Por quase três anos tive uma namoradinha que depois de uns meses de namoro se mostrou bem safada. No inicio estranhei mas depois com outra amigona dela, acabei me acomodando, já que ela era assim, pq não me acomodar né.
A Marília conheci com 18 anos, desfizemos nosso namoro quando ela ia completar 20 anos. Filha de uma família super bem estabelecida, pai um grande industrial, mãe médica, mas que não tiveram sorte com o casal de filhos, Roberto o mais velho se declarou gay, saiu de casa e a Marilia, quebrando todas as regras possíveis. Quando começamos a namorar ele me contou que havia sido abusada, ainda adolescente, depois de um tempo, eu não acreditei mais, cobrei dela então confessou que na chácara do avô, ela acabou se oferecendo para um dos funcionários, um negrinho lindo, como ela me contou, depois estava com o negrinho no galpão, entrou outro funcionário, que aparentemente eles tinham combinado, era mais velho, e pegaram ela de dois.
Pior ela voltou diversas vezes lá no galpão e me disse que faziam de tudo com ela, passavam horas deitados lá. Bem mas dai eu já estava meuo9 apaixonado e gostando das loucuras dela, ela fazia dupla com uma amiga ( Beatriz ) , outro riquinha fora de controle. Tinham tudo que queriam, só não tinham mais o controle dos pais. Lembro que bem no inicio do namoro, Marilia se fazia de santinha, a primeira vez que transamos, foi no quarto dela, ela ficou de bunda pra mim, curvada se apoiando na cama, pincelei como se diz e quando fui empurrar ela botou a mão ara trás, mudou a direção do meu pau para o cuzinho dela, meu pau entortou na primeira tentativa, mas cuspi na mão e passei na cabeça, então escorregou de boa, ele se comportava como uma profissional, gemia se mexia, gozei no cuzinho dela.
Ele saiu dali, foi para o banheiro, voltou com uma toalha úmida e ela mesmo limpou meu pau, au ainda estava nu da cintura pra baixo, ela só de calcinha, me abraçou, me deu um longo beijo, “querido na minha bucetinha, só depois de casar”, dai entendi que era virgem, mas ela tinha me contado aquela historia do negrinho, nada fechou, mas eu não estava nem ai. Na quele final de semana , no clube, nos encontramos com o irmão Roberto, ele não demostrava ser gay, tinha um comportamento normal sem deixar vestígios, ele estava com a Beatriz a super amiga da Marília. Ficamos ali na mesma mesa, quando o Roberto saiu para ir na copa, a Beatriz, sorrindo, “então safadinho, pegou minha amiga, né”, surpresa pra mim que eles se confessavam uma para a outra, ” a Marilia me contou tudo, vc é bem safado né, não vai judiar da minha irmãzinha, tá bom ?” nos divertimos com o assunto.
Roberto voltou o papo fluiu para outros assuntos, subimos para a pista da boate que era em cima, já existiam casais dançando, a Marilia gostava, ela mesmo se apertava em mim, se esfregava, parecia que estava em outro mundo. Quando voltamos pra mesa a Beatriz, me olhou, “quero dançar contigo”, olhou pra Marilia que nem deu bola, estava mexendo no telefone. Dançando com a Beatriz, ela começou comentar sobre a Marilia, que acompanhava a Marilia a anos, eram amigas de infância e que uma vez , elas combinaram trocar de namorados, mas o namorado da Marilia era muito grosseiro, que ela chegou a ficar com ele e a Marilia com o namorado dela na ocasião, que quase brigaram por isso, pq a Marilia, queria mais vezes ficar com o namorado dela, coisas da Marilia, como ela falou. “A Marilia sempre tem uma ideias meio loucas, ele inventa uma coisa e enquanto na faz não fica quieta, ela já te falou alguma coisa sobre um negro ?”, me pergunto.
Não sabia de nada, “ah, então deixa ela te falar, não falei nada tá, esse é um segredo nosso”, só que eu já era meio escolado ,essa história de segredo nosso, eu sabia o que representava. Fiquei na minha. Ele também mesmo dançando afastada de corpo, diversas vezes se esfregou, eu notava bem, pq ela se aproximava pra falar algo, e lá embaixo encostava, na segunda encostada sentiu meu pau duro, com certeza. Mais tarde nos separamos, fomos pra casa, ficamos lá um bom tempo no sofá, namoro de sofá é ótimo. O namoro segui de boa, tudo normal, a gente se entendendo muito bem, todas semanas eu conseguia pegar a Marilia de jeito, tanto que tinha no bolso sempre camisinha. Ela gostava muito.
Final de ano, chegada do verão, fui convidado pra ir para a casa da praia deles. Super legal um casarão, a gente quase nem via a mãe e o pai dela, só uma auxiliar que cuidava de tudo. Num dos dias estávamos sentados na beira do mar em uma barraca de proteção do sol, conversando de boa, uma passando a mão no outro, ela estendeu a mão e pegou meu pau por sobre a sunga, “safado, duro né, depois vou amolecer ele”, era assim o comportamento dela, me deixou ali sentado e correu para o mar entro um pouco só molhando os pés, fiquei lidando com meu telefone, quando olhei procurando ela, tinha saído da minha visão, levantei e fui olhar, ela estava ali do ladinho e, conversando com um cara negro, dei uma olhada, claro que fixei na sunga dele e logo me lembrei do que a Beatriz tinha me falado. A Marilia estava de costas pra mim, nem me viu, voltei pra nossa proteção do sol.
Passado alguns minutos, ela entrou, “querido vc viu aquele negro falando comigo na na beira”, concordei com a cabeça, “pois é, sabe aquela tenda lá adiante, é dele, eu seu que ele é safado, ele já pegou uma conhecida minha, lá da fabrica do pai, falei com ele estes dias, e disse pra ele que eu sabia, e sabe, pedi uma foto dele, pra me mandar pelo zap, ele safado mandou, ” interrompi, “Marilia, convenhamos né, ele é o safado, ele é H , vc nem devia ter pedido foto pra ele”, ela “ah, grande merda”, sai da tenda gesticulando. Depois volto não falamos mais. A noite na casa dela no sofá, ela voltou ao assunto, “vc esta bravo comigo, só pq falei da negro da fotografia, que mal tem, olha aqui, e me mostrou no celular, o negro, nu de pau duro, e guardou o celular.
Depois já todos dormindo começaram os apertos, apalpações, tinha uma salinha na entrada da casa, pequena pra receber visita, era lá que a gente ia, ela levantou e me puxou, na salinha, já começou soltar me cinto, e depois levantou a saia e tirou a calcinha, se curvando se apoiando no sofá, a bundinha branquinha a minha disposição, como de costume cuspi na mão e fui direto no cuzinho dela, a cabeça começou entra, ela se mexeu pra frente o pau caiu fora, ela sentou no sofá, “quero te pedir uma coisa, eu tenho uma fantasia com um negro, nunca falei disso pra vc, quero aproveitar minha juventude, vc é um cara super legal te adoro, mas deixa e ficar com o negro lá da praia”, fiquei mudo pau amoleceu, “deixa né, dai faço assim, não quero ficar sozinho com ele tenho medo, eu peço pra Beatriz fica perto pra eu ter coragem, dai no dia que o pai e a mãe forem viajar eu chamo ele”, “vc tá louca ou esta se fazendo, é incrível isso que vc esta me falando, vc é louca né?”, puxei minha calça pra cima, e perdi um cuzinho naquela noite. Passaram-se quase um mês, então ela me falou que os pais iam viajar, Europa, logo aquele assunto veio na minha cabeça, “ela é louca”, tá me falou o dia, ficamos naquilo. Quando fui dai na quarta feira lá , a tardinha, jantamos e ficamos no sofá, a viagem dos pais na sábado, já estava dando a hora pra mim ir pra casa, ela me abraçou na hora da saída na porta, grudada em mim, “querido, deixa, deixa, eu morro de vontade, deixa, não vai me tirar um pedaço”, beijei ele, “faz o que vc quiser o corpo é seu”, e fui embora.
Ela ia chamar o cara no domingo, pq os pais beijavam no sábado. No sábado quando fui lá a tardinha os pais saindo para o aeroporto. “Má noticia, a Beatriz esta com febre, não vai poder vir amanhã, pra quilo “, “bem feito pra vc, azar o seu, fica sozinha com um negrão que vc nem conhece direito, abre a casa pra ele, ele pode até te matar”, “posso te pedir uma coisa, vem aqui, fica comigo amanhã a tardinha, quando começa escurecer, ele fecha a tenda dele, dai vem aqui”, não vc esta louca, eu assistir, nunca”, como estava na hora de ir embora, fui, puto da vida. Domingo acordei com o telefone tocando era a Beatriz, super gripada e ainda com febre, garganta com problema, ” amigo, ontem a noite a Marilia me ligou, me contou que vc estava furioso, eu entendo, mas acredite, ela vai fazer, ela vai ficar só com o cara é um perigo enorme, não posso pedir pra vc ficar, entendo, mas a decisão é sua, tenha pra si que ela vai fazer de qualquer jeito”, deligou.
Minha cabeça estava para explodir, fui pra lá almoçamos, ele não tocou no assunto, outra vez pensei, ela é louca mesmo, estava diferente no falar comigo, almoçamos ficamos no safa namorando, até começar anoitecer, ” Marilia, vc vai mesmo chamar o cara?”, perguntei ele me olhou com cara de paisagem e não respondeu nada, levantei, “cara, então te fode, não vem depois reclamar nada”, sai porta a fora., estava quase chegando em casa , aquele assunto o tempo todo na minha cabeça, eu falava comigo mesmo, eu gostava muito dela, acabei dando meia volta e fui lá bater na porta, ele me recebeu, feliz da vida, me beijou me abraçou, vou tomar banho, subiu para o banheiro. Já estávamos na sala, já era noite, tocou a campainha, ela olhou na câmera, “bah, é ele, fica ali na cozinha?”, “não vou ficar aqui na sala”, ela correu pra abrir a porta, e vieram conversando até a sala, o cara me viu ali, nem me deu bola, pediu onde tinha um banheiro, “vamos subir”, ela falou, ouvi ele entra no banheiro, levantei e fui lá sentei numa banqueta no quarto.
Demorou até bastante, talvez pela nossa ansiedade aumentou a demora, entrou no quarto só enrolado em uma toalha. a Marilia me olhou, séria, e começou tirar a roupa, ele junto deixou a toalha cair, “tem camisinha”, perguntou, ela já só de calcinha super branquinha, foi na gavetinha tirou uma camisinha e um pote de gel. Meu deus que sensação. A Marilia se ajoelhou no chão, encostada em mi, e segurou minha mão, o negro safado nem consegui colocar a camisinha, só encheu a bunda dela com o tal gel, esfregou no pauzão dele e veio, direto encostou e empurrou, a Marilia deu um grito baixinho apertando minha mão, o negrão na maior tranquilidade segurando ele pela cintura foi empurrando o que ainda estava de fora, estava tudo dentro, a branquela da Marilia esta vermelha no rosto, tremia, apertava minha mão, flou baixinho como se implorasse, “não mexe, não mexe, fica parado um pouco”, eu ouvia a respiração nervosa dela, quando ele começou puxar pra fora, ela começou a gemer, “dói, dói, dói muito vai devagar” ela parou na metade do que tinha entrado e voltou a empurrar devagar, bem devagar, até que deu pra notar que estava com tudo outra vez, dentro dela, começou a fazer um vai e vem bem curtinho, ela gemendo, “devagar, devagar, tá doendo muito”, ele parava e depois voltava bem devagarinho, Marilia só gemia, quase que esmagando minha mão.
Então, ouvi que a respir5ação dele aumentava, ele meio que se contraia, começou puxar pra fora, parou e deu um empurrão, segurando a Marilia pela cintura, quase caiu por cima dela, ela deu um grito, ele estava gozando, respirando fundo, Marilia também, começo puxar pra fora, quando a cabeça saiu, ainda escorria o gozo dele, um animal, um cavalo de grande, parecia até maior. Ele levantou e subia a escada foi pro banheiro, Marilia ficou ajoelhada, abraçada na meu colo. Estava tremula. “amor, abre a gavetinha ali, e dá aquele dinheiro pra ele. Em minutos ele desceu Marilia tinha ido para o banheirinho em baixo, acompanhei ele até a porta, ele não falou nenhuma palavra, boto o dinheiro no bolso e se foi. Fui atras da Marilia ela estava sentada na tampa do vaso, meio encolhida, fiz ela levantar, “vamos subir, vc vai pra cama”, ela estava nua, deitei ela na cama, “querido tá muito ardido, doendo muito ainda, será que ele me machucou, e virou de bunda pra mi, olhar, super vermelho e com certeza bem arrombado, meio aberto ainda. ” Disse que nada de anormal”, menti, “dorme, vou ficar aqui esta noite”…. apaguei as luzes e desci para o sofá e a TV. Acho que já amanhecia quando peguei no sono. Acordei depois, subi rápido, a Marilia estava no banheiro, com um espelho na mão tentando ver o cuzinho, segurei o espelho pra ela, “bah ainda esta ardido e dolorido”, “vem desce, vamos fazer um café. ela desceu a escada bem devagar..
… segue meu namoro com Marilia…..final
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