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JÁ MOREI NA RUA ( 03 ). Acolhido pela DUDA. Agéncia.

Publicado em junho 26, 2025 por Romeu
3.7
(3)

Por meses e meses continuei morando no apto da Duda, muitas coisas aprendi. A principal era que ela tinha me descoberto e me usava, me alugava, me vendia, mas como me dava um dinheiro bom e eu não tinha também outro lugar pra morar, aceitava as coisas que ela inventava, e também , bem lá no fundo, gostava muito daquela vidinha. A Duda demonstrava carinho por mim, insistia pra eu voltar a estudar, me sugeria quem sabe arrumar uma namoradinha, para saber como era essa relação, mas sempre sempre me alugando, me oferecendo para os contatos e conhecidos dela que eram muitos e assim seguiu meu caminho por um bom tempo.

A Duda me comeu muitas e muitas vezes, quando ela fazia meu pau endurecer , virava a bunda pra mim, eu comia ela, ela sempre dando explicações como se fosse uma aula, de como me comportar. Comprou um novo brinquedinho pra usar em mim, ela queria mesmo era me deixar mais largo, mais aberto, só que eu não entendia pq, forçava muito meu cuzinho, eu já tinha sofrido com um pauzão, ela alegava que era pra mim não sentir mais dor e começar a sentir prazer.

A grande mudança, novidade é que a Duda, alugou uma casa pouco fora do centro da cidade, tipo um sítio, bem escondido a casa, muros altos, e não sei como ela espalhou a notícia que precisava de meninas para trabalhar, chamava de trabalhar na agência. Incrivelmente começaram aparecer meninas lindas, novas, que era o que ela queria, ela então impunha certas condições, assisti diversas conversas com algumas das meninas. Tinham que ter compromisso de vir, ela sempre ia pagar elas no outro dia, tinham que aceitar o que os clientes quisessem, e reforçava o papo falando do anal, todas tinham que aceitar. Não poderiam beber nada de álcool, nem fumar, muito menos drogas. Todas que assisti aceitaram na hora e marcaram dia para começar a trabalhar, quase todas só a tarde e parte da noite. A Duda havia me chamado dizendo que eu deveria ajudar ela, quando não estivesse ocupado, ia melhorar o dinheiro que ia me dar.

Logo logo, as agência começou funcionar, aos pouquinhos foi aumentando o movimento, sempre sempre tinha um tarado para me comer, seguido isso acontecia. Duda continuava a me comer todas semanas, ele me chamava pra dormir com ela, em uma destas noites me falou que uma das gurias eu ia comer, ela queria que eu comesse, a Yasmim, ela achava que seria a melhor pra mim. Magrela, bem novinha, bonita. Foi com a Yasmim, que perdi finalmente minha virgindade com mulher, foi minha primeira vez, adorei. Fazia já algumas semanas que comigo não acontecia nada, voltei a comer a Yasmim mais vezes, então a Duda me avisou que um tal de Rodolfo antigo cliente dela vinha me conhecer. Curioso, queria saber como era, mas a resposta, “surpresa querido”.

Chegou o dia em que eu estava lá com as meninas, um dia quase sem movimento a Duda me chamou, “querido, o Rodolfo deve chegar em no máximo uma meia hora, já vai lá para trás, deixa tudo pronto, e fica lá esperando, eu levo ele lá. Devia realmente ser muito amigo dela, pq ela estava bem preocupada que tudo saísse bem.

Passou um pouco da meia hora que ela havia falado, quando a porta do meu quarto abriu, a Duda na frente e um cara, grandão acho que acima de 1.80 de altura, grisalho, forte, depois soube que tinha 58 anos. A Duda fez ele entrar, eu estava sentado na cama ao lado de uma maquina de costura que tinha ali, ele me olhou sorriu, a Duda saiu, eu como sempre fiz já fui me ajeitando na cama, estava só vestindo uma sunguinha, e fiquei olhando ele tirando a roupa, quando ele tirou a cueca, não acreditei no que vi, uma pauzão fora de qualquer normalidade, dependurado, começando a endurecer, uma cabeçona, que me deu medo, ele começou se masturbar, aquela coisa enorme endureceu, ficando meio curvada para baixo, só então ela falou, “tem gel né”, tirei o tubo que estava embaixo do travesseiro, e pensava ficar de quatro na cama, ele, me mandou sair da cama, ficar de pé, ele mesmo me ajeitou apoiado na mesa de maquina de costura, fez eu apoiar um pé na cama, e logo senti ele untando meu cuzinho com o gel, fiquei firme quando senti a cabeçona encostando no meu cuzinho, forçou diversas vezes num vai e vem curto, cada vez que se movimentava eu sentia que ele fazia mais força para entrar, e logo então, senti que meu cuzinho já não resistia mais, pensei que estava me partindo ao meio, senti dor, gemia alto, como se reclamasse, ele ficou imóvel por alguns segundos e voltou empurrar, a dor só aumentava, era muito grosso e grande, ele enfiou tudo, e puxava bem de vagar e voltava a enterrar tudo que tinha, sofri, a dor não passava, ele me segurando pela cintura, até que notei que ele acelerou, reclamei gemendo, mas dai ele segui apressado, me puxando pela cintura, gemeu alto, me puxou pra ele, e tudo enterrado dentro de mim, ele gozou, me segurando puxado contra o corpo dele, tudo dentro.

Segundos sem se mexer. senti um pequeno alívio na dor, sabia que o pau estava amolecendo, ele então começou puxar pra fora e meu alívio aumentando, eu sentia que estava puxando pra fora, até que senti que a cabeçona saiu, ele mesmo me passou uma pequena toalha higiênica que estava ali ao lado, mesmo assim não fui rápido suficiente, e o gozo dele e fazes minha, escorreram pelas minhas pernas. Ele lavou o pau na pia que tinha ali, sentei na cama protegida pela toalha, fiquei olhando ele se vestir, aquela coisa mesmo mole era enorme. Ele não falou nada, se vestiu e saiu ainda deixando a porta meio encostada. Meu cuzinho estava bem dolorido e ardido também. Eu estava dando um tempo para entrar na casa e ir no banheiro, precisava me lavar, foi então, que a Duda entrou no quarto, “e dai querido, como esta, esta tudo bem, machucou vc ?”, só respondi, “dor, dor, muita dor e agora sinto muito ardido também”, “deita ali na cama de bunda pra cima quero olhar”, falou.

Deitei ela logo veio abriu minhas nádegas, ficou em silêncio por segundos, ” é tá bem vermelho, mas isso é normal, não tem sinal de machucadura, logo a dor vai passar, coloca aquela pomada que te dei, e agora pode se considerar arrombado de verdade, mas isso é bom, legal, logo fica legal, vai te lavar agora, depois descansa” saiu do quarto, vesti minha cueca sunga, me enrolei numa toalha e fui para o banheiro. Lavando meu cuzinho arrombado, senti ardência mesmo, quando o sabonete escorreu no meu cuzinho. Depois falando com a Duda, sobre esta ardência que me deixou preocupado, ela, me tranquilizou, “querido, foram pregas que foram estouradas, isso logo vc não vai sentir mais nada, é assim que acontece, fica calmo”, voltei  para meu quarto………

Continua, JÁ MOREI NA RUA capitulo 04, Duda final.

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