website page counter
Bem Vindo, visitante! [ Entrar | Cadastro ]
Contos adultos » Contos de putaria » Essa Mina é Golpe, Mano – Parte 2 de 3

Essa Mina é Golpe, Mano – Parte 2 de 3

Publicado em setembro 11, 2025 por João Paulo
5
(1)

Pedro apagou as mensagens que ele tinha com a Marcela, só por via das dúvidas, mas a foto ficou gravada na sua mente, assim como aquela cena que ele presenciou na festa. Seguiu a vida normalmente, se encontrando com sua namorada Sandra, e não teve mais contato com a Marcela. O Gustavo voltou de viagem, e seguiu em frente com seu plano de conquistar a Marcela. Ele mandava mensagens todo animado, sobre como ele pretendia se declarar pra ela. Coitado, não sabia onde estava se metendo…

Sem querer se meter no relacionamento dos dois, Pedro deixou quieto e não contou a ele nada sobre a Marcela. Era tão raro vê-lo animado assim que ele ficou com pena. Até incentivou, e tal. Alguns dias depois, ele avisou que a chamou para sair, e ela aceitou. O Gustavo levou a Marcela para um restaurante chique, de renome, levou flores e confessou o que sentia pela garota. ‘Caraca, que emocionado’, pensou Pedro, mas não disse nada. Gustavo disse que ela aceitou as flores e parecia feliz. É, as coisas pelo menos pareciam que iam dar certo para o casal. Ao menos aparentemente.

Isso perdurou por mais algumas semanas, e logo o Gustavo começou a postar fotos com ela nas redes sociais, com muita cara de apaixonado. A Sandra não gostou nem um pouco do casal, pegando ranço dela à primeira vista. ‘O que é que o Gustavo viu nesta biscate?’, perguntou ela quando viu a postagem. ‘Bom, a bunda dela chama atenção’, pensou Pedro, sem falar seus pensamentos intrusivos. Até aí, tudo certo. O problema mesmo, foi dias depois.

Pedro estava relaxando sozinho em casa, assistindo uma série no streaming, depois da escola, quando ouve o interfone tocar. Não estava esperando ninguém, mas resolveu atender. Quando atendeu o interfone, era o Gustavo. Apertou o botão que permitia a entrada dele no prédio, como já tinha feito milhares de vezes, e quando abriu a porta do apartamento, viu que ele estava acompanhado de ninguém menos do que a Marcela. ‘E aí, meu brother!’, cumprimentou Gustavo. A Marcela também cumprimentou, com um beijo no rosto. ‘Eu vim deixar a Marcela na casa de uma amiga dela, e vi que era aqui perto, então resolvi dar uma passada.’ ‘Puxa, que coincidência’. ‘Não é?’

Pedro convidou ambos a entrarem e ficarem à vontade. Ofereceu refrigerante, mas a Marcela logo perguntou: ‘Tem cerveja?’ ‘Até tenho…’ Pedro costumava beber com a Sandra, mas abriu uma exceção e abriu uma lata para a Marcela. Tomou refrigerante, mesmo, com o Gustavo. Jogaram conversa fiada, mas Pedro percebeu que a Marcela não tirava os olhos dele. Chegava a ser tão evidente que Pedro ficou encabulado, com receio do Gustavo perceber, mas ele não percebia nada. Ele falava animado sobre o último filme que viu nos cinemas, sem perceber o olhar de safada da garota do lado dele. Em um certo momento, Gustavo foi ao banheiro, deixando ambos a sós.

‘Você continua um gato’, falou a Marcela, assim que o Gustavo saiu ‘Sua maluca, para de ficar me secando, entendeu?’ ‘Eu não estou te secando. Você é que não tira os olhos de mim.’ ‘Não inventa coisas, não.’ ‘Cadê a sua namoradinha?’, perguntou a Marcela, se levantando do sofá e vindo em sua direção. ‘Ela está na casa dela, estudando.’ ‘Hum, que boa garota. Deixou o boy sozinho e indefeso para ir estudar.’ Ela começou a passar a mão no peitoral do Pedro, que logo tirou a mão dela. ‘Deixa de loucura. Seu namorado está no banheiro.’ ‘Ele não é meu namorado. Estamos apenas ficando, não precisa ficar com ciúmes.’ ‘Pois ele é meu amigo. Você deveria respeitar ele!’ ‘Tá bom, eu entendi.’ Ela sentou novamente, cruzando as pernas de forma sensual e provocativa. ‘Vi que você é um amigo leal, e fiel à sua namoradinha. Gosto disso. Será que podemos ser amigos também?’ ‘Como assim, amigos, sua maluca?’

A Marcela se levantou mais uma vez, e falou baixinho: ‘Eu preciso de uma ajudinha sua, e ficaria muito feliz se você pudesse me ajudar. ‘Ajuda? Com o quê?’ ‘Eu falei para o Gustavo que queria encontrar uma amiga minha aqui perto, mas eu menti. Não é minha amiga… É um outro ficante, na verdade.’ ‘E você fala isso na minha cara? Está maluca?’ ‘O que é que tem? Eu não tenho compromisso sério com ele. Não tem aliança no meu dedo. Posso encontrar outros caras além dele’. ‘Se quer encontrar outros caras, termine com o Gustavo e não o engane.’ ‘Você não quer me ajudar?’ Ela chegou ainda mais perto, e sussurrou no ouvido do Pedro: ‘Eu sei que você não contou para ele sobre a foto que eu te mandei…’ ‘Eu não contei porque ele é meu amigo, não quero que ele sofra.’ ‘Isso é lindo. Mas se você me ajudar, eu posso te mandar mais fotos… Até mesmo alguns vídeos.’

Pedro sentiu seu coração disparar com a proposta, e até mesmo o pau deu uma endurecida. Marcela sorriu com a reação. ‘Gostou da ideia?’ ‘Você não vale nada mesmo, hein’ ‘Nossa, que juízo de caráter. Quer me ajudar ou não?’ ‘Quer que eu faça o quê?’ ‘Só me dar cobertura. Eu encontro meus outros ficantes, e você diz que eu estou encontrando minhas amigas.’ ‘Você quer que eu minta para meu amigo de infância, meu melhor amigo?’ ‘Não é uma mentira. É só uma omissão da verdade.’ ‘É só terminar logo com o Gustavo e não precisará mentir’ ‘Eu gosto de ter meninos emocionados e com grana aos meus pés. Faz bem para o meu ego de menina, e ainda ganho presentes’.

Pedro analisou a situação. Deveria contar a verdade ou não? Pedro se odiaria por isso, mas naquele momento, a cabeça de baixo falou mais alto. ‘Tá bom.’ ‘Sabia que eu podia contar com você, gato’. Marcela se sentou, e logo o Gustavo saiu do banheiro. Eles conversaram mais um pouco, e então o Gustavo falou: ‘Bom, tá na hora da gente ir’. A Marcela falou ‘Eu preciso encontrar minha amiga, ela está me esperando.’ ‘Eu te deixo lá’, disse Gustavo. ‘Não precisa! O Pedro me leva, é aqui perto. Além disso, ele também conhece a Cíntia’. ‘Você conhece?’ pergunta Gustavo ao Pedro. ‘É, eu conheço…’, mentiu Pedro. Ele não conhecia nenhuma Cíntia. ‘Então tá bom. Vou indo.’

Desceram todos no elevador. Marcela e Gustavo se beijaram, e então ele entrou no carro e foi embora. Pedro se vira para a Marcela e diz: ‘E agora?’ ‘Você pode ficar aqui. Eu vou na casa dele sozinho.’ ‘Nem pensar. Eu vou pelo menos te levar até lá.’ ‘Muito obrigada, meu segurança’, riu. Pedro havia tirado carta de moto há poucos dias, e conseguiu financiar uma moto baratinha. Pegou seu capacete e emprestou o capacete reserva da Sandra que ficava em sua casa, para a Marcela. Ela colocou o capacete, subiu na garupa da moto e agarrou Pedro por trás bem agarradinho. Ela indicou a direção, e Pedro pilotou por dois quarteirões, e pararam na frente de uma casa de aspecto velho e antigo. Um homem mais velho, na casa dos 40 anos, aguardava na frente, fumando. ‘Chegamos.’, disse a Marcela. ‘É aqui?’ Pedro não gostava muito do ambiente. ‘É aqui sim.’ Ela se aproximou e sussurrou no ouvido do Pedro: ‘Depois eu te mando a sua recompensa, tá, meu cavalheiro?’

Marcela desceu e devolveu o capacete. Pedro observou enquanto a Marcela foi andando sensualmente até o homem mais velho, e então eles deram um selinho e entraram na casa. Pedro sentiu pena do Gustavo por estar sendo iludido, mas não tinha muito o que ele podia fazer a respeito, então voltou para casa. Pedro se distraiu, estudou, ligou para a Sandra e jogou conversa fora. Algumas horas mais tarde, recebeu uma mensagem da Marcela no WhatsApp. ‘Pra você, gato’. Junto da mensagem, veio um vídeo. Pedro pensou 10 vezes antes de baixar o vídeo, pensando se deveria ou não, e então a curiosidade (e o tesão) falou mais alto. Clicou em baixar, e esperou o download. Quando iniciou o vídeo de 12 minutos, pôde ver uma garota ruiva de joelhos no que parecia ser um quarto, diante de um homem sentado na cama. Estava meio escuro, mas Pedro pôde reconhecer a Marcela e o homem de antes. Aparentemente, o vídeo foi gravado por um celular posicionado ao lado da cama, focalizando os dois.

No vídeo, Marcela primeiro tirou o cinto do homem e abaixou as calças dele até os tornozelos. Pegou a rola do homem, e então caiu de boca. A ruivinha mamou com muita vontade, de vez em quando dando uma olhadinha para a câmera, com uma carinha de safada. Lambeu e chupou por toda a extensão, de lado, e então fez uma garganta profunda deliciosa. Após alguns minutos, o homem se levantou, pegou a Marcela e a colocou de bruços na cama, com a bunda empinada na direção dele. Ele abaixou o shortinho dela, e então a calcinha rosa. O homem colocou o rosto entre as grandes nádegas da Marcela, que logo começou a se contorcer de prazer. Após um oral babado, ele se levantou e colocou a rola na direção da bunda dela. Ele se ajeitou e começou a penetrar, com estocadas firmes e precisas. A bunda da Marcela vibrava a cada metida, e ela olhava para a câmera babando de prazer. Os gemidos eram altos o bastante para serem captados pelo fraco microfone do celular. O homem meteu e meteu, e quando cansou, a colocou de ladinho e continuou metendo. Mais algumas cutucadas depois, ele tirou rápido o pau, que vale mencionar, não estava com camisinha. A Marcela se ajoelhou no chão e abocanhou o pau, chupando até ele gozar na boca dela. Em nenhum momento ela tirou a rola da boca, bebendo cada gota do leite. Depois foi possível ver a Marcela se levantar e ir em direção ao celular, encerrando o vídeo.

‘Gostou do presente, gato?’ dizia a mensagem enviada depois do vídeo. Pedro assistiu a tudo de coração acelerado e rola dura. Quando ela mencionou que mandaria um presente, Pedro imaginou uma foto ousada, algo do tipo, não um vídeo completo de 12 minutos de putaria pura. A menina era mais safada, e mais maluca, do que Pedro já havia imaginado. Pedro não conseguiu resistir aos impulsos, e se imaginou cometendo todo tipo de loucuras com a Marcela. O modo como ela gemia, e o que ela fazia, era muito mais intenso do que a Sandra fazia, ou qualquer outra mina que o Pedro havia pegado em sua curta vida. O tesão foi tanto que Pedro não resistiu. Foi ao banheiro e assistiu o vídeo novamente, desta vez se masturbando dentro do boxe, enquanto se imaginava na posição do homem do vídeo.

Após gozar, já com a mente mais limpa, Pedro pensou sobre a situação. ‘Você está maluca de me mandar uma coisa dessas? Esqueceu que eu tenho namorada?’ ‘Ué, você não queria uma recompensa? Achei que iria gostar do vídeo.’ ‘Não me mande mais isso, Marcela’ ‘Tá bom.’ Pedro ficou tentando esquecer o vídeo, mas era difícil. Ele não conseguia deixar de comparar a proeza sexual da Marcela com sua namorada, e isso não era saudável para um relacionamento. Ele apagou a conversa e o vídeo, e pensou que tinha de fazer algo a respeito sobre a Marcela o quanto antes. Mas ao mesmo tempo, um diabinho no seu ouvido queria ver mais, queira… A Marcela.

Os dias se passaram normalmente. Pedro já tinha até mesmo esquecido a Marcela, até que, em uma quinta-feira à noite, ele recebe uma mensagem no WhatsApp. ‘Gato…’ ‘O que foi, Marcela?’ ‘Você está, tipo, muito ocupado agora?’ Pedro estava em casa, ele tinha saído com a Sandra para jantar, deixado a namorada em casa de moto e estava se preparando para dormir. ‘O que é que você quer a essa hora, Marcela? É quase meia-noite.’ ‘Tem como você me buscar?’ ‘Como assim? Onde você está?’ Pedro ficou legitimamente preocupado com a menina. A Marcela deu o endereço, era uns 20 minutos de distância de moto. ‘Porque você não chama o Gustavo para te buscar, Marcela?’ ‘Eu estava na casa de um ficante, não quero que ele saiba das minhas escapadas. Eu disse para ele que estava na casa da minha avó.’ ‘Tá, chama um carro por aplicativo então’ ‘Eu estou com medo, estou sozinha e um pouco bêbada.’

O que você teria feito no lugar do Pedro? Pedro teve um misto de pensamentos, um pouco de dó, um pouco de raiva, mas decidiu ajudar. ‘Espere aí, eu estou indo te buscar.’ ‘Obrigada, meu lindo!’ Pedro trocou de camisa, pegou o capacete e pilotou até o local combinado. Chegando ao local, estavam em uma área badalada, com muitos jovens. Havia um baile funk acontecendo na rua próxima, e vários jovens estavam bebendo e andando com garrafas e latas de cerveja. Com as ruas cheias de gente, ia ser difícil avançar de moto, então deixou a moto estacionada por perto, na frente de um comércio com câmera, e foi a pé. Passou por vários jovens, indo em direção à música alta.

Chegando ao local indicado pela Marcela, não a encontrou, e ligou para ela. ‘Já cheguei. Onde você está?’ ‘Estou aqui perto da banca.’ Pedro olhou em volta, e viu uma banca de jornais do outro lado da rua. Havia alguns jovens no local, da mesma idade que o Pedro, uns mais velhos, todos bebendo e fumando maconha. Entre eles, o cabelo ruivo da Marcela era inconfundível. Lá estava ela, rindo e bebendo. Ela estava visivelmente bêbada, rindo por tudo. Quando Pedro se aproximou, ela logo viu e se levantou. ‘Gente, meu cavaleiro chegou’ Os amigos todos da Marcela olharam fixamente para o Pedro, regulando e olhando de cima a baixo. Algumas das garotas até olhavam de forma obscena. Uma das meninas, de cabelo preto e sardas, logo falou: ‘Já vai levar o bofe embora, Cela? Senta aqui, vai, bebe alguma coisa com a gente.’ ‘Eu não posso beber. Vamos embora, Marcela.’ ‘Vamos sim, meu herói gato.’ Enquanto eles voltavam para a moto, uma das garotas mais ousadas gritou: ‘Senta nele por todas nós, miga!’

Marcela estava andando cambaleando, trôpega, e se agarrava ao braço de Pedro para não cair andando de salto alto. Chegando até a moto, ele deu o capacete para ela, que ficou com dificuldades para prender a fivela. Pedro a ajudou, e a ajudou a subir na garupa da moto. Ele sentiu que ela o agarrou com mais força do que o de costume. ‘Onde é que você mora?’ ‘Gato, eu não posso dormir na sua casa?’ ‘Está maluca?’ ‘Eu estou é com muito tesão…’ ‘Fala logo onde que eu te deixo’ ‘Ai, tá bom…’ Marcela passou um endereço, que ficava a uma distância considerável dali. ‘Como eu posso te agradecer, gato?’ ‘Não precisa me agradecer não’ ‘Deixa eu te fazer um agradinho, vai.’ ‘Não vem com essas ideias, não’ ‘Rapidinho. Sua namorada nunca vai saber’ ‘Fica quieta aí, vai’ ‘Eu tô bêbada, e louca para dar. É tão errado eu ter um homem assim na minha frente, e passar vontade…’ Marcela passou a apertar os braços e abdômen de Pedro durante a viagem. ‘Marcela, se segura direito. Você vai cair.’ ‘Eu tô tontinha…’

Não ia dar para fazer a viagem desse jeito. Pedro encostou a moto. ‘Marcela, você vai acabar caindo se não se aquietar agora.’ ‘Eu adoro homem se preocupando comigo.’ Ela começou a beijar as costas do Pedro. ‘Marcela, estou te avisando…’ ‘Você não está com nem um pouquinho de vontade?’ A temperatura estava subindo mais do que o que Pedro conseguia aguentar. As memórias do vídeo que ela mandou ainda estavam vivas na sua mente. ‘Marcela, não faz isso comigo…’ ‘Eu não fiz nada ainda. Eu posso fazer muuuito mais, como você sabe muito bem…’ Marcela começou a beijar o pescoço do Pedro. Por baixo da calça, o pau do Pedro já começava a ganhar a disputa por atenção.

Pedro não sabe exatamente como aconteceu, mas ele não deixou a Marcela em casa naquela noite. Ele pilotou até em casa, e entrou com a Marcela no prédio. Ainda no elevador, começaram a se pegar enlouquecidamente. Entrando no apartamento, o fogo estava acima do tolerável. Os dois arrancaram suas roupas, e começaram os atos libidinosos. Pedro não perdeu tempo em encher de tapas aquele bundão com que ele tanto sonhara. ‘Tava morrendo de vontade, né?’, gemia Marcela. ‘Pois venha, que eu vou matar sua fome.’ Pedro deitou na cama e a Marcela primeiro babou o pau dele todo, fazendo o melhor boquete da vida dele. Pedro nunca tinha experimentado nada tão intenso, e ele viu estrelas, nem imaginava que um boquete podia ser tão bom. A primeira posição da foda foi com a Marcela por cima, comandando o espetáculo. Ela ajeitou o pau dentro da buceta, montou e sentou. A cada sentada, ela soltava um gemidinho delicioso, que penetrava na mente. Em um ritmo frenético, ela sentava com vontade. Não demorou muito para o Pedro gemer ‘Sai… Eu vou gozar, caralho.’ Marcela não só não saiu de cima, como se debruçou e sussurrou no ouvido de Pedro: ‘Joga logo essa porra dentro de mim, gato, mata tua fome.’ Pedro gemeu alto enquanto jogava tudo dentro da ruivinha.

Se beijaram e se amassaram. Não demorou muito, e logo o Pedro ficou preparado para uma segunda volta na máquina. Desta vez, a Marcela ficou de quatro, com o bundão arrebitado. Pedro apreciou a bela vista, deu alguns tapões bem encaixados, de dar gosto, e passou a se deliciar metendo. Era tão gostoso que ele não conseguia parar de meter, aumentando o ritmo automaticamente. Marcela não só gemia, como incitava e provocava. ‘Acaba com a minha bunda, gato. Mais forte, não tenha pena de mim não. Meu bundão aguenta tudo.’ Pedro fudeu até não aguentar mais, então tirou a pica e gozou na bunda dela. Marcela ficou chateada. ‘Puxa vida, gato, não vai me dar nem uma gotinha?’

Marcela foi ao banheiro por um tempo, se limpar, e então saiu decidida. ‘Não pense você que acabamos. Eu quero ainda na boquinha.’ Pedro estava exausto, mas Marcela era insaciável. Ele deitou, mas a Marcela não queria saber de relaxar e dormir. Ela veio beijando o pescoço, o peito e então o abdômen do Pedro, descendo até a virilha. Começou a mamar o flácido pênis como um bezerro tentando conseguir mais algumas gotas de leite. ‘Vamos, gato, me dê leitinho na boquinha, vai…’ Ela precisou chupar por alguns minutos, até finalmente o pau endurecer e vir mais uma remessa de sêmen quente, direto na boquinha da ruiva. Ela chupou até a última gota, e uma vez saciada, veio e se deitou ao lado do Pedro, dormindo profundamente, totalmente agarrada com ele. Logo ambos estavam dormindo profundamente.

Quando o despertador tocou no dia seguinte, foi uma loucura. Pedro acordou e se deparou com a Marcela ainda enrolada com ele, dormindo. ‘Ai meu Deus, que merda que eu fiz?’ Marcela abriu os olhos e levou alguns segundos para se situar. ‘Bom dia, gato.’ ‘Não me vez com bom dia, não. Isso que a gente fez foi errado!’ Pedro levantou e foi para o banheiro, tomar banho. ‘Ih, não pira não, vai.’, disse a Marcela, se levantando e colocando as roupas. ‘Eu nunca tinha traído a Sandra. Nunca! Até ontem.’ ‘Não precisa ficar assim, gato. Já saí com vários caras casados, sem estresse.’ ‘Como assim, sem estresse?’ ‘Ela nunca vai saber de nada, fica de boa.’ ‘Isso é totalmente errado! Você ferrou a minha vida!’ Quando o Pedro saiu do banho, Marcela já estava vestida e pronta para ir. ‘Você está irritado, eu entendo. Vou indo.’ ‘É melhor ir embora mesmo.’ Pedro ainda estava chateado, e mais do que tudo, envergonhado consigo mesmo. Em como foi fraco e se deixou envolver pelo apelo sexual intenso da Marcela.

Antes de ir pra escola, Pedro ainda passou na casa da Sandra, para buscá-la, como fazia todos os dias. Ao vê-la e cumprimentá-la com um beijo, sentiu um aperto no coração. Ele sabia que tinha feito merda, mas não podia deixar transparecer. Sandra não poderia sequer imaginar nada do tipo, ela jamais o perdoaria. Também não era interessante para a Marcela expor tudo assim, então ele podia ficar tranquilo por enquanto. Mas jamais ficaria em paz consigo mesmo. Os dias passaram normalmente, e Pedro não teve mais notícias da Marcela. Gustavo continuava saindo com ela, tranquilamente, e postando fotos de cada rolê. Parecia realmente estar apaixonado pela garota. Pedro já não tinha coragem de falar nada antes, imagine agora. Até que, uma semana depois, Gustavo postou nas redes sociais uma foto de casal, todo apaixonado, anunciando que havia pedido a Marcela em namoro… E ela aceitou.

E aí, curtindo o conto? Diga o que achou nos comentários. Continua na parte 3.

O que você achou deste conto?

Clique nas estrelas

Média da classificação 5 / 5. Número de votos: 1

Nenhum voto até agora! Seja o primeiro a avaliar este post.

Leia outros Contos de putaria bem excitantes abaixo:

Dei gostoso para o mecânico negão

Chupei o pauzão de um homem negro desconhecido

1005 views

Contos Eróticos relacionados

Entrelaçados – Parte 1, um novo amigo

Eu e minha esposa apesar dos bons 20 anos de casados ainda temos uma relação bastante ativa no que refere a putaria, na cama nunca faltou, buceta, cu e uma deliciosa boquinha para mamar e engolir...

LER CONTO

AINDA CORRETORA Minha história com Clarice.05. fatos reais

Clarice como havia me alertado, avisou que estaria chegando dia tal, tal hora, e fui no hotel esperar por ela, ela demostrava cada vez mais que não estava afim de casar, repetia diversas vezes,...

LER CONTO

Dois homens me encoxaram gozaram e esporraram em mim dentro do metrô.

Olá pessoal! Uma amiga me falou de uma vaga de secretaria na Barra Funda, mandei pelo e-mail meu currículo e foi agendado uma entrevista para o dia 06/09/22 às 13 horas, só que a entrevista...

LER CONTO

Dormindo Com A Irmãzinha

Dormindo Com A Irmãzinha

LER CONTO
  • Enviado por: Admin
  • ADS

Fetiche Incestuoso Das Irmãs

Fetiche Incestuoso Das Irmãs

LER CONTO
  • Enviado por: Admin
  • ADS

Perdendo Cabaço Com Vovô

Perdendo Cabaço Com Vovô

LER CONTO
  • Enviado por: Admin
  • ADS

Perdi a virgindade com um pauzudo

Olá, me chamo Luiza, e após ler diversos contos tomei coragem para compartilhar algumas de minhas experiências. Essa história ocorreu nos meus 19 anos. Irei contar como perdi a minha virgindade ,...

LER CONTO

SAINDO DA ADOLESCENCIA. adulta irresponsável. verídico

Antes contei tudo da minha adolescência, minhas amizades, minhas loucuras, mas esse tempo terminou e precisei de outra maneira, minha criação não tinha sido um exemplo. Fiz um curso de...

LER CONTO

0 - Comentário(s)

Este Conto ainda não recebeu comentários

Deixe seu comentário

2000 caracteres restantes

Responda: 2 + 5 = ?
ContosAdultos.Club - O seu site de Contos Eróticos
Se você gosta de ler contos eróticos ou contos adultos é o site perfeito para você. Aqui você vai ler contos sexuais reais, e o melhor de tudo é que o site é atualizado diariamente.
© 2026 - Contos adultos