Olá, meus amores! Fui ao porão levar presentes de Natal para o morador de rua que tem um pauzão preto enorme. Quando ele me viu chegando em meu carro, o velho negro ficou contente. Ele estava do lado de fora do porão.
Conforme eu já disse em contos anteriores, este senhor mora no porão de uma casa que a construção foi paralisada há vários anos. Bom, quando o velho negro do pauzão preto me viu com o carro parado, ele se aproximou de mim e me disse: “Moça, quanto tempo! Pensei que você tinha esquecido de mim, até pensei que nunca mais iria ver você!” Nisso, eu falei para ele: “Imagina, senhor, eu jamais vou esquecer do senhor só por causa desse pauzão preto grosso que o senhor tem. Eu vim trazer para o senhor uns presentes de Natal!” Então, eu liguei o meu carro e estacionei naquele local que seria a garagem daquela casa e, em seguida, entrei para dentro do porão com aquele velho negro morador de rua.
Ele não contia de tanta alegria e emoções porque já havia se passado dois meses que eu estive ali naquele porão e tinha dado para ele a bucetona. Dentro do porão, dei para o velho os presentes: um par de roupa, um par de sapatos, ambos novos, e dei também um panetone. O velho adorou os presentes e me agradeceu. Eu estava com uma calça social branca, porém tipo legging, colada no meu corpo, mostrando o tamanho da minha buceta e o tamanho enorme da minha bunda, e estava com uma blusa decotada, mostrando partes dos meus peitões dentro do sutiã.
Eu gosto de ir naquele porão com roupas sensuais e provocantes só para deixar o velho negro louco antes de me pegar. O velho morador de rua, olhando para mim, disse: “Moça, eu não canso de dizer para mim mesmo e para você: você é uma loirona linda e gostosa, e fico pensando como é que você gosta de mim e dá para mim a buceta, logo eu, um velho negro morador de rua que dorme num porão de uma casa!” Sorrindo, eu falei para ele: “Senhor, eu adoro dar a buceta para o senhor, amo chupar este pauzão preto que o senhor tem. Eu amo sentir este pistolão preto grosso penetrando na minha bucetona e no meu cuzinho!” Bom, então, como aquele senhor sempre gosta de fazer antes de basicamente me comer, ele nem espera eu tirar a minha roupa, passa as mãos por todo o meu corpo, a começar pelos meus peitões que ele adora. Ele passou as mãos na minha bundona e na minha bucetona.
Não resisti ter o meu corpo tocado por inteiro pelas mãos do morador de rua. Me coloquei agachada, eu mesma desabotoei a calça do velho, puxei ela para baixo, imediatamente pulou para fora um pauzão enorme, preto, extremamente grosso e monstruoso. O pau do velho, como eu sempre relato nos meus contos, é mais parecido ser o pistolão de um cavalo. Quando eu vi novamente aquele pistolão depois de dois meses, eu segurei nele, comecei a punhetar aquele monstruoso pistolão.
Entretanto, só iniciei a punheta para ele porque eu, basicamente diante daquele pauzão, só queria mesmo fazer uma coisa: mamar naquele pauzão. E foi o que eu fiz e falei para o velho: “Senhor, eu vou mamar e chupar seu pistolão preto agora, estou literalmente faminta e sedenta por este seu pistolão!” Com meus olhos fechados, caí eu de boca naquele pauzão. Gente, o pau do velho quase que não coube em minha boca. Chupei incessantemente e sedenta a cabeça enorme daquele pauzão.
O velho negro me segurou pelos meus cabelos loiros, socou, fazendo o pauzão ir até em minha garganta. Entretanto, ele não gozou porque, basicamente, o velho estava mesmo louco para meter o pistolão em minha rachada. Eu estava louca para sentir aquele pauzão preto penetrando na minha rachada. Gente, eu estava louca para reencontrar aquele senhor só por causa daquele pauzão preto que ele tem.
Chupei por alguns instantes aquele pistolão. Nisso, o velho me disse: “Moça, tô louco pra atolar meu pau na sua bucetona gostosa. Moça, quero sentir esse meu pauzão todo atolado nessa sua bucetona quente. Depois, você mama mais um pouco no meu pistolão.
Eu sei que você adora mamar no meu pistolão!” O velho tirou o pau da minha boca, esfregou ele um pouco na minha cara. Eu amo quando ele esfrega o pauzão preto na minha cara. Nisso, eu tirei a minha blusa, a minha calça, fiquei somente com sutiã e calcinha rosa. O velho, quando me viu só de lingerie, me agarrou, tirou meu sutiã, e meus peitões enormes ficaram livres, soltos.
O velho pegou, apalpou bastante meus peitões, depois ele mamou nos meus peitões o quanto quis. Depois, eu deitei na cama do velho. Ele próprio tirou a minha calcinha, e minha bucetona ficou escancarada, arreganhada, liberada para ele. E quando ele viu minha bucetona carnuda e, desta vez, depiladinha, lisinha, o velho me disse: “Moça, eu não canso de dizer para mim mesmo: que bucetona enorme você tem, e depiladinha, lisinha, tá muito linda.
Mas gosto dela também cabeluda!” Sorrindo, eu falei para o velho: “Senhor, então atola seu pistolão preto monstruoso na minha buceta. Ela está inteiramente molhada, desesperada para sentir dentro dela seu pistolão!” Gente, aquele senhor negro colocou o pauzão na entrada da minha rachada. Senti de imediato a cabeça enorme e quente. O velho morador de rua ficou esperando eu dar a minha primeira rebolada ou remexida com o meu corpo.
Foi então que eu dei uma rebolada daquelas bem no capricho, fazendo o pauzão preto entrar um pouco. Entretanto, o velho deu uma socada extremamente forte. Senti aquele pistolão arrombando, invadindo minha buceta. Eu gemia feito uma putona safada e, para dizer a verdade, quando o velho está metendo em mim, eu me sinto uma mulher safada e puta.
Gente, quando eu senti aquele troço imenso, enorme, atolado até no saco na minha buceta, isto é, o pauzão do velho, eu propriamente fui ficando cada vez mais excitada. E mais eu rebolava e gemia, sabendo que meu orgasmo estava próximo de acontecer. E o que eu esperava aconteceu: eu gozei gostosamente no pauzão do idoso negro que é morador de rua. Que delícia de gozo, que momento indescritível e incomum!
E naquele momento, eu fiz com que minha buceta mordesse, apertasse o pau do velho. Ele adorou e reagiu dizendo: “Eh, loirona tarada gostosa, tá gozando, né, mesmo, moça? Gozando no pauzão preto do velho morador de rua, né, mesmo, moça? Eu sei que você adora gozar no meu pistolão preto!” De imediato, respondi: “Ah, que delícia!
O senhor nem imagina como é delicioso gozar no pistolão do senhor. Se outra mulher experimentar esse pauzão que o senhor tem, ela com certeza vai te dar a buceta mais vezes!” O velho continuava me comendo, parecia que nunca iria parar de fuder e de socar, e ele ia mais fundo nas socadas. Contudo, eu ainda continuava excitada e querendo mais e mais aquele pistolão dentro da minha rachada. Foi quando aquele pauzão começou a se pulsar e vibrando mais que um vibrador dentro da minha rachada.
Nisso, o homem morador de rua gozou, soltando, jorrando porra quente dentro da minha buceta, enchendo ela, fazendo eu revirar meus olhos e ficar com a respiração ofegante e incrivelmente gozar gostoso novamente. Aquele senhor negro falou para mim: “Moça, sentiu, né? Eu gozando e enchendo a sua bucetona gostosa de porra. Gostou tanto, né, mesmo, que até gozou outra vez!” Sorrindo, respondi: “Ah, o senhor tem toda razão.
Não resisti o pistolão do senhor pulsando e vibrando dentro da minha buceta. É extremamente bom demais, foi por isso que gozei outra vez.” Bom, passado alguns minutos, o velho negro tirou o pistolão da minha buceta, esfregou ele bastante na minha cara e depois enfiou o pauzão na minha boca e me disse: “Eh, loirona tarada, gosta de mamar no meu pistolão preto e chupar ele? Então aproveita!” Eu chupei o pauzão do velho. Ele socou aquele enorme pauzão, fazendo ele ir até a minha garganta.
Basicamente, era exatamente o que eu estava querendo: que o velho fizesse garganta profunda em mim. Ele sabe que eu gosto. Entretanto, o velho começou com o pauzão a fazer o movimento de vai e vem na minha garganta até que senti o pauzão pulsando. Ele gozou na garganta e, como já aconteceu das outras vezes, pensei até que iria me engasgar com aquela porra na minha garganta.
E o velho me perguntou: “Moça, tá gostando? Não vai engasgar agora não, porque eu sei que você adora meu pauzão na sua boca indo até na sua garganta. Tá gostoso, moça!?” Entretanto, só gesticulando a minha cabeça, afirmei que sim, estava gostoso, e engoli a porra. Depois, o velho tirou o pistolão da minha boca e, para finalizar, o morador de rua pegou, apalpou bastante meus peitões, mamou bastante neles.
Impressionante como o velho é fanático pelos meus peitões. Daí, então, eu saí daquele porão, me despedindo do velho: “Senhor, até qualquer outro dia!” Então, ele me pediu: “Loirona gostosa, vê se não demora a voltar. Não consigo te esquecer!” Nisso, eu falei para ele: “Pode ficar tranquilo, não vou demorar de jeito nenhum a retornar aqui!” Então, eu saí daquele porão, peguei meu carro e vim aqui para a minha casa feliz e contente. Tchau, meus amores, e beijos!
Edilene Soares!
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