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Comendo a Priminha no Natal

Publicado em janeiro 8, 2021 por J. R. King

Eu tinha 18 anos quando fomos passar o natal na casa dos meus tios, em Barbacena. Fazia muito tempo que nós não víamos eles, mas a família fez um grande esforço para todos irmos lá, incluindo os meus avós.

Durante a viagem, eu só pensava em uma pessoa: Amandinha: Amandinha era a minha prima. Quando a gente tinha uns 12 anos, nós éramos inseparáveis. Meus tios ainda moravam no Rio de Janeiro, e nos víamos nas férias praticamente todo dia. Tínhamos a mesma idade, e eu no fundo sempre fui meio afim dela, mas nunca contei pra ninguém.

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Fazia já 5 anos que eu não a via. Estava muito curioso para saber como ela havia crescido. Quando chegamos na casa dos meus tios. Amandinha foi a primeira pessoa que eu vi. Entramos com o carro na garagem e lá estavam todos eles. Prontinhos pra nos receber. E Amandinha… Bom. Ela estava estonteante, poucas mulheres na minha vida eu havia visto que eram tão lindas quanto ela. Tinha os cabelos castanhos escuros, longos e encaracolados, olhos verdes e lábios deliciosos. Media cerca de 1,75m um pouco mais alta que eu. Ela bastante magra, com duas pernas lindas que estavam levemente queimadas de sol. Ela vestia um shortinho bem curto, tinha uma bunda empinada e bem durinha e seios médios bem suculentos.

Assim que chegamos, cumprimentamos nossos tios e fui falar com Amandinha. Ela me abraçou, deu dois beijinhos na bochecha e disse:

– Nossa, como você cresceu, hein, primo. Quase não te reconheci.

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– Pois é, você também, ficou mais alta que eu. Antigamente você era uma tampinha.

– Ah, que isso. Isso é mal de família, cê sabe.

Isso era verdade, o pai de Amandinha era um homem bem alto, e parecia que ela também havia crescido bastante. Principalmente os seus seios, que eu fiz questão de olhar bem de perto quando a gente se abraçou.

Nos ajeitamos na casa para passar o feriado. Eu fiquei no quarto dos hóspedes, que ficava em frente ao quarto da Amandinha.

No dia 23, a gente jantou todo mundo na long mesa que havia na casa. Eu não tirava os olhos de Amandinha durante a refeição, sua beleza era hipnotizadora. Entre uma conversa e outra que eu não estava prestando atenção, minha mãe começou a falar.

– E Amandinha e Juninho (eu) hein? Como cresceram. Eu lembro que eles não viviam um sem um outro.

– Pois é, minha filha – disse minha tia, mãe de Amandinha – Mas também, do jeito que Amandinha era gamada no Juninho…

Tanto eu quanto Amandinha ficamos chocados. Ela então tratou de repreender a mãe, com um sorriso envergonhado.

– Mãe! Isso não é verdade!

– É sim, minha filha. Você era caidinha por ele. Ficava me perguntando “quando é que o Juninho vai vir aqui?”, “O Juninho pode dormir aqui, mãe?” E essas coisas.

O rosto de Amandinha estava completamente vermelho de vergonha.

– Para mãe! Não é isso! Ele era meu amigo, só isso!

Amandinha tentou disfarçar, mas meus tios ainda continuavam brincando com isso. Acabou que a conversa foi pra outro lugar e esse assunto acabou morrendo.

Mais tarde naquela noite, eu estava indo pro meu quarto, quando Amandinha apareceu me chamando:

– Ei! Vem cá! Quero te mostrar um negócio!

Ela me chamava no corredor. Eu acompanhei ela. Nós saímos pela porta dos fundos que ficava na cozinha. Ninguém nos viu saindo.

Amandinha me levou pelo caminho de pedras que havia até a piscina. Lá ela abriu o quartinho que tinha as coisas da piscina e saiu com um cooler pequeno. Ela foi até mim, que estava sentado na borda da piscina, e abriu o cooler. Dentro havia algumas garrafas de Ice no gelo.

– Minha mãe não gosta que eu beba nas festas de família, então eu escondi aqui pra beber depois. Cê me acompanha.

Aceitei, peguei uma Ice e ela também e começamos a beber e conversar. Comecei a conhecer mais sobre Amandinha nos últimos anos, e quanto mais eu bebia e agente conversava, mais vontade eu tinha de beija-la, de fudê-la alí mesmo.

Depois de um tempo, ela se virou pra mim e perguntou:

– Ei, primo, cê fuma?

– Fumar oq?

– Ah, cê sabe. Erva e tals.

– Ah. Sim, eu fumo, porquê?

– Porque eu tenho um pouco aqui comigo, você quer?

– Claro, manda aí.

Ela puxou um saquinho com um pouco de erva do bolso e uma seda e começou a enrolar um baseado. Naquele momento eu percebi que Amandinha já não era mais a garota que eu brincava com 12 anos, ela já tinha virado uma adulta. Bebia, fumava… E provavelmente já transava muito.

Amandinha enrolou um baseado quase perfeito e acendeu. Ela puxou um pouco e depois passou pra mim. Nós ficamos fumando e conversando lá durante mais algum tempo. Quando eu decidi perguntar a ela.

– Ei. Aquilo lá que a tua mãe falou. É verdade.

– O que?

– Cê sabe. De você ser afim de mim.

Ela deu novamente uma risadinha envergonhada.

– Ah, primo, deixa disso.

– Ah, qual foi. Tá só entre a gente. Pode falar.

– Ah, bom. Eu gostava sim um pouco. Cê era tão bonitinho e me tratava tão bem.

– Era, então quer dizer que eu não sou mais bonitinho? – perguntei, brincando. Ela riu e respondeu.

– É, você tá um pouquinho menos bonitinho agora.

– Nossa, que história engraçada.

– Por quê?

– Bom, eu meio que era afim de você também.

Ela deu uma risada, e disse:

– Então você me achava bonitinha também?

– Sim, e muito divertida.

– E agora? Cê ainda me acha bonitinha ou eu fiquei mais feia?

– Nem um pouco. Cê tá linda, Amandinha, minha nossa.

Ela ficou envergonhada de novo.

– Ah, brigada.

– Eu te beijaria agora mesmo.

– Que isso! Kkkk

– Tô falando sério, quero muito te beijar agora. Aqui, a luz do luar.

– Deixa disso, garoto. Não estamos mais com 12 anos.

Eu me aproximei dela. Achei que ela iria pra trás, mas sla não recuou.

– Por isso mesmo. Tô louco pra te beijar, e também fazer outras coisas.

– Hmm, que outras coisas hein, Juninho?

– Ah, cê vai descobrir.

Eu botei a mão em seu rosto e a beijei. Não sei se era o tesão que eu estava ou se era a erva que a gente tinha fumado, mas eu me perdi completamente nos lábios de Amandinha.

Ela pegou na minha mão e botou no peito dela. Era delicioso sentir aquele peitinho macio em minhas mãos, já tava com o meu pau latejando enquanto eu beijava-ela.

Mas de repente, a gente ouviu uma voz. Era a mãe de Amanda.

– Amanda!? Cê ta aí, minha filha.

A gente parou de se beijar na hora. Estava completamente escuro aonde a gente tava, a minha tia gritava na porta da cozinha.

– Tô sim mãe. Tô aqui com o Juninho, a gente tava conversando.

– Vem pra dentro, minha filha. Aí tá muito frio. Cê vai pegar um resfriado.

– Tá bom, mãe!

Amandinha fez uma cara de decepção. Nós pegamos as Ices e guardamos dentro do cooler de novo e escondemos dentro do armário e voltamos.

Lá na casa, a minha tia tratou de levar a agente até os nossos respectivos quartos e deu boa noite pra gente. Eu, então decidi deitar pra dormir, pois o quarto dos meus tios ficava entre os nossos.

De noite, lá pras duas da manhã, eu acordo com uma voz me chamando.

– Ei, Juninho, acorda aí.

– Amandinha? O que cê tá fazendo aqui? Seus pais vão acordar.

– Ah, não vão nada. Eles tomam remédio pra dormir.

Foi quando eu percebi, Amandinha estava sobre mim na cama, sentada em cima de mim.

– Sabe o que é, primo? Você falou que queria me beijar e fazer outras coisas né? Aí eu vim aqui saber o que são essas coisas que você quer fazer comigo.

Eu me levantei em um pulo, Amandinha sentou em meu colo. Ela estava só com uma camisola, sem sutiã. Eu comecei a beija-la novamente e logo peguei no peito dela de novo. Dessa vez coloquei ele pra fora e chupei aquele peito, lambendo a auréola e o dando umas mordidinhas mo bico. Ela começou a gemer baixinho. Ela tirou a camisola e eu também tirei a camisa. Então ela se levantou e falou.

– Vem pra chão, essa cama range demais.

– Como você sabe? Já fodeu nela né, safadinha?

– Seu bobo, é claro que já. Eu já disse que não tenho mais 12 anos.

Me deitei no chão e ela se ajoelhou. Ela abriu a minha calça e botou o meu pau pra fora, que já tava latejando de tanto tesão.

Ela começou a me chupar, os lábios dela deslizavam sobre o meu penis deliciosamente. Depois disso, ela já foi sentando em mim e começou a rebolar em cima do meu pau. Eu já teve explodindo de tesão, e ela sabia sentar  uma pika muito bem, aquela safada. Eu pegava na bunda dela com força enquanto ela mordia os lábios pra não gemer alto. Seus peitos balançavam perto do meu rosto e eu beijava eles, e também beijava os lábios dela.

Depois disso eu virei ela e fodemos no papai e mamãe no chão. Eu metia devagarinho pra não fazer muito barulho. Botei a mão na boca dela e ela começou a chupar o meu polegar deliciosamente. Era lindo ver aquilo.

– Ai, Amandinha, não aguento mais não, eu vou gozar.

– Vai, goza na minha barriga vai. Quero sentir o seu leitinho quente.

Fiz o que ela mandou. Gozei na barriga dela, foi uma explosão de sensações maravilhosas. Ela se limpou e começou a chupar o meu pau de novo. Minhas pernas, que já estavam bambas, perderam completamente a estrutura e eu deitei no chão.

Ela começou a me chupar também deitada, enquanto comecei a chupa-la também. Era gostoso demais lamber aquela buceta molhadinha enquanto ela me chupava. Em pouco tempo eu já tava com o meu pau latejando dentro da boca dela de novo. Ela gemia entre uma chupada e outra. Suas pernas começaram a se contorcer, então ela disse:

– Aí, isso, continua, eu vou gozar! Ai! Ai!

Ela gozou, me lambuzando todo. Eu também gozei, dessa vez na carinha dela. Deixando-a toda lambuzada. Ela limpou a minha porra da cara e lambeu tudinho. Depois disso ela se vestiu e voltou pro quarto dela.

No dia seguinte, nós acordamos e tudo voltou ao normal, ninguém sabia do que nós tinhamos feitos na noite passada. Eu matei a saudade da minha prima da melhor maneira possivel!

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