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Engravidei de meu sogro I

Publicado em março 12, 2020 por CooledCutie

Enviado por: Helga Shagger

Meu marido Hanz não tolerou a indiscrição de meu amante Ezequiel. Ele foi reclamar seu direito a criança de quem eu daria luz dentro de sete meses. Zeke era nosso funcionário e meu amante, com a sutil permissão de meu marido, que só foi saber que era ele por ocasião da indiscrição já citada.
Hanz fez chantagem usando um suposto passado sombrio de Zeke. Foi acertado uma transferência e carta de recomendação para um novo emprego no Rio de Janeiro.

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Hanz tinha quase dois metros de altura e estava acima do peso e além disso tudo tinha o pênis pequeninho e ejaculação precoce. Ele era o pastor luterano de toda congregação ao sul do Brasil.
Ele estava ciente das minhas necessidades, uma loirinha escandinava de 21 anos e com bunda de mulata brasileira, acreditem ou não.

Meu marido não podia estar mais feliz por eu estar grávida de dois meses. Seu pai, Max, que veio para o Brasil após ficar viúvo, exultou mais ainda, seria avô pela primeira vez.
Meu marido Hanz tinha a compleição de sua falecida mãe que tinha sido uma bela e robusta ruiva. Já o pai, era o que se chamava na Alemanha, de onde éramos todos oriundos, de Urlano devido ser moreno e de tórax peludo.

Sei disso porque, no mesmo dia em que Ezequiel bancou o babaca, eu e Hanz subimos ao nosso quarto devido ao súbito excitamento de meu marido.
Estava rebolando sem tezão encima da virilha de meu marido, quando visualizei, através das transparentes cortinas da janela, o pai dele sem camisa rachando lenha.
MeinGott! Aquela visão me deu uma leve tremedeira e uma febre tomou conta de meu corpo. A ejaculação precoce de Hanz veio junto com a minha.
Enquanto arfava feito louca eu tinha os olhos fixos na figura do pai de meu marido, cortando lenha.
A partir dali, decidi que o Urlano seria meu novo macho!

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Max, ainda tinha certa dificuldade em falar português, mas não sei como ele conseguiu montar um galpão onde adaptava motores de caminhão em máquinas agrícolas, partindo daí o começo do nosso conglomerado industrial. Quando tinha dificuldade com o idioma, ele recorria a Maria João, minha “faz tudo”, ou a mim.
– Meineshöene Silvia, diga a este homem pra trazer o filho adolescente e assim aprender uma profissão.
O expediente estava terminando e eu fiquei por ali verificando o andamento do galpão, com excitação a flor da pele.
– O que minha bela Silvia acha do meu trabalho aqui?

– O senhor é um grande empreendedor. Não sei o que faríamos sem o senhor aqui pra implementar isso tudo!
– Silvia, não precisa me tratar com tanta formalidade. Sem o dinheiro de vocês nada disso seria possível.
– Mas eu sei que você, Max querido, logo encontraria o que fazer pra melhorar a vida dessas pessoas… e a minha!

O pai de meu marido disfarçou sem jeito quando o chamei de querido. Ele não queria que eu o tratasse por senhor, mas não esperava que eu fosse tão direta. Acho que involuntariamente meus eferomas chegaram às suas narinas e, enquanto eu sabia controlar placidamente minha tesão, Max começou a ficar incomodado.
Ele tentava falar pausadamente, mas mais e mais gaguejava, evitando me olhar no rosto. Eu interrompi seu falatório bruscamente.

– Outro dia eu vi você sem camisa..
– Oh, mil perdões! Eu deveria dar exemplo! Isso não acontecerá novamente! Me perdoe, Silvia…
– Eu quero que você tira a camisa agora!
– O quê? O… o quê você… voce está dizendo?!!
– Por favor…

– Nein! O que está acontecendo com você??
– Por favor, Max… tira a camisa. Não sei o que está acontecendo comigo! Mas, por favor! Tira a camisa!
Max deu um passo pra trás e esbarrou numa mesa. As feições de seu rosto era de espanto, mas ao mesmo tempo suas narinas tremiam e sua boca demonstrava a tesão que ele não conseguia controlar. Sua enormes mãos seguravam com força a borda da mesa.

Eu avancei em sua direção e sem que ele esperasse, agarrei com as duas mãos o tecido da camisa e puxei bruscamente para os lados, arrancando quase todos os botões.
Logo em seguida pousei as palmas de minhas mãos em seu peito cabeludo, sentindo seus pequenos mamilos duríssimos.
Ele me beijou.

Foi um beijo suave de inicio. Depois foi se tornando tremendamente ardente cada vez mais e mais e me sentia engolida pelo abraço daquele urso. Eu fiquei maravilhadamente surpresa em sentir que Urlano era o oposto de seu filho.
Devido, naqueles tempos, as calças masculinas serem folgadamente largas, a exuberância de seu pênis, voltado pro lado esquerdo, chegava a incomodar por não me deixar encostar completamente naquele corpo hirsuto!

Era demais. Penis tem que ser saboreado, beijado, sugado, chupado e extraído todo o sumo… com a boca primeiro!
Max sentiu eu escorregar por entre seus braços enquanto minha língua e meus lábios deixavam um rastro de saliva em seu tórax, barriga e mesmo enquanto desapertava o cinto, eu estava sugando sua cabeçorra através do tecido da calça.

O pai de meu marido saiu da estupefação de ver sua nora ajoelhada e sugando seu cacete através da calça e logo começou a desabotoar os botões da braguilha pra em seguida com a mão em concha, segurando os bagos, puxou pra fora seu teutônico caralho.
Minha boca sibilou e tenho certeza que Max me viu vesguinha enquanto eu admirava aquele colosso que tanto faltava ao meu marido.

Dei apenas uma bitoca, pois não queria que minha saliva se misturasse aquele cheiro de macho peludo. Passei e esfreguei diversas vezes a glande pelas minhas narinas, fugando de vez em quando toda a extensão da rolona e por baixo dos bagos.
Numa dessas fungadas, o pai de meu marido deu uma esporrada que foi se estatelar nos meus cabelos. Mais que depressa engoli a cabeçona sentido o semem se esparramando no céu da minha boca.

Max urrou como um urso, lançando a cabeça pra trás e o tronco pra frente, me surpreendendo com a rolona invadindo minha boca até a garganta de tal modo que meu queixo foi esbarrar em seus bagos.
Nem uma micro gota da ejaculação escapou de meus lábios. Eu continuava chupando, dessa vez lambuzando todo meu rosto e deixando fios de gosma escorrerem pelo meu queixo e pela rola dele.
Faltava eu gozar com aquele pauzão enfiado em minha boca.

Engoli o soberbo e lustroso musculo até a metade. Por baixo da saia, deixei que uma das minhas mãos escorregassem até minha bunda e meus dedos pressionarem meu anus palpitante. Minha outra mão, apertada entre minhas coxas, coçava com incrível rapidez meu grelo.
Me engasguei quando o orgasmo caiu em mim como uma cachoeira enquanto, surpreendentemente, Urlano se acabava pela segunda vez em minha boca!
Como sempre acontecia, após o gozo, eu ficava meio tonta, quase desfalecida. Max tinha ido até a porta, trancando-a. Que risco tínhamos corrido!

Esperei que o pai de meu marido viesse até a mim para continuarmos, mas em vez disso, ele batia levemente a cabeça de encontro a porta. É lógico que todo seu senso de moral estava abalado. Eu fiquei perturbada, sabendo que tinha ido longe demais devido a minha compulsão por enormes e grossos pênis masculinos. Ainda mais sendo o do meu sogro.
Com a barra da saia limpei os vestígios seminais em meu rosto.

De cabeça baixa e com lágrimas nos olhos, abri a porta e passei por ele, envergonhada, mas tremendo de tesão.
Nos dias seguintes, Max Urlano evitou em ir ao escritório onde eu sempre estava. Quando tinha problema de idioma, mandava chamar a Maria João. Eu me controlava do jeito que podia, me esfregando na coxa de meu marido, mas nunca ficando satisfeita.

Então, numa manhã chego ao escritório e encontro Maria João pregando a palavra de deus conforme ía traduzindo o que Max lhe dizia.
Ao fim do dia, novamente Max, o Urlano, pediu a ajuda de Maria João, para pregar um breve sermão. Eu participei como todo mundo e ao final me dirigi a ele, com meus olhos fixos nos olhos dele. Dessa vez ele também retribuía o olhar de modo desafiador. Esperei que todos saíssem e ao ouvido dele, lhe sussurrei.
– Querido sogro, isso não seria função de meu marido? E também, aos domingos?

Serenamente, ele se virou pra mim, segurando minhas mãos com as dele, me disse.
– Minha nora e futura mamãe! Que o Todo Poderoso te proteja de todas as tentações e que sejas perdoada pelos atos involuntários a que fores submetida. Amém!
– Que eu seja perdoada então pelo que eu fiz naquele outro dia! Aleluia!
– Eu, fui tentado por Satanás e envolvi você, menina inocente!

Naquele momento eu não sabia exatamente qual o teatrinho que meu sogro estava fazendo. Será que eu o afetei tanto que ele virou um carola religioso?
– Venha, meineliebe, vamos até teu senhor e marido para jantarmos com a presença do Senhor. Mas antes, deixe-me venerar o fruto do vosso ventre. Amém.
Urlano humildemente se ajoelhou a minha frente e beijou minha barriga. Pensei que fosse levantar, mas permaneceu naquela posição como esperando um perdão. Então eu entendi.
Me inclinei um pouco pra frente pegando a barra de meu vestido, escutando a respiração de meu sogro se acelerando a medida que lentamente eu subia a saia. Max olhava pra frente esperando que que minha xoxota coberta pela calçoila aparecesse.

Então a saia estava enrolada toda acima de meus quadris e Max Urlano olhava embasbacado para minha xotinha.
– Servo de satã! Não permiti que me olhasse! Nem que respires perto de mim!
Max, obedientemente baixou a cabeça e prendeu a respiração. Enquanto ele estava assim, fiz um enrolado com os panos da saia e prendia com uma das mãos na altura de minhas nádegas. Sensualmente e com minhas coxas, xana e parte da bunda expostas, dei duas voltas por ele, notando que ele ficava cada vez mais com o rosto rubro de tanto prender a respiração.

Parei então a sua frente com minha xaninha encostada no rosto dele. E obedientemente, Max mantinha a respiração presa. Esperei, desesperada de tesão, que aquele vigoroso macho estourasse por falta de ar dentro de segundos.
Mas, ele continuava obediente, agora com a cabeça avermelhada e tremendo um pouco. Ele grunhia baixinho como me implorando que o perdoasse.

Eu própria já não me continha direito de tão excitada que estava, vendo aquele macho viril disposto a se sufocar ao invés de me desobedecer.
O urro que Max soltou foi como uma sensual melodia aos meus ouvidos. Entre grunhidos e golfados de ar que aspirava sofregamente, ele esfregava com uma das mãos fortemente o seu cacete por cima do tecido da calça.

-Pára, cão sarnento! Não pratiques este ato pecaminoso na minha frente! Pára, já disse! E baixa os olhos!
Tremendo de tesão, Max baixou a cabeça e colocou os braços ao longo do corpo. Então ví a imensa mancha úmida do lado da braguilha. Dessa vez, fui eu que soltou um urro baixinho e o ar passou sibilante por entre meus dentes.
– Baixa minha roupa de baixo! E não me olhe, verme pagão!

Meu sogro obedeceu e sentia suas mãos tremendo roçando minhas coxas como ferro em brasa. Em seguida, leventei um pé e depois o outro e Max tinha minha calçoila nas mãos. Imediatamente ele a levou ao rosto como se estivesse enxugando suor.
– Verme bastardo! Quem te permitiu fazer isso?!

Peguei seus bastos cabelos grisalhos do alto da cabeça, e seu viril rosto me encarava apreensivo. Esbofeteei sua face com a outra mão e um leve sorriso lhe apareceu no rosto. Eu não me aguentava mais. Ainda segurando seus cabelos, passei uma das coxas por cima de seu ombro e apertei seu rosto em minha xaninha.

Eu murmurava, dava gritinhos e rebolava furiosamente de encontro ao rosto do pai de meu marido. Ele, por sua vez, mandou a obediência as favas e seus braços me enlaçaram em volta das nádegas enquanto sua língua serpenteava dentro de minha xoxotinha que abafava os altos grunhidos que ele fazia.

Quando gozei, despenquei em cima de seu colo, escutando ele dizer o quanto me amava, me beijando o pescoço e minha cabeça balançava suavemente, caída pra trás.
Ainda senti a rombuda glande forçando a entrada de meu anus através do tecido da calça dele e logo em seguida uma morna e abundante umidade inundou a entrada de meu cusinho.
Gozei, desfalecendo de vez.

Ainda zonza, chegamos em casa e encontramos lá a Maria João conversando com meu marido. Meu marido veio ao meu encontro e me abraçou calorosamente.
– Você está pálida, querida! O que houve? Ah, já sei! A gravidez está seguindo o ritmo da natureza!
– Sim, sim meu filho. Silvia vai precisar de descanso cada vez mais. O que temos pra jantar?
Maria João jantou conosco. Antes, Max fez uma prece em que todos nós nos demos as mãos e eu desnuda sem a roupa de baixo.

Quando Maria João foi embora, fomos pra biblioteca. Enquanto meu sogro ajudava meu marido com o sermão para domingo, eu disse que ía me recolher.
Max levantou a cabeça e me olhando primeiro e depois pro filho, falou.

– Hanz, talvez você ainda não tenha percebido. Sendo esta a primeira gravidez de Silvia, todo cuidado deve ser tomado. Seria bom que ela dormisse em quarto separado. Voces me entendem, né? A carne é fraca.

Me deu vontade sorrir, sabendo o que aquele velho safado estava planejando. Me contive e olhei pro meu marido como que assentindo com o que o pai dele dizia.
– Eu acho que pai Max tem razão, querida. Vejo que você vai precisar de mais descanso a partir de agora, principalmente quando vier os enjoos. Você fica com nossa suíte e eu venho dormir aqui embaixo, no quarto de hospedes. Tá bom assim?

– Não, meu filho! Voce vai dormir onde eu durmo e eu venho pro quarto de hospedes…
– Pai Max, com esse meu peso! Vai ser duro eu manter o sono quando quiser ir ao banheiro, ter que descer e depois subir as escadas. Eu peço que me deixe ficar aqui embaixo, pois o banheiro é logo do lado do quarto.

– Está bem. E qualquer coisa eu acordo rápido. Tenho o sono leve…
A partir daquele dia fiz todas loucuras com meu sogrinho e deixei de usar roupa de baixo pra sempre.

Convido meus leitores a visitar meu blog https://eternahelgashagger.blogspot.com.br/ou http://eternahelga.blogs.sapo.pt/ onde encontrarão esses contos devidamente ilustrados. Obrigada

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1 - Comentário(s)

  • Juan Pablo Gomes 16/03/2020 11:41

    Excelente conto. Eu tenho uma nora que tenho tesão por ela. Parabéns...

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