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Estrada da Tentação

Publicado em junho 18, 2021 por J. R. King

Os amigos da faculdade decidiram passar o carnaval em Recife. No entanto, Fabrício, Stella e Gustavo decidiram de última hora. Sem conseguir comprar passagem de avião ou ônibus, decidiram os três fazer uma viagem de carro, de São Paulo até Pernambuco.

Seriam os três no mesmo carro por quase 48 horas. Até aí tudo bem, mas tinha um porém. Fabrício era apaixonado por Stella desde a primeira vez que ele a viu entrar na aula de Introdução a Marketing, no primeiro período. Mas seu jeito tímido não permitiu que ele pudesse aborda-la devidamente. Impedimento este que Gustavo não tinha, e por isso namorada Stella há 6 meses já. Fabrício não podia negar, sentia ciúmes de seu amigo, mas tentava esconder ao máximo. Quando Fabrício soube do plano de Gustavo para viajar de carro, ele aceitou, sabendo que ficar 48 horas dentro de um carro com os dois seria no mínimo desconfortável. Mas como a vontade de viajar era maior, acabou aceitando.

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Quando o casal passou em sua casa para busca-lo às 7 da manhã, era impossível dele não notar Stella. Ela tinha uma presença fortíssima, como se emanasse uma aura que todos que estivesse ao seu redor notassem ela. Sua pele cor de caramelo reluzia sobre o sol, como se fossem feitos um para o outro. O seu cabelo preto estava preso em sua cabeça, pois estava um dia bem quente. Pelo mesmo motivo as roupas de Stella eram no mínimo… provocantes. Um short jeans desbotado curtíssimo, uma camiseta cinza amarrada na frente, mostrando sua barriga quase negativa e realçando seus seios sedutores, e nada mais.

Fabrício chegou a tremer ao vê-la, sequer reparou a presença de Gustavo. Foi direto cumprimenta-la.

– Oi, Stella.

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– E aí, Fabri. Pronto pra viagem. – Disse Stella, enquanto mastigava um chiclete.

– Ah, tô sim, vamos fazer essa peregrinação aí.

– Deixa de show. Aposto que você tá ansioso para pegar geral em Recife.

Fabrício deu uma risada desconfortável com o comentário de Stella.

– Sim. Quer dizer, nem tanto. Não sei.

– Ow, lesado. Me dá logo tua mochila aí – Gustavo cortou a conversa dos dois, já puxando a bolsa de Fabrício de suas mãos.

Mala devidamente arrumada, os três saíram em viagem. A viagem foi no geral bastante tranquila, apesar do calor que fazia. Na primeira parte da viagem, Gustavo dirigiu o carro de seu pai, com Stella no banco de carona e Fabrício no banco de trás. Fabrício reparou em algo que achou bastante peculiar. Gustavo e Stella estavam diferentes. Pareciam mais frios. Fabrício sempre os via trocando bastante carinho e afeto pela faculdade, o que fazia ele se sentir bastante enciumado com aquilo tudo. Mas agora, eles parecia mais distantes do que a distância entre dois bancos de um carro. Mal conversaram durante a viagem, permanecendo em silêncio quase todo o tempo, enquanto Fabrício ouvia música no seu celular. Gustavo até tentara fazer um carinho em Stella, levando sua mão até o seu pescoço, mas ela recusou o afeto.

O que Fabrício não sabia era que Gustavo e Stella estavam em uma fase complicada do seu relacionamento. Começaram a brigar bastante por besteiras, muitas vezes envolvendo a personalidade possessiva de Gustavo e a personalidade ‘atirada’ de Stella, como o próprio Fabrício falava. De fato, eles haviam brigado na noite anterior, quando saíram para comer algo na rua antes da viagem, e Gustavo achou estranho o jeito como Stella interagiu com o garçom do restaurante. Acontece que Stella sempre foi o tipo de pessoa bastante aberta, e é difícil até saber quando ela está de fato flertando com alguém ou sendo ela mesma inocentemente. E parece que Gustavo tinha problemas em identificar isso também.

Quando se deu por volta de 20 horas da noite, eles já haviam passado da divisa de Rio de Janeiro com Espírito Santo. Fabrício, cansado, pediu para deitar no banco de trás enquanto Stella seguiria dirigindo. Fabrício pulou para o banco do carona, enquanto Gustavo praticamente apagou, exausto.

A viagem prosseguiu noite adentro, sem muitos percalços. Fabrício, estava em seu canto ouvindo música em seu celular. Stella, diriga e se sentia um pouco entediada, então resolveu conversar com Fabrício.

– O que está ouvindo? – Perguntou ela.

– Johnny Winter.

– Sério? Deixa eu ouvir também.

– Você gosta de Johnny Winter?

– Sim. Meu pai adorava ele, então me ensinou a gostar.

Fabrício pegou o seu fone direito, passou a mão no rosto de Stella, para tirar o seu cabelo da orelha e colocou o fone em seu ouvido. A música que tocava era You Done Lost Your Good Thing Now, uma versão gravada direta do festival de Woodstock. Quando Stella colocou o fone, Johnny estava peeformando um incrível e psicodélico solo de guitarra, que fez até Stella se arrepiar.

– Ele é incrível não é? – Disse Fabrício

– Sim. Eu lembro de ouvir as músicas dele com o meu pai em casa. Era muito bom.

– Não sabia que você gostava desse tipo de música.

– Ué. Você nunca perguntou. Aliás, você quase nunca fala nada, Fabrício.

– É, eu sei…

– Oxi, assim vai ser difícil você arranjar alguém em Recife.

– É, bom, eu não estou pensando muito nisso em Recife.

– Ah, para. Vai fazer o que de bom em Recife então? A ponto de você ter decidido ir em cima da hora que não tenha sido pegar mulher?

Fabrício ficou sem saber o que responder.

– Sem contar que você sabe né? Carnaval você tá livre de qualquer pecado que você fizer. Qualquer um…

Stella estendeu a última palavra no ar. Os dois continuaram a conversar durante a noite, enquanto ouviam música juntos. Fabrício começou a ver um lado em Stella que ele não se permitiu ver durante esse tempo todo. Uma garota bastante interessante, que ia além de sua beleza, mas que tinha personalidade. Enquanto Stella, viu em Fabrício um rapaz inteligente e culto, qualidades essa que ela pouco percebia em Gustavo. Sem perceber, ela começou a comparar os dois em sua mente, e naquele momento, Fabrício parecia mais interessante que Gustavo. Foi um simples pensamento que sumiu de sua mente, mas que ainda ecoava.

Por volta de 1 da manhã, os viajantes já se encontravam no Sul da Bahia. Stella e Fabrício estavam bem cansados, assim como Gustavo, que não conseguiu aproveitar bem as horas dormidas dentro do carro. Decidiram, então, encontrar uma pousada na beira da estrada para descansar, e assim o fizeram.

A pousada, apesar de bastante humilde, era suficiente para uma noite de sono. Conseguiram um quarto com duas camas separadas para dormirem aquela noite. Gustavo chegou a relutar com a ideia, mas acabou aceitando, o sono o consumia.

Antes de se deitar, Fabrício saiu do quarto. Foi até o carro e se encostou no capô para fumar um cigarro. Via os carros passando na madrugada, a estrada bem vazia naquela hora. Não muito tempo depois, ele avista a porta de seu quarto abrindo, e de lá sai Stella. Agora, vestindo um casaco, pois o frio da noite era quase tão forte quanto o calor do dia, ela se enconstou no capô do carro ao lado de Fabrício e pediu um trago. Ele entregou o cigarro a Stella que fumou.

– Não sabia que você fumava. – Disse Fabrício.

– Você não sabe de muitas coisas minhas, já percebi.

– Pois é, espero conhecer mais você.

– O que você quer dizer com isso, hein? – Perguntou Stella, em um tom desconfiado.

– Ué. Nada. Só queria te conhecer mais.

Stella deu outra tragada no cigarro e passou para Fabrício, encostando seus dedos nos dele.

– Como está o Gustavo. – Perguntou Fabrício.

– O que tem ele? – Respondeu Stella, de uma forma bem seca.

– Se ele tá bem dormindo lá.

– Ah sim. É, ele tá bem.

Fabrício notou na fala de Stella uma certa indiferença, como se ela sequer tivesse visto Gustavo antes de sair do quarto.

Os dois ficaram alí por um tempo, fumando e vendo os carros passarem na estrada de madrugada. Stella se encostou em Fabrício e sentiu a sua pele gelada pelo frio da noite.

– Nossa, como você tá gelado! – Exclamou Stella.

– Pois é. Está frio aqui.

– Vem cá, me dá suas mãos.

Stella pegou as mãos de Fabrício e começou a esfregar as suas nas deles, aquecendo-as. Fabrício não pode deixar de notar o toque carinhoso que as mãos de Stella tinham. Quando ela terminou, ele ainda as segurou, como se estivesse maravilhado com as suas mãos, pequenas e delicadas.

Fabrício olhou para os olhos de Stella naquele momento. E tudo veio como um flash nos dois. Um arrepio que Fabrício sentiu tomar conta do seu corpo. Uma batida mais forte em seu coração que Stella sentiu. De repente, aquele pensamento voltou a cabeça dela. E como um gesto involuntário, Stella beijou Fabrício. Ele, dem reação, aceitou o beijo durante 5 segundos, até se lembrar de Gustavo. Ele então empurrou ela para trás pelos seus ombros e disse:

– Desculpa, eu não posso fazer isso. Não com Gustavo.

– Por que não? Ele não precisa saber.

– Mas eu irei. Eu não posso fazer isso.

– Você não precisa se sentir culpado. – Stella se aproximou mais dele – Lembre-se do que eu lhe disse. Você tá livre de qualquer pecado. Qualquer um.

Em seguida, ela lhe beijou os lábios novamente. Fabrício tentou resistir, mas já era tarde demais, ele estava completamente entregue aos encantos de Stella. Estava desde aquele dia na aula de Introdução ao Marketing. Ele só precisava desse empurrão.

Fabrício já envolveu os seus braços em Stella e foi pegando em sua bunda. Stella lhe beijava, como não beijava Gustavo há muito tempo. Ela sentia falta dessa paixão desenfreada, desse sentimento carnal.

Stella puxou Fabrício e eles foram para dentro do carro. Sentaram-se os dois no banco de trás, e continuaram a se beijar. Neste momento, o pau de Fabrício já se enrijecia em sua bermuda, desejando possuir o corpo de Stella ali mesmo. As roupas foram sendo tiradas. Stella tirou o seu casaco, e em seguida sua camisa. Estava sem sutiãs, portanto, seus peitos saltaram para fora. Ela foi sentando no colo de Fabrício, que também já estava sem camisa.

Voltaram a se beijar intensamente, enquanto Fabrício massageava os seios de Stella com suas mãos. Stella adorava o jeito como Fabrício ‘brincava’ com eles, e soltava leves gemidos entre os beijos. Ela começou a sentir o pênis ríjido de Fabrício embaixo dela, então, tratou de colocá-lo para fora. Stella o pegou em sua mão. Sentou-se ao lado de Fabrício e tateou seu membro, como sentisse tesão só de olhar para ele.

Mas só olhar não bastava. Ela se abaixou e foi com sua boca de encontro ao pau de Fabrício. Chupando ele deliciosamente, fazendo ele gemer alto de prazer no carro. Fabrício segurava a cabeça de Stella, controlava seus movimentos, ora mais lento, ora mais devagar. Stella fazia tudo deliciosamente. Chupar aquele pau lhe deixou completamente molhada.

Em seguida, Stella tirou o seu short e se mostrou a Fabrício completamente nua. Seus lábios eram bem carnudos, havia um pouco de pelo crescendo em sua virilha. Ela ficou alí por um instante, massageando o seu clitóris enquanto pedia com os olhos que Fabrício lhe comesse. E assim ele o fez. Enfiou o seu pau em Stella e começou a socar bem fundo. Os dois estavam alí em completa sintonia. Stella não se lembrava de quando ela teve um sexo tão bom assim. Os corpos já estavam completamente suados. O que antes estava congelando no frio do lado de fora agora se esquentavam no rala e rola dentro do carro.

Stella subiu novamente no colo de Fabrício, dessa vez com o seu pau enfiado em sua vagina. Ela sentou devagar, e em seguida começou a quicar. O carro chacoalhava do lado de fora, o suficiente para qualquer um que passasse alí pudesse saber o que estava acontecendo. Mas mesmo assim, eles não se importaram. Tudo o que eles se importavam era com eles mesmo naquele momento.

Stella sentava muito bem. Fabrício nunca esteve com uma mulher tão boa assim. Logo, não demorou muito para que ele gozasse. Não fez questão sequer de tirar o seu pênis para gozar. Soltou todo o seu leite dentro de Stella, que também nem se importou com aquili naquele momento. Caíram os dois exaustos de cada lado do carro, sem acreditar no que havia acontecido.

Todo aquele momento não foi rompido por nenhum comentário. Em total silêncio, eles se vestiram novamente e saíram. Foram embora até o quarto, onde Gustavo dormia feito um bebê. Fabrício deitou-se sozinho na cama ao lado, enquanto que Stella se deitou agarrada da Gustavo. Não fizeram questão de pensar no qur havia acontecido naquele momento. A culpa pesaria nos ombros da namorada infiel e do amigo amante? Apenas no dia seguinte iriam saber…

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