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Fudendo com a irmã gemea da minha namorada

Publicado em maio 17, 2021 por J. R. King

Quando eu tinha os meus 21 anos, eu namorava uma garota chamada Fernanda. Ela tinha cerca de 1,67m, a mesma idade que eu (nos conhecemos na faculdade), pele branca, seios médios redondos e empinados, bunda não muito grande e cintura fina. Tinha cabelos castanho escuros, olhos também castanhos e muito linda. Fernanda tinha uma irmã gêmea Bia, e Bia era idêntica a Fernanda, a não ser por uma tatuagem de golfinho que Bia tinha no ombro esquerdo, e que ela usava aparelho. Além da personalidade. Fernanda era bem meiga e fofa, um pouco ingênua às vezes. Já Bia tinha a personalidade mais forte, era mais extrovertida.

Durante um final de semana, visitei a família de Fernanda. Os seus pais tinham uma casa em Itaipava, com piscina e tudo. Fomos eu, Fernanda, Bia, sua mãe e seu pai. O pai de Fernanda adorava beber, tinha sua própria adega de vinhos, mas o que ele mais gostava era de um bom Whiskey. Sexta-feira à noite, ficamos a família inteira conversando. Eu sempre tive um bom relacionamento com os pais de Fernanda. O pai dela então pegou um Whisky importado que ele tinha e se serviu. Perguntou se eu queria também. No começo eu recusei, mas ele já chegou falando “deixa de besteira, garoto. Pode beber.” E já foi me servindo um copo.

 

A gente ficou lá conversando a noite toda e bebendo. Lá por volta de meia-noite, as garotas e sua mãe foram dormir, e ficou só eu e o pai de Fernanda conversando. Por volta das duas da manhã, o meu sogro foi se deitar, e logo em seguida também fui. Eu e Fernanda íamos dormir no mesmo quarto, os pais dela não ligavam que dormissemos juntos. Enquanto isso, Bia dormiria sozinha em outro quarto.

É aí que minha história começou. Quando eu fico bêbado, eu fico com bastante tesão. Então, assim que entrei no quarto e vi Fernanda deitada lá, enrolada no lençol, fiquei bastante excitado. Fui chegando devagarinho perto dela, beijei seu pescoço e falei em seu ouvidinho “Oi, amor, tá acordada?”. Mas não esperei resposta. Tirei o lençol de cima dela e vi que ela estava só de calcinha.

Botei minha rola pra fora e fiquei esfregando em sua bunda, até ela ficar completamente dura. Em seguida, tirei sua calcinha e coloquei devagarinho o meu pau dentro dela e ouvi ela gemendo enquanto eu metia. Disse “Tá acordada, né, safada, mas geme baixinho pro seu pai não escutar.”. Fui metendo nela bem devagar enquanto eu beijava seu pescoço. Comecei a estranhar que ela não estava falando nada. Fernanda falava bastante durante o sexo, mas não liguei muito. Era melhor que ela ficasse quieta mesmo.

Coloquei minhas mãos por dentro de sua camisa para pegar em seus peitos enquanto metia nela. Foi então que resolvi tirar sua camisa. Quando eu tirei a camisa, tive um susto. Em seu ombro esquerdo, vi a tatuagem de golfinho que Bia tinha. Na hora, bêbado, achei estranho, e demorei para perceber que eu na verdade estava transando com a minha cunhada!

Quando percebi, levei um susto e quase pulei pra fora da cama. Dei um grito contido “Que isso!”, E Bia se virou tapando minha boca.

“Shhhh!” Chiou ela. “Tá tudo bem.”

Quando ela tirou a mão da minha boca eu tentei dialogar.

“De-desculpa.”

Mas ela veio dizendo:

“Não. Eu disse que tá tudo bem. Vamos continuar.”

“O que?” Disse, desacreditando. “Não. Tá maluca, eu não posso fazer isso.”

“Você já fez. Agora vamos terminar. Tava tão gostoso.”

Então ela já foi pegando em meu pau e colocando-o em sua boca. Eu tentei empurra-la para parar com aquilo, mas ela continuou a me chupar. Foi quando eu parei pra pensar que ela tava acordada o tempo todo, e sabia que eu estava fodendo ela. Ah, aquela safada!

Eu não tive forças para lutar contra. Apesar de tudo, Bia estava me chupando com muito tesão, me levou à loucura aquela boca deliciosa dela. Na escuridão do quarto, parecia que eu tava de fato transando com Fernanda. A ignorância realmente seria uma benção nesse caso.

Ela se deitou na cama, dessa vez de frente pra mim. Não pude conter minha vontade, então fui pra cima dela, um pouco tonto por conta da bebida, mas cheio de tesão. Meti fundo nela sem pena. Já que aquela cachorra queria tanto foder com o seu cunhado, então eu não teria pena dela.

Meti com força nela e ela adorou, pedia mais e mais. Eu ia à loucura com aquilo tudo. Falei “Fica de quatro, cachorra.” E ela fez o que eu mandei. Meti nela de quatro, puxando o seu cabelo, apertando os seus seios. Transando de um jeito que jamais havia transando com Fernanda.

Depois, botei meu pau pra fora e falei pra ela chupa-lo de novo, até gozar. Ela caiu dd boca, enfiava meu pau na sua boca até o final, punhetava ele e fez de tudo, até que eu gozei tudo na cara dela.

Quando terminamos, ela se limpou, lambendo toda a porra que eu jorrei em seu rosto. E falou para eu ir embora logo. Saí do quarto e fui cambaleando, ainda bêbado, até o quarto certo e me deitei na cama ao lado de Fernanda. Apaguei quase na mesma hora.

No dia seguinte, acordei com uma baita ressaca, mas lembrava de tudo o que acontecera na noite passada. No momento, bateu uma culpa enorme do que tinha acontecido. Eu acabara de trair a minha namorada, uma namorada que não merecia ser traída de jeito algum. Eu sequer queria traí-la a princípio. Mas tudo aconteceu tão rápido e de forma tão confusa.

Quando Bia acordou, ela me cumprimentou e toda família, não esboçou nenhuma reação ao que havia acontecido ontem comigo, não me tratou diferente em nenhum momento. Cheguei a duvidar se aquilo havia acontecido de fato ou não. Mas não tinha como negar, havia sido tudo real sim.

Mas como nada havia mudado, pensei que o melhor a se fazer era conviver com isso, fingir que nada havia acontecido, e bola pra frente.

Eu só não esperava que Bia iria querer mais…

CONTINUA.

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