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JÁ MOREI NA RUA. (04) Nada esconder. Final. Verídico

Publicado em setembro 3, 2025 por Romeu
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…. segue do 03, acolhido pela Duda…

Ali onde a Duda havia me colocado, sempre esperando uma surpresa qualquer, pq ela comandava tudo, na realidade ela me usava, para faturar.

Com a passar do tempo eu já estava tão usado como ela, ela parece que gostava de saber que um pauzudo me comia, então, ela só me oferecia para bem dotados. Quando eles começavam tirara a roupa eu já sabia que ia aparecer um pauzão. Eu continuava todas semanas uma noite dormir com a Duda, sempre sempre ela fazia eu comer ela, algumas vezes ela me comia.

Pela segunda vez, ela me chamou dizendo que um amigo/cliente, viria naquela tarde e ia trazer o filho, bem novinho para iniciar, queria que ela iniciasse com um outro novinho como eu, que era para eu comandar tudo, ele não sabia nada. Entendi, via TV quando ela entrou no meu quarto, com o tal amigo/cliente, e um garotinho, magrelo, bem branquinho. Duda e o pai dele, falaram algo, o pai falou com ele, fecharam a porta e foram embora. Fiz sinal com a mão para ele se aproximar e convidei para ele sentar na cama comigo. Ele muito acanhado, bastante nervoso, perguntei, nome, idade, já minha mão na perna dele, apertando bem devagar, perguntei se tinha namorada, fazendo de tudo para ele relaxar. Pedi para ela levantar, e coloquei ele bem na minha frente, fiquei sentado e comecei soltar o cinto dele, baixei a calça dele até os pés, ficou só de cueca, e um pequeno volume aparecendo na cueca. “Deixa eu ver o que vc tem aqui”, baixei a cueca dele, ficou dependurado um pauzinho bem magrinho, era circuncisado, cabeça exposta, puxei ele para mais perto de mim, e engoli o pauzinho dele, mole mas logo senti que endurecia, tirei a boca para ver admirar o pauzinho, voltei a engolir, agora já bem duro.

Como a Duda havia me falado que era pra fazer como eu quisesse , chupando o pauzinho, agarrei ele pela nádegas e puxei ele ainda mais pra mim, maldosamente, uma das mãos foi entrando no meio das nádegas com os dedos procurando o cuzinho dele, encontrei com a ponta do dedo, toquei testando a reação, ele nem se mexeu, fiz um leve pressão, ele continuou imóvel, mas eu senti o pau dele dentro da minha boca se contrair. Decidi, vou ver se ele me come e vou comer o cuzinho dele, vou inaugurar, mais um gayzinho para o mundo. Levantei e comecei tirar a roupa, já meio excitado com minhas ideias, dei uma rápida masturbada no meu pau, que logo ficou no ponto. Me aproximei dele, pauzinho duro, peguei, apertei, masturbei um pouco.

Fiz ele se ajoelhar na minha frente e esfregue o pau na boca dele, pedi, “abre, abre, engole e chupa”, ele obedeceu imediatamente, entrei naquele forno, boquinha quente, maravilha, comecei fazer vai e vem, bem devagar, entrava com o pau lá na garganta dele, que se engasgava, logo começou babar, então decidi que ele ia me comer, fiz ele levantar, estava de pau bem duro, pequei o tubo de gel, que estava embaixo do travesseiro, untei a cabeça do pau dele com o gel, e passei um pouco no meu cuzinho, sabia que não precisava, mas achei melhor assim, subi na cama e fiquei de quatro para ele, que por instinto subiu atras de mim, eu mesmo ajeitei o pauzinho dele no meu cuzinho e fiz um movimento de ir para trás, a cabeça entrou direto, com o braço pra trás, toquei no corpo dele numa das nádegas e puxei ele pra mim, entrou com tudo, eu não senti quase nada, mas ele não sabia o que fazer então eu me movimentava para frente e para trás, ele não dava sinal nenhum que se sentia algo, eu ajudava com a mão pra trás puxando o corpo dele, cansei, deixei meu corpo cair pra frente o pau dele saiu, apontava pra cima, bem duro ainda.

Me aproximei bem dele, e comecei apalpar as nádegas, empurrei ele um pouco, fiz se virar na cama ficou de bunda pra cima, ele aceitava tudo, abri as nádegas dele, e ali estava um cuzinho virgem com certeza, coloquei um dedo na boca e voltei com ele todo cum saliva minha, encostei o dedo no cuzinho dele, fiz com o dedo uma massagem ao redor, ele não se mexia, voltei e encostei a ponta de dedo e forcei o cuzinho dele, ele contraiu, “fica assim, não contrai, vc vai gostar”, enquanto falava pressionei mais o dedo e a ponta entrou, “vou comer teu cuzinho, bem devagar, vc vai gostar sei disso”, ele imóvel, alcancei o tubo de gel, e com dois dedos untei o cuzinho dele, e um dos dedos deixei escorregar pra dentro, ele contraiu outra vez, mas logo relaxou, aproveitei e empurrei mais o dedo pra dentro, cuzinho super apertadinho, mesmo assim o dedo entrou todo, fiquei imóvel por uns segundos, sentia algumas contrações do cuzinho, tirei o dedo bem devagarinho, “vem querido, fica de ladinho pra mim, vc vai gostar, vou fazer bem devagarinho”, ele se ajeitou, untei meu pau de gel, fiz ele levantar e dobrar uma das pernas, minha visão melhorou, encostei a cabeça no cuzinho dele, comecei um leve vai e vem, seguido, cada vez fazendo mais pressão, quando senti que começava a entra, segurei o corpo dele e dei um empurrão mais forte e profundo, foi aquele grito, “calma, calma, fica paradinho assim, já vai passar” falei, ele seguiu gemendo, mas sem se mexer, então me senti mais a vontade e fui empurrando, os gemidos deles aumentaram, mas em segundos eu estava com tudo dentro dele, caramba primeiro cuzinho virgem que eu comia, que apertado, que quentinho, bem devagar, comecei puxar um pouquinho e voltava empurrar, fui fazendo assim por um tempinho, mas logo senti que meu gozo estava chegando e não deu para segurar, agarrei ele forte, empurrei tudo segurando o corpo dele e gozei, um gozo como nunca tinha acontecido antes. Ele imóvel, comecei puxar o pau pra fora, escorreu meu gozo, com fezes misturada, escorreu no lençol.

Curioso abria as nádegas dele, o cuzinho escorrido, mas bem fechadinho, todas as pregas lá. Levantei, busquei uma toalhinha que entreguei pra ele, ele levantou molhou a toalhinha a pia e se limpou como deu, tudo sem dar uma palavra, vi ele então se vestindo, ele não me olhava, só veio até mim, e cabeça meia baixa, “vc não fala pra ninguém né ? meu pai me mata”, tranquilizei ele, “vem mais aqui, vamos conversar mais”, ele saiu do quarto sem olhar para trás. Minutos depois eu já deitado vendo TV, uma batida na porta, entrou o pai dele, ” e dai como foi, quero saber, me conta, ele fez legal ?”, “sim, sim, confirmei”, meio debochado mas ele não notou, “ele vai ser uns dos bons, pode acreditar”, o pai saiu com um sorriso no rosto.

Depois a tardinha conversando com Duda, disse a ela que queria sair dali, ter meu próprio apartamento, voltar a estudar, ela sorriu, surpreendi ela com minha proposta. “tenho um pequeno apartamento no centro, amanhã vamos lá, vc pode morar lá, a gente ajeita tudo para vc continuar ganhando seu dinheirinho……

Mudei para o apartamento de Duda, bem no centro, e minha vida mudou…

Os velhos costumes continuaram….

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