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Depravando a viuva – Parte II

Publicado em novembro 29, 2022 por Helga Shagger

Gil, o filho de Olavo tinha morrido num acidente de carro, de maneira misteriosa, dois dias atrás. Olavo, depois do féretro terminado se dirigia ao apartamento de Gil, acompanhado da filha do irmão de sua nora Gisele. Esta adolescente se chamava Juliana e era filha do primeiro casamento de Augusto, irmão de Gisele que agora era viúva de seu filho. Gisele tinha sido miss e foi segundo lugar como Miss Mundo.
A adolescente Juliana se tomara de carinho especial por Olavo, provavelmente pela sua bela aparência de quase cinquentão e por ser uma figura de avô que ela pouco conheceu.

Assim quando, Leonor, a belíssima mãe de Gisele e de Augusto, lembrou-se que este lhe tinha pedido para ir até ao apartamento de Gil e Gisele para apanhar uma valise com roupas de Gisele, que iria passar alguns dias com eles, ela pediu a Olavo que fizesse isso, pois ela não suportaria a idéia de entrar na casa de um morto.

Devido a atmosfera de tristeza, Juliana e Olavo pouco se falaram durante o trajeto até o apartamento de Gisele. Ao entrarem na sala, ouviram murmúrios vindos do quarto!
Ambos, um pouco temerosos, foram pé ante pé na direção dos murmúrios e através da porta entreaberta viram os instantes finais do climax entre Augusto e sua irmã Gisele que transparecia na intumescida rola dele atolada por inteiro no cusinho dela e por onde começava a escorrer semem do gozo incestuoso!!

A indignação de Olavo o deixou mudo. Não acontecendo o mesmo com Juliana que iniciou um grito de espanto, mas foi imediatamente abafado pela mão de Olavo em sua boca!
Por um instante Juliana olhou para cima procurando pelos olhos de Olavo como procurando uma resposta pelo que estava vendo. Mas não conseguiu a resposta e a sua curiosidade era maior em olhar o casal que se beijava, se contorcia e gritava de extase!!

Olavo, com o olhar fixo na dupla incestuosa, tinha um dos braços passado pelo colo de Ju e uma das mãos a tapar-lhe a boca, ou seja, sua parte frontal estava colada a parte posterior de Ju. Esta estava imóvel, mas Olavo sentia uma ligeira tremedeira através de seu corpo. Ele também começou a se excitar com a visão a sua frente de sua bela nora engolfando com o cusinho toda a rola de seu irmão!

A pressão da bundinha de Ju, um pouco abaixo de sua virilha fez-lhe notar que sua indignação foi vencida pela luxuria e lentamente sem pensar, ele foi se agachando até sua virilha se encaixar na rotunda bundinha de Ju!!
Suavemente, Olavo começou um esfrega-esfrega em Juliana, que parecia petrificada pelo que estava vendo e pela pressão se movendo em sua bundinha!
– Não… não tenha medo…minha criança! Apenas fique quieta…vou tirar…minha mão de sua boca… não vá gritar… – sussurava Olavo no ouvido de Juliana e por fim cravando sua boca na curva do pescoço com o ombro dela!

Ju não sabe o porque, mas as palavras de Olavo a acalmaram dando caminho para que seus hormônios tomassem conta livremente de todo seu libido!
Olavo agia agora mais por instinto do que por cautela. Retirando a mão da boca de JU, a levou mais para baixo, quase alcançando a barra da saia, ele a levantou descobrindo as roliças coxas juvenis de Juliana que momentaneamente sentiu um frêmito de acanhamento e tentou impedir a suspensão de sua saia!

A mão de Olavo porém já lhe alcançara a monte de venus encoberto pelo fino tecido da calcinha!
Talvez pelo ligeiro protesto de Juliana em não lhe deixar subir a saia, fez com que Olava voltasse a razão.
– Vamos sair daqui! Esperaremos eles saírem e voltaremos para apanhar a valise. Quando os encontramos de novo…finja que nada viu!! Isso poderá se tornar num grande escandâlo! Talvez seu pai e sua tia estejam envolvidos na morte de meu filho!! Bom…a policia que se encarregue disto! Pois eu vou me encarregar de voce…meu docinho!!

Aquelas palavras assustaram Juliana. Ao mesmo tempo o tom imperativo daquele homem a deixava encantada e as promessas que estava por vir não lhe davam outro caminho a não ser de ser mais leal a Olavo do que a seu paizinho!

De volta ao carro, Olavo se alternava em olhar a portaria do edifício e o belo rostinho de Juliana enquanto lhe fazia perguntas.
– Não creio que seu pai e sua tia estejam envolvidos com a morte de meu filho Gil. Mas o que eles estão fazendo não é aceitável perante a sociedade. Voce sabia de alguma coisa?
– Claro que não!! Meu pai sempre foi muito apegado e orgulhoso de tia Gisele! Eu sei que ainda tenho muito que aprender, mas essas coisas acontecem! Às vezes estão fora do nosso controle…
– E o que estava acontecendo entre nós…lá…lá dentro? Voce… acha certo?
– Não sei…
– O que voce sentiu?
– Não sei…
– Voce gostou?
– Também… não sei.
– Eu vou querer fazer mais em voce! Voce deixa?!
– Deixo…Não! Não sei!! Não sei…
– Vem cá Ju! Vou te ensinar a beijar…e depois umas “cositas más” – Olavo com um ligeiro sorriso sarcástico puxou Ju para sí e gentilmente encostou seus lábios nos pueris lábios dela.

Ele a deixou se acostumar com o toque dos lábios até estes se colarem completamente. Para sua surpresa ele sentiu muito timidamente a pontinha da língua da bela adolescente penetrando sua boca!!
Olavo retribuiu, insinuando sua língua pelos alvos dentes de Juliana e em seguida passou a duelar suavemente com a lígua dela. Juliana sentiu uma febre por todo o seu corpo que parecia vir dos lábios daquele cinquentão que desvirginou sua boquinha com a língua suculenta que agora ela chupava gulosamente!
Olavo sentia toda a fêmea que desabrochava através do beijo que Juliana lhe dava!

Eles foram interrompidos com o barulho do carro que saia da garagem dirigido pelo o pai Augusto e Gisele a seu lado.
– Vamos lá dentro apanhar a valise…e terminarmos o que começamos!!

Juliana está suando um pouco menos agora, já que se acostumou com toda a rolona de Olavo dentro de seu cusinho!
Exatamente como viu seu pai fazendo com sua tia Gisele anteriormente!
Ao medo inicial, ela foi sucumbindo e seguindo sem pestanejar as orientações do seu sodomizador, primeiro timidamente e gradualmente com mais fervor, Juliana agora esfrega suas nádegas de encontro a virilha de Olavo com tal frenesi que não parecia que estava dando o cusinho pela primeira vez!!

Vinte minutos atrás ela própria pegou Olavo pela mão e o guiou até o quarto e ofereceu seus lábios para os dele!
Sem descolar os lábios dela, Olavo conseguiu abrir o ziper da saia e baixar-lhe as calcinhas. Em seguida expôs seu imenso caralho para fora das calças e como uma cobra cega encaixou entre as roliças coxas, por baixo da bucetinha de Juliana!
Ela, ao ter esse primeiro contato lúbrico, deu um grito satisfação e quase extase!!
Olavo a mantinha grudada ao seu baixo ventre com as duas mãos cheias dos glúteos dela, pressionando-os contra si, enquanto sua boca era sugada pela boca de Juliana, que na ponta dos pés se esforçava o máximo para aprisionar a manjubona de Olavo entre as coxas!! Nesse aperta-aperta Ju teve seu primeiro orgasmo com um homem! E desfaleceu!!
Juliana sonhava com prazeres nunca sentidos antes por ela. Não conseguia visualizar em seu sonho o que lhe dava tanto prazer!
E súbito, ela abriu os olhos. Não reconheceu onde estava nos primeiros segundos para logo em seguida se recordar que estava no quarto de sua tia junto com Olavo!

As sensações que estava sentindo no sonho continuavam mesmo com ela acordada!!
Então ela notou que Olavo semi-deitado ao seu lado com o corpo invertido ao seu e com a cabeça entre suas pernas!!

De lá vinha todas as luxuriosas sensações que ela estava sentido vindas do sonho!!
– Aaaahhh!!… é muiito…muuuiito…gostooso!! – Olavo escuta a vozinha tremula de Juliana, enquanto suga seu virgem grelinho sem antes ter-lhe lambido toda a extensão dos lábios vaginais desta virgem mulher-adolescente!!

Juliana vira a cabeça para o lado do corpo de Olavo e vê pela primeira vez toda a plenitude da rola dele com mais da metade pra fora da mão que a segura!!
Fascinada pela engenharia anatômica de veia e músculos, Juliana sabe que ali ela só tem uma coisa a fazer pra celebrar a beleza daquela obra de arte!! Chupar!!

Olavo sente a boca inexperiente de Juliana tentando engolir toda sua rolona por inteiro!! É lógico que os dentinhos dela lhe arranham a imensa e rosada glande!!
– Isso…minha bezerrinha…mama gostoso!! Mas… devagar…com calma…Só deixe os lábios tocar em volta da minha cabeçona…Isso! Isso..meeesmo! agora chupe!! Assim…assim…Com mais força…agora…Boa garota!! `tá indo…muito bem!! Muito…bem mesmo!! Agora engula…um…pouco…maaaiiis!!! Assiiiiiim bezerrinha!!

Juliana sente-se entalada com a bola esponjosa que lhe enche a boca e começa a soltar fluídos, mesmo assim ela sente gosto, um gosto indefinido que a faz chupar e chupar cada vez mais, pois seu cerebro funciona ao comando das sensações em sua xaninha!!
Saliva e pre-semem escapam por entre os lábios, e ela agora respira somente pelas narinas!!

Olavo está com o rosto brilhando de tanta umidade que solta a vagina de Juliana! Ao abrir por segundos os olhos, ele vê, meio desfocado, o virginal e lindo cusinho dela que devido ao estremecer das coxas e dos glúteos, parece que lhe pisca, convidando-o a explorá-lo!
– Queridinha…quero lhe fazer…uma coisa…Uma coisa que…nunca …fiz!

Ju, um pouco fora de si, escuta as palavras de Olavo sem entender o que ele quer dizer. Ele, gentilmente, desliza sua torona para fora dos lábios dela e ajoelha a seu lado.
– Amorzinho… vire…se vire e mostre essa bundinha pra mim!!

Ju obdeceu sem tirar os olhos da picona de Olavo. Ele, simplesmente ficou onde estava enquanto a boquinha sedenta dela encaçapava de novo a cabeçorra do seu caralho!

Ju estava apoiada nos cotovelos e a cabeça, num angulo esquisito, se infiltrava na virilha de Olavo. Carinhosamente ele elevou as ancas dela e fazendo com que sua cintura desse uma curva para que boa parte da xaninha e todo o cusinho dela ficassem a mercê de sua boca!!

Então, ele com as mãos segura cada banda da lisa e polpuda bunda de Juliana, abrindo-a para expor mais ainda o rosado anelzinho pregueado!!
Com a visão do virgem cu de Juliana e com seu caralhão embebido de saliva dentro da boquinha dela, Olavo sente uma tezão de adolescente!
Finalmente ele se rende aos encantos do rosado anus da sensual adolescente e beija com avidez tudo a que cerca e se refere ao cuzinho dela!!
Juliana se deixa levar pelos movimentos que Olavo lhe induz sem reclamar, mesmo quando numa posição pouco usual e mesmo assim não deixa de abocanhar aquela que é o motivo de toda sua satisfação, a rola de Olavo!

Só quando ela sente algo rombudo a pressionar-lhe o anus é que perde por instantes a concentração de chupar o pau de Olavo!
Aquela coisa rombuda lhe traz outros tipos de sensações que faz conexão com o sabor do pau dentro de sua boca!!

Juliana sente um dedo de Olavo a penetrar-lhe o anus e depois mais um, para em seguida parecer que ele com as pontas dos dois dedos enfiados em seu cuzinho tente dilatá-lo o suficiente para que ela não sinta e dor e em seguida enfiar sua linguona o mais fundo que puder dentro do cusinho da virgem adolescente!!

Todo este procedimento estava trazendo Olavo para o inevitável gozo!
Juliana nota que a rola de Olavo começa a estremecer e de repente uma avalanche de esperma lhe enche tanto a boca que ela é obrigada a engolir quase tudo, pois uma parte consegue lhe escapar por entre os lábios, derramando-se pelo seu queixinho!!
O gozo é tão intenso que Olavo tomba enquanto sua pica escapa da boquinha de Juliana, espirrando o resto de esperma no ar!!

Juliana está de novo quase desfalecendo de tanto gozo e, encostando o rosto e o busto no colchão, leva a mãozinha até a xaninha e dá os toques finais para chegar ao seu climax!!

Seu trazeiro ainda está elevado quando ela atinge o climax fazendo suas nádegas apertarem-se uma contra outra formando uma bela montanha de músculos trêmulos!!

Ambos tem consciência do que vai acontecer em seguida. Então cada um faz seu papel o mais excelente possível para que a sodomização dela seja perfeita!!
O restante de esperma que derramou e lambuzou o rosto de Ju e coletado pelo dedo de Olavo que o usa como lubrificante, espalhando em volta de sua glande!
Por seu lado, Ju leva as duas mãos até seus glúteos e os separa dando oportunidade para que Olavo beije, chupe e molhe com mais saliva, o seu ainda virgem cu!

A penetração se deu com todas suas dores e alívios até Ju se acostumar com a coluna de músculo atolada inteirinha em seu tubo anal!! Ela agora dança, se balança, se esfrega sentada em cima da pica do cinquentão, que poderia ser seu avô!!
Ao chegarem na casa do pai de Ju, encontraram todos os envolvidos neste episódio naquela calma peculiar de parentes quando um ente querido morreu.
Juliana e Olavo se juntaram a eles no mesmo tom de aparente tristeza, mas ambos sabendo que só eles sabiam que duas mulheres tinham sido sodomizadas em menos de uma hora atrás naquele velório cerimonial!

Convido meus leitores a visitar meu bloghttp://eternahelgashagger.blogspot.com.br/ ou http://eternahelga.blogs.sapo.pt/ onde encontrarão esses contos devidamente ilustrados. Obrigada

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