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FUI CORNO SEMPRE – 02 História verdadeira

Publicado em março 24, 2025 por Clarica Mendes
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Hoje consigo identificar pq sempre, sempre alguém me traia, dede amigos tá desconhecidos.

Eu era educado demais, talvez travado demais, as namoradas não diziam nada, mas com certeza queriam mais, eu devia demorar demais, dai então acontecia.

Sempre fui bonitinho, educado, isso atraia as meninas, foi assim que meu primeiro namoro aconteceu, o errado hoje imagino foi namorar uma menina (Juliana) mais velha, eu tinha quase 16, ela meses mais que eu, já com 17, logo que começamos namorar de verdade, eu indo acompanhar ele até em casa, já fiquei sabendo que ele já tinha tido um namoro sério, uma jovem com 17 anos, quando ele estava fazendo 16.

Ela me disse que não gostava muito dele, mas eu sentia que estava mentindo. Reclamava que ele era muito avançadinho, queria faze4r coisas com ela, só que ela nunca tinha aceitado, não acreditei muito, Juliana era linda, família muito bem resolvida, pai gerente de um grande banco, casa de praia, e as férias do pai, sempre viajavam pelo pais. Finais de semana prolongados, e carnaval, era certo irem para a praia. Juliana até tinha uma turminha de praia, que ele reencontrava todos os anos.

Na cidade, turminha do colégio e do clube. Primeira vez que entrei na casa dela e fomos para o sofá, achei uma casa de gente rica, a mãe dela veio me cumprimentar e depois mais tarde o pai dele, um coroa grisalho, todos muito educados. A secretaria, nos trouxe um suco e umas bolachas, e todos sumiram. Ficamos ali de conversa mole, meio que nos confessando um para o outro e vendo TV. Na hora de ir embora, na porta, dei um beijinho no rosto dela, e para minha surpresa ela me abraçou, de corpo inteiro, gostei, mas achei estranho já no primeiro dia do sofá.

Outra vez fui lá, foi em sábado a tarde, ela estava na piscina com uma amiga (Helena) que estava com o namorado (Joel), que era amigo do ex dela. Ninguém mais em casa, os dois namoradinhos dentro da piscina se amassando num dos cantos, o cara num momento saiu da piscina e deu pra ver como ele estava, sai se se acanhar, vi que a Juliana estava me olhando e sorriu, quando olhei pra ela.

Juliana venho  até onde eu estava e ficamos nos acariciando, eu nos braços dela, cheguei a tocar nas cintura dela e arrisquei, levei a mão nos seios dela, ela meio que se contraiu e respirou fundo, deixando, logo notei os mamilos duros, esfreguei o dedos neles, ele respirava fundo, imóvel, então ela colocou a mão no meu peito e estranhamente apertou um mamilo meu, fiz o mesmo nela, ela chegou a suspirar por um segundo, paramos quando o Joel se jogou na agua, indo direto para o cantinho onde estava a Helena.

Ele foi direto amassando ela, eu não consegui deixar de olhar, achei que pelos movimentos deles estavam transando, olhei para a Juliana, falei quase no ouvido dela, “é o que estou pensando?”, ela com a cabeça concordou, outra vez tocando meu peito e apertando um mamilo meu, voltei a fazer nela também e para minha surpresa e satisfação, ele tocou no meu pau, pegando ele e apertando, desci a mão e fui na bucetinha dela, cheguei a tocar com os dedos, mas quando tentei afastar o traje de banho, ela segurou minha mão, “vem querido vamos sair”, quando saimos eu ainda estava meio excitado, ela olhou e sorriu. Os dois ficaram dentro da agua, se pegando. Fui me secar no banheiro e vesti minha bermuda, voltei pra sala, Juliana estava na parte de cima da casa, logo voltou vestida, Um vestidinho curto, estava linda.

Logo os dois namoradinhos saíram da piscina e foram juntos para o banheiro, na maior cara de pau. Juliana falou “só fazem isso pq minha mãe e meu pai não estão em casa” . Voltaram ficamos ali na sala conversando de boa, eles bem agradáveis, papo bom, algumas piadas sacanas, mas estava bem legal. A tardinha saímos fomos ao clube, logo que chegamos fomos sentar em uma mesa ao lado da pista de dança, tinha reunião dançante da juventude, diversos casais de namorados dançando. Dançava com a Juliana quando minha atenção foi chamada pela forma que ela se comportou olhando fixo, para a porta do salão, quando olhei vi, um cara, que imaginei que era o ex-namorado dela, fiz que não notei nada, ela até mudou a posso dançando, ficou bem agitada, a pedido dela voltamos pra nossa mesa, e ele logo depois disse que ia ao banheiro, não voltava, não voltava, perguntei a Helena, “onde será que ela foi”, a Helena estava de frescura com o Joel, “não sei, ou na banheiro, ou lá pra cima se o banheiro aqui estiver ocupado, ou ainda pode ter saído para o lado das piscinas, tomar um ar.

Levantei fui atras, no banheiro das mulheres não estava, pq vi uma outra menina entrando lá, sai pela porta do lado, olhei para o lado das piscinas, não tinha ninguém ali naquela hora, então subi a escada para a parte de cima, lá em cima salas de jogos, num lado uma pista pequena de dança, tudo meio escuro, e tinha duas sacadas que davam vista para o salão embaixo, onde rolava a reunião dançante. Log que entrei, vi dois vultos em uma das sacadas, eram só os dois lá em cima, deu pra ver que a minha querida namoradinha estava debruçada na sacada olhando pra baixo e alguém, que depois sobe que era o ex dela, atras dela e pior naqueles movimentos que a gente conhece, segurava ela pela cintura e estava pegando ela por trás, sai de fininho não me viram, desci desnorteado fui para o banheiro, fiquei minutos ali, me recuperando, pensando de tudo, quando sai, vi a Juliana entrando no salão, quando  entrei no salão ela já estava na nossa mesa.

Eu tinha intenção de ir embora, sair dali, deixar ela sentada lá, sem dar explicação, mas quando cheguei na mesa, ela levantou, “vem querido vamos dançar”, me puxando pela mão, quando começamos a dançar ela logo grudou o corpo em mim, se esfregando, fiquei da pau duro, ele separava de mim, me olhava com uma cara de satisfação e me abraçava outra vez, dançando ele mesma empurrava o corpo dele, prensando meu pau. No memento esqueci minha decepção, dançamos muito, O Joel fez sinal da mesa que queria ir embora. Quando estávamos saindo, a copa ficava a nossa esquerda, vi o ex dela lá conversando com outros, quando ele nos viu disfarçadamente virou de costas pra nós.

O Joel nos deixou na casa dela e se foi com a Helena. Entramos, ela depois de poucos minutos, “querido estou com vontade de ir dormir, posso?”, “sim, claro,”, levantei e fomos para a porta , beijos abraços, fui embora para minha casa. Aquilo na minha cabeça, a cena que tinha visto, não saia da minha cabeça. Custei para pegar no sono depois. Domingo, almocei e fui lá, ele ainda estava de pijama, me deixou na sala e subiu para o quarto. Votou vestida com uma outra saia curta e meio rodada, ele tinha uma pernas muito lindas, perfeitas.

Vendo TV , no sofá, nos amassando, já anoitecia. Outra vez cheguei perto da bucetinha dela com os dedos, mas ela segurou minha mão, ela amassava meu pau, apertando ele, fiquei maluco, levantei puxei ela fiz levantar, entrei com a mãos por debaixo da saia, fui direto nas nádegas, bem durinha, apertando, ele começou a respirar fundo, não se defendia, estava aceitando, baixei a calcinha dele e virei ela de costas pra mi, levantei a saia dela, que visão maravilhosa a bunda dela era linda, pensamento comigo, “vou comer”, deixei minha calça cair com a cueca baixada até as canelas, ele imóvel, meia curvada apoiada no sofá, esfreguei o pau na bucetinha dela, fui fazer pressão ela com a mão para trás segurou meu corpo, não entendi, tentei outra vez, ele fez a mesma coisa, por instinto, então subi meu pau que latejava de duro e encostei no cuzinho dela, ai ela ficou imóvel, forcei meu pau entortou e não entrou, então cuspi na mão passei no pau e com dois dedos coloquei cuspe no cuzinho dela, e foi só encostar e empurrar deslizou pra dentro, que coisa gostosa, parecia um forno, super apertadinho, então ele se ajeitou no sofá, tudo dentro, que coisa boa, ela respirava fundo, uns gemidos disfarçados dava pra ouvi.

Soquei e comecei fazer forte, ela reclamou, “devagar querido, faz devagar, bem devagar, controlei minhas investidas e ela depois de alguns minutos, começou a tremer, respirando ainda mais alto, vinha pra trás com a bunda, senti que o cuzinho dela apertava todo meu pau, ele gemeu alto, eu gozava no mesmo instante, segurando ele puxada toda pra mim, gozei lá no fundo do cuzinho dela, ela cai pra frente no sofá, alguns segundos assim, levantou rápida, pegou a calcinha, acho que para segurar meu gozo, e se foi para o banheiro de cima, aproveitei e fui no de baixo, meu pau estava melado. Lavei na pia. Voltei para o sofá. Ela demorou para voltar. Depois fomos para a cozinha ela fez um lanche, e logo já era hora de ir embora. Na saída na porta foi único momento que ela falou da transa, “gostei querido, foi muito bom”, “também gostei”, foi minha reposta.

No meio da semana, pensando em tudo que tinha acontecido, minha conclusão foi de lá no clube, ela deu o cuzinho para a ex e estava acostumada a fazer anal, meu pau entrou legal, ela não reclamou nada. Minha conclusão é que fui corno , lá no clube, mas estava meio apaixonado por ela, mesmo com poucos meses de namoro, decidi levar em frente, curioso para ver até onde isso ia, era tesão por ele na realidade….

… segure no capítulo (03) …

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