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Descobrindo também gostar de garotas

Publicado em junho 9, 2022 por Andreia

O relato que vou contar de fato aconteceu e que me faz sentir muitas saudades. Hoje aos meus quarenta e tantos anos, ainda tenho clara lembrança de muitas coisas que me despertaram bastante o instinto sexual, principalmente entre ppks. Tudo aconteceu no início da adolescência, na baixada fluminense, local onde morava. Sempre fui uma menina quieta e de falar pouco, mas com pensamento bem vivo e desejos pulsantes. Estava com os hormônios à flor da pele e quase todas as tardes ao retornar da escola, depois de ter certeza de que estava sozinha, passava horas me tocando, apalpando, explorando meu corpo em cada ponto dele. Eu era quase toda lisinha, pelinhos bem ralinhos e finos, peitinhos com auréola bem rosinha e estufadinhos e a ppk, seguindo na mesma linha, tudo sempre “sensível ao toque”.

A vontade e o desejo me despertaram ainda bem cedo. Embora não soubesse as diversas técnicas de masturbação eu passava bom tempo do dia mexendo e tocando ali, aqui, até sentir aquela sensação maravilhosa que logo em seguida me tomava de moleza, uma sonolência gostosa que às vezes eu dormia profundamente. A bem da verdade aquilo era o orgasmo, o gozo que eu ainda não sabia ao certo, mas praticava diariamente e gostava muito.

Nossas famílias moravam em uma área cujo quintal amplo tornando possível, meio que afastados das casas, guardar dois caminhões dos meus avós. Toda vez que eles, meus avós e pais, dormiam após o almoço eu aproveitava para ficar dentro de alguma das cabines me masturbando. Na verdade, esses lugares eram mais um dos vários que eu procurava para isso. Tinha no meu próprio quarto, quando estava sozinha, a quina dos colchões, a beirada da pia, o braço da poltrona, etc… Todos esses lugares eu adorava me esfregar.

Com o tempo percebi que uma prima, 2 anos mais velha, também gostava dessas coisas e passamos a fazer juntas e foi uma época muito boa. Em pouco tempo percebi que me excitava muito vê-la se masturbando na minha frente. Eu passei a tentar chegar na tal sensação primeiro para depois ficar observando os momentos que essa mesma sensação chegava ao corpo dela. Só que isso foi me envolvendo, de certa forma, que toda vez que eu via que o gozo dela se aproximando eu ficava totalmente acesa e passei agarrá-la beijando sua boca, tentando beijar e chupar os peitos dela e passei a tocar em sua ppk. Isso passou a ser uma constante e ela sempre esperava que ele

à agarrasse e tentasse ajudar em seu gozo. Ficamos fazendo isso durante muito tempo quase todos os dias e era eu que mais fazia nela. Comecei a perceber que estava tendo outro orgasmo enquanto a agarrava. Um belo dia estávamos novamente dentro da boleia de um dos caminhões nos acariciando, beijando nossas bocas, chupando os seios uma da outra. Era uma tarde tranquila e todos dormimos e nós duas ali na maior excitação no maior tesão. De repente a porta do caminhão se abre e fomos surpreendidas, literalmente flagradas pelo irmão dela(6 anos mais velho que nós duas).

Foi um tremendo susto, um grande estresse e o medo tomou conta de nós duas. Não havia como correr, não havia se esconder, porque estava tudo ali à mostra. Ele começou a fazer pressão dizendo que ia contar tudo para as nossas mães sobre o que a gente estava fazendo e do porque nós duas estávamos sempre escondidas. Choramos pedindo para que não falasse nada, mas ele estava irredutível. De repente ele pede para que a irmã saia, me levando para um lado mais afastado da casa. Chegou perto de mim botando o piru pra fora e disse para que eu chupasse e o deixasse de pau bem duro. Passou o piru no meu rosto e na minha boca.

Comecei a chupar durante um tempinho e logo senti o gosto do gozo dele dentro da minha boca. Depois ele pediu para que eu me virasse e ficasse apoiada na escada do caminhão encostou o pau na entrada do meu cuzinho que estava bem babado porque a irmã dele estava brincando com minha ppk e o cuzinho. Ele ficou enfiando durante um tempo e eu fazendo cara de que não estava gostando e que estava doendo, mas era tudo mentira, foi uma experiência que eu gostei muito e eu estava adorando aquilo. Novamente senti o gozo dele entrando pelo meu cuzinho e eu senti aquela sensação de novo, só que não deixei que percebesse, pq de fato, eu também gozei. Durante algum tempo repetiu as mesmas coisas com ele para que ficasse em silêncio. Mas acho que ele perdeu o encanto à vontade porque deixou de me procurar e pedir para que fizesse tudo novamente. As brincadeiras entre meninas continuaram gostosamente e cada vez mais intensas e prazerosas.

Depois relato outro acontecimento verídico.
Minha colega greludinha do Grajaú.

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