Pedro não podia acreditar que seu melhor amigo, o Gustavo, havia pedido em namoro a Marcela. Quando se encontraram no dia seguinte à postagem, ele estava todo feliz e orgulhoso de si mesmo. Realmente, a Marcela era linda, mas… Ele não sabia nada sobre ela. Absolutamente nada. ‘Cara, a Marcela é demais.’, disse o Gustavo, enquanto conversava com o Pedro em uma lanchonete perto da escola dele. ‘Você não acha que está um pouco precipitado não, mano?’ ‘Precipitado? A gente está ficando já faz mais de um mês. Uma gata dessas você não pode enrolar muito tempo não.’ ‘Mas cara… O que você sabe sobre essa menina? Os ex-namorados, o passado dela?’ ‘Ah, cara, a gente não fala muito sobre isso não. Eu mesmo, nunca tive assim, uma namorada mesmo, sabe.’ ‘E não é bom falarem sobre isso?’ ‘Acho que está cedo ainda, para a gente tocar nesses assuntos’ ‘É claro que não, cara, deixa de ser emocionado!’
Por mais que Pedro tentasse abrir os olhos do amigo de infância, parece que nada estava funcionando. Gustavo era o adolescente mais ingênuo da face da Terra, e sua inexperiência com mulheres fez com que sua admiração pela beleza da Marcela tirasse todo o seu bom senso. Ele dava para ela presentes, como roupas, sapatos, joias. Ele até mesmo comprou um iPhone novo para ela, quando ela disse que seu celular antigo estava ruim. Fora o tanto que ele gastava levando a garota para restaurantes e baladas, gastando o cartão de crédito dando de tudo para ela. Postava nas redes sociais vários fotos com a garota, exibindo-a para os amigos como se fosse um troféu, o mais puro amor verdadeiro.
E não pense que a Marcela aquietou depois de começar a namorar com o Gustavo. Não demorou muito, e ela voltou a mandar mensagens para o Pedro. ‘Oi gato, está ocupado?’ ‘O que você quer agora?’ ‘Estou indo aí perto, quer que eu passe aí?’ ‘Claro que não, a Sandra está aqui, sai fora!’ ‘Tá bom, desculpa.’ Pedro sempre dava a desculpa que a Sandra estava por perto para não dar trela para a Marcela. No fundo, ele sabia que seu relacionamento não era mais o mesmo. A intensidade do sexo da Marcela havia destruído quase todo o brilho do que ele tinha com a Sandra, fora o sentimento constante de culpa. Sempre que ele e a Sandra dormiam juntos, ele se lembrava da noite inesquecível com a Marcela. Sandra era dócil, um amor de pessoa… Não tinha a volúpia, o desejo, o fervor da Marcela, nem de longe. A Sandra não imaginava o que estava acontecendo, mas começou a perceber que tinha algo errado. ‘Está tudo bem, amor?’ Perguntou ela uma vez, depois que eles transaram durante uma noite. ‘Por quê?’ ‘Você parece… Preocupado.’ ‘Está tudo bem, amor, não se preocupa não.’
Outra noite, a Marcela havia mandado uma foto para o Pedro. Uma foto de lingerie na frente do espelho, com os dizeres “estou aqui, gato, quando quiser, só chamar”. Era uma vagabunda… Mas uma vagabunda gostosa da porra. Enquanto o Gustavo estudava (ele entrou em um curso técnico de instrumentação industrial depois da escola), certamente a Marcela estava dando por aí. Deixando os caras malucos. Mandando fotos, vídeos… O melhor sexo da vida. Pedro não conseguia evitar o sentimento de inveja… Pedro se odiava por isso, mas ele queria encontrar a Marcela novamente.
‘Marcela, precisamos conversar.’, escreveu Pedro para ela. Ela demorou horas para visualizar e responder. ‘Desculpa, gato, só vi agora.’ ‘Está disponível hoje?’ ‘Hoje não, lindo, vou sair com o Gustavo.’ ‘E amanhã? À tarde, enquanto o Gustavo está estudando?’ ‘Nossa, está com pressa, o que foi? O que você quer comigo, hein?’ ‘Eu quero conversar com você.’ ‘Só conversar? Ou quer me comer de novo?’ Pedro tinha de tomar uma decisão. E não era nada fácil, na verdade. Pensou muito. E então respondeu: ‘É, eu quero te ver de novo. Pode ser amanhã?’ ‘Tá bom, gato. Nos vemos amanhã’.
No dia seguinte, depois da aula, Pedro deixou a Sandra em casa, como de costume, mas não foi diretamente para casa. Ele foi até a casa da Marcela, de moto, e a encontrou esperando na porta. Tanto ela quanto ele, estavam parcialmente livres, e com muito tesão. Ele pilotou até em casa, e então teve um revival com a Marcela. Desta vez, foi ainda melhor, pois a química dos dois era altíssima. Foi um sexo intenso, gostoso, demorado e poderoso. Muito mais contato, beijo e pele com pele do que da primeira vez. Livre de qualquer pudor ou receio, Pedro realmente se descobriu sexualmente, matou sua vontade. Descobriu o que queria, qual era a intensidade que o satisfazia plenamente. Ele precisava desse fogo, desse tesão, a vontade e habilidade de uma vagabunda no cio. Era como se ele tivesse se segurando todo esse tempo no sexo com a Sandra, mas agora ele poderia se soltar. Fazer o que lhe dava prazer. Sem pudor. Marcela topava tudo, fazia de tudo, e com sorriso no rosto e cara de safada.
Depois da transa espetacular, ambos ficaram deitados na cama, curtindo apenas o calor um do outro. Pedro passava a mão no cabelo ruivo agora embaraçado da Marcela. ‘O que foi que te deu hoje, hein, gato?’ ‘Como assim?’ ‘Você ficou me evitando todo esse tempo. Te chamei várias vezes, e você me ignorou. Aí agora me vem do nada. Terminou com a loirinha?’ ‘Não. Ainda estou com a Sandra.’ ‘Hum. Você gosta mesmo dela, né?’ ‘É, eu gosto. Mas as coisas não estão as mesmas com a Sandra. Eu não sei se posso continuar enganando minha namorada assim.’ ‘Gato, eu não sou muito boa em dar conselhos amorosos não, sabe? Você sabe que eu não sei ser fiel e mulher de um só’ ‘Vem cá, porque você está iludindo o meu amigo assim?’ ‘Ué. E você me pergunta isso depois de me comer, é? Você também está mentindo pra ele.’ As palavras dela machucavam, mas eram verdades inconvenientes. Ela continuou: ‘Se quer saber, o Gustavo me trata super bem, me dá presentes, me leva em lugares bem legais. É legal ficar com ele, mesmo ele sendo carente, emocionado e um pouco pegajoso.’
Uma coisa o Pedro tinha de admitir: apesar de tudo, fazia muito tempo que o Pedro não via o Gustavo tão feliz quanto desde que ele conheceu a Marcela. Pedro e Marcela continuaram seguindo pelo caminho errado da vida. Marcela continuava traindo Gustavo com vários outros parceiros que ela conhecia, desde ex-namorados até novos parceiros que ela conhecia em aplicativos ou nas baladas que frequentava. Pedro, por sua vez, continuava com a Sandra, mas cada vez mais distante. Sandra conseguia perceber que tinha algo errado no relacionamento, mas ainda não desconfiava muito de traição. Enquanto isso, Pedro e Marcela se encontravam pelo menos uma vez por semana, para colocar o sexo selvagem em dia. Pedro se sentia cada vez mais ousado e mais à vontade com a Marcela, como jamais esteve com a Sandra ou qualquer outra garota. Ele aproveitava para testar seus mais profundos fetiches sexuais, e a Marcela também adorava mostrar coisas novas para ele. Coisas que ele nem sabia que gostava.
Depois de algumas semanas, a situação começou a ficar insustentável. Pedro não queria continuar enganando a Sandra daquele jeito. Reunindo muita coragem, ele chamou a Sandra e pediu um tempo para ela, sem dar muitas explicações. Deu a desculpa que não estava com a cabeça no lugar, e tal. Sandra não entendeu, mas aceitou no final, e os dois já não estavam mais juntos. Pedro chorou, mas sabia que era o melhor para os dois. Durante a fossa, ele ligou para a Marcela. Desabafou. Contou que tinha terminado com a Sandra, e que estava na pior. A resposta dela foi bem inusitada. ‘Puxa vida, meu gato. Mas fica triste não, eu tenho uma surpresa para você. Estou indo aí’.
Eles combinaram de se encontrar na casa dele, em algumas horas. No horário combinado, tocou o interfone, e Pedro autorizou a subida. Quando abriu a porta do apartamento, Marcela estava acompanhada de uma garota de cabelos escuros e sardas, que Pedro vagamente se lembrava de algum lugar. ‘Lembra dela, gato? Essa é a Gisela. Ela estava lá naquele dia que você veio me buscar no baile.’ ‘Ah, oi.’ Pedro a cumprimentou com um beijo no rosto, sem entender o que ela estava fazendo ali. ‘Eu falei com ela sobre você, e contei que você agora está solteiro, e livre na pista…’ ‘Você contou pra ela, é?’ ‘Uhum. E, bem, achamos que você precisava se distrair, e ela resolveu vir participar.’ ‘Participar? Quer dizer…’ ‘É, isso mesmo que você está pensando, safadinho. Tudo bem pra você?’ ‘Eu… Nossa.’ Pedro não sabia muito bem como responder, pois era realmente inesperado, mas… Quem resistiria?
Pedro deixou fluir. Primeiro a Gisela veio, e quebrou o gelo dando um beijo de língua. A safada não perdeu tempo, e foi logo tirando a blusa, revelando seus peitos médios em um sutiã branco. Pedro ainda parecia meio tenso. ‘Relaxa, gato.’, tranquilizou a Marcela, conduzindo Pedro até a cama onde ela mesma tinha transado algumas vezes. ‘A Gisela é minha parceira há anos, estamos acostumadas a partilhar uma rola bem gostosa.’ ‘Você não é o primeiro não’, completou Gisela, rindo, empurrando Pedro na cama. Gisela tirou o sutiã e se aproximou, oferecendo os seios para que o Pedro chupasse, enquanto a Marcela tirava a bermuda dele. Logo Pedro começou a chupar os peitos da Gisela, enquanto Marcela abocanhava seu pau com a sua volúpia característica.
As duas certamente tinham bastante sintonia, como haviam dito, e o Pedro iria experimentar a parceria na prática. Depois de alguns minutos sendo chupada, Gisela logo reclamou: ‘Libera esse pau amiga, já estou toda molhadinha aqui’ ‘Fique quietinha que agora esse pau é meu’ ‘Deixa de ser gulosa, vai’ Pedro pôde perceber que a Gisela estava sem calcinha, então passou a mão na bocetinha dela. ‘Viu como eu estou molhada? Enfia o dedo, vai…’ Pedro enfiou um dedo dentro da xana da Gisela, depois dois. Ela segurava seu braço e gemia, esfregando a boceta na mão do Pedro. ‘Enfia, vai. Enfia gostoso’. Marcela logo parou de chupar e convidou: ‘Tá bom, amiga, vem, senta logo’ A Gisela logo se posicionou e começou a sentar na piroca do Pedro. Primeiro, bem devagar, se deliciando com cada centímetro que entrava na cavidade quentinha e molhada. Quando já estava tudo dentro, ela começou a rebolar.
‘E eu, gato, vai me deixar olhando?’, reclamou Marcela, com cara de safada pidona. Enquanto a Gisela sentava, Marcela veio e tascou um beijo no Pedro, depois levou a mão dele até a boceta dela, igualmente molhada. ‘Sente como está molhada? Está sentindo?’ ‘Estou’ ‘Sente mais. Sente como está quente. Como está macia, gostosinha. Tá sentindo?’ Pedro enfiava os dedos na cavidade quentinha, com muito tesão. Enquanto ele apalpava a boceta molhada da Marcela, Gisela subia, descia e rebolava como se não houvesse amanhã. ‘Que pau maravilhoso, amiga!’, gritou Gisela. ‘Eu te disse! Vê se não acaba com ele, que eu também quero sentar.’
Pedro ficava cada vez mais imerso no prazer. Conforme a Marcela ficava cada vez mais quente, ela não resistiu, e colocou a xana bem na cara do Pedro. ‘Me chupa, vai. Mas com vontade, como eu ensinei.’ Gisela riu. ‘Foi você que ensinou ele a chupar boceta, amiga?’ ‘É, eu tive que ensinar. Porque a ex-namoradinha dele pelo visto não ensinou foi nada’ Pedro parou de chupar a boceta da Marcela para reclamar. ‘Não fala mal da Sandra, não.’ ‘Aí, cala a boca e chupa minha boceta. Vai, usa a língua que nem eu te falei’ Enquanto isso, Gisela cavalgava freneticamente. Com tanta excitação, Pedro logo anunciou que ia gozar. As duas cadelinhas foram e começaram a chupar o pau juntas, ansiosas pela primeira gozada da noite que estava só começando. Se deliciaram com o leitinho, e não perderam tempo. ‘Agora é a minha vez de sentar’, anunciou Marcela. ‘Gato, você aprendeu a chupar cu também?’, perguntou a Gisela, já virando de costas e colocando a bunda macia na cara do Pedro.
A noite continuou quente. As duas revezavam e faziam todas as estripulias imagináveis. Rolou de tudo: beijo na boca, beijo grego, anal, sufocamento… A rola do Pedro foi judiada com aquelas duas famintas por rola insaciáveis. Ao final da noite, Pedro estava exausto, e as duas meninas, satisfeitas. Elas se despediram e foram embora, deixando Pedro descansar. Pedro não pensou mais na Sandra naquela noite, e nem mesmo nas noites seguintes.
Pedro continuaria a encontrar a Marcela, agora com mais frequência do que antes, pois não tinha a Sandra para atrapalhar. Só tinham que tomar cuidado para o tonto do corno do Gustavo não desconfiar de nada, mas ele não era de desconfiar mesmo. Pedro também voltaria a encontrar a Gisela, tanto sozinha quanto acompanhada da Marcela. Enfim, a vida de Pedro virou uma putaria só, e os estudos ficaram negligenciados. As notas caíram, e Pedro chegou a ter de se desdobrar para conseguir nota suficiente para não bombar em física. Antes um aluno exemplar, agora ele estava indo por um caminho bem ruim. Gustavo, por outro lado, sempre ia bem nos estudos. Ele queria fazer direito na PUC, em Campinas, e estava fazendo cursinho preparatório para o vestibular além do curso técnico. Ou seja: ainda mais tempo fora de casa, enquanto a namorada… Digamos que aproveitava bem o tempo livre dela.
Uma vez, Pedro estava em um almoço de família, comemorando o aniversário de um tio na casa dele, quando seu celular vibrou. Era uma mensagem da Marcela: ‘Gato… Essa é pra você’ E mandou um vídeo de 20 minutos. Pedro já imaginava o que era, e correu para o banheiro da casa do tio. Quando ele assistiu o vídeo, não estava preparado para o que estava por vir. A Marcela e a Gisela estavam peladinhas no que parecia ser a casa de alguém, e tinha pelo menos quatro homens em volta. A Marcela filmava com o celular, e Pedro pôde ver, ao fundo, a Gisela fazendo um boquete bem gostoso em um dos rapazes. Logo outro dos rapazes se aproximou o pau da cara da Marcela, que começou a chupar, ainda filmando com o celular. Ao fundo, outro dos rapazes se posicionou para comer o cu arrebitado da Gisela. Ela reclamou, mas o homem segurava a cabeça dela no pau do outro cara, de modo que ela não conseguia reclamar direito enquanto era enrabada. ‘E aí, Marcela, libera esse cu aí’, reclamou outro homem. ‘Se você quer, vem pegar’, desafiou ela. Em questão de segundos, ela já estava sendo colocada de quatro no chão e enrabada também. Ela não parou de se filmar com o celular, ao longo de toda a suruba, enquanto todo mundo ali tirava uma casquinha da boca, boceta e cu das duas vadias. Pedro assistia a tudo com tanto tesão que se masturbou e gozou ali mesmo, fazendo bagunça no banheiro do rio.
Dias depois, foi que Pedro teve o pior dia de sua vida. A campainha do seu apartamento tocou, e Pedro desconfiou, pois não tinha tocado o interfone. Ele olhou pelo olho mágico, e viu a Sandra. Claro, como ela foi namorada dele por um bom tempo, o porteiro já a conhecia e deixava subir direto. O que ela queria? Quando Pedro abriu a porta, ela veio direto até ele, dando vários tapas. ‘Você terminou comigo para comer a Marcela, né, seu filho da puta!’ ‘Do quê você está falando?’ ‘Você ainda tem coragem de falar isso na minha cara? Eu vi a Marcela saindo daqui agora há pouco!’ Pedro não tinha argumentos contra isso. ‘E aí? Vai falar que estava assistindo Netflix com ela? Seu filho da puta!’ ela continuou batendo e chorando, visivelmente alterada. ‘Como você pode fazer isso comigo? Me trocar por ela? Aliás, como você pôde fazer isso com o Gustavo! Ela ainda está com ele, e você está comendo ela! Que porra de amigo de merda é você?’
‘Você vai contar para o Gustavo?’ foi a única coisa que Pedro conseguiu perguntar. ‘É essa a sua preocupação? Seu filho da puta. A sua preocupação é que eu vou acabar com o teu esquema? Você quer continuar comendo a puta da namorada do teu amigo de infância?’ Pedro não tinha palavras. ‘Caralho, Pedro, mas que lixo que você se tornou. Que lixo que você virou. Eu não acredito que eu gostava tanto de você, de um cara nojento, podre, de merda que nem você.’ Ainda chorando, Sandra se virou para ir embora, mas ainda parou perto da porta para falar: ‘Pode ficar tranquilo, seu merda, que não vou ser eu que vou contar a verdade para o SEU amigo. Pode continuar comendo a puta da namorada dele. Mas se você ainda for um décimo do homem que você já foi, você vai consertar a merda que você fez. E não olha na minha cara nunca mais!’ Ela saiu batendo a porta.
A vida só foi ladeira abaixo depois disso. Realmente, a Sandra nunca contou nada ao Gustavo sobre o relacionamento entre Pedro e Marcela. Mas nem foi necessário. O próprio Gustavo acabou descobrindo uma traição da Marcela, e terminou com ela. Ele ficou arrasado, chorou horrores, e ainda por cima veio chorar para o Pedro, pedindo conselhos! Mal imaginava o Gustavo que o Pedro tinha traçado a namorada dele nas mais variadas posições possíveis, inclusive, ontem mesmo. ‘Cara, essa mina é golpe, eu te avisei.’ ‘Pois é, mano. Eu me deixei levar pelo rostinho bonito, e levei foi chifre’. E ele nem faz ideia de quanto chifre! ‘Eu não sei onde eu errei, eu fiz tudo por ela!’ ‘Eu sei, mano. Mas tem mina que não vale nada, é assim mesmo’ ‘Pô, foi mal, cara. Fiquei sabendo que você também terminou com a Sandra, e eu estou aqui, desabafando minha dor de corno’ ‘Liga não. A gente arruma outras melhores’.
Pedro e Gustavo tiveram o último dia letivo em suas escolas, encerrando o ensino médio. Pedro passou raspando nas provas e não passou em nenhuma das faculdades que prestou vestibular, para desgosto de seus pais. Já o Gustavo, passou no vestibular e iria cursar direito na PUC. Ficou todo animado, o que deu para melhorar o astral dele. Ele se mudou para Campinas, e Pedro iria vê-lo menos ainda a partir de então. Pedro estava em casa, pensativo sobre a vida e sobre todos os vários erros que cometeu, quando recebeu uma mensagem da Marcela, acompanhada de uma foto dela peladinha: ‘Gato, o Gustavo terminou tudo comigo… Estou tão tristinha… Não quer vir me consolar?’ Pedro pegou seu capacete e escreveu ‘Estou indo aí’.
E aí, gostou do conto? Escreva nos comentários o que achou.
Leia outros Contos de putaria bem excitantes abaixo:
O dia que eu tirei a virgindade do amigo do meu primo - Parte 2
Verão eu de férias resolvi dar um passeio pela cidade , coloquei um óculos de sol, um chinelo rasteirinha , um shortinho muito curto mostrando o bundão , uma blusinha mostrando a barriguinha e...
LER CONTOCinema da tarde. Certa noite em meio ao tédio e sou honesta a falar: a muito tempo sem uma boa transa, me vi buscando companhia no bate papo. Nunca havia saído com ninguém deste tipo de site,...
LER CONTOMINHA LINDA ESPOSA NO MOTEL COM UM AMIGO NOSSO. Bem, vamos la, esse registro que faremos aqui nestas linhas aconteceu recentemente entre eu, minha esposa deliciosa e nosso amigo que a muito...
LER CONTOAinda sou virgem, mas já adoro mamar em caralhos de meus primos e amigos deles, como podem ver nessas fotos. Meu primo mais velho tem 22 anos e seu irmão tem 20. Moro com meus pais em Boa viagem e...
LER CONTO........ seguindo do 03..... Me rebelei com todo mundo que me cercava, sabia que não teria uma vida boa, no meio deles, eu só era usada, uma noite, larguei tudo que tinha, alias td que eu usava...
LER CONTOEste Conto ainda não recebeu comentários