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Conto erótico 4: Um fim de semana nas mãos da esposinha liberada (Parte III – Final)

Publicado em outubro 7, 2022 por NectarDoTesao

Depois daquela tarde de puro prazer, voltamos pro local onde hospedávamos. Tínhamos que tomar banho, comprar uma fantasia e descansar um pouco. Por sorte, a festa fantasia não seria longe, era praticamente ao lado de onde estávamos. Fomos comprar a fantasia, ela ficava me dizendo que iria escolher uma de coelhinha. Não deu outra, achou exatamente a que queria. Uma fantasia totalmente erotizada, extremamente curta!

As onze horas da noite, já estávamos fantasiados e prontos pra partir. O frio na barriga junto com tesão era tremendo. Eu estava começando a ficar cego de desejo, como antes. Totalmente seduzido e entregue à uma esposinha liberada! Ela como não é boba, logo percebeu pela minha cara de tesão, que aceitaria realizar todas as vontades de minha putinha. Também via na cara da safada, que ela estava tão sedenta quanto eu.

Fomos a pé, pois era perto. Andamos pela festa, estava bem agitada, as pessoas tinham em torno de dezoito anos a uns trinta e cinco. Haviam poucos casais no local, parecia uma festa de solteiros, muitos grupos de mulheres e homens, alguns mistos, claramente eram pessoas solteiras que foram viajar para cair na pegação. Fiquei imaginando minha esposa sozinha ali, aqueles caras não vão resistir. Comigo perto dela eles já ficavam olhando, brincando e secando a safada, imagina eu estando longe. Ela adorava, estava toda empolgadinha.

Vestia um par de orelha de coelho, uma blusinha toda trançada com fios, uma micro saia, e uma bolsinha com camisinhas; todo conjunto era preto, o que realçava ainda mais aquele corpo e seios deliciosos. Fomos curtir a festa, bebemos, andamos pelo lugar, dançamos. As investidas em minha esposa eram constantes, ela olhava de volta com aquela carinha de safada, mostrando que estava afim de ganhar rola, ao mesmo tempo em que dançava comigo. Não demorou muito pra safada me puxar pra um cantinho, colocar a mão em meu pau e dizer em meu ouvido com a voz de uma esposa totalmente dominada pelo tesão:

— Olha como seu pau tá duro amor… Já que meu corninho está querendo que sua esposinha seja fodida, é só você ficar aqui nesse cantinho e me mandar ir caçar machos! Mas eu só vou se você me mandar!!!

— Sua safada, então vai arrumar alguém pra experimentar o gosto da buceta da minha mulher! Quero que em vinte minutos volte com esse cuzinho todo arrombado! – entrei de vez na dela, quero ver até onde vai toda essa loucura.

— Rsrsrs, vinte minutos é muito, você viu como eles estão loucos pra me comer? Tá adorando ser meu corninho, né!? Vou ser a puta que meu corninho quer!!! – saindo em direção a festa, rebolando e louca pra foder.

Ela mal se afastou, que um cara já a abordou. Vi eles conversando, ela deu algumas risadas. Não demorou e foi agarrada. Ele beijava e atolava a mão naquela bunda deliciosa. Percebi que a safada estava acariciando o pau dele, abriu a bolsinha com camisinhas, lhe entregando uma.  Ela então vem em minha direção, com cara de safada, passa por mim, indo para um local mais afastado; poucos segundos depois, logo atrás vem o rapaz, com uma cara de tarado. Certeza que ela iria dar pra ele. Pra mim, ela fica mil vezes mais deliciosa, estando liberada e voltando toda fodida.

Se passaram mais ou menos quinze minutos. Avisto ela voltando, poucos segundos depois mais dois rapazes também saem de onde ela veio. O que a safada deve ter aprontado dessa vez?

— Nem te conto o que eu aprontei lá atrás com aqueles dois. – disse ela, quando se aproximou. Cheirando vários perfumes diferentes.

— Me conta amor, quero saber! – já louco pra colocar a mão naquele cuzinho, e descobrir como eles deixaram minha putinha.

— Eu perguntei se ele estava afim de foder, ele disse que estava, então fomos lá pra trás. Amor, quando estávamos indo, ele encontrou um amigo, que ficava perguntando onde a gente ia. Percebi que o outro cara estava meio sem jeito, então fiquei com medo dele desistir e me ofereci para os dois, e eles aceitaram, rsrsrs… Olha aqui o que eu perdi! – Levando minha mão até sua buceta.

— Cadê sua calcinha?

— Então corninho, sua esposa perdeu a calcinha enquanto estava dando. A gente achou um cantinho escuro, começamos a nos beijar, os dois me agarravam, pareciam que não transavam a um tempo. Um me agarrou por trás, e o outro pela frente, cada um de um lado no pescoço me chupando. O que estava atrás, tirou minha calcinha e soltou no chão, o tesão era tanto que perdi ela nessa hora. O cara que estava na frente começou a chupar meus peitos. Amor eles usaram e abusaram de mim, não precisei fazer nada, eu só falei pra eles que podiam me comer, que meu marido sabia de tudo e tinha deixado. Eles ficaram loucos quando falei isso amor. Começaram a me devorar, me lambiam, me chamavam de gostosa, de puta, de safada, passavam a mão na minha buceta, no meu cu, enfiavam o dedo. Mas a bolsinha continuava do meu lado tá, ela eu não posso perder, tá cheia de camisinha!

— Continua amor, o que mais? – louco pra saber mais detalhes.

— Eu falei que eles poderiam escolher, meu cuzinho ou minha buceta. Cada um escolheu um buraquinho, primeiro foi na buceta, ele estava tão sedento, que me comeu de costas em pé mesmo, eu estendi as mãos na parede,                e ele socou; o outro ficava passando a mão no meu peito e no meu corpo. Eu gemia gostoso pra ele, minha buceta estava tão molhada que pingava no chão. Depois de gozar foi a vez do segundo, me colocou de quatro pra comer o cuzinho. Passei a mão na buceta, cheia de mel, então passei no pau dele e no meu cu. Começou colocando só a cabecinha, eu tava com tanto tesão que não aguentei e empurrei minha cintura pra trás! O pau dele entrou de uma vez. Foi uma dor deliciosa amor, então comecei a esfregar minha buceta. A cada estocada eu esquentava por dentro, não aguentei e gozei. Hummmmm…. Gozei gostoso demais!

— Nossa amor, eu queria ter visto essa cena! Meu maior tesão é ver mais de um macho te fodendo.

Coloquei a mão naquele cuzinho, estava todo arrombado, melado, sua buceta nem se fala. Ela quando andava, pelo fato de estar usando micro saia, ficava exibindo aquela buceta deliciosa.

— Bem que você poderia ter tirado umas fotinhas pra eu ver né, rsrsrsrs!

— Então meu corninho… Agora é a hora que você vai pra casa, e me espera! – disse com aquela cara de menina safada, já sabendo que tal feição me seduz facilmente.

— Certeza amor? – disse com um frio tremendo na barriga, mas um tesão indescritível.

— Sim, agora você vai me deixar sozinha!

Me deu um beijo extremamente tesudo, cheia de vontade. Esfregava aquela buceta em minhas pernas e em minhas mãos, dizendo:

— Agora vai corninho, mas vai pra casa sentindo o cheiro da buceta da sua esposa no cio! – colocando as mãos em minhas costas me pedindo pra ir.

Fui em bora, no caminho o tesão, o frio na barriga e o ciúme, me deixavam num estado alucinado de prazer. Não conseguia parar de imaginar que a safada já poderia estar chupando um e dando pra outros. Cheguei em casa meia noite e meia. Queria acelerar o tempo para que ela chegasse logo, pra me contar tudo que tinha acontecido! Como eles tinham comido sua buceta? pra quantos ela deu? como ela deu? o que eles falavam para ela? Nossa, como minha imaginação e tesão quase me mataram. Passei da hora que cheguei, até as duas da manhã excitado.

De repente escuto a porta ser destrancada. Era ela, veio rapidamente em minha direção, me puxou para o quarto. Achei que íamos transar, mas não. Ela tira toda a roupa, fica de quatro na cama, e diz:

— Agora vou saber se você realmente quer me ver sendo fodida por vários machos ou não! Dei pra vários lá na festa, sabia? Aproveitei mesmo, dei igual uma puta, me comeram de tudo quanto é jeito, usei todas as camisinhas, acho que tinha umas doze. Usei todas corno! Dei pra doze machos essa noite!

— Fiquei louco de tesão, e comecei a agarrá-la. – Cheirava a perfume de homem, cheirava a sexo, estava suada, sem calcinha, e com a buceta e o cuzinho totalmente comidos.

— Não, não, não! Agora que começa sua surpresinha. Eu estava vindo embora, quando encontrei com aqueles dois caras que me comeram, os dois que te contei, lembra? eles e mais dois amigos começaram a mexer comigo. Então eu perguntei se os quatro queriam vir até minha casa, que era perto, para me foderem.

— E então?

— Então amor, eles tão lá fora. Tão esperando você ir lá abrir a porta e falar pra eles virem me comer! Você que escolhe corninho! Quero ver se você tem coragem e vontade de me assistir!

Fui correndo até a porta, meu pau já havia melado toda minha calça. Ao abrir, avisto quatro rapazes de aproximadamente vinte e seis anos, todos bem aparentados. Eram altos, acho que o menor possuía um metro e setenta, o mais alto um metro e noventa.

— Ela tá lá no quarto, pode aproveitar! Entra lá e fode minha mulher!

Eles não pensaram duas vezes, entraram. Fechei a porta e disse:

— Mas pra entrar lá, tem que tirar toda a roupa! – enquanto apontava para o quarto.

Não deu outra, retiraram a roupa rapidamente e foram cegamente em direção a minha esposa! Que já se encontrava de quatro, só esperando pau! Pra deixar o clima ainda mais tesudo, ela ficava dizendo com uma voz rouca, de quem quer sexo:

— Amoooor, eu quero pau! Quero pau pra me comer amor! Manda esses machos foderem tua esposa, manda! Tua putinha quer gozar!

No que pisquei, todos já estavam em cima dela, chupando todo seu corpo. A colocaram de barriga pra cima, pernas em direção ao peito, mostrando a buceta e o cuzinho. A devoraram assim!

— Ainn amor, ta gostoso! Ainnnnn amooorrrrrr, eu gosto é disso, de muito macho me fodendo! – mal conseguia falar, pelo tanto que gemia.

Nessa altura não havia muito o que fazer, apenas apreciar minha linda mulher ser devorada por quatro rapazes. Depois de a chuparem em todas partes possíveis, um deles a colocou de quatro e disse que ia botar no cu.

— Isso come o cu dessa vadia, vai… – disse eu.

Ele colocou aquele pauzão sobre seu cuzinho, ficou esfregando por cima e molhando no melzinho da buceta. Quando a cabeça do pau começa a entrar, a safada empurra com tudo, até o talo, e diz que puta se comia daquele jeito, com força!

— Olha amor, olha, eu quero na buceta também, eu quero na buceta, minha buceta quer pika, ainnn amor, quero mais um pau na buceta!!! – falava enquanto gemia, entre as estocadas, parecia estar fora de si, totalmente sedenta por sexo e entregue aquele tesão indescritível.

O outro rapaz prontamente já se deitou embaixo dela, e começou a penetrar aquela buceta! Socou sem dó, bem forte, ele disse que puta de verdade tem é que receber leitinho na buceta, e que queriam gozar naquela buceta todinha. Os outros dois revezavam entre receber boquete e ser punhetado.

— Amor, escutou o que esse safado acabou de me falar? Em? Ele disse que querem me encher toda de leitinho! Disse que só é uma putinha mesmo quem recebe gozada na buceta! Deixa vai, por favorzinho meu corninho, deixa eles encherem sua coelhinha de porra! Eu tinha te avisado que ia fazer igual coelhinha no cio! Os machos em volta, só fodendo e deixando leitinho nela… Agora só falta o leitinho! Manda gozar dentro amor, manda! Vai corninho manda esses machos gozarem dentro da buceta da tua mulher!

— Quero só ver então se essa coelhinha vai conseguir tirar leitinho desses quatro paus aí, quero ver se minha puta é uma verdadeira coelhinha! – disse eu, vendo a cena mais linda da minha vida, minha mulher recebendo uma DP enquanto chupa outros dois, neste momento percebi que eu iria viciar naquilo, até mais que ela!

— Olha então o que vou fazer, vou quicar bem forte enquanto aperto minha buceta e meu cuzinho por dentro! É assim que putinha ranca leite de macho, não existe macho que resista meu amor! Olha como eu faço pra tirar leite, fica vendo, eles vão gozar logo!!! – estava determinada!

Depois que os dois gozaram, ela me pede para deitar na cama e fazermos um meia nove. Quando deitei, ela sem hesitar já sentou em minha cara, dizendo pro corninho dela limpar tudinho! Eu apenas obedeci a sua vontade. A safada estava dominando cinco homens apenas usando a buceta! Depois que lambi, os outros dois fizeram uma fileira. Iam comer sua bucetinha enquanto eu a chupava. Um deles meteu e gozou fartamente, e eu embaixo daquela buceta, toda melecada de pau e porra, chupando e lambendo tudo.

Com a maior cara de safada, me olhou com malicia e disse:

— Agora vamos fazer diferente, você vai me comer na posição papai e mamãe, vem por cima de mim vem amorzinho!

Prontamente fui, só que nessa hora ela não me deixou colocar o pau dentro daquela buceta!

— Não, não, não amor! Você só vai poder comer minha bucetinha, se deixar o ultimo macho te comer e gozar no seu cuzinho… Vai escolher o quê? – balançando a cabeça de forma afirmativa, como se me dissesse pra aceitar.

— Eu aceito, quero muito te comer! – apenas pensava em gozar.

Achei que o cara não iria querer me comer, mas aceitou na hora, ele disse que já tinha comido ela na festa, comeu ela de quatro, do mesmo jeito que ia me comer. Nisso, minha mulher passou a mão na buceta, e na sequência, em meu cuzinho! Começou a puxar o rapaz, com aquele pau melado, em direção ao meu cuzinho; só então colocou meu pau dentro da sua buceta. Estava com tanto tesão que não senti nenhuma dor (devido a brincar diversas vezes com consolo de borracha). Ela apenas ficava parada em baixo, sem se mexer, apenas ficava apertando meu pau dentro da buceta, queria me fazer gozar apenas dando o cuzinho. Ele me revirava com vontade, estava estimulando certinho minha próstata, como se já tivesse feito aquilo antes.

Apenas com os movimentos internos da buceta da minha puta, e com ele me comendo, o prazer era estonteante. O tesão que estava sentindo no cu enquanto ele metia, me deixava louco. A cada estocada no cu eu chegava mais e mais perto de um orgasmo.  Até que senti que seu pau estava pulsando dentro de mim, estava prestes a gozar! Não resisti, comecei a gozar pelo cuzinho, e minha esposa recebia toda minha porra com aquela buceta já gozada e laceada! Ele tira o pau de dentro de mim, foi aí que percebi o quanto ele havia gozado, sentia toda aquela porra quente escorrer sobre meu cu!

Só lembro, que eles passaram uma hora e meia fodendo minha esposa. Por fim, os acompanhei eles até a porta. Fomos dormir, sem tomar banho nem nada, na cama toda suja mesmo. No outro dia cedo, dia de ir embora, acordamos cheirando a sexo, não resistimos, transamos loucamente, igual dois animais!

Por fim, fomos tomar um banho, arrumar aquela bagunça e lavar o lençol de cama. As onze horas, depois de almoçar, entramos no carro para irmos embora. Pra continuar nossa vida normal, como um casal normal, fiel e apaixonados! Mas já estávamos combinando como seriam nossas outras viagens sexuais!

Espero que tenham gostado.

Fim do conto.

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