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CONTO TUDO SEM MEDO DE NADA 01. realidade

Publicado em janeiro 6, 2026 por Sonia
4.7
(3)

Hoje com 46 anos, sou uma mulher livre a muitos e muitos e muitos anos, aprendi a me libertar e não dar bola para o que outros falavam.

Meu início de vida foi bem complicado, mas nasci em uma ambiente muito ruim, uma comunidade pobre, minha mãe foi abandonada por meu pai, logo que eu nasci, ele sumiu ninguém nunca mais soube dele, então minha mãe sem nenhum apoio da família dela, teve que ir a luta. Ela não tinha estudo, mal sabia escrever e ler. Na comunidade a gente morava em uma casa de madeira, muito ruim, mas era o que tínhamos.

Minha mãe teve que ir a luta pela nossa sobrevivência, passou a fazer faxinas em casas no centro da cidade e me deixava na casa ao lado, onde morava uma senhora já de idade, mas que dispôs a me cuidar.

Eu já era uma mocinha 13 anos, quando algumas coisas ruins acontecerem, a mulher nossa vizinha e que me cuidou por todo o tempo faleceu, não tinha mais ninguém para me cuidar, então a mãe começou a me levar junto nas faxinas, eu ficava nas casas em algum lugar esperando ela terminar. Eu era bem magra, e sou baixinha até hoje, na época menor ainda. A mãe trabalhava todos dias da semana, já tinha as casas certas. Eu com os 13 anos, já observava algumas coisas, ouvia algumas brigas de casais em algumas das casas, mães repreendendo filhas e filhos, em uma das casas tinha um casal de gêmeos, a menina Carmem com 16 anos e o irmão Jorge, a mãe trabalhava em um banco e o pai militar, era negro, os dois gêmeos eram bem agitados, terríveis, como ficavam quase o dia todo soltos em casa, era difícil controlar. A Carmem um dia chegou em casa da escola com um amigo, dizia ser colega da escola, eu estava na sala, ela entrou com o menino, devia ser no máximo 1 ou 2 anos mais velho que ela, ficaram ali no sofá na sala onde eu estava, vendo TV. Depois de um tempinho a Carmem começou a apalpar o menino, passando a mão nele nos rosto, beijava ele no rosto, ele abraçava ela, era como seu eu não estivesse ali. Eu olhava, achava estranho, eles viam que eu estava olhando e continuavam. Vi então ela descer a mão e apalpar o pau dele, sem disfarçar, ela apalpava ele por tudo. Carmem falou algo perto do ouvido dele, levantaram e foram, pelo corredor, ficaram no corredor de pé, se apalpando, de onde eu estava conseguia ver os movimentos, mas ainda não sabia o que faziam, até que a Carmem se virou , ficou de costas pra ele, ele levantou a saia do uniforme dela, deu pra ver pelo movimento que estavam se ajeitando, a Carmem chegava a ficar nas pontas dos pés, ele se movimentando atras dela. Ficaram um tempão assim, depois voltaram para sala, sentaram no outro sofá.

Depois quase sempre que eu ia lá com a mãe, a Carmem vinha com alguém da escola dela e ficavam ali, sempre um menino diferente. Em uma das tardes, ela estava com um no corredor, e o irmão o Jorge chegou e viu eles no corredor, xingou, botou o menino a correr, discutiram os dois irmãos, ela bateu a porta do quarto, se trancou lá dentro. O Jorge veio na sala e sentou no sofá, conversando comigo, perguntou se eu queria ver desenhos na TV, nem respondi mas ele botou nos desenhos. Sentou ao meu lado no sofá, e conversando comigo, botou a mão na minha perna, perguntou se eu tinha visto o que estavam fazendo no corredor, acenei com a cabeça dizendo um sim, ele então começou falar da Carmem, que ela era louca, que na escola era falada, que ficava com qualquer um na escola nos cantinhos e me perguntou se eu tinha visto o que faziam, eu não sabia o que falar, ele então foi insinuando, … passava a mão nela, levantou a saia dela, ela pegou nele, queria saber como ela ficava encostada na parede , então balbuciei, … de costas, falei, ele levantou rápido e foi na porta do quarto dela tentou entra, estava fechado, bateu na porta,….sua putinha, todo mundo fala que vc é uma putinha, tá dando o cu para qualquer um, vou falar para a mãe, ela vai fazer vc sair daquele colégio, putinha….

Depois em casa contei para a mãe, tudo tudo que tinha visto, ele me proibiu de falar.

Outro dia na mesma casa, estava sou eu e a mãe, que fazia a limpeza, então o Jorge, entrou, deu alô, e foi para o quarto dele, eu estava com a mãe na área dos fundos, fiquei ali num banco, me deu vontade de ir ao banheiro, entrei no corredor e entrei no banheiro a porta estava um pouco aberta, O Jorge dentro do box, se masturbando, levei um choque congelei, vendo aquela coisa na mão dele, ele travou também por segundos, mas me olhando voltou a se masturbar, isso eu nunca falei para minha mãe.

a Mãe deles, entrou em férias no banco, era verão logo depois do natal, e foram para a praia. Minha mãe ficou todo mês sem ir lá. Quando voltaram, logo a mãe foi chamada e fui com ela. Notei que o Jorge estava diferente comigo, modo de falar, estava querido com a irmã dele, a Carmem vinha conversar comigo, ele passava sorria, eu estava legal, me sentia bem com eles. Um dia a Carmem me chamou no quarto dela, …. querida se vc ver que eu trouxe um amigo aqui em casa, não fala nada pro Jorge, nunca fala pra ele, fez eu prometer, continuou, vc já vai fazer 14 e precisa saber de algumas coisas, eu conto pra vc, mas não fala pra ninguém, e assim ficamos combinadas. Não falei para minha mãe.

Por diversas semanas a Carmem voltava da escola, e não trazia ninguém, eu sempre que ela entrava ficava esperando alguém com ela, mas ela vinha sozinha, então chegou o dia que ela entrou puxando pela mão um menino, alto magrelo, ela bem agitada, deixou ele no sofá e foi no quarto, demorou pouco e voltou sentou ao lado dele, mostrando coisas pra ele no celular que trouxe, eles riam muito, vi quando ela colocou a mão na perna dele e que ele me olhou na hora. Como ela sempre tinha feito, falou algo no ouvido dele, ele sacudiu a cabeça concordando com o que ela tinha falado, a mão dela foi no pau dele por sobre a calça e desta vez ela fez diferente, ela abriu o zíper da calça, e a mão buscou o pau dele que ela puxou pra fora, ali na minha frente, ela sorrindo,… querida vem aqui, lembra que falei pra vc, que já tem idade pra saber algumas coisas, olha, o menino imóvel, o pau aparecendo duro pra fora da calça, … vem, vem aqui, olha de perto como é, lembro até hoje da imagem que vi, ela pagando e apertando, … vem aqui boba, vem, pega, pode pegar, ela puxando minha mão, fez eu pegar, peguei e soltei rápido, mas senti a dureza dele, Carmem sorrindo, …. tá agora fica ali, lembra do que combinamos, pôs um dedo ne frente da boca fazendo sinal de silêncio, levantou puxou ele pela mão e foram para o corredor. Nos fundos do corredor tinha uma sala pequena que era escritório, eles usavam para estudar. Quando ele entrou na frente dela, ela me olhou, e fez sinal com a mão me chamando. Demorei mas curiosa como era, fui fiquei na porta sem entrar, eles se acomodando já estavam se roupas, a Carmem subindo no sofá, ele com aquela coisa dura sacudindo, se ajeitou atras dela e não vi mais nada, pq  voltei rápida para a sala.

Demoraram algum tempo e saíra, como se nada tivesse acontecido.

Ele foi embora a Carmem, veio sentou ao meu lado, repetiu nosso segredo, … um dia vc vai fazer, vai gostar, não é nada de errado. Levantou e foi para o quarto dela.

….. acompanhem no próximo capitulo 02

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