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Levei minha amiga casada gostosa pro motel

Publicado em julho 30, 2020 por Joe

Dizem que o afrodisíaco mais potente é a proibição. E quem já desejou alguém comprometido sabe o quanto essa frase pode ser verdade.

Durante o ensino médio (em 2010, quando eu tinha 16 anos) me aproximei de uma garota que, na época, já era noiva. Tai (o nome dela abreviado por questões de sigilo), era dois anos mais velha do que eu e acabamos criando uma amizade muito sólida. Éramos tão unidos que as pessoas ao redor assumiam que tínhamos algo a mais, o que não era verdade. Mas, de minha parte, confesso que a vi com outros olhos diversas vezes, porém não cheguei a tomar uma atitude em respeito a nossa amizade e ao noivado dela.

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Tai era morena, com cabelos escuros, lisos e compridos. Usava óculos de grau leve que, ao me ver, a deixava mais bonita ainda, realçando seus olhos castanhos. Tinha cerca de 1,55 de altura e um corpo incrível! Nada exagerado, tudo na medida certa com seus seios medianos, bunda empinadinha, mas não enorme. Adorava ficar abraçado com ela quando estávamos juntos, seu cheiro era doce e me provocava.

Conforme fomos ficando mais próximos, trocávamos mais confidências, ao ponto de que ela me confessou de que não estava feliz com o casamento precoce que estava por vir. Disse a ela para não casar se aquilo a fosse deixar infeliz. Ela me respondeu que já era tarde, não queria decepcionar a família e nem tinha coragem de terminar com o noivo.

E assim foi! O tempo passou, mudamos de sala, entrei para a faculdade de computação e aos poucos fomos perdendo contato. Como acontece com muitos, ela foi se tornando apenas uma memória boa da época de escola. Até     que, certo dia, isso mudou…

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Recentemente, em 2019, conversando com uma amiga, também da época do ensino médio e que continuava próxima de mim apesar do tempo, acabamos citando esses anos que haviam passado e as pessoas que haviam feito parte de nossas jornadas. No meio disso citamos a Tai, da qual ela me disse que ainda mantinha contato esporádico! Perguntei à minha amiga se poderia me passar o tal contato e ela concordou.

Aprendi que aqui em Belém do Pará nunca se perde o contato permanentemente!

E assim a chamei no whatsapp. Tai ficou surpresa! Eu agora estava com 25 anos e havia mudado. Estava mais maduro fisicamente e mentalmente e sei que isso chamou a atenção dela. Tai havia mudado também. Não usava mais óculos e estava um pouco mais cheinha, mas isso não a deixava menos linda e gostosa!

Voltamos a nos aproximar e tínhamos a sensação de que nada havia mudado entre nós. Continuávamos próximos e não demorou pra trocarmos confidências novamente. Ela ainda estava casada, porém a relação com o marido era instável. Tai não estava feliz. Em meio a isso tudo ela me confessou que tinha desejo por mim na época de escola! Fiquei surpreso e também confessei. Nos perguntamos como deixamos tudo aquilo passar em branco. Mas a partir daquele momento algo entre nós se iniciou…

Pouco a pouco nossas conversas tomaram um rumo mais sugestivo, ao ponto de que não escondíamos mais o desejo que tínhamos um pelo outro. As conversas estavam mais quentes e trocávamos fotos provocantes. Não aguentávamos mais! Precisávamos nos ver!

Tai agora morava na cidade vizinha, em Ananindeua. Era totalmente contramão de onde eu morava, em Belém, pra bandas do bairro de Icoaraci, mas isso não nos impediu. Marcamos de nos encontrarmos no shopping que fica na divisa de nossas cidades. Num dia de folga do meu trabalho ela me disse que o marido havia saído pra trabalhar e que poderia me ver.

Fui ao shopping pela tarde e ela estava lá. Linda, gostosa, com aquele cheiro doce, um corpo mais cheinho e provocante. Estava com um vestido jeans azul (que lembrava um macacão) cheio de botões que o permitiam abrir na parte da frente. Naquele dia estava usando um rabo de cavalo e tênis brancos que combinavam com suas pernas sexys!

Ficamos no shopping conversando por um tempo mas logo fomos para o carro dela, que era peliculado e estava no estacionamento do shopping. Começamos a nos beijar insaciavelmente. A boca dela era macia e sua língua quente e deliciosa.  Não demorou para que ela desabotoasse a minha calça, pois ela sempre dizia em nossas conversas que era louca pra me chupar. Tirou uma menta extra forte do porta-luvas e começou a abocanhar meu pau, que já estava muito, muito duro. Ela me masturbava, engolia meu pênis  e passava a língua vorazmente. No banco do passageiro eu sentia aquela boca quentinha e a ardência gostosa da menta que ela tinha na boca. De lá eu a acariava, passando as mãos nos seus seios deliciosos, que agora estavam maiores. Eu queria foder ela toda, escutar os gemidos dela. Já estava com um tesão absurdo! Depois me provocar bastante me chupando, ela riu e concordamos a ir pra um motel. Quem é de Belém e Ananindeua sabe que na BR-316 é cheio de motéis!

Escolhemos um e ela dirigiu até lá. Logo estávamos livres para fazer o que quisermos…

Entramos no quarto, fui beijando aquela boca até ir deitando por cima de Tai, naquela cama enorme. Eu beijava sua orelha, descia e abocanhava o pescoço, sempre tomando cuidado pra não deixar marcas. Ela gemia e se arrepiava quando eu passava a língua no seu pescocinho macio… ela era deliciosa! Tantos anos de desejo acumulado…

Tirei minha camisa e ela gostou do que viu. A academia estava dando bons resultados pra mim! Logo eu estava desabotoando seu vestido. Cada vez que desabotoava eu beijava sua barriga que ia ficando cada vez mais exposta. Ergui suas pernas lindas, uma de cada vez, tirei seus tênis e meias brancas, beijei e mordisquei as solas dos seus pezinhos macios. Ela se arrepiou tanto que soltou uma risadinha. Entre beijos e chupões fui subindo minha boca por aquelas pernas gostosas. O vestido já desabotoado totalmente revelava a pele morena delicada e macia de Tai, que era parcialmente coberta pela lingerie branca e cheia de detalhes, tudo ali pra me provocar e excitar. Tirei seu vestido e logo tirei minha calça. Deixei-a de bruços e abocanhei sua nuca enquanto tirava seu sutiã. Dava pra notar o arrepio por todo o seu corpo. Enquanto a despia, estava por cima dela, fazendo movimentos leves que com meus quadris de modo que pressionava aquela bunda perfeita com meu pau duro. Desci beijando as costas de Tai e segurava seus braços de modo que ela ficasse sob minha dominação. Larguei seus braços para tirar sua calcinha e pude ver o quanto a bunda dela estava maior do que eu lembrava. Estava uma delícia! Apertei com minhas mãos grandes, beijei  e chupei aquele rabo gostoso, mordendo com cuidado para não marcar. Confesso que foi difícil não deixar uma marquinha ali, já que estávamos cheios de tesão e a bunda dela era mais clarinha que o resto do corpo. Enquanto apertava sua bunda tentei massagear seu cuzinho com meu polegar, mas ela disse rindo:

-Opa! Aí não pode!

Eu ri de volta, logo virando ela de frente pra mim. Vi aqueles peitos grandes, os biquinhos de água na boca… agarrei eles para abocanhar e chupar à vontade. Ela gemia de um jeito tão gostoso que me fazia chupar cada vez mais. Me diverti com seus seios suculentos e fui descendo pela barriga com a minha boca enquanto já massageava aquela bucetinha delicada e deliciosa. Estava lisinha e raspadinha. Abri suas pernas, beijei e lambi suas coxas e virilhas, provocando-a!

-Me chupa! Vai!!

Disse Tai enquanto se contorcia de arreios.

Abocanhei aquela bucetinha que já estava molhada. Tinha aquele cheiro gostoso e doce da Tai… era uma delícia apertar aquelas coxas enquanto chupava e lambia aquele grelinho. Ela gemia, me excitava, cada vez mais ficava molhadinha e pronta pra mim. Depois de deixar aquela bucetinha encharcada e no ponto, tirei minha cueca boxer preta e coloquei a camisinha. Abri suas pernas e me posicionei por cima dela, enfiei meu pau grosso naquela buceta delicada e molhada… Tai era realmente uma mulher viciante!

Em movimentos iniciais de um vai e vem lento e ritmado, ela gemia, só parando de gemer alto quando nos beijávamos de língua. Eu variava entre seu pescocinho e seios fartos, sem parar de foder ela naquele ritmo. Tudo estava uma delícia no corpo de Tai. Comecei a meter mais forte, ela adorou. Gemia e pedia por mais. Entre palavras picantes, gemidos e respirações arfantes, nos provocávamos. Naquela hora ela era toda minha, aquela bucetinha não ia escapar de mim.

Sem tirar meu pau de dentro dela, me posicionei de joelhos, ergui suas pernas segurando-a pelos calcanhares e meti mais ainda. Num movimento mais rápido eu fodia Tai enquanto tinha uma visão maravilhosa daquele corpo provocante e a sua expressão de prazer que me excitava! Coloquei meu polegar direito em sua boca e ela chupou. Enquanto metia naquela bucetinha, usava meu dedo umidecido por ela para massagear seu grelinho. Ela gemeu mais ainda! Fazendo esse movimento e massageando-a, com minha mão esquerda erguendo sua perna esquerda, trouxe seu pezinho esquerdo para perto do meu rosto e mordisquei novamente suas solinhas macias e brancas. Dessa vez ela não riu. Tai estava mergulhada em total prazer, assim como eu estava com aquela visão perfeita. Aproximei minha boca perto de sua orelha, lambi bem de leve e sussurrei:

-Vira essa bunda gostosa pra mim?

Ela concordou na hora com um sorriso bem safado, porque sabia que de quatro era uma das minha posições preferidas. Eu havia mencionado isso em uma de nossas conversas picantes! Logo ela estava lá, com aquele rabo empinado pra mim, pronta pra ser comida de quatro por mim. E eu sabia o quanto ela também queria isso. Tai queria me satisfazer e eu queria satisfazer ela.

Segurei sua bunda deliciosa com uma mão enquanto usava a outra para meter naquela bucetinha bem devagar, bem fundo… mesmo com camisinha dava pra sentir o quanto estava molhadinha. Comecei a comer ela de novo. Aumentando o ritmo eu mexia os quadris pra escutar ela gemendo mais alto e pedir por mais. Eu apertava e dava tapas naquela bunda perfeita, que foi ficando vermelhinha. Ousado, tentei massagear seu cuzinho de novo com meu polegar direito. Tai não protestou. Estava dominada e entregue. Continuei comendo aquela bucetinha enquanto massageava seu cuzinho com movimentos circulares, enfiando meu polegar bem de leve de vez em quando. Aumentei meu ritmo. Seus gemidos agora se transformavam em gritos de prazer. Minha respiração estava arfante de prazer e ela adorava aquilo. Olhada pra trás, por cima de seu ombro, procurando por mim e dizia, com uma expressão safada:

-Me come!! Essa bunda é sua!!

Eu ia à loucura com aquilo! Meti mais forte enquanto segurava sua cintura! Puxei e segurei seu rabo de cavalo com uma mão e batia na sua bunda com a outra mão. Estávamos delirando de prazer! Ela foi baixando a cabeça aos poucos até ficar encostada na cama e com aquela bunda pra cima. Estava dominada. Só podia ficar empinada ali pra mim, levar na bucetinha e apanhar na bunda. Mas eu sabia que ela só gozaria por cima de mim. Mudamos a posição.

Ela sentou no meu pau grosso de frente pra mim. Começou a rebolar bem gostoso. Ainda bem que tenho um ótimo controle, senão já teria gozado logo na primeira rebolada! Era uma delícia. Ela rebolou cada vez mais, eu abocanhei seus seios… ela gritava de prazer! Era a posição favorita dela. Sabia que logo estaria gozando pra mim. Foi sentando cada vez mais rápido enquanto eu a segurava pela sua cintura. Não demorou pra ela ter o orgasmo mais gostoso daquela transa. Enquanto terminava de gozar ela reduzia o ritmo, sentando cada vez mais devagar… Tai estava satisfeita e eu adorei ter deixado ela daquele jeito. Mas ela também queria me satisfazer.

Tai saiu de cima de mim, a expressão provocante… tirou a camisinha e me chupou com ainda mais vontade do que antes. Engoliu meu pau ainda mais com aquela boquinha quente… não resisti. Gozei naquela hora enquanto ela continuava me chupando… uma delícia…

De repente ela correu para o banheiro para cuspir toda aquela porra que estava na sua boca. Nós rimos. Ela não conseguia engoliar!

Após mais um tempo ali, tivemos que voltar… Tai retornaria pra sua vida, cheia de atuações e máscaras com o marido. Mas aquela ali seria somente a nossa primeira transa…

Se você gostou desse conto e tem curiosidade sobre mais detalhes, como as fotos, envie e-mail para 🙂

Logo estarei postando mais contos reais! Até a próxima!

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