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Liberdade Invisível

Publicado em dezembro 26, 2022 por Samara Sinclair

Elayza havia sido contratada provisoriamente em dezembro, devido a alta movimentação comercial que ocorre todos os anos durante as semanas que antecedem o natal. Ela chamava muita atenção dos homens no escritório por conta de sua altura, por conta de seu porte físico acima da média e por conta de seu cabelo peculiar, curto e com algumas mechas coloridas na franja.

Por mais que os homens flertam com ela, Elayza sempre desviava desses assuntos e mantinha-se focada no trabalho, por mais que ele fosse apenas temporário, porém havia uma pessoa naquela empresa o qual Elayza não conseguia evitar de olhar sempre que passava, ela era Angélica, uma funcionária que trabalhava na empresa há quase dois anos, que estava sempre animada e sorridente quando conversava com seus colegas, mas do qual ninguém sabia muito sobre a vida particular.

Na segunda semana de trabalho, Elayza já sabia exatamente quando Angélica iria passar pela porta do elevador com um punhado de pastas e planilhas em suas mãos.. Ela era baixinha, tinha longos cabelos castanhos, e estava sempre muito bem arrumada com vestidos, palitos e saias sociais.

Na semana do natal, Elayza assumiu para si mesma que estava interessada nela e decidiu puxar conversa para finalmente poder tirar essa vontade da cabeça.

— Oi, você e a Angélica não é?  — Elayza perguntou repentinamente perto do bebedouro.

— Ai que susto! — Angélica disse após dar um pulo e derramar um pouco de água.

— Desculpe… não era minha intenção — Elayza disse sem jeito.

— Não. Eu é que estava distraída, sabe esse mês tá uma loucura aqui, você é uma das novatas não é?

— Elayza.

— Prazer em conhecê-la Elayza…

Angélica era exatamente o que Elayza esperava, uma pessoa agradável, sorridente e que não calava a boca nem por um segundo.

Os pequenos intervalos daquela semana foram recheados de conversas e de risadas entre as duas, Elayza sentia que sua presença era apreciada por Angélica, e ela em retribuição buscava ela sempre que possível para oferecer um café, contar uma fofoca ou apenas para fazer uma piada.

Com o tempo, Elayza começou a pensar o porquê Angélica não tinha ninguém, e o porquê ela apesar de ser muito carismática, não tinha amigos ou amigas no trabalho, apenas conhecidos e colegas. Alguma coisa estava errada, as pessoas pareciam se afastar de Angélica sempre que conheciam ela a fundo, Elayza só não sabia se o problema era com Angélica ou se era com as pessoas, pois no fundo ela sabia que a maioria das pessoas apreciava as aparências, a superficialidade, elas não gostam, ou tem receio, de pessoas que se mostram como realmente são, e Angélica, era uma dessas pessoas, que não tinha vergonha de suas ações, nem de suas emoções e nem de seus pensamentos.

Uma noite antes da véspera de natal, Elayza convidou Angélica para sair, Angélica aceitou, mas disse que estava muito ocupada e que infelizmente ficaria até mais tarde no escritório para terminar, mas Elayza sem titubear disse que iria esperar por ela até que ela terminasse.

As 20:15 da noite, ambas saíram do prédio, as ruas já estavam vazias, as lojas que haviam ficado abertas até mais tarde já estavam fechadas e por conta disso, ambas sentiram-se à vontade para caminhar abraçadas pela calçada enquanto os enfeites de natal piscavam ao redor.

Conversaram sobre futilidades, falaram sobre si, sobre a família e sobre assuntos que iam e vinham, já estava claro para ambas o que estava acontecendo e isso fazia a conversa fluir leve assim como a neve que caía ao redor.

Após alguns minutos de caminhada, ambas foram até uma praça, onde havia uma grande fonte no centro, nela Angélica se sentou e Elayza posicionou-se a frente, com seu rosto bem próximo ao dela, lá ambas trocaram mais meia dúzia de palavras e se beijaram pela primeira vez.

— Eu preciso te falar — Angélica disse após o beijo — antes de qualquer coisa eu preciso que você saiba de uma coisa ao meu respeito… eu… gosto muito de ficar pelada.

— O que? — Elayza disse depois de uma breve risada.

— Eu fico sempre que posso e às vezes quando eu não posso. Eu espero que isso não seja um incômodo para você.

— Não eu… acho que não é.

— Não? Jura? Ai que bom! — Angélica disse animada antes de abraçar Elayza com seus braços e suas pernas. Elayza não entendeu o motivo dela ter ficado tão feliz, mas sorriu de volta e a beijou mais uma vez.

Quando ambas chegaram em casa, Elayza logo fechou a porta e agarrou Angélica mais uma vez tirando-a do chão, Angélica envolveu seus braços ao redor do pescoço de Elayza e suas pernas ao redor de sua cintura.

Entre um beijo e outro, Angélica tentava guiar Elayza pela casa, até que chegaram ao quarto, lá Elayza jogou Angélica sobre a cama e se jogou por cima dela, beijando-a ainda mais. Depois Elayza se levantou e começou a tirar a saia de Angélica, ela que enquanto isso, desabotoou seu palito o jogou para trás e pronto, já estava completamente nua perante Elayza, sem calcinha e sem sutiã.

Elayza pretendia tirar sua roupa também, mas Angélica foi bem mais rápida do que ela, e após vê-la assim, não resistiu e pulou de boca em seu peito, depois foi descendo até que chegou em sua buceta e esfregou seus lábios contra os de Angélica, ela que por sua vez abriu suas pernas e segurou a parte de trás de suas coxas com ambas as mãos antes de se contorcer de prazer.

Na manhã seguinte, ambas acordaram quase que simultaneamente em meio às cobertas e trocaram carícias antes de Angélica se levantar e caminhar nua até a cozinha. Elayza ainda sonolenta cochilou brevemente até que Angélica voltou com uma bandeja de café da manhã e colocou-a sobre a cama.

Como era véspera de natal, não tiveram que ir para o escritório e puderam ficar deitadas durante quase toda a manhã e durante todo o tempo, Angélica não vestia nenhuma peça de roupa, assim como havia dito que fazia, não importava para ela que as janelas do apartamento não estivessem coberta, ela perambulava de um cômodo a outro com a maior naturalidade.

— Nenhum vizinho nunca se incomodou? — Elayza perguntou certo momento.

— Não. Ninguém nunca olha para mim assim, não sei porquê.

Neste dia, ambas tinham que encontrar com suas famílias para poderem ajudar a organizar a ceia, e por conta disso, Elayza teve que sair antes do almoço, mas disse antes de sair disse que mal podia esperar para se encontrar com Angélica novamente.

*

As festas de natal e de réveillon passaram, e junto com um novo ano, o namoro de Angélica e Elayza começou.

Mesmo que seu contrato fosse provisório desde o início, Elayza manteve esperanças e se esforçou ao máximo para ser efetivada na empresa para passar ainda mais tempo perto de Angélica, porém infelizmente isso isso não aconteceu, mas saiu de lá com ótimos elogios e também com uma boa indicação por parte de seus superiores.

Enquanto procurava emprego, Elayza passou alguns dias dormindo no apartamento de Angélica, que era bem espaçoso e próximo do centro. Enquanto morava lá, Elayza percebeu que era eufemismo dizer que Angélica gostava de ficar pelada, na verdade ela aparentava odiar ter que usar roupa, como se elas a fizessem mal ou  a sufocasse. Havia um cabide perto da porta, que assim que ela entrava já arrancava todas as suas roupas e pendurava lá, ou então jogava-as em um canto qualquer, ou já ia para a área da lavanderia e já enfiava tudo na máquina de lavar.

No início, isso mexeu muito com o libido de Elayza, que queria fazer sexo com ela quatro ou cinco vezes por dia, mas com o tempo, passou a achar esse habito um pouco estranho. Calcinhas e sutiãs eram coisas que simplesmente não existiam em sua casa, ela nunca usava pois dizia que era incômodo.

Em finais de semana, Angélica passava quase dois dias inteiros nua e vestia algumas poucas e curtas peças de roupa, apenas quando tinha que sair para comprar alguma coisa.

Angélica também não tinha pijamas ou peças casuais, suas roupas e seus sapatos estavam quase todos novos dentro do guarda roupa, já que ela só as usava fora de casa.

Não importava a hora do dia, não importava o que ela estava fazendo, se estava frio ou calor, Angélica cozinhava, fazia faxina, assistia TV e dormia completamente pelada, sempre com as janelas abertas.

Certa vez, Angélica foi convidada por sua família para passar um final de semana na fazenda de seus avós, seus tios, seus primos e alguns amigos da família também estariam lá, então Angélica aproveitou e convidou sua namorada para que ela pudesse conhecê-los.

Neste dia, Elayza estava nervosa, acordou cedo e conferiu as manas uma dúzia de vezes para ter certeza de que não iriam deixar nada para trás. Angélica por outro lado dormiu até tarde e quando foi acordada por Elayza já em cima da hora, simplesmente se levantou da cama, jogou um vestido bem leve sobre seu corpo, calçou um par de chinelos e disse que já estava pronta. Elayza maquiada, com seu cabelo arrumado e com um conjunto de roupa escolhidas a dedo, olhou paralisada para Angélica por alguns segundos e depois riu.

Quando desceram para a garagem, Angélica ajudou Elayza a colocar as malas no carro e depois se largou no banco do passageiro e disse que não ia dirigir, Elayza revirou os olhos, mas entendeu que ela queria continuar dormindo pois estava muito cansada devida às horas extras que estava fazendo no escritório.

Elayza dirigiu o caminho todo e quando chegaram na auto estrada, Angélica retirou seu vestido, jogou-o no banco de trás e voltou a se deitar. Elayza queria dizer quase que por instinto “Ei! Não faça isso aqui!”, mas logo se conteve e deixou que sua namorada continuasse a dormir.

Assim que chegaram na fazenda, Elayza acordou Angélica que se vestiu novamente e desceu do carro para poder cumprimentar a todos.

A família de Angélica recepcionaram-nas muito bem, a fazenda era linda, a casa era enorme e tinha vários quartos disponíveis, mesmo com quase trinta pessoas lá dentro ainda sim havia muito espaço disponível.

Com alegria e orgulho, Angélica anunciou para todos ali: “Esta é minha namorada”, mas apesar de todos ali terem recepcionado e tratado ela muito bem, parecia haver algo errado. Eles negavam-se a chamá-la de “A namorada da Angélica” ao invés disso chamavam-na de “A amiga da Angélica”. Ambas se incomodaram muito com esse fato, mas decidiram deixar para lá, pois já estavam acostumadas a serem tratadas daquela forma, como se fossem invisíveis.

Quando a noite caiu, Angélica retirou seu vestido e ficou sentada na janela do quarto vendo as estrelas, Elayza nem mesmo se deu ao trabalho de trancar a porta, pois sabia que ninguém iria incomodá-las.

No dia seguinte, logo de manhã, ambas saíram cedo para caminhar pela propriedade, Elayza com um par de botas, uma calça jeans, uma blusa quadriculada e um chapéu, e Angélica apenas com seu vestido e seu par de chinelos.

O tempo estava fechado e durante a caminhada começou a chover de maneira branda, mas isso não incomodou as duas, passaram pelos estábulos, pela horta e pelos pastos enquanto Angélica ia contando histórias de sua infância, das suas brincadeiras na fazenda e de uma “amiga” que morava na fazenda vizinha há uns anos atrás.

Quando terminaram o passeio, ambas voltaram para a casa e despediram-se de todos dizendo que já era a hora delas irem embora.

Assim que saíram da propriedade, Angélica mais uma vez retirou seu vestido que estava encharcado, torceu-o pela janela e o jogou novamente sobre o banco de trás.

*

Demorou algumas semanas, mas Elayza finalmente conseguiu um emprego em outro escritório de contabilidade, desta vez fixo, ela já estava ficando preocupada e sentindo-se inútil, mas assim que conseguiu o emprego voltou a ficar radiante e passou a frequentar tanto o apartamento de Angélica, que ela a convidou para que morassem juntas. Elayza adorou a ideia e disse que fazia questão de dividir todas as despesas.

Talvez os dias que se seguiram tenham sido os dias mais felizes que ambas já tiveram até então. No aniversário de um mês de namoro, Angélica chegou em seu apartamento e começou a preparar um jantar romântico, com direito a pétalas e velas espalhadas pelo chão.

Assim que Elayza passou pela porta, Angélica correu nua e pulou em cima de sua namorada envolvendo seus braços e suas pernas em torno dela.

— Surpresa! — Angélica gritou nos braços de Elayza.

— Ai vem cá minha peladona — Elayza disse antes dar um beijo em sua amada enquanto levava ela em seus braços até o quarto.

— Sim. Eu sou sua peladona… eu sou sua peladona — Angélica dizia deitada na cama enquanto Elayza acariciava e beijava seu corpo.

*

No dia seguinte. Angélica e Elayza acordaram cedo, aquele era um sábado, estava quente e ambas decidiram que aquele era um bom dia para ir à praia.Ambas vestiram seus biquínis, desceram até a garagem e saíram de carro para lá.

Chegando lá, caminharam de mão dadas pela multidão e foram para um lugar reservado, atrás de um rochedo, lá elas estenderam suas toalhas e se deitaram para tomar sol.

Pouco tempo depois, Angélica levantou- se, retirou o seu biquíni e caminhou até o mar.

Como a inocência de uma criança, ela pulou no mar e dançou com a água enquanto sorria.

— Vem aqui — Angélica disse para Elayza — ninguém vai ver, ninguém nunca vê.

Mesmo com receio, Elayza desamarrou seu biquíni e depois correu nua para o encontro de Angélica.

Em meio às ondas, risadas, sorrisos e carícias, ambas se abraçaram e se beijaram, várias e várias vezes.

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