Não precisei servir ao exercito, por ser filho arrimo. Não trabalhava , não estudava. Minha família bem estruturada eu poderia ser considerado merecidamente, filhinho de papai.
Por ter nascido em meio a uma família, importante, bem estruturada, donos de um patrimônio incalculável, eu era um adolescente, magrelinho, bem cuidado, que não queria nada com nada. Vivia no clube social da cidade, no verão direto em nossa casa da praia, ninguém se preocupava comigo, sempre estavam muto ocupados, então eu podia fazer o que quisesse, sem hora para chegar ao sair de casa, sem necessidade de voltar pra casa, mesmo pq ninguém ia notar minha falta. Por tudo isso, fui indo em direção a uma vida agitada, fora de uma linha normal, como adolescente que era.
Tudo começou, quando no clube eu estava na banheiro para fazer xixi, quando entrou um adolescente como eu (Mateus 17y). eu tinha baixado a calça a a cueca um pouco, para fazer xixi, ele entrou, “rica bunda”, parou ao meu lado, “rico pau”, me olhando. Achei graça. Quando estava me arrumando pra sai, ele se aproximou, “bundinha de riquinho é assim branquinha né, deixa eu ver o cuzinho de um riquinho”, novamente achei graça. Me chamou atenção que ele pra falar comigo tinha parado de fazer xixi, mas virado pra mim, estava com o pau pra fora da calça, fiquei segundos olhando ele reparou, “gostou”, perguntou, sorri novamente. Terminei de arrumar minha roupa a sai do banheiro. Fui para a sala de jogos ver o que rolava lá, e decidi ir pra casa. Logo que sai do clube , ele pareceu que me esperava, ” oi cara, eu estava de gozação com vc, não ficou bravo né? “, claro que não, respondi. Ele então começou caminhar do meu lado, “vamos lá em casa estou sozinho, não gosto de ficar sozinho lá, acho além de perigoso, um saco ficar sozinho, vc até se quiser pode dormir lá, quartos não faltam, vamos vamos lá, tenho uns filmes legais pra passar na TV, até hoje não sei explicar pq aceitei, ele era conhecido, eu sabia até onde ele morava, mas não éramos amigos. Na casa dele, logo que sentei na sala, ele colocou um CD na TV, e saiu foi para um corredor que devia ser dos quartos, o filme era pornográfico, H e M, transando e então entrou um segundo filme, travestis e gays, incrível o que faziam, as travestis lindas lindas, comendo os novinhos gays, as travestis com uns paus enormes, comiam gurias e mulheres bem novinhas, e também guris novinhos, eu nunca tinha visto, fiquei impressionado, como entrava tudo aquilo no cuzinho de uma guri magrelo pequeno.
Ele sentou ao meu lado, em silencio, mas eu sentia que ele me olhava, eu ali, super atento as movidas que estavam passando na TV.
Ele foi direto, …vc gosta do que ver, os caras se comendo ?, não respondi só acenei com a cabeça como um sim, ele levantou e trocou o CD que passava. Só gays de todas idades, brancos, negros, de todos os tipos, ela alí ao meu lado, se mexia muito eu nem olhava, sabia que ele estava se excitando. Perguntei se ele sempre ficava assim sozinho em casa, ele confirmou, pai executivo de uma grande empresa, a mãe sempre viajando com ele, ou em casa de amigas, madames ela chamava.
Uma mulher morena já de certa idade, tinha sido babá dele, passava pela sala, nem nos olhava, e o filme na TV rolando.
Falou que tinha amigos, todos loucos como ele, entendi todos gays ou bissexuais. Contou que já tinha tido uma namoradinha anos antes, mas que ela era uma idiota, não deixava ele avançar, mas deixava um dos amigos avançar até que um dia , o amigo contou e o namoro acabou. Falou do sítio onde fazia churrasco, se reunia com alguns dos amigos, que era ótimo, tinha piscina, só um caseiro, que fazia que não via o que acontecia e que se chamassem ele, ele vinha, era já de certa idade, tinha uma coisa que era de espantar na primeira vez.
Vamos no meu quarto, me convidou, fiquei sem responder mais um tempo olhando a TV, ele levantou me puxou pela mão. O quarto dele era uma suíte enorme, logo que entramos ele foi direto na TV e ligou, eu faço barulho, falou não entendi. Se aproximou e me abraçou, quis me beijar na boca, eu desviei, e logo senti ela apalpando meu pau sobre a calça, e soltando o cinto da calça, ele mesmo baixou minha calça e a cueca, e engoliu meu pau, que mole logo começou endurecer, apartava minha nadegas e logo começou procurar meu cuzinho com os dedos entre minhas nádegas. Parou levantou e tirou a roupa, então vi bem como ele era. Vc me come eu depois como vc, já do armário tirando camisinhas e um pote com gel.
Ele era rápido, já passando gel na bunda e indo para a cama, ficando ajoelhado na beira da cama, oferecendo o cuzinho, mandou eu colocar camisinha, passei trabalho, nem sabia colocar direito, mas consegui, ela abria as nadegas com uma das mãos, dava pra ver bem o cuzinho dele. Me aproximei, foi só encostar e empurrar, entrou super facil, soquei diversas vezes, ele gemia, falava, pra socar mais forte, e notei , contraia o cuzão dele, apertava meu pau, quando eu ia gozar, ele deixou o corpo cair pra frente e meu pau saiu do cuzão dele, “não goza não, depois a gente goza juntos, fica aqui, deixa eu ver teu cuzinho”, uau vibrou, “bem fechadinho ainda, vou arrombar”, , com dedos passou gel no meu cuzinho, e veio com tudo, encostou e empurrou, só que não entrou, “não contrai, relaxa, fica relaxado”, já encostando outra vez e empurrando desta vez mais devagar, comecei sentir dor, dor, dor, e sabia que estava me arrombando mesmo, ele empurrou tudo sem parar, respirava forte que eu ouvia, falava algumas coisas que eu não entendia, diversas vezes socou até o fundo, sem parar, puxava e enterrava tudo outra vez, até que parou, senti um alívio quando o pau dele saiu fora.
Sentou ao meu lado, e começou se masturbar, dizendo pra mim fazer o mesmo, mas meu pau estava mole, eu ainda tinha dor no meu cuzinho, meu pau não voltou a ficar duro para uma masturbação, ele rindo, acelerou o movimento, se espichou todo se contorcendo, gemeu alto quase um grito, e cuspiu, um jato de porra pra cima, depois outros menores, melando as pernas e o chão.
Vem vamos nos lavar, o quarto tinha um banheiro, e nos lavamos alí, ele foi para o chuveiro, eu usei papel na cuzinho e lavei meu pau na pia.
Depois em baixo, outra vez no sofá da sala, “amigo, olha só, quero apresentar vc para minha turminha, só que vc vai ter que transar mais, esta muito fechadinho ainda, e sempre vai sentir dor, ficando assim”.
Me acompanhou até a esquina da minha casa, e combinou que ia me ligar e me levar n a primeira festinha que os amigos fizerem.
….foi assim que tudo começou de verdade…….. segue no DESCOBERTAS 02 ..
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