….. segue do 01 ….
Eu não queria estudar nem trabalhar, meu pai me arrumou então em um final de ano, trabalhar em uma gráfica/livraria, era uma loja na frente e a gráfica atras. Só aquele mês de dezembro mesmo.
A loja era atendida só por uma mulher, Marlene, já adulta, penso que uns 30 anos talvez. Solteira morava sozinha, ela era bem legal, me tratava muito bem, só que as vezes eu sentia que ela algo mais, da forma que me tocava, me abraçava quando eu chegava pela manhã, ela colava o copo em mim, sentia os seios dele sendo apertados contra meu corpo.
Também, os papos dela logo começaram a abrir o jogo, ele gostava muito de sexo, isso ela me disse claramente, mas dizia que não ia casar, pq não confiava nos homens.
A Loja estava aberta, mas o movimento era quase nenhum, estávamos arrumando uma prateleira, quando sem nada falar ela se aproximou de mim, me puxou e me abraçou e a mão dela direto no meu pau, esfregando apertando ele, que em segundos ficou duro, ela parecia bem agitada, ouvia a respiração dela, me abraçando, pediu para mim mostrar meu pau pra ela, demorei pra me mexer, ela mesma foi na meu zíper, e baixou ele enfiou a mão dentro da calça, conseguiu entrar na minha cueca e pegou meu pau, apertando, não falava nada, respirava forte, com a outra mão ela se esfregava por sobre a saia, se masturbando. Lembro que fiquei o resto do dia meio nervoso, não sabia o que podia acontecer.
No outro dia, mesma coisa um forte abraço quando entrei na loja, ela também me beijou no rosto pela primeira vez. Eu tinha tido uma namoradinha, amiguinha da vizinhança, e a gente se tocava se agarrava, eu apalpava ela e ela me apalpava, mas no máximo ela me masturbava. A tarde, ela sentou em uma cadeira atras do balcão, me chamou, fui ela então levantou a saia, mostrando a calcinha e logo afastou mostrando a buceta dela, peluda, ela abriu os lábios e vi que tinha uma pingolinha apontando pra fora, ela esfregando com o dedo, fez sinal pra mim me aproximar, pediu minha mão e esfregou meus dedos na pingolinha dela, era bem dura, ela chegava a revirar os olhos, sorte dela que não entrou ninguém na loja, enquanto eu esfregava na bucetinha dela, ela sacudia o corpo, afastou minha mão, e entrou com dedos, se masturbando, foi rápido pelo medo de entrar alguém.
Os dias de dezembro foram passando e ela sempre sempre me apertando e se esfregando. Então num dos dias, no final do expediente, fechando a loja, tinha na calçadas um cara, um negro magrelo, era jovem ainda , mas com certeza mais velho que eu, ela me apresentou ele, Diego, estava bem arrumado, me convidou para ir junto com eles, ir no apto dela, e lá comer alguma coisa que ela disse que ia fazer. Aceitei, não tinha nada mesma para fazer.
No prédio dela, pequeno, subimos a escada, entramos no apartamento, logo entendi que o Diogo, meio que morava com ela, pq tinham umas pasta e roupas dele, num dos sofás da sala. Ela falou, … vcs dois se comportem, ficamos na sala, ela foi para o quarto, do quarto para o banheiro e depois para a cozinha. Eu e o Diogo ali, tentando engatilhar um papo. Perguntei se ele morava com ela, …, não não só venho aqui quando ela me chama, fico uma dois dias e vou para casa da minha mãe. Ele perguntou coisas de mim, e me olhando fixo, a Marlene já fez algo com vc, gelei ele deve ter notado, sorriu, …. sei como ela é.
Diogo começou então falar dele, que fazia, estudava a noite, já tinha tido uma namoradinha e na maior tranquilidade contou que quando ainda bem jovem, tinha ficado com um colega da escola, que ficavam seguido. Justificando,….. não tinha namorada e tinha vontade, então esse amigo convenceu ele de ficarem, um pegava o outro, sabe como é né? perguntou, eu respondi que sim, sabia como era. Ele então começou abrir o jogo com perguntas diretas, queria saber como eu era, se tinha feito muitas vezes, se sentia dor e finalmente, se eu ainda gostava de fazer, eu só sorri meio envergonhado, mas ele entendeu. Ele seguiu detalhando como fazia com quem fazia, que começou com uma colega da escola, depois um outro de outra classe, e que ainda as vezes se encontravam e que tinha um grupinho que se encontrava e se pegavam.
A Marlene apareceu com uns sanduiches e refrigerantes, …ah vc dois em o que estão falando, imagino, os os dois tem cara de safadinhos, e vc Diogo falou pra ele aquilo que eu sei…, Diogo sorriu, sim, já nos confessamos. Marlene então atacou, e pq então vcs não vão ali no meu quarto, eu deixo, vão lá se conhecer melhor, vão, vão, já me puxando pela mão para levantar, o Diogo de pé, me olhando fazendo sinal para ir com ele.
Eu estava bem confuso, era uma coisa totalmente nova, não esperava, a Marlene ainda me deu um pequeno empurrão, … vai, vai, aproveita, o apartamento só tinha mesmo aquele quarto era bem pequeno, a Marlene sentou no sofá e ligou a TV, fazendo com a mão sinal para eu entrar no quarto. Logo que entrei , vi o Diogo já mexendo no armário, e tirou um pote conhecido, era gel e algumas camisinhas, já tirando a roupa, fez sinal para mim fazer o mesmo. Em segundos estávamos nus, a novidade era o pauzão dele preto cabeçudo, ela já abrindo pote de gel e passando nele mesmo, …. vem , vem me come, depois eu como vc, na posição conhecida, se ajoelhando na beira da cama, oferecendo aquela bunda preta, o cuzinho dele bem escuro também e já demostrando ter sido muito usado, mas eu estava num estado que nem pensava mais, só queria fazer. Foi super facil e rápido meu pau deslizou pra dentro do cuzinho dele, ele gemia, pediu pra não gozar, mas eu ia gozar quando ele desconfiou e deixou o corpo cair para frente, meu pau saiu fora e consegui segurara meu gozo.
Tomei o lugar dele na beira da cama, olhei o pau dele antes, cheguei a me arrepiar, era demais para meu cuzinho ainda quase virgem, duro duro, meio curvado, latejando. Colocou a camisinha, gel no meu cuzinho e veio, pedi para ir devagar, mas não adiantou ele encostou e empurrou dei um grito, tarde demais, a cabeça já dentro e seguindo sendo empurrada, olhei para trás para reclamar da estocadas dele e ví que a Marlene estava na porta olhando, deve ter vindo com meu grito, Diogo parecia que queria me machucar, socava feito um louco, eu reclamando ele me segurando pela cintura, não conseguia fugir, até que me segurou com tudo dentro, e gemeu forte, sacudindo, estava gozando. Cai pra frente fiquei encolhido na cama, notei que ele saiu foi para o banheiro, eu estava acabado, ele me judiou, então a Marlene apareceu sentou na cama, me acariciando as nadegas, senti que ela abriu um pouco as duas nadegas, e resmungou alguma coisa que não entendi, levantou saiu do quarto e ouvi ela falando algo para o Diogo, estava aborrecida com ele, voltou e sentou outra vez atras de mim, voltou acariciar minhas nadegas. Fiquei um tempão deitado encolhido, a Marlene chegou a deitar atras de mim.
Mais tarde, levantamos, ela me fez ir ao banheiro e tomar uma ducha, quando o sabonete escorreu no meu cuzinho senti ardência, então fiquei preocupado. Depois no quarto pedi a Marlene olhar, se tinha machucado, ela trouxe uma pomada, passou disse que não tinha problema. Na real fui arrombado mesmo.
Na loja por mais uns dias, depois meu prazo terminou. A Marlene, me aproveitando, me apartando, me agarrava, me tocava todo tempo, me mostrou a bucetinha cabeluda dela diversas vezes, se masturbava na cadeira atras do balcão, mas nunca comi ela, o Diogo comia, tinha me falado. O Diogo não apareceu mais na loja, fui ainda algumas vezes no apartamento da Marlene, ele me usava, mais de uma me chupou e masturbou. ….
…… segue em DESCOBERTA 03 …. são fatos reais
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