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Gina e os encantos da sodomia I

Publicado em agosto 30, 2021 por Helga Shagger

Morgana está nua deitada de bruços com um travesseiro embaixo da barriguinha.Seus robustos glúteos empinados brilham com a leve camada de suor.
– Mete! Mete na sua…sua menininha, mete! Vai…vai mais fundo!

Uma das mãos está dedilhando a xaninha bem suavemente. De olhos fechados e um sorriso nos lábios, ela balbucia sensualmente.
– Tá… tá gostando? Tá gostando de comer minha xaninha, tá? Então mete mais… mais rápido! Aaaaah! É…é muito gostoso! Voce… voce vai comer minha bundinha dessa vez, vai? Aiaiaiiimm… to to gozando!! Tõ gozaaaando, papai! Aiiiiññññ!

– Maggi, querida! Tá na hora de se levantar! E o café tá na mesa!

Morgana se vira languidamente na cama, ainda se recuperando do tremendo orgasmo que teve pensando em seu pai.

Joel ainda se admira ao ver a filha quando ela aparece. Já uma mulher feita, mais ainda uma adolescente, ela se inclina e beija o pai na bochecha.
– Voce não imagina como me alegra ter voce aqui em casa! Nada haver porque a faculdade é aqui.
– Foi um milagre, não de eu ter passado pra esta faculdade, mas eu ter me livrado daqueles dois!
– Era assim tão mal?
– Ele até que é legal. Mas, a mamãe continua uma megera cada vez pior!
– Bem… voce pode ficar aqui o tempo que quiser, mas eu tava pensando se não seria melhor se voce tivesse seu próprio apartamento.
– Eu to sendo um estorvo, né?
– Não! Não, querida! Eu que pensei que voce gostaria de ter sua privacidade. Afinal, voce já é uma adulta e já deve começar a ter uma… uma vida de adulta!
– Deixa de ser bobo, seu Joel! Minha vida adulta sexual vai indo muito bem, obrigada!
– Err… eu, eu não me referia a isso! Mas, tudo bem. Voce será a dona da casa aqui!
– Me deixa na casa do Tomas. Estamos fazendo um trabalho juntos. Não se preocupe!
A mãe dele vai estar lá!

Maggi e Tomas estão no quarto dele tentando em se concentrar nos estudos, apesar da discussão entre pai e mãe que não dá pra se evitar ouvir.
Por fim, o pai sai pra trabalhar batendo a porta.

Tomas pede licença a Maggi e vai ter com a mãe que está chorando convulsivamente.
– Ele já disse que vai passar o final de semana fora, trabalhando. Trabalhando nada! Ele vai é se encontrar com a rampeira!
– Deixa pra lá mamãe! Olha, eu também não estou agüentando mais essas discussões diárias. O problema maior é que estamos com as mensalidades da faculdade atrasadas.
-Oh, meu filho! Nós desapontamos voce! Que vergonha! Que vergonha!

À noite, Joel encontra a filha na cozinha estudando e comendo um sanduíche. Ele carinhosamente lhe beija os cabelos.
– Isso não é refeição, filha! Vou contratar uma cozinheira amanhã mesmo.
– Pai, posso convidar o Tomas e a mãe pra passar o final de semana na casa de praia?
– Claro! Mas, por que só a mãe? Ela é viúva? Divorciada?
– Nada disso. Mas é complicado explicar.
No sábado, pela manhã, Joel e Maggi chegaram ao edifício onde morava a família de Tomas. Foi ele o primeiro a aparecer na portaria carregando duas mochilas. Gina estava logo atrás com uma bolsa a tiracolo.
Joel desceu do carro e ajudou Tomas a colocar as mochilas no porta-malas. E então se dirigiu a Gina.
– Como a senhora é jovem! Parece mais a irmã mais velha do Tomas!

Gina se surpreendeu com o elogio do pai de Maggi, mas se sentiu lisonjeada e não pode esconde a timidez.
Ela usava um vestido de tecido leve e um cinto marcava sua esbelta cintura exaltando a largura de seus quadris. Joel teve uma ereção imediata e disfarçadamente olhava as gorduchas nádegas quando ela subiu no carro.

“Putzz! Essa mulher é muito gostosa! Tá um pouco desleixada, mas com certeza ela tem um corpo espetacular! E que bundão! Putz! Não devo pensar assim! Ela á a mãe do amigo de Maggi!”

“ Meu deus do céu! Esse pai da Maggi é uma tentação! Pôxa fiquei toda molhadinha na xana! Também pudera, não tenho um orgasmo decente há quase um ano! O cretino do André já nem me procura mais! E eu querendo fazer de tudo! Estava até disposta a ser enrabada, conforme vi na internet! Mas, o desgraçado desistiu quando não teve ereção bastante pra me deflorar o anus! Bom, pelo menos na hora do banho vou me acabar na siririca pensando no pai da Maggi!”

Gina era filha de pequenos fazendeiros. Desde adolescência tinha participado de concursos de beleza e ganhado muitos. André apareceu pra defender uma causa dos pais dela e então deu no que deu. Aos dezoito anos casada com um filho de um ano.

– O que está achando daqui, dona Gina?
– Ah, muito bom e relaxante! Eu bem que estava precisando de um descanso…
– Muito trabalho, né? Cuidar de filho e marido não deve ser fácil!
-Ah, sim! O André anda trabalhando muito… quase não tem tempo pros problemas de casa… e eu tenho que resolver tudo sozinha… Ah, me desculpe!

Gina baixa a cabeça e esconde o rosto com as mãos por que está chorando. Joel sem saber porque se aproximou e a abraçou.
– Relaxa, relaxa Gina. Voce está aqui agora e deve deixar os problemas pra trás.
– Oh, meu deus! Me desculpa, seu Joel, me desculpa! Não vou mais perder controle!
– Tranquilo. A suite sua é a segunda a direita do final da escada.

Joel foi até o cais de madeira encontrar Maggi e o Tomas, ele pediu licença e afastou Maggi pra conversar.
– Querida, vai dar uma força pra mãe do Tomas. Ela está um pouco estressada!
– Um pouco!? Pouco é a tensão que ela tem passado! O marido é um tremendo escroto e a está traindo descaradamente! Se eu fosse voce dava em cima dela!
– Qu’isso, Maggi! Ela tem marido! E tá super tensa!
– Por isso mesmo! Ela está super tensa, sem trepar e sem marido por perto!

Joel ainda está de boca aberta vendo sua filha se afastar em direção ao bangalô.

Maggi bate na porta e se anuncia. Gina manda que ela entre e está vestindo um biquíni que mais parece um short de ginástica. Mas, Maggi não deixa de notar que ela tem um corpo lindo. Seios fartos e firmes, quase sem barriguinha, bem torneadas coxas e nádegas um pouco desproporcionas em relação a largura dos ombros.
– Não acredito que a senhora vai usar essa “bermuda” aqui!
– Não é bermuda, é meu biquíni… e não me trate por senhora, ok?

Joel e Tomas estão sentados embaixo do guarda-sol quando Maggi e Gina se aproximam. A filha exibe sem inibição nenhuma seu esplêndido corpo num minúsculo biquíni.
Os olhos de Tomas parecem querer saltar das órbitas. Ele só tem olhos pra Maggi e não nota pelo tecido transparente da canga que sua mãe tem amarrada no pescoço,que também usa um biquíni minúsculo.
– Pai, vou pegar os snorkels pra dar um mergulho junto com o Tomas, ok?
– Querida, não se esqueça de fixar a bóia de marcação e usar a adrissa de segurança!

Gina se sente tremendamente envergonhada e ao mesmo tempo excitada dentro do biquíni de Maggi. O que torna ainda mais voluptuoso porque ela tem uns dois quilos a mais do que a filha de Joel.
– O que eu poderia preparar pra voce beber, dona Gina?
– Por favor, apenas Gina! O que o senhor pode me sugerir pra embebedar essa dona de casa?
– Bem… Primeiro, dona Gina! Me trate por qualquer nome menos de senhor! E tenho a maior honra de ter uma dona de casa como a senhora na minha humilde morada!
– Aí já é demais, Joel! Humilde isso aqui!? Quanto deve valer com o deque e a piscina juntos!?
– O antigo dono simplesmente me deu! Ele passa a maior parte do ano no Resort do nosso grupo numa ilha do Mediterrâneo. Quando ele vem aqui faço de tudo pra ele se sentir como fosse ainda o dono!
– Voce é rico, bem rico, né?
– E voce é uma beleza sem igual! Intensamente sensual! Por que não tira a canga?

Gina recebe o cálice com vinho branco que Joel lhe estende e baixa cabeça. Como deverá agir depois de elogio, na verdade um assédio sexual, dele?
Dando um gole, encarando Joel pensando que ele não vê seus olhos através dos óculos escuros.
Pensando assim ela baixa os olhos até a altura da virilha e nota o cheio volume e a silhueta de cacetão. A respiração dela se acelera.
– Nunca traí o André…

Gina falou tão baixinho que quase Joel não ouviu. Ela pousa o cálice na mesa e sem levantar a cabeça, sussurra pra Joel, se inclinando um pouco pra frente.
– Voce poderia desatar o nó atrás de meu pescoço?

Joel vai por trás da cadeira e suas mãos passam a acariciar os ombros da mãe de Tomas. Ela aspira o ar mais profundamente e solta um gemido.
Gina não percebe quando seus seios ficam livres porque Joel, mesmo por cima do tecido da canga, conseguiu desatar o sutiã.

Ela vira a cabeça com olhar assustado e segurando os seios. Joel se inclina pra frente e a beija amorosamente. Gina ainda perplexa com a audácia de Joel não corresponde de imediato ao beijo dele.

“ Meu anjo da guarda! O que vai acontecer aqui? Por que ele tá achando que sou tão fácil assim!?”

Ela interrompe o beijo, ainda segurando os seios. Joel vem pro lado dela.
– Me perdoa, Gina! Acho que me enganei e me precipitei. Por favor, eu vou dar um mergulho… pra voce se compor.

Gina não esperava essa atitude de desistência de Joel. Achou que ele ia forçá-la, o que não era de todo de seu desagrado.
Agora, ele está em pé ao seu lado falando que vai dar um mergulho. Antes que ele acabe de dizer a última sílaba, Gina se vira pra onde está a virilha de Joel e cola seus lábios na silhueta do cacete por cima do tecido da sunga.

Joel se surpreende e se excita mais ainda vendo a cabeça de Gina balançar de um lado pro outro com os lábios úmidos passando pela extensão de seu caralho.
– Deixa… deixa eu… eu chupar!
– Pode se servir a vontade, meu amor!

Gina se sente nas nuvens do jeito carinhoso que Joel lhe trata. De repente, ela passa confiar nele e todos seus desejos reprimidos vêm à tona e ela quer que ele a satisfaça plenamente, principalmente de ser sodomizada.

“Que se foda que vai doer! Mas dar meu cuzinho prum homem desse e num lugar desse é um privilégio!”

“Quem diria!? A desleixada Gina tá mostrando toda exuberância de sua beleza e agindo como uma mulher sedenta por sexo! Ser chupado por uma deusa assim, é um privilégio!”

Quando Gina baixa a sunga, o imenso cacete salta como se fosse uma cobra que estivesse presa e muito pro encanto dela. O torão é admirado, acariciado e beijos babados são dados em toda a envergadura.

Joel respira aceleradamente e tem o olhar de um tarado apaixonado, esperando a hora que Gina irá engolir seu cacete. Ele percebe que a posição dela não está muito confortável.
– Gina, minha deusa… vamos lá pra dentro!

Sem dizer nada, Gina se levanta e a canga se abre toda na frente deixando o voluptuoso corpo à mostra pro olhar embasbacado de Joel. Os mamilos parecem que vão saltar das aureolas de tão duros que estão.
– Não. Não vamos entrar! Quero ser comida, devorada o cacete que for, aqui em plena luz desse sol! Quero me tornar infiel, bandida, aqui nesse deque como se tivéssemos uma platéia pra me julgar e depois me condenar a ser tua puta!

Em seguida ela passa os braços em volta do pescoço de Joel e o beija com bastante fervor. Não agüentando mais, ele a afasta um pouco de seu corpo e logo se ajoelha em frente a ela.
Joel desamarra os laços de ambos os lados das ancas e a calcinha é jogada de lado.
Gina quase se desequilibra quando Joel fez com que uma das pernas dela venha se apoiar em cima de seu ombro.

Gina não é muito peluda, mas se nota que ela não tem o costume de se depilar por inteira. Joel usa uma das mãos pra abrir os grandes lábios e fazer uma sugação em toda a extensão da xaninha enquanto sua língua serpenteia em cima do clitóris.
– Jo…Joel dá… dá uma paradinha! Faz… faz muito tempo que eu não me…me sinto assim! Assim com tanta tesão!

Joel sente a coxa dela tremendo em sua bochecha. Bem devagar, ele retira a perna dela de cima de seu ombro e sem se levantar, acena pra que ela se deite na chaise-longue.
Ele se aproxima e passa os dois braços por baixo dos joelhos, a fazendo ficar na posição de frango assado.
Novamente Joel passa a lhe beijar as partes internas das coxas e volta meia, se demorando, chupando a xaninha da mãezinha de Tomas. Agora, a esposinha infiel de André.
– Joel! Aaaah! Joel me fode! Me possua! Agora! Depois eu faço tudo que voce quiser!
Mas… agora eu quero levar rola na xaninha!!

Gina jogou a cabeça pra trás quando a cabeçorra se inseriu na vagina. Embora muito excitada, ela já não era penetrada há algum tempo. A fricção poderia causar alguma dor, mas o temor era infundado pois a saliva de Joel a tinha lubrificada muito bem.

Joel começou um vigoroso vai-e-vem, Gina começou a murmurar palavras obscenas e
Sem que ele esperasse, as coxas dela se cruzarem em suas costas como estivesse lhe dando uma chave de pernas.

Ela teve seu primeiro orgasmo que chegou a se engasgar. Joel continuou sua performance, agora mais devagar.
Com uma mão aproximou o rosto dela do seu e a beijou com gosto. Isto reavivou o entusiasmo dela que passou a esfregar sua pélvis na virilha dele, contraindo os músculos vaginas ao redor da grossura da rígida rolona.

Gina teve seu segundo orgasmo e durante alguns segundos seu corpo se retesou de tal maneira que Joel respirou com dificuldade devido o aperto das coxas dela em sua cintura.
Cavalheiramente, Joel ficou quase imóvel dentro dela. Aos poucos Gina foi recuperando a respiração e as batidas de seu coração voltaram ao normal.
– Caramba! Estou sentindo que voce ainda está duro! Não me diga que não gozou!
– Não se preocupe com isso! Nós teremos ainda muitas oportunidades pra voce me fazer gozar!
– Por que não agora!? Sabe… nesses últimos meses tenho assistido muita pornografia! Pois é, não faz essa cara! Mas com um marido ausente, o que voce espera? Pois bem, eu via as atrizes tirar o penis da xoxota de uma e cair de boca! Eu ficava curiosa pra saber qual o gosto que tinha! Agora eu vou saber!

Joel sorriu com o argumento da bela esposinha negligenciada. Se levantou, pôs as mãos na cintura e de propósito fazia o túrgido e imenso pirocão dar pulos como se quisesse se desprender de sua virilha.

Aquilo desvairou Gina. Ela não queria mais ficar admirando o pauzão e dando beijos. Queria agora engolir toda aquela tora até se engasgar. Queria sentir o gosto do esperma, coisa que nunca tinha feito antes.

Quando Joel posou uma das mãos em sua cabeça, Gina foi a loucura e engoliu de uma sua vez quase a metade do pirocão.
– Assim…assim, minha gostosa! Mostra pra mim o que teu marido nunca soube o quanto voce é maravilhosa mamando uma rola! Assiiiiim, querida, assim!

As palavras dele incendiavam toda a luxuria corporal de Gina. Com todo entusiasmo ela engoliu dessa vez além da metade e se sentiu sufocada. Lembrou-se então o que disse uma das atrizes que era pra manter a calma e respirar pelo nariz.

Joel via que ela tinha ficado imóvel por uns segundos com mais da metade de sua piroca dentro da boca. Depois, lentamente a boca de Gina foi avançando. Joel não se agüentou e ejaculou, olhando admirado que a boquinha continuava avançando até a ponta do narizinho passar a roçar seus pentelhos.

Gina se sentiu a maior das mulheres por conseguir engolir todo o caralho e sentindo a pulsação do músculo conforme a ejaculação lhe enchia a boca e descia pela garganta.
Joel urrou e há muito tempo não tinha sentindo um boquete como esse que Gina lhe fez.
Ele pôs as duas mãos na cabeça dela e afastou de modo que a glande permanecesse dentro da boca. Gina levantou os olhos pra ver a cara de tezão dele. E então, Joel ejaculou novamente. Os olhos de Gina se arregalaram devido ao volume de esperma que lhe enchia a boca e que não podia engolir tudo.

Como lágrimas, esperma e baba escorriam pra fora da boquinha de Gina.

Maggi e Tomas foram encontrar Joel debaixo do guarda-sol esparramado na chaise-longue tirando uma soneca.
– Cadê a mamãe?
– Ela achou que estava muito quente e disse que ia descansar… da viagem.

Tomas entrou na casa deixando Maggi e o pai conversando
– E aí!? Comeu ela?
– Que é isso, Maggi! Que falta de respeito! Não me pergunte coisas desse jeito! Bem, avise pra eles que dentro de meia hora vai chegar o bufê que encomendei.
– Não acredito que voce deixou passar essa, seu Joel! Não tá vendo que ela precisava mais de uma trepada do que voce! Que egoísta! Ok, vou lá avisar a eles!!

Convido meus leitores a visitar meu blog ilustrados. Obrigada https://eternahelgashagger.blogspot.com.br/ou http://eternahelga.blogs.sapo.pt/ onde encontrarão esses contos devidamente

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