Hoje casado 55 anos, um casal de gêmeos como filhos e com um casamento que se tornou aberto, exclusivamente por culpa minha. Estávamos casados a poucos anos, quando meus pecados foram descobertos por minha mulher e ela então impôs diversas condições para manter nosso casamento, ela filhinha de papai, família super tradicional e financeiramente muito sólida, na realidade eu era dependente das condições que ela tinha financeiramente. Trabalhava na área comercial da empresa, da família, sempre viajando muito. Eu tinha sido o primeiro namorado dela.
Eu secretamente me reconhecia como bissexual, desde muito cedo já me reconhecia assim, tudo começou na minha adolescência, com coleguinha da escola, estudávamos muitas vezes juntos, trabalhos de casa, na minha ou na casa dele. Detalhe, na casa dele, sempre ele sozinho, pq pai e mão trabalhavam o dia todo fora.
Como adolescentes nossas conversas e extintos afloraram normalmente, e um dia na casa dele, falando das coleguinha da escola, ele ficou excitado e me mostrou a pau dele e pedindo para conhecer o meu, e acabamos nos masturbando lado a lado. O Miguel era mais safado, falava muito de sexo e acostumamos nos masturbar sempre que nos reunia na casa dele. Ele sempre fazia questão de me mostrar o pau dele duro e sempre queria ver o meu, até que um dia ele pegou no meu pau, apertou fez um gesto me oferecendo para pegar o dele, peguei e logo senti a diferença, mais duro e também mais grosso, era diferente, pq ele era circuncisado, depois daquela tarde, sempre sempre acontecia isso, a gente se tocava e depois nos masturbava. Logo a proposta dele, foi mostrar o cuzinho, abriu as nadegas me mostrou e olhou o meu, safado, tocou com o dedo no meu, levei um susto. Era uma amizade sólida, nossas mães era super amigas, tinham estudado junto.
Miguel avançando com a sexualidade dele e despertando a minha, a gente cada vez se tocando mais, logo a ponta do dedo já entrava, acostumei a me masturbar com o dedo dele dentro de mim , e ele também se masturbava assim. Descobri que ele fazia algo semelhante com um primo distante que tinha, no dia que ele abriu o armário e tirou um tubo de gel, já usado, me contou do primo. Descobri também que com o primo, quando em férias na praia, eles se pegaram, ele me contou tudo e me convenceu de fazer com ele. Então acabei comendo o cuzinho dele, e ele me judiou comendo o meu, foi horrível pra mim. Mas passei a ficar ansioso de ir lá estudar, pq sabia que ia rolar, era o tesão da adolescência.
Chegou as férias de verão, ele me convidou para ir junto com os pais dele, tinham casa na praia, minha mãe me liberou, estava com ele quando ele arrumou a mochila, com roupa, e me mostrou com cara de safado o tubo de gel. Dois depois que depois que estávamos soltos por toda praia, quando voltamos de uma longa caminhada, vindo do centrinho, a surpresa que o tal do primo ( Júlio ) distante estava lá na casa, eles haviam convidado ele também, eu nem sabia. Conheci o tal primo, mas que era mais velho, ele tinha 18 anos falava em serviço militar no próximo ano.
Falando com o Miguel, “cara vc não me disse que ele já era adulto”, o Miguel nem respondeu direito, mas era , estava ali. O primo, ficou no quarto ao lado do nosso, os quartos era na parte de cima da casa. No outro dia descemos para o café, ele já estava na varanda da casa, e de suga, que logo olhei, Miguel me flagrou olhando e sorriu. Minha cabeça já começou a entrar em parafuso, pensando coisas, que com certeza iam acabar acontecendo. Os pais do Miguel, sempre sempre indo visitar um ou outro casal de amigos, outras praias normalmente, a gente tinha que pedir comida e também cuidar um pouco da limpeza da casa. Eu observava tudo, principalmente o comportamento do primo distante, os dois se conversavam muito, era muito chegados mesmo, pela forma que se tratavam.
Foi então no segundo dia que o primo estava lá, que a tarde o Miguel sumiu, eu tinha saído uns minutos de perto dele e do primo, olhei pela cozinha e nos fundos da casa, e nada encontrei, então subi, não estava no nosso quarto, mas quando saí, ouvi uma espécie de murmúrio no quarto do primo, fui lá e empurrei a porta , a cena foi sensacional, o primo de pé, nu, um pauzão duro, ele passando gel no pau, o Miguel ajoelhado na beira da cama só de camiseta, oferecendo a bunda para o primo, que agiu como se eu não tivesse ali. Ele se aproximou do Miguel e acertou o cuzinho dele, num movimento único, deu pra ver o pauzão entrando sem trava, foi com tudo, em segundos ele sumiu, o Miguel, gemeu, um gemido de dor. o primo, começou movimentar, bem devagar, me olhou por vezes, enquanto metia, fez sinal para eu me aproximar, ele metia tudo, puxava quase tudo pra fora e enterrava outra vez, fiquei excitado vendo a cena, o Miguel cabeça socada num travesseiro, só gemia de dor em cada estocada que se repetia. O primo me olhado com cara de safado. Fez um sinal pra mim, como se me oferecendo a lugar do Miguel, naquele momento tirou o pau pra fora do cuzinho do Miguel o pau ficou apontando pra cima de tão duro, como fiz que não entendi, ele voltou e enfiar tudo no Miguel, num movimento só. Sai de perto, acho que com receio de aceitar o convite, fiquei muito excitado, estava de pau meio duro, excitado mesmo.
Depois de um tempo o Miguel entrou no quarto, ele tinha me visto olhado, provoquei, “tá ardido, dolorido”, ele sorriu, ” ardido sim “. Foi para o nosso banheiro se lavar, entrei atras, ele se limpava, o primo tinha gozado dentro do cuzinho dele, que estava bem vermelho, depois do banho ele me mostrou. “Sabe, vc podia dar pra ele, vai gostar, ele é ótimo”, passou por mim, nu, indo para o quarto.
No outro dia, depois do almoço estava com o Miguel, conversando no quarto e o primo entrou, conversamos um pouco o Miguel, saiu nos deixou sozinhos, senti a malícia, o primo nem tinha almoçado, tinha vindo aquela hora da beira mar, de sunga, sentou ao meu lado, com a maior cara de pau “o que vc acha, será que rola”, mexendo no pau sobre a sunga que já tinha aumentado o volume. Fiquei sem saber o que falar, ele então levantou, e tirou a sunga, aquela pau desafiador, apontando pra cima, primeira coisa que notei, circuncisado também, se aproximou de mim, ficou bem pertinho do meu rosto, “chupa, chupa”, e esfregou na minha boca, senti aquele cheiro de pau característico, ele forçou pra abrir a boca, empurrando ele como pra entrar, nunca tinha chupado um pau, abri a boca, entrou direto, quente, muito duro, em segundos, segurou minha cabeça e entrou até minha garganta com ela, me soltou, eu estava me babando, pau dele saiu todo babado. Ele então me puxou fez eu levantar, apertou meu pau, mole, e apertou minhas nadegas, puxou minha bermuda rápido pra baixo, eu estava sem cueca, ele se ajoelhou na minha frente e engoliu meu pau que dai sim ficou duro, uma sensação maravilhosa, e notei que ele se masturbava, parou levantou, “quero comer teu cuzinho, onde esta o gel?”, não precisei responder, pq olhei para a gavetinha ao lado da cama, ele foi direto, “fica aqui na cama, te ajoelha, fica tranquilo, vou devagar”, logo senti o gel, sendo passado no meu cuzinho, e em segundos a cabeça encostada forçando, forçando, forçando e então senti que meu cuzinho estava se abrindo, uma dor horrível me invadiu, com o Miguel eu já não sentia quase nada, mas o pau do primo era bem diferente, era cabeça fina e engrossava muito bem no meio dele, senti que ele não parou, enfiou tudo e ficou parado, “bem quentinho e apertadinho”, falou próximo ao meu ouvido, ele puxava e enterrava outra vez sempre indo até o fundo, e logo começou acelerar, gemendo baixinho, deu um gemido alto, me puxando contra ele, com tudo dentro, e gozou, gozou dentro do meu cuzinho. Quando tirou foi aquela alívio, mas escorrendo o gozo dele, sujo com minhas fezes. Ele me deu um taba na nádega, juntou a sunga e saiu do quarto. Quase que imediatamente o Miguel entrou, eu ainda estava deitado encolhido na minha cama, ele se aproximou, “cara, se cagou todo, cagou o pau do primo”, risos. “Vai te lavar, depois me mostra teu cuzinho arrombado”, risos outra vez. Quando voltei da banheiro, ele sentado na cama, “espera não veste nada, vem aqui quero ver como ficou o teu cuzinho”, me aproximei, “vira cara, vira a bunda pra mim, quero olhar”, ele abriu minha nádegas, “caramba arrombou mesmo, tá bem vermelho, tá sofrido teu cuzinho”, risos. Eu sentia ele ardido, um pouco dolorido.
Ficamos quase todo mês da janeiro lá na casa da praia, eu e o Miguel, nos trocamos algumas vezes, o primo tinha ido embora uma semana depois que me arrombou, o Miguel costumava me provocar na beira da praia, quando vinha um cara de sunga se mostrando, ele sorria, “imagina só aquele alí “….
Mas ficamos ente nós dois só, nos acertávamos bem, já acostumados…
em DESTINO TRAÇADO 02, um breve resumo de como tudo continuou…..
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