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FUI ADOTADA. cap.02. Nélia. Fatos verídicos

Publicado em dezembro 16, 2025 por JANICE
3.3
(3)

…continua do capítulo 01….

Nélia se transformou na minha orientadora e também minha amiga.

No meu colégio em outra sala tinha um rapaz Eduardo, um ano mais adiantado que eu, já fazia um tempo, vinha me assediando, até que um dia comentei com a Nélia. Ela então me fez sentar na minha cama, e começou a me falar de namorado. Como era um namoro, como os namorados se comportavam, o que eles mais queriam, e me passou diversos conselhos para que se eu fosse namorar com ele, como deveria me concordar. Fiquei combinada com ela, que sim, que eu sempre iria consultar ela.

Quando falei com ela, eu já estava interessada no Eduardo, e ganhava força de uma das minhas colegas, a mais amiga e querida, Carla, ela tinha minha idade. Nunca tinha namorado e dizia que tinha muita vontade, tinha uma irmã mais velha, que já era noiva e ela espiava os noivos no sofá da casa dela, se apalpando, me contava tudo.

Bem comecei aceitar a companhia do Eduardo (Dudu fazendo 18a), ele começou me acompanhar até a porta da minha casa, logo começou entrar, minha mãe conheceu ele, meu pai viajava muito, e a Nélia, quando ele saia da casa, vinha direto fofocar comigo. Sempre tinha a impressão que ela falava comigo a mando da minha mãe.

A Carla minha amigona, começou namorar um menino (Flávio 18a) de fora da escola, mas que era amigo do Dudu, o Flávio já trabalhava e era um cara bem moreno, era lindo também. Então, seguido a gente saia juntos, clube, shopping, eram os dois lugares preferidos. A Carla me contava do namoro dela com o Flavio, e pelo que ela falava estavam bem mais avançada que eu, mesmo que tivesse começado a namorar mais tarde. Que o Flavio tinha um dia puxado a mão dela e colocado no pau dele , duro, fez ela apertar por cima da calça.

Eu falei para a Nélia, ela sorrindo me disse que isso era uma coisa que não tinha presa, mas que eu também poderia fazer isso no Dudu, me disse como fazer inclusive como masturbar ele, eu me senti autorizada, e foi naquele final de semana mesmo, no sofá em casa, a mãe já tinha ido para o quarto dela, deixei minha mão cair sobre o pau dele, que logo senti que estava duro, ele então segurou minha mão, fez eu pegar, fiquei segurando imóvel, ele então começou a apartar minha mão fazendo eu apertar o pau dele, e num gesto rápido botou pra fora da calça, eu nem olhei logo, mas peguei , a sensação foi incrível, ele segurava minha mão por cima fazendo eu apertar, então olhei e pela primeira vez vi um pau, ele começou fazer eu masturbar, segurando minha mãe e depois soltou, continuei e olhando ví que minha mão era pequena, sobrava um pedaço do pau dele maior que minha mão, a cabeça do pau, estava muito vermelha, inchada, logo ele começou esticar as pernas e se contorcer, pegou minha mão outra vez, e fez eu acelerar, quando vi ele tinha tirado o lenço do bolso, gemeu baixinho, se contorcendo e o lenço, segurou o gozo dele, que gemia bem baixinho, respirava fundo, até pensei que ia saltar do sofá.

O pau logo amoleceu, ele tirou o lenço e me mostrou o gozo dele, leitoso, limpou a cabeça do pau, com o lenço e guardou. Na saída da minha casa, atras de porta ele me abraçou, me prensou contra a parede me apalpando, seios, nádegas, me beijando, rosto, boca, pescoço, ele pe puxava abraçada nele, puxava pela nádegas, me apertava contra ele, eu senti o pau dele duro outra vez, então foi que ele levou a mão na minha bucetinha por cima da minha saia, levei um choque, ele esfregava, começou a ficar bom, levantou minha saia e foi direto na minha calcina esfregando os dedos na minha bucetinha, eu senti que estava me perdendo, puxei a mão dele, ele sorriu desceu os três degraus até a porta e saiu.

No outro dia era uma quinta feira e era feriado, dormia e fui acordada pela Nélia, sentou na beira da minha cama, vinha fofocar, sempre fazia assim, logo me perguntou do Dudu, se3nte4i na cama e contei tudo pra ela, ela tinha os olhos arregalados e não falou uma palavra, ficou em silêncio o tempo todo, quando terminei, ela sorria cara de satisfação, começou querendo saber como era o pau dele, tentei explicar como sabia, grossura, tamanho, ela sempre sorrindo, .., é um pauzinho então, concluiu, depois se ele tinha entrado com o dedo na minha bucetinha, disse que não, ela concordou que eu estava certa, falei do lenço com o gozo dele, ela achou que era bastante, comentou que ele devia estar sem alguns dias.

Ele então começou falar de como o namoro deveria continuar, alguns cuidados, nunca deixar ele colocar dedos na minha bucetinha, manter minha virgindade, e que ele ficasse muito “violento”, querendo algo mais, querendo me forçar, era para virar de costas pra ele, e que na bunda ele podia esfregar o pau, e até gozar, entre as nádegas, também falou que ele ia querer entrar no meu cuzinho, que eu tinha que pensar bem, se quisesse podia deixar, ali não tem perigo, falou, mas se ele gozar, não deixa o gozo dele ir na frente, não deixa, vc pode engravidar. Falou da dor inicial, que é forte, mas meio que fazendo piada, disse que como ele tinha um pauzinho, ia doer pouco e que depois acostumava.

Lembro que a forma dela falar e a franqueza dela, me deixou até um pouco nervosa.

No outro dia no intervalo das aulas na escola, sentei com a Carla num canto e contei tudo, fui rápida com medo do Dudu aparecer, a Carla também perguntou do pau dele como era, sorria muito eu dando detalhes, fazendo piada, .. ganhei de vc amiga, o meu é maior e mais escuro, e o Flavio até já consegui dar um empurrão no meu trapeiro, quase morri de dor, até pensei que tinha me machucado, e então o Dudu se aproximou, e o papo mudou.

Na saída da escola, lá estavam os dois no outro lado da rua nos esperando, eu na maior duvida e desconfiada, que ele se falavam das coisas, assim como eu e a Carla fazia.

No sábado, reunião dançante da juventude no clube. Ficamos juntos na mesma mesa. Levantei e fui para o banheiro, a Carla logo veio atras, amiga , sabe estou muito excitada, sei lá o que tenho, só me lembrando das coisas que q gente faz, pensei que vc poderia dançar com o Flavio, o que vc acha, eu danço com o Dudu, só pra deixar eles loucos, eu provoco e vc aceita combinado..

E logo depois que chagamos a mesa, ele levantou e estendeu a mão para o Dudu, vamos dançar querido ele não vai ficar brava. Saíram, o Flavio no mesmo instante, levantou, .., então dançamos nós dois. Até achei que a Carla já tinha combinado com o Flavio esta jogada, pq ela estava se mostrando muito malandrinha com o passar do tempo o Flavio devia ser um bom professor pra ela.

O Flavio não perdeu tempo, saimos dançando ele já me apertando e logo senti o volume dele, ele me apertava mesmo, sem folga, quando encontramos numa das voltas na pista com a Carla e o Dudu, e Dudu apertando também a Carla, que quando nos viu, sorriu, teve um momento que até achei que o Flavio estava gozando, da forma que se contorceu e tremeu todo.

Depois que saímos, o Dudu não aceitou a carona que o Flavio ofereceu, e fomos caminhando até minha casa,  já era noite. No sofá ele comentou , e achei que estava me provocando que a Carla tinha se apertado nele, durante todas as danças, fiquei um pouco chateada, e talvez por ciúmes. falei que o Flavio tinha me apertado muito mesmo, e que esfregou o pau duro em mim, ele me abraçou, e falou no meu ouvido, tá entendi, mas agora já passou, eles são uns idiotas o importante somos nós dois.

Tempão vendo TV, na hora de ele ir embora, como sempre na porta de saída , de pé, começamos nos apalpar, nos esfregar, ele botou o pau pra fora, peguei masturbando ele segurou minha mão e num gesto rápido fez eu me virar, logo já levantando minha saia, e rápido baixou minha calcinha, logo senti o calor do pau dele, entre minha nádegas, esfregando, ele me puxou fez eu me reclinar um pouco, estava bom, deixei, e senti que ele entrou com dedos entre minhas nádegas e com uma coisa gelada, depois soube que eu gel, ele tinha trazido um sachê com gel, foi com dedos direto no meu cuzinho, esfregando e massageando, senti que a ponta de um dedo ele entrou, só um pouco, tirou e logo senti que aquele dedo estava servindo de guia para o pau dele, vou bem devagar, fica assim, não te mexe, vou devagar, e senti a pressão, o pau dele estava muito duro, já naquela pressão senti que algo começava acontecer, uma dor enorme tomou conta de mim, para, para, para, pedi ele fez que não ouviu e continuou empurrando, me segurando pela cintura, a dor era demais, comecei me mexer, ele grudado em mim, acho que estava com todo pau dentro de mim, ela acompanhava meus movimentos, a dor esta demais, falei vou gritar, então ele me largou e senti que começava sair do meu cuzinho, quando me virei ele ainda de pau duro limpando com o lanço. Vai embora mandei, ele não falou nada, saiu porta a fora. Fui para o banheiro, e tive que sentar no vaso.

Quando voltei da escola no outro dia, procurei a Nélia e meio que envergonhada falei, contei pra ela tudo, desde como aconteceu, do gel que ele tinha, da dor, tudo mesmo.  Ela me falou calma, calma, isso é assim, se vc gosta dele, quer ficar com ele, deixa, que logo vai se acostumar, mas não deixa ele entrar na tua bucetinha, preserva ela para o casamento.

Passado um tempo, eu deixei ele outra vez, comer meu cuzinho, mas outra vez improvisado de pé, na porta de saída da minha casa. Falava para a Carla, ele vibrava e me contava que estava dando direto para o Flávio, ainda sentia dor, mas era pouca, … se eu der para o Eduardo posso até nem sentir dor nenhuma, falou me provocando, respondi rápida, e se eu der para o Flavio, vou gostar, ela retrucou, mas ela vai te arrombar, rimos muito.

Em um intervalo, já próximo as nossas férias de final de ano, a Carla me convidou para dormir na casa dela no próximo final de semana, os pais iriam para a praia eles tinham casa lá e iam preparar para passar o verão. Iam na sexta após o almoço e só retornariam na segunda a tardinha. Aceitei, a Carla cada vez mais assanhada, tinha mudado muito depois que conheceu o Flavio,.. amiga, vamos aprontar, levamos os dois pra lá, vou aprontar muito.

Já na sexta feira, depois do almoço fui pra lá, com uma mochila, o Flavio foi o primeira a chegar , depois o Dudu, ambos vieram prontos para ficar lá este tempo todo, a Carla logo disse pra eles que não era bem assim.

Bem pedimos pizza para a janta, e a tardinha fui para o banheiro me banhar a Carla logo entrou também, eu estava pronta para entrar no box, ela só de toalha, .. amiga, olha quero te mostrar uma coisa, olha pra mim, e diz como esta, se debruçou apoiando a mão no vaso, vê olha, olha, pediu para eu olhar o cuzinho dela, bem devagar abria as nádegas dela e vi o cuzinho dela, nunca tinha visto um, falei que não achei nada estranho, ela então, deixa eu ver o teu, quero fotografar o meu depois pra ver, tomei o lugar dela, me inclinei apoiando no vaso, ele abriu minha nadegas, não se sofreu, tocou meu cuzinho com o dedo, levei um susto dei um pulo, .. então é assim né, eu nunca tinha visto um, deixa eu fotografar, e vc fotografa o meu.

Logo depois olhando as fotos, deu pra notar que o dela já estava bem usado, meu super fechadinho, dela fechado também, mas dava pra notar que estava maior, mais vermelho e mais liso um pouco.

Nos banhamos, saímos fomos para o quarto, nos vestimos s descemos, os dois na sala olhando TV.

Minutos depois a Carla foi para cozinha e chamou o Flavio, curiosa, eu estava bem desconfiada dela, sabia que ela estava para aprontar algo. Entrei na cozinha ela estava mostrando no celular as fotos dos nossos cuzinhos, quando entrei ela levou um susto, logo começo a rir muito, o Flavio passou por mim, foi para a sala, ele se aproximou,.. amiga, dá pra ele, deixa ele arrombar teu cuzinho, depois vc vai gostar pq para de doer, se vc der pra ele, dou para a Dudu, acho que ele vai gostar.

Os dois foram dormir em um dos quartos, eu e a Carla, ficamos na quarto dos pais, na cama deles. Acordei pela madrugada, ouvindo vozes, levantei e vi luz acessa na quarto deles, fui até a porta encostada, e a Carla, deitando na cama com o Dudu, só de calcinha, o Flavio me viu, veio até mim, .. vem, vem, vamos, vem comigo, vc vai gostar. Logo entendi o esquema montado pela Carla, estava muito putinha mesmo, o Flavio só de sunga , já dava pra notar um volume lá dentro. Notei que ele já tinha na mão, um sachê conhecido, era o gel.

Me puxou pela mão, me levou para o quarto,.. vem querida, tira o pijama, deita aqui, virada para mim, ergue as pernas, vou passar esse creme no teu cuzinho, vou devagar, sei que vai gostar, senti aquela coisa fria sendo passada no meu cuzinho, ele tirou a sunga, tive vontade de sair correndo, ergue as pernas, segura, vou devagar. obedeci, e em segundo senti o primeiro contato, ele segurando o pauzão com a mão, começou e forçar, ele acho que entortava, senti a pressão, um vaie e vem bem leve eu senti, e cada vez mais pressão, até que…., dor, dor, dor, ele empurrando ajudando e entrar pq empurrava com a mão, ..para, para, tira, chega para, esta muito ruim, vai me machucar, ele nem ai pra mim, e pau sendo empurrado, então deixou o corpo cair sobre mim, com certeza tudo dentro, ficou imóvel, eu nem conseguia baixar as pernas direito, ele deitado entre elas, começou um vai e vem, eu pensei que ia desmaiar de dor, ele socando bem devagar, e veio o pior, ele começou a acelerar, duas, tr4es vezes, e deu uma socado até o fundo, que vi estrelas a dor aumento mais ainda e eu sabia que estava gozando, gozou tudo no fundo do meu cuzinho, saiu de cima de mim, finalmente consegui fechar minhas pernas, muita dor eu sentia, ele saiu do quarto, senti que escorria algo do meu cuzinho, logo pensei que era sangue, mas sentei rápida na cama, e vi que era o gozo dele e fezes minhas, um nojo.

Controlei o barulho no corredor e fui para o banheiro, quando voltei para o quarto a Carla lá me esperando com cara de safada, ..e dai querida, como foi, como esta, deixa eu ver, vou fotografar, e depois vc olha, fez eu abrir as minhas nadegas, fotografou três vezes, pedi pra ver estava curiosa, e vi bem direitinho que estava arrombada, ainda estava um pouco aberto e muito vermelho…. A Carla me gozando, amiga agora sim, vc foi inaugurada mesmo, pq o pauzinho do Duda, nunca ia fazer isso. Vamos dormir, apagou a luz, dormi como se tivesse morrido, não ouvi mais nada, ele levantou pela manhã, eu acordei com o Dudu sentado na beira da cama, cara de curioso, deitou ao meu lado, me abraçou, não perguntou, nem falou nada.

Não sei o que houve comigo, mas naquele dia, algo morreu em mim, quanto ao Dudu, realmente até hoje não sei o que houve.

O nosso namoro foi esfriando, induzido pela Carla que tinha ficado bem putinha mesmo, eu cheguei a ficar com um outro rapaz, numa ocasião que o Dudu, viajou, um cara já mais maduro, quase dei minha bucetinha pra ele, fiz bem em não dar. A até cheguei a ficar com um conhecido da Carla também, bem escuro, poderia dizer negro, amigo do Flavio. Dei pra ele, grandão também, depois ficou me perseguindo, queria mais e mais, mas nunca mais fiquei com ele. Bem meu namoro meses depois acabou….

A vida seguiu seu rumo, ……  conto no próximo capítulo o de numero 03

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