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Conto erótico 3: Um fim de semana nas mãos da esposinha liberada. (Parte I)

Publicado em setembro 16, 2021 por NectarDoTesao

Somos casados, e como qualquer casal, fazemos diversas aventuras sexuais, sempre com muito respeito, buscando sentir o máximo de prazer juntos. Nossa diferença para outros casais convencionais, é que nossas fantasias envolvem dividir minha esposa com outros homens. Sempre fomos fieis um ao outro, conversamos abertamente sobre tudo, fantasiamos as coisas mais variadas, sempre com a consciência de que só iríamos adiante nas brincadeiras até o limite que o parceiro aceitasse, quando esse limite chega, nós não o ultrapassamos.

Sou um homem de 33 anos, pele morena clara, olho castanho claro, cabelo preto e liso, não faço academia, mas tenho o corpo em forma. Sou sociável, converso com todos numa boa, não sou muito ciumento, sou até liberal, já minha esposa até diz que sou pervertido. Já ela tem 24 anos, seios médios tendendo para o pequeno, corpo malhado com curvas maravilhosas, cabelo preto e liso, pele clara, carinha de anjo e olho castanho escuro, praticamente preto. Em uma quarta feira, numa noite de muito tesão, fantasiávamos que ela tinha sido liberada pra fazer o que quisesse.

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— Se eu te liberasse o que você faria minha coelhinha? – ela sente muito tesão quando é chamada assim.

— Depende maridinho, se eu for liberada só pra chupar pau, eu vou só chupar. Tudo depende de o quanto você vai liberar sua coelhinha safada! – ela diz com voz muito sexy.

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— E se eu disser que você estaria liberada pra fazer tudo que tivesse vontade, por dois dias, e que eu seguiria todas as suas ordens nesses dias? – ao dizer isso, meu pau quase explode, pois o fato de imaginar estar nas mãos de uma esposa totalmente liberada e sedenta por machos, me deixava louco.

— Não sei seu safado – dando uma risada tímida – Deixa eu pensar, hummm, acho que se você me garantisse que iria me obedecer em literalmente tudo, me desse certeza que não vai brigar comigo depois, e de que estaria cem porcento liberada…. Hummm, acho que eu aprontaria muito. Eu só pararia de aprontar caso visse que você não estava ficando com tesão, caso estivesse curtindo eu te faria o maridinho mais corno desses dois dias.

— Sua safada, quero nem imaginar o que iria aprontar.

— Só me dar as garantias, cumprir com sua parte que eu te mostro. – disse em um tom desafiador para me testar.

— Então vamos passar esse fim de semana nas “Trilhas perdidas”, lá tem mata, trilhas, lagoas espalhadas, se não me engano sábado à noite vai ter uma festa fantasia em algum lugar, tudo fica a 3 horas daqui. Nós sairíamos na quinta à noite, e teríamos de sexta até a madrugada de sábado pra divertir. No domingo cedo a gente volta pra casa, o que acha?

— Espera aí, você vai me liberar na sexta e no sábado? Esses dois dias inteirinhos mesmo? 48 horas? – disse ela com uma cara de surpresa, tentando entender se aquilo não passava de uma mera brincadeira.

— Sim, você estaria totalmente liberada na sexta e no sábado, só não pode me deixar de lado, quero participar de tudo.

— Aiiiinnnnn amor, amei essa ideia!!! Você tem certeza disso? Eu posso ser safada igual uma coelhinha mesmo, cuidado em! Os coelhos ficam em volta da coelhinha, todos metendo e gozando na bucetinha dela com força… Vou fazer igual.

— Meu amor, não fala assim que meu pau não aguenta de tão duro que fica. Tenho certeza sim, você aceita? – estendendo as mãos para selar o acordo.

— Hoje você só vai chupar minha bucetinha, pra ver o tanto que estou afim de receber muito pau. – Neste momento ela pega no meu pau e diz – Olha como seu pau tá molhado, aposto que meu corninho não vê a hora de assistir sua puta no pau de outro, né!? – ela estendendo as mãos e fechou o acordo.

Nesse dia nos masturbamos, ela esfregou aquela buceta deliciosa na minha cara até gozar, depois me fez gozar como um delicioso boquete naquela boquinha aveludada.

Na quinta as sete da noite, saímos de carro em direção a trilha. Chegamos as onze horas e fomos para o quarto dormir. Antes de dormirmos minha esposa disse:

— Amanhã, assim que eu acordar já vou estar liberada, né!? e você trate de me obedecer em!

— Trato é trato né meu amor, acordo já foi feito. – Nos beijamos e dormimos.

No dia seguinte cedinho, ela me acorda e diz que temos que ir pra trilha, mas antes precisava passar na farmácia e no mercado pra comprar algumas coisas. Disse que iria tomar um banho e se arrumar para irmos caminhar, e que eu deveria me encarregar de fazer a compra. Na lista continha: camisinhas, lubrificante, lenço umedecido, protetor solar, comida e água para um dia de viagem.

Ao retornar para casa, coloquei tudo em uma bolsa, menos a comida e a água, pois ficariam no carro. Levamos também um pano para forrar o chão e 2 toalhas de banho. Como é um local que tem muitos lagos, as pessoas andam mais à vontade, minha safada colocou logo um biquini fio dental, e uma tanga na cintura.

Chegamos nas trilhas, estacionei o carro no local apropriado, pegamos a bolsa com as camisinhas, lubrificante, lenço, e partimos para caminhada. O local era como uma trilha na mata, possuía vários caminhos que serviriam perfeitamente pra ela dar par qualquer um escondido. Tinha a trilha principal onde o movimento era de aproximadamente uma pessoa a cada dez minutos. Nas trilhas secundárias o movimento era menor. Depois de vinte minutos caminhando, eu disse:

— Queria ver você caminhar nessa trilha sem a parte de baixo do biquini, mostrando através da tanga sua buceta, pra qualquer um que passar por você!

— Meu amor, vou fazer isso e muito mais!

— O que vai fazer coelhinha? Me conta – já imaginando ela sendo comida.

— Amor, você vivia dizendo que queria saber como eu faria se eu fosse uma coelhinha no cio perto de vários machos, lembra? – balancei a cabeça de forma afirmativa – Então fica vendo o que sua putinha é capaz de fazer!!! – disse ela com uma cara de safada.

Em poucos minutos avistamos um grupo de três rapazes vindo em nossa direção, deviam ter por volta de dezenove anos, eram altos, bem apresentáveis e com toda certeza iriam notar a buceta de minha esposa.

— Aposto que você não consegue seduzir nenhum desses caras que estão vindo aí! – disse eu, com uma cara pervertida.

— Corninho, então me dá uma camisinha e fica ali atrás daquela moita, naquele cantinho! Fica vendo como minha buceta consegue arrumar fácil fácil vários machos pra me foderem!

Fiz o que ela pediu, e fiquei observando cada detalhe. Os rapazes chegaram perto dela e falaram que queriam muito um dia sair com uma mulher bonita como aquela. Ela simplesmente levantou a tanga e disse que poderiam experimentar aquela bucetinha, mas que só tinha uma camisinha. Quem colocasse um pau duro primeiro na frente dela ia poder fode-la, e os dois últimos teriam que se contentar em gozar no peito e na boca, todos ao mesmo tempo. Eles olharam um para o outro e começaram a acariciar seus paus, o mais pauzudo ficou duro primeiro. Ela então se aproxima, chupa e bate punheta pra todos. Depois de alguns minutos coloca a camisinha do sortudo, fica de quatro e diz:

— Vem comer essa bucetinha casada, vem!

O rapaz prontamente se colocou atrás dela, e penetrou sem dó, seu pau devia ter uns dezoito centímetros, era bem grosso, achei que minha mulher não iria aguentar. Mas não só aguentou facilmente como chamou os outros dois e começou a punheta-los. O rapaz que tinha seus dezenove anos metia tão forte que ela estava se segurando pra não gemer alto demais, a cena era tesão puro! Os outros dois nesse meio tempo estavam prestes a gozar, como ela estava chupando um e punhetando o outro, acabou por beber leitinho de um e recebendo gozada nos peitinhos do outro.

— Vai, pode gozar, meu maridinho deixa outros homens comerem a buceta da mulher dele. – disse ela, ao mesmo tempo em que estava de quatro, olhando para trás nos olhos do comedor.

Foi praticamente instantâneo, ao dizer aquelas palavras ele gozou quase que imediatamente, soltando um gemido delicioso. A cena de minha esposa de quatro no meio do mato, com o chão totalmente molhado de tesão e cheio de porra, no meio de três garotões; não sai da minha cabeça. Ela não satisfeita, fazendo a cara mais puta e sedenta de tesão que já vi uma mulher fazer, retira com todo cuidado a camisinha do pau do jovem rapaz, para não deixar derramar uma gota de porra sequer.

— Obrigada rapazes, eu adorei nossa brincadeirinha, rsrsrs! –disse ela, de maneira tão tímida e meiga que nem parecia que a poucos minutos atrás parecia uma verdadeira vadia.

— Imagina moça, hehehe, nós que agradecemos. – disseram dando tímidas risadas, em um uníssono meio atrapalhado, enquanto guardavam o pau e retomavam para caminhada.

Tivemos sorte de não sermos flagrados por outras pessoas, ou azar, dependendo do ponto de vista hehehe. A coelhinha vem em minha direção com aquela camisinha cheia em uma mão, e a tanga em outra. Dá um grande sorriso olhando nos meus olhos e diz:

— Tá gostando de ver esse lado puta da tua esposa?

Ao escutar tais palavras, não conseguia dizer nada, meu pau pulsou de tal maneira que quase gozo nas calças. Quem diria que ela teria coragem e que eu iria gostar tanto dessa nossa aventura, pensei comigo, ao imaginar a loucura que estávamos realizando.

— Não precisa dizer nada, você tá amando ser meu corninho, seu pau não mente pra mim! – disse ela, ao ver minha cara de tesão e aquele pau extremamente duro e babado.

— Por que você trouxe essa camisinha cheia de porra? – realmente não tinha noção do que ela queria fazer com aquilo.

— Você disse que iria seguir qualquer ordem minha! Tá achando que a brincadeira acabou? Você achou que só eu iria ter que beber leitinho? Nem pensar meu amor, você vai ter que limpar a bagunça que eles fizeram, além de limpar meu peito, vai beber esse leite fresquinho, que ainda está bem quente!!! – seu rosto em questão de segundos, muda de santinha indefesa pra vadia devoradora de paus.

— Isso te dá tesão? – perguntei.

— Sim, e muito. Você tem tesão em me ver sendo comida, e eu tenho tesão em fazer você limpar toda bagunça! – fazendo novamente aquela carinha de menina levada.

Mal terminei de aceitaria a brincadeira, ela já me colocou sentado no chão, com o pau de fora, ficou totalmente nua, sentou no meu pau com aquela buceta toda melada, aproximou meu rosto do seu peito gozado e diz:

— Lambe!

O cheiro de porra e de pau era evidente, mas estranhamente aquilo começou a me excitar, ver minha esposa tão excitada, me tirava o pudor. Comecei a lamber sem pensar em nada, apenas curtindo o momento e cumprindo nosso trato. Quando lambi parte da porra do seu peito, ela começa a se mexer no meu pau ao mesmo tempo em que me beijava calorosamente, com aquela boca com gosto de pau.

— Você só vai poder gozar dentro de mim se beber todo esse leitinho da camisinha, se não, não vou deixar meu corninho me comer. Vai escolher o quê?

Apenas abri minha boca, ela então joga todo aquele leite quente em minha língua, e começa a cavalgar e a dizer:

— Isso, bebe tudinho… pronto meu amor, agora você pode gozar na sua coelhinha sapeca! Pode gozar amor, goza gostoso! Vai corno, goza na sua coelhinha! Goza na sua coelhinha puta! Goza na coelhinha puta do corninho!

Gozei como nunca havia gozado na vida. Ao perceber tamanho prazer em meu rosto, ela me abraça, dizendo com uma voz carinhosa, seguida de um beijo:

— Amor, obrigada por entrar nessa brincadeira comigo, e por confiar em mim, te amo demais minha vida.

— Também te amo meu amor, vamos curtir nossa brincadeira até o fim!

Estávamos extremamente cansados por caminhar e transar, que resolvemos ir em bora e curtir nossa noite fazendo um ótimo jantar, só nós dois. Isso de ficar na casa onde hospedávamos, e curtir nossa noite, foi ideia dela! Então descansamos e nos curtimos, para aprontar mais safadezas no dia seguinte. Meu pau a todo momento ficava duro, por relembrar o que tínhamos feito, e de imaginar o que ela estaria planejando para o dia seguinte.

Espero que estejam gostando do conto, ele será dividido em duas partes. Fim da parte I.

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