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Fase Sombria

Publicado em janeiro 11, 2023 por Paula Oliveira

Fase sombria

Começava com papai entrando no meu quarto deitava do meu lado como um ritual, me virava de lado encostava nas minhas costas, afastava a calcinha ou shortinho do pijama, encaixava o pau no meio dos meus lábios sem penetração abaixava minha perna fazia eu deitar em seu braço e esse ele usa pra apertar meu pescoço a outra mão apertar meu seio que estavam por crescer, beijava meu ombro pescoço e dormia me mantendo presa, evitava me mexer com medo daquela coisa no meio das minhas pernas entrar em mim.
Quando mamãe era viva médica passava muito tempo fora de casa, quando ela estava de turno da madrugada era onde acontecia os abusos foi a iniciação anal foi apavorante, agoniante, tinha dez anos na época, com 12 anos passou a me molestar diariamente, me estuprar com penetração vaginal.
Um dia mamãe descobriu pegou ele me fodendo e batendo, ela ficou desnorteada saiu dirigindo feito louca pensei que ia me livrar desse inferno mas ela não fez nada, disse quw tinha muito a perder estava crescendo profissionalmente era pra eu não estragar tudo.
Papai passou a me foder até mesmo quando ela estava em casa, um dia um acidente de carro a levou, primeira coisa que papai fez foi nos isolar, pediu transferência para zona rural passei a estudar em casa, desde de então me fez sua mulherzinha, enquanto me estuprava falava que tenha obrigação de servi-lo sexualmente.
Tudo piorou quando meus tios vieram morar com a gente os três passaram a me dividir, não tinha um dia sem ser abusada.

Acordava geralmente se engasgada com a tora na boca e porra e urina na garganta era rotina matinal do papai, percebia que acordei e segurava minha cabeça até gozar tudo, quando não iam trabalhar era meu calvário, os dois apareciam, um logo arregaçava minhas pernas e começava a chupar o outro assim que meu pai tirava da minha boca já metia sem me dá chance de respirar direto, papai sentava e observava eles me foder, eles gozam e continuavam.
Me lembro da última foda foi a mais horrenda de todas, estava com 15 anos na época, papai me engordo para aguentar o tranco segundo ele, nesse dia tio Ne atola no meu cú e o ti Be na buceta, não foram gentis me fodiam agressivamente, tio Ne arreganha minhas pernas e o tio Be me enforca, estão ajoelhados na cama que range, os dois contam e juntos ficam de pé, dão gargalhadas ao se desequilibrarem, tio Ne bate as costas na parede e o peso do corpo do tio Be faz eles irem mais fundos me arrancando gritos de dor, papai se masturbava assistindo a cena com satisfação, os três são policiais, sim policiais! Isso me deixava confusa se eles sendo homens da lei me tratavam assim ninguém me ajudaria ou acreditaria, estava ferrada.
Grandes e musculosos, o mais baixinho é o tio Be que tem 1,80 podem imaginar?
Eu gordinha 1,60 e 80 quilos, ficava minúscula perto deles, são negros e os paus gigantes, geralmente depois dessas fodas ficava arregaçada, sentindo muita dor e nunca prazer, gostavam de judiar de mim, vivia com a garganta e partes intimas sempre esfoladas, inchadas, doloridas, sangrando.
Mole e espremida entre os dois olhei pro meu pai na esperança infantil dele acabar com isso, ele sorriu enquanto acaricia e punheta a tora, meus tios começam a ir mais fundo na agressividade total e feito animais erraram dando estocadas como fossem me empalar gozaram a ponto de escorrer dos lados, encheram meu cú e útero que reclamava dando pontadas, meu pai sorridente geme deixa os jatos de porra esguichar pelo quarto, faz sinal – Coloca ela sentada no meu pau!
Tio Be sai da minha buceta que jorra porra e urina, tio Ne me coloca de frente sentada na tora do papai que levantou segurando minha cintura deixando meu tronco pendurado, tentei apoiar as mãos no chão porém não alcanço, meu corpo e jogado pra todo lado conforme as metidas, parecia um fantoche, até que o tio Ne ergue minha cabeça e enfia o pau na minha goela, minha coluna dóia por está sem apoio, parece que meu pescoço ia ser arrancado, tio Be percebeu e deu apoio as minhas costas, enquanto papai continua me comendo frenético meus tios revezam minha garganta, sei que tinha horas que desmaiei e quando voltava ainda estava na mesma situação, papai era o mais voraz, meus tios se cansaram e ele continua até gritar me força com metidas violentas sai trazendo meu útero junto, sempre acontece isso, quando a cabeça conseguia entrar dentro ele acaba puxando meu útero pra fora, desmaiei ele colocou mesmo cheio o útero pra dentro, desperto já com ele me dando banho e dizendo que sou uma boa putinha, amante do papai.
Engravidei muitas vezes e devido a agressividade dos estupros acabava abortando até que papai me levou pra fazer cirurgia e tirar tudo, sem útero não menstruava e não engravidava o que de uma maneira dolorosa foi alivio, os escutava dizendo que queriam uma menininha pra brincar, jamais iria permitir não sabia como mas não permitiria.
Meus tios casaram graças aos céus e foram embora, com 20 anos e papai 53, ainda sendo estuprada, ele afastava os rapazes que mostravam interesse em mim, me deixou fazer faculdade já que os parentes estavam desconfiados, vivia embaixo de ameaças e quando descobriu não sei como que estava ficando com um rapaz armou pro coitado o forjou e o pobre que ficou um tempo preso, me espancou fiquei de cama por dias, depois disso nunca mais me envolvi com ninguém, aposentado me levava e buscava na faculdade, meus tios sempre vinham passar os feriados na chácara que morávamos, davam um jeito de me estuprar, não conseguia entender porque faziam isso comigo.
Um dia enquanto meu pai me machucava, fodia com ódio me confessou que não sou filha biológica dele, sou fruto de uma traição da mamãe por isso me trata como objeto.

Para minha felicidade ele infartou depois de me comer por horas a fio, ele se contorcia e espumava me encolho e observo ele em agonia o deixo morrer, no velório meus tios abusaram de mim e foram categóricos pra eu não sumir agora era a amante putinha só deles, tio Be com 50 anos e o tio Ne 48 anos, no começo eles apareciam sempre com a desculpa que era perigoso eu sozinha no interior, meio do mato, o desgraçado do meu pai me deixou uma pensão bem generosa, um dia criei coragem vendi a chácara e sumi no mundo, não conseguia levar uma vida normal mais por isso comecei a passar no psicólogo e até psiquiatra, me formei em assistência social e dou apoio a adolescentes e crianças que sofrem abusos, várias anos cativa me fez reconhecer tais sinais em crianças, eu trabalho no conselho tutelar, meu prazer hoje é colocar abusadores na cadeia, isso me.deu coragem para revelar aos parentes todos e polícia anos de abusos que passei, papai tinha mania de gravar a maioria dos estupros que serviram como provas, não fiquei pra ver mas primos meus, e outros amiguinhos e vizinhos da época também criaram coragem e delataram os abusos da parte dos três, foi um escândalo e eu percebi que não estava sozinha esses monstros machucaram muitas crianças, agora vão pagar, papai pode ter morrido mas as honrarias foram tomadas e o “herói” recebeu i título que merece “monstro”
Passo por terapia até hoje, estou com 30 anos agora, namorando um cara muito gentil, ele também passou por abusos na adolescência fazemos terapia em grupo juntos, dois fudidos que enfim estão experimentando a felicidade.

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Engravidei do meu pai - 02

CAPITULO 10 – ABRINDO O JOGO

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