Maria Clara, chegou naquela sexta de volta, estava ansiosa pra falar comigo, queria detalhes do que tinha acontecido, contei tudo outra vez, ela estava super agitada, queria saber mais e mais, o que senti, que sensação eu tive, como foi, se era muito duro, muito grosso, depois de repetir diversas vezes alguns detalhes, “amiga, quero pegar também, nunca fiz, deve ser muito legal”, falou, respondi dizendo que se a mãe descobrisse ia dar a maior confusão, ela sorriu, “vou pegar sim, vc chupou também ?, neguei, tá entendi, “vou provocar ele”.
A Maria Clara, já a primeira vez que viu ele e a mãe, abraçou e beijo a mãe e foi nele e fez a mesma coisa, ela era muito corajosa, avançadinha.
Ele claro que gostou. No outro dia a rotina, do café da manhã antes de sair para o mar. Ele com uma sunga nova, devia ter ganho de presente da mãe, era visível o pauzão dele deitado lá dentro, a mãe na cozinha ele na porta da sala, a Maria Clara, beijou a mãe dando bom dia e foi direto nele, louca, se abraçou nele, vi nitidamente ela se abraçando nele quando cumprimentou. Fomos todos juntos para a beira mar, a Clarinha estava muito agitada, e fazia eu voltar a pensar na cena de masturbando ele. Convidei ela para caminhar na areia, e saímos, ela só falava nele, que queria pegar, apertar,…
Isso de ficar falando virou o final de semana, a gente saiu sábado a noite, fomos ao centrinho, ela sempre falando nisso. Quando a gente estava junto com ele e a mãe, a Clarinha fazia gracinha e olhares pra ele, ele claro que estava notando, tanto que ela num momento foi na cozinha, esquentar um café, ele levantou e foi atras, a mãe nem levantou os olhos da TV, ela voltou antes dele, sentou ao meu lado, com cara de safada, falou baixinho, “ele passou a mão na minha bunda e me encouchou, me abraçou por trás, “ele não voltou ainda deve estar esperando o pau amolecer”, sorrindo comentou meio nervosa, agitada.
Segunda feira, dia da mãe ir na feira e no supermercado, passava a tarde fora, e foi naquela segunda feira que a Clarinha planejou. O Saul estava no quarto lá em cima, ele fazia isso normalmente a tarde depois do almoço, a Clarinha lá embaixo comigo, “amiga não sobe tá, eu vou subir, agora ele não me escapa”, eu nem falei nada, minutos depois ela subiu. Eu lembro que fiquei nervosa, misto de medo e curiosidade do que ela ia aprontar. Dei um bom tempo e subi bem devagar, olhei primeiro no nosso quarto, ela não estava lá, no banheiro também não pq a porta estava aberta. Fui então no quarto da mãe, porta fechada, bem devagar girei a maçaneta, cuidando pra não fazer barulho, a Clarinha debruçada apoiada no encosto da cama, bermuda e calcinha nos pés, ele com aquele pauzão, atras dele, esfregando, entre as nadegas dela, ele me viu ali na porta parada feito uma estátua, nem me olhou mais, ele tentava entrar na Clarinha que estava dura sem se mexer, com uma mão ele abria as nadegas dela, e estava empurrando tentando entra, só que eu não conseguia ver onde, até que então entendi, pq ela, “assim não, não quero”, ela falou, neste momento sai, desci fiquei lá embaixo, bem nervosa.
Tempinho depois ela veio toda faceira, cara de sem vergonha. “quer saber ?, fiz ele gozar, me melou toda, pior ele queria e quase empurrou na minha bucetinha, estava louco, mas dai falei que não queria, ele ficou bravo, me fez sentar na cama, veio e esfregou na minha boca, que eu não abri, então sentou do meu lado, pauzão apontando para o teto, foi então que masturbei, como vc disse que fez também, ele estava bravo, quando levantei pra sair ele me segurou belo braço, vou arrombar teu cú, e me chamou de putinha”. Aquela tarde pra mim, foi super nervosa, a Clarinha fazendo programa para a noite no centrinho, falando dos meninos que ela conhecia. Pela fala dela comecei a desconfiar que ela não era mais virgem como eu pensava, da maneira que ela falava, mas fiquei na minha, sabia que ele era bem agitada mesmo.
A gente sentou numa mesa bem próxima a porta, a Clarinha agitada, olhando os caras, fazendo comentários como deviam ser, sempre referindo a sexo, então apareceu na porta um cara já adulto, certa idade, a Clarinha, olhou pra ele sorrindo, ele veio até nossa mesa, moreno, um braço coberto de tatuagem, ele se apresentou pra mi, e Clarinha beijou ele no rosto, e dos dois saíram, ficaram na calçada, conversando. Quando ele voltou pra mesa, ele já tinha desaparecido, perguntei quem era, “ele mora ali naquele prédio da frente, nos fundos, entra pelo lado, e um apto nos fundos, ele é o zelador do prédio, época de inverno, faz alguns reparos. Perguntei espantada, “Clarinha, como vc sabe tudo isso, já conhecia ele então?”, ela confirmou, “sim, sim, conheço, já estive lá no apto dele uma vez, lembra ano passado quando vim com a Flavia para a praia fiquei uma semana na casa dela, pois é conheci ele, fazia um conserto no portão da casa dela”, ainda falei, “caramba vc então acabou vindo no apto dele, e dai , rolou algo”, ela sorriu, o que vc acha, encerrei a conversa, “vc é mesmo muito safada, estou estranhando vc”, “tá bom, então vc fica aqui, eu já volto, fica aqui não sai”, ela determinou. De onde estava, vi que ela atravessava a avenida.
Eu já estava cansada de esperar, mas fiquei firme, vinha na mesa um ou outro conhecido, iam embora e a Clarinha nada. Até que em fim ela chegou, alegre, elétrica. ” miga, onde vc foi, foi lá no cara esse né?”, ela sorriu e concordou com um gesto da cabeça, “vc deu pra ele?”, perguntei curiosa, ela sorriu, “vc não é mais virgem né?”, ela sorrindo, “querida sim, sim, sou, na frente sou”, dai entendi tudo, inclusive pq o Saul tentou empurrar no cuzinho dela lá em casa, deve ter notado alguma coisa. Depois indo para nossa casa, perguntei, “e pq então vc não deu o cu para o Saul, lá em casa”, ela sempre sorrindo, “vc tá louca, aquele pauzão ia me rasgar, não quis arriscar”, entendi tudo, não toquei mais no assunto. Chegamos fomos direto para nosso quarto, ela vestiu um pijama e saiu foi para o banheiro, voltou quando entrou no quarto, “a tia esta gemendo lá no quarto,”, sorrindo como me dizendo que estavam transando.
Depois daquela semana agitada, estávamos quase no fim do período de férias.
Logo voltamos para a nossas casas na cidade, eu meia apavorada com a Clarinha, que dias antes me deu uma aula sobre como fazer anal e o grande receio de engravidar….
…. segue no (03) EU PRINCESA….
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