: “Moça, que bucetona cabeluda ocê tem.
Faz muito tempo que eu não vejo uma buceta de perto, ainda mais uma bucetona cabeluda de uma moça muito bonita. Uma loirona bucetuda ocê é!” Sorrindo, eu falei para ele: “Senhor, agora quero sentir o pauzão do senhor nessa bucetona cabeluda e carnuda!” De imediato, abri minhas pernas. Minhas coxas grossas e robustas e minha bucetona cabeluda ficaram arreganhadas, escancaradas para o velho negro meter. Senti a cabeça enorme daquele pauzão nela.
Como de costume eu faço, rebolei. O velho socou seguidamente. O pistolão estava extremamente durão, entrava com toda força. Até parecia que o velho catador de latinhas não pegava uma mulher fazia muito tempo.
Eu rebolava e gemia sem parar. O velho socava incisivamente, estava a fim de sentir o pistolão tamanho exagerado por inteiro na minha bucetona. Eu propriamente sinalizava que estava adorando. Bom demais.
E não aguentei segurar o meu desejo. Meu coração batia mais acelerado, minha respiração estava ofegante. Parecia até que eu iria ter um ataque. Afinal, estava um pauzão preto enorme de 27 cm atolado inteiramente na minha buceta.
Eu gozei gostosamente em mais um pauzão preto enorme, monstruoso, de mais um velho negro. Dessa vez, um simples senhor negro catador de latinhas. E obviamente, o velho negro percebeu eu gozando. Nisso, o homem falou ironicamente para mim: “Eh, moça, tá guardado na sua bucetona cabeluda carnuda um pauzão preto enorme que tem 27 cm.
Ele tá atolado até no saco!” Sorrindo, eu falei para o velho pauzudo: “Ah, senhor, eu estou amando sentir em minha rachada 27 cm atolado nela!” Naquele momento, o velho me segurou com força, socou com força. Eu senti aquele monstruoso pistolão se pulsando dentro da minha bucetona. O velho começou a gozar, enchendo minha buceta de porra. O velho negro gozou, gozou e parecia que não iria parar de gozar, enchendo minha bucetona de porra.
O pauzão preto pulsava sem parar, jorrando porra quente dentro da minha rachada. Acabei me excitando e gozei gostoso pela segunda vez. Bom, então o homem retirou o pauzão da minha buceta. Ele estava literalmente lameado de porra.
Ele esfregou aquele pistolão na minha cara, lameando ela de porra. Caí eu de boca e com minha própria língua limpei o pistolão do velho. Então ele enfiou aquele pistolão em minha boca, socou,
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