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Despertando a traição da esposa do patrão

Publicado em abril 24, 2021 por Helga Shagger

A bela e madura mulher, ajoelhada em frente a um jovem nu, tem a metade do pênis dele engolida pela boquinha de lábios carnudos. O excitamento de ambos é tanto que o acumulo de saliva e baba seminal esguicham pelos lados da boca, escorrendo pelo queixo e vindo pingar em seus bojudos seios.

Rafer, o jovem, balança suavemente o corpo enquanto Ingha respira fortemente pelas narinas com uma das mãos enfiada entre as superbas coxas e com a outra masturba firmemente o resto da coluna musculosa que está fora da boca.
– Inga… Inga, amorzinho! Voce… você…vai me fazer… fazer gozaaar… novamente! Eu… eu queria tua, tua bundinha… de novo! Deixa, deixa?
– Huumhuum… me dá… me dá só… só mais um pouco de… teu semem!
– Não dá… não dá, querida! Tô, Tõ quase me esporrando!

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E nada adiantou ele se segurar. Ingha até se engasgou com a enxurrada de semem que chegou a lhe estufar as bochechas e aumentou ainda mais o escorrimento pra fora de seus lábios.
A mão dela entre as coxas acelerou mais ainda o dedilhar no grelinho e logo em seguida um tremor toma conta do corpo dela e com um rouco e alto soluço, ela deixa a grossa torona escapar de sua boca, espalhando uma baba de luxuria no ar.

Ainda sentindo os prazeres do orgasmo, Rafer observa aquela deusa sexual se contorcendo, arfando e soluçando a seus pés. O gozo é tão intenso que por uns segundos ele se sente tonto.
Rafer se deixa cair numa poltrona sem deixar de ainda se masturbar tendo os últimos tremores do forte gozo dado pela boquinha de Ingha.

Passando a língua ao redor dos lábios, recolhendo o que ela chama de sumo do amor, Ingha olha excitada, aquele belo jovem sentando e ainda masturbando o grosso pilar de músculos e grossas veias azuladas.
Do topo da glande ainda aparece de vez em quando bolhas de esperma. Ela se lembra do que ele tinha pedido segundos antes da explosão ejaculatória em sua boca.

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Engatinhando por entre as coxas dele, Ingha afasta a mão dele e cai de boca mais uma vez. Mas, faz isso por uns poucos segundos. Em seguida, ela faz uma esquisita escalada, subindo uma perna pra cima do sofá depois a outra, como se fosse uma aranha.

O rosto de Rafer é envolto pelos fartos e firmes seios lambuzados com o próprio esperma e saliva dela.
Ele sente quando a boquinha do anus de Ingha vai lentamente engolindo sua cabeçorra. Ela joga a ruiva cabelereira pra trás, e sua boca se escancara buscando por ar enquanto ela vai sentando no torão de seu jovem amante até sentir os pentelhos dele lhe coçarem todo o redor do anel do cuzinho.

A luxuria de estar sendo enrabada por um macho tão jovem, vinte anos mais novo que ela, ali num dos quartos de sua mansão, enquanto seu marido e seu filho Eduardo, amigo de faculdade de Rafer, estão trabalhando, deixa Ingha com aquela euforia de estar fazendo o divino proibido, obtendo o prazer que, quanto mais devasso, mais intenso.

As duas mãos dela vão a cada lado da cabeça de Rafer que a apoia no encosto do sofá. Com este ponto de apoio, Ingha lentamente inicia um sensual rebolado sem deixar que a mínima porção do salame de Rafer saia de seu cusinho.

Rafer trinca os dentes e suas mãos agarram fortemente os glúteos da mulher de seu patrão. Ingha baixa a cabeça, fecha os olhos e, com as narinas dilatada procurando oxigênio, acelerava gradativamente o seu rebolado.
Quando lança a cabeça pra trás, poucos minutos depois, ela dá um longo urro e leva uma das mãos rapidamente para o meio de suas coxas.

Rafer sente o aperto em volta de seu pênis ao mesmo tempo em que a agonizante e esplendorosa sensação de gozo toma conta de seu corpo.
Um pensamento lhe passa pela cabeça enquanto ele abraça o torso dela dando encontrões, de cima pra baixo, com sua virilha de encontro à rechonchuda bunda da mãezinha de seu amigo Edu.
– “Caraca! Nem parece que ela está sendo enrabada pela segunda vez na vida!”
Rafer está se referindo a segunda vez naquela manhã de véspera de Natal.

Na verdade, quando Ingha tinha quinze aninhos e ainda namorava Manfredo, ele a sodomizara, mas devido a inexperiência, por parte dele, o ato não foi agradável devido ao odor fecal.

– Caramba! Que horas são? Ainda tenho que comprar os presentes pra hoje a noite!
Foi por isso que apareci lá na firma pela manhã, pra ter uma idéia do que Manfredo gostaria de ganhar… e então encontro ele sendo chupado pela secretária!! Que babaca! Bom… agora é corno também!
– E ele mandou que eu te acalmasse. E te trouxesse pra casa, também! E eu tive um dos mais prazerosos dias de minha vida com a mulher mais bela que já vi!
– Eeehh… eu não sei onde estava com a cabeça por me deixar levar! Bom, não adianta divagar o que fiz de errado ou não. O fato é que você me ajudou na minha transformação!
– Que bom você pensar assim, Ingha querida! Voce agora pode dizer que realmente amadureceu!
– Fedelho convencido! Bom… vamos andando. E você fica comigo! Nada de voltar pro escritório!

Quem os observasse andando pelas lojas, pensaria que pudessem ser irmãos ou colegas de trabalho.
Ingha transpirava juventude, sensualidade e formosura. Seus cabelos ruivos e olhos de azul profundo, rostinho de boneca de lábios carnudos, lhe davam um ar de beleza invulgar.
Seu corpo então, nem se fala!
Longas pernas, coxas grossas na mesma proporção das nádegas polpudas, que ela parecia detestar.

Foi preciso aquele jovem cafajeste que a fizesse mudar de idéia e que passasse a valorizar sua derriére, agora sua nova fonte de prazer.
Mesmo assim ainda se ressentia por não encontrar roupa pronta que lhe vestisse direitinho. “Que se dane!”. A partir de agora ela pensaria assim, pois nenhuma roupa iria estragar a perfeição das curvas de suas nádegas e ela estava certíssima sobre isso.

Além disso, apareceu Rafer, seu esplendido pênis e a perfeita conjunção dele com seu anus que por vinte anos esperou para sentir todo aquele exótico prazer.
– O que você acha desse bracelete? É muito lindo e… mais caro ainda! É esse que Manfredo vai me dar!! O presente dele já foi garantido esta manhã!

Ingha, olhando em volta, vê numa bandeja, um arranjo de frutas feito de pura prata-90. Também gostou de um anel com uma grande safira encima

Duas horas depois, com o banco de trás cheio de sacolas, Ingha insistiu que ele colocasse o Cadillac na garagem. Ambos sabiam que não podiam ficar sozinhos, porque enquanto um endurecia o outro se umidificava.
– Me dá,Rafer! Me dá ele! Se você tiver leitinho… melhor ainda!
– Eu te dou se você deixa-lo bem meladinho pro teu cusinho! Tua bunda me deixa com uma compulsão sem limites!
– Por que você tem sempre que caprichar no idioma? Por que não diz logo que quer comer minha bunda, queridinho!

O amigo do filho dela arqueja quando ela engole de uma só vez metade da rolona dele e acaricia o resto da coluna com uma das mãos, enquanto com a outra vai direto para o meio das próprias coxas.
Assim, sugando com sofreguidão o funcionário de seu marido, Ingha começa a ter um leve tremor indicando que está perto do orgasmo.

Rafer sente um desejo urgente de sodomizá-la. Ali dentro do carro é muito desconfortável. Logo, ele a retira de lá e a encosta de bruços em cima do capô.
Carinhosamente lhe acaricia os glúteos e os separa deixando exposto o intumescido anus de tanto ser dilatado e contraído naquela manhã.
Em seguida, ele se inclina e suavemente beija todo o redor do anelzinho dando longas lambidas até a própria Ingha fazê-lo soltá-lo um pouco pra logo em seguida contraí-lo.
– Caramba, Ingha! Como sinto inveja do Edu! Se eu tivesse uma mãe como você, eu ficaria te espiando por tudo que é fechadura, fresta de porta e coisa e tal!
– Huuuumm… será que fez isso alguma vez? Que excitante!!
– Depravada linda! Abra a a bundinha… abra, mãezinha querida!

Ingha não sabe dizer o que foi que mais a excitou. A encenação de Rafer se fazendo passar por seu filho ou próprio ato de ser sodomizada ali na garagem de sua casa.

Mais tarde, Rafer voltou a joalheria. Pediu as duas peças que ele tinha gostado. A pera em prata e o anel com a grande safira. Disse que pagaria em dinheiro, mas queria um desconto.

Em seguida instruiu o artesão como ele que queria que as duas peças fossem unidas.

A noite, além do marido e filho de Ingha, havia mais dois casais de amigos da família. Ela estava exuberante irradiando tanta beleza e sensualidade que a ala feminina simplesmente se apagou.
Manfredo estava carrancudo, mas a olhava com cara de mil desculpas. Também notava que ela estava mudada. Rafer, disfarçadamente, lhe entrega o estojo com o tal caro bracelete.
Ele apenas o pegou sem agradecer e o põe no bolso. Rafer o encara por alguns segundos. Depois lhe vira as costas.

Houve as trocas de presentes e os amigos já começavam a se despedir. Num dessas despedidas, Rafer puxou Ingha para o lavabo. Encostando-a de encontro à porta, lhe beija apaixonadamente.
– Não! Aqui não! Voce quer estragar tudo! Me beija mais vez e vamos sair daqui!

Sem responder, Rafer retira do bolso a joia que ele mandou adaptar e exibe em frente do rosto de Ingha. Ela parece não entender. Uma pera prateada de tamanho normal tendo um anel com enorme safira fixado na parte onde seria o galho.
Ela ovalou os lábios quando ele insinuou que o pusesse na boca. Ele enfia a pera até só ficar o anel fora, como se fosse uma chupeta azul.
Quando Rafer retirou o artefato dos lábios dela, deu uma gosmenta cusparada na ponta oposta ao anel.
As mentes de Ingha e Rafer se combinavam tão bem quanto o anus dela e o pênis dele.
Ela simplesmente deu as costas pra ele, levantou o vestido até aparecer sua fabulosa bunda.

Sem retirar a calcinha, apenas a afastando de lado quando separou as nádegas com as mãos, oferecendo a visão de seu anus avermelhado.
Ardeu um pouco quando a rombuda ponta encostou e forçou a entrada através do anelzinho intumescido. Toda a pera foi introduzida lentamente e antes do final, Ingha já acariciava freneticamente seu clitóris. Apenas a safira ficou de fora como um farol azul.

Rafer afastou os cabelos que cobriam uma parte do pescoço e ficou lhe beijando lá, até aparecer uma pequena mancha rosada. Com uma das mãos ele tapou a boca daquela mãe e esposa de outros quando sentiu que ela gozou e seu grito foi assim abafado.

Minutos depois, Manfredo e Eduardo viram Ingha surgir na sala, um pouco descabelada.
– Acho que bebi além da conta! Levei um tremendo escorregão! Cadê o Rafer?
– Ele me disse que ia dormir – Respondeu seu filho Eduardo.

Convido meus leitores a visitar meu bloghttp://eternahelga.blogspot.com.br/ onde encontrarão esses contos devidamente ilustrados. Obrigada

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1 - Comentário(s)

  • sinistro 05/05/2021 00:08

    SENSACIONAL, MAIS UM CONTO EXTRAORDINARIO DESTA QUE TALVES SEJA A MELHOR ESCRITORA DE CONTOS DROTICOS DE TODOS OS TEMPOS PARABENS HELGA VC E DEMAIS NOS SEUS RELATOS

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