Agora passado muito tempo, já um homem maduro ( 56 ), casado, com filhos e no anonimato é bem facil relembrar, como tudo começou. Sempre ouvia em minha casa, “diz com quem andas, que vou dizer o que vc é”. Falo de muitos anos atras, quando as coisas todas eram bem diferentes.
Já no estudo primário, 13/14 a, eu demonstrava ser bem agitado, não lembro minha altura, mas era um magrelo, loiro, que todos achavam que era Era costume na época, fazer trabalhos da escola em casa, podia ser um trabalho em conjunto, com um colega, no máximo dois. Então a tarde me reunia ou na minha casa ou na do meu colega mais chegado (Augusto), filho homem único minha idade e uma irmã, mais velha 3 anos. Nossas conversas de adolescentes, já era sobre meninas, e mais de uma vez, nos masturbamos juntos. Lembro que eu olhava o pau dele, maior que o meu e ficava com um pingo de inveja, Augusto era sempre quem iniciava as conversas sobre as meninas, falava sempre da irmã (Verinha 17), contava que espiava ela, no quarto dela quando trocava de roupa, e quando saia do banho, só de toalha. Falava de tudo dela, que muitas vezes via ela se masturbando, e descobriu que ela tinha um livro de posições sexuais, que chegou a me mostrar um dia.
Num dos dias que começamos nos masturbar, ele tirou da mochila dele, uma régua queria medir o pau, mediu 15 cm, me passou a régua, perdi por dois centímetros o meu tinha 13, foi então que ele falou que eu tinha medido errado, “deixa eu ver como vc fez”, outra vez, usei a régua e foi quando ele pegou a régua e meu pau junto, lembro que aperto ele contra a régua, “viu, olha quase 14, pode dizer que é 14, quase como o meu, só que o meu é mais grosso”, era realmente diferente, parecia mais de adulto.
Eu gostava de ir estudar lá na casa dele, pq a gente ficava sozinhos, só a irmã passando por perto, pai dele sempre viajando e a mãe trabalhavam em um consultório médico como secretária.
Em um dois dias, que a gente começou se masturbar, ele “deixa eu ver teu cuzinho ?” , foi um susto momentâneo, mas ele já de pé, calça nos pés, já me puxando pela mão, fez eu levantar, me fazendo curvar apoiado no encosto da cama, já tocando minhas nádegas, abrindo e olhando, e senti o dedo dele me tocando, “olha o meu, vê como é?”, ele mesmo se ajeitou ficando meio curvado, fiz como ele abri as nadegas dele , e ali estava o primeiro cuzinho que eu via, toquei com o dedo, ele se contraiu um pouco, logo voltou a posição, me parecendo que queria mais, foi por instinto puro, que voltei a tocar o cozinho dele com o dedo, ele então falou,” cara põe cuspe “, entendi e também que ele queria que eu entrasse com o dedo, fiz com o dedo cheio de saliva, encostei e empurrei, a ponta do dedo logo entrou, ouvi ele gemer baixinho, e notei que pelos movimentos que ele fazia, estava se masturbando, ele se sacudia, eu empurrei o dedo que foi todo, “tira, tira, “.
Quando tirei ele se virou de pau super duro, se masturbando, “fica ali outra vez, deixa eu fazer também”, me apoiei outra vez no mesmo lugar, e logo senti ele tocando minha nadegas, ouvi ele cuspindo na mão e veio com o dedo direto no meu cuzinho, massageou por um segundo e senti forçando, “sente dor?”, perguntou, sacudi a cabeça negando, foi então que ele puxou o dedo pra fora e quando voltou, foi com dois dedos, forçou, dai sim, reclamei, senti dor, mas ele mesmo assim, depois e ficar parado com as duas pontas dentro, voltou e empurrar, então reclamei mais alto e forte, ele ficou parado outra vez, mas eu sentia que bem devagar ele estava empurrando.
Depois ele me contou que tinha entrado com todos os dois dedos, até o fim. Aquele dia, quando em casa fui no banho, senti que meu cuzinho estava dolorido, uma dor bem leve, mas eu sentia ele. No outro dia na escola, no intervalo, falei pra ele, ele me abraço, por cima dos ombros, fomos caminhando, “o que eu quero mesmo, é comer teu cuzinho e vc come o meu”. Mesmo que no memento rejeitei, dizendo que nem pensava nisso, ficou gravado na minha memória, e toda hora lembrava do que ele tinha falado. Foi na outra semana que tinha outra vez trabalho de casa. Indo para a casa dele, eu com aquele pensamento, sabendo que ele ia tentar, mas sem conseguir identificar o que sentia, estava preocupado e ao mesmo tempo curioso…..
continua, no INICIANTE 02…
Leia e depois pode comentar, gostaria de saber o que pensam.
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