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Contos adultos » Contos eróticos gay » COMECEI CEDO (03) As descobertas (1.1). Fatos verídicos.

COMECEI CEDO (03) As descobertas (1.1). Fatos verídicos.

Publicado em dezembro 5, 2024 por Clarica Mendes
3.6
(5)

…. Então tempos depois, eu já com 18Como eu não queria estudar e nem trabalhar, um dia meu pai me botou pra rua de casa. “vagabundo aqui nesta casa não tem lugar”, fiquei na rua, Saí com uma mochila de coisas minhas. Como não sabia onde ir, acabei em uma casa de acolhimento de pessoas de rua. Rui foi o supervisor que me recebeu, o Rui, era meu conhecido lá da minha turminha mal falada. Nos conhecemos lá no bar que era o local das reuniões da turma, Todos os outros super mais velhos que eu, o mais novo 23 anos.

O Rui também conhe3cia meu pai, tinha trabalhado com ele quando era bem jovem. Ele me acolheu. Me mostro onde eu devia dormir, diferente dos outros abrigados, eu devia dormir, numa separação, um pequeno quarto na parte de cima do casarão, ao lado de onde descansavam os supervisores, tinha mais três. Tudo muito estranho, só pessoas abandonadas, eram todos jovens, sem ter onde morar, saiam durante o dia e voltavam a noite, para comer algo , tomar banho e dormir.

Nesse abrigo, como em outros que eu soube, sempre sempre existiam grupinhos de sacanas, jovens como eu, até mais jovens, que formavam um grupinho e sempre tinha um líder (Junior), mais velho. Foi no primeiro dia que já identifiquei eles, todos bem morenos, o líder era o mais velho, acredito que uns 23,24 anos, comandava alguns deles. Então, no primeiro dia, quando desci para o banho, era banho coletivo, 4 bicas de chuveiro e a gente tinha que esperar uma vaga, ficavam ali tomando banho, e de sacanagem, se empurrando, um dava tapas no outro, tapa na bunda de algum que estava se banhando, o líder deles não saia do chuveiro, se mostrando, pau meio duro, ensaboado, se esfregava, um pauzão, largava ele ficava reto meio que curvado pra baixo, o Rui havia me avisado de como era, me aconselhou a não olhar muito e qualquer coisa falar com ele.

Como eu era o mais branquinho, alguns estavam de olho em mi, pela diferença. O líder Junior, ainda se banhando quando chegou minha vez, logo que larguei minha toalha e me molhei, ví que os outros dois que estava ali, sumiram, saíram do banheiro, e claro quando me virei o Junior estava ali do meu lado, meio excitado, começou fazer perguntas, nome, idade, de onde era, pq estava alí, e me empurrou contra a parede, “aqui quem manda sou eu, vc tem que fazer tudo que eu mando, senão vc vai se dar mal, se falar pra algum dos supervisores, aconselho vc ir embora”, me segurando contra a parede, pegou no meu pau, apertou largou, “vc gosta de alguma coisa?”, não respondi nada, sempre me deixando contra a parede, “gosta ou não gosta”, nada respondi, então ele rápido me virou de frente pra parede fiquei de costas, pra ele, ele me forço ficar um pouco curvado, “abre a bunda, quero ver teu cuzinho”, abri bem devagar, senti o dedo dele no meu cuzinho, “ahh, cara esse cuzinho ai já foi fodido, vc já deu o cu, né?”, “vou comer teu cu, não vou falar pra ninguém, fica frio, vc vai gostar”, me deu um tapa na bunda e saiu do banheiro.

Tremi de medo, ele era bem rústico, jeitão de vagabundo. Tomei meu banho rápido, quando sai os dois que haviam saído voltavam, me olhando e rindo. Depois mais tarde fui dormir, e tudo correu bem. No outro dia saí, e voltei a tardinha, não tinha quase ninguém estavam todos na rua, pensei, só que quando fui subir a escada, ali estava o Junior de plantão, só de cueca, sem camisa. Me pegou pelo braço e me fez entra numa porta que tinha embaixo da escada, era uma sala empoeirada, cadeiras, mesas pequena.

Logo que ele fez eu entrar, ele começou tirara a sunga e mandou eu tirara a roupa, fiquei olhando, ele veio nu até mim, “vc quer apanhar, quer levar uma porradas”, já puxando minha camiseta, que tirou, “tira a calça”, mandou, demorei ele veio pra cima de mim, então comecei tirar. “vai alí na mesa fica de costas pra mim, abre tua bunda”, em cima da mesa um pote com um creme, mergulhou os dedos no creme e esfregou na meu cuzinho, “fica frio, relaxa, não faz barulho”, e senti ele encostando a cabeça do pauzão no meu cuzinho, assim que ele pincelou e achou meu cuzinho, empurrou, entrou no primeiro empurrão, mas gritei, segurando o grito, “relaxa, relaxa, vou devagar, vou arrombar esse cuzinho do branquelo”, enterrou tudo tive certeza, foi fundo, começou socar forte eu comecei querer gritar ele se acalmou, socando até o fundo, puxava até sair e socava até o fundo sem parar, até que começou gemer acelerando as enterradas, e gozou, ficando com tudo socado em mim. me puxando pela cintura, tremendo.

Senti quando o pauzão saiu, “gostei, cuzinho apertadinho, precisa levar mais pau”, ainda de costas e meio debruçado na mesa, notei que ele abriu a porta, saiu. Me virei para colocar minha roupa, um cara entrou na salinha, nunca tinha visto, alto forte, “nem põe a calça, vou comer teu cu também”, veio direto em mim, já me empurrando para a mesa, outra vez me debrucei na mesa, nem vi ele tirara a roupa, quando ele chegou do meu lado e abriu o pote de creme, dai olhei o pinto dele, comecei chorar, não suportei mais, ele vai me arrebentar.

Ele abriu minha bunda com uma das mãos, e encostou o cabeção no meu cuzinho, forçou, não foi, eu estava contraído, estava com dor ainda, recebi uma porrada na cabeça “relaxa, não contrai, faz força pra fora”, eu tive que fazer, mesmo chorando, pedindo, “vai devagar, devagar”, deve ter entrado a metade do pauzão dele no primeiro empurrão, quase desmaiei de dor, entro e ele empurrou o resto, parecia com raiva, “arrebento esse cu, vou arrebentar”, socando fundo, ele logo, logo foi rápido, gozou de tremendo todo, me sacudindo, quando o pau saiu, “cara, pqp, vc se cagou todo, cagou no meu pau”, era o gozo dos dois agora, e minhas fezes que escorreram.

Fiquei debruçado na mesa, até ouvir o silencio. Saí da sala e voltei para o banheiro, me limpar, fui pro chuveiro, quando o sabonete chegou no meu cuzinho, senti ardência, tinha certeza que tinham me rasgado. Subi, fui pra cama, morrendo de medo que algo tivesse acontecido. Acordei diversas vezes a noite, meu cuzinho doía e ardia. Pela manhã bem cedo, sem falar com ninguém e com minha mochila sai do prédio. Fui pra casa sabia que meu pai estaria trabalhando, minha mãe me recebeu, mandou eu ir pro meu quarto e não sair, que quando o pai viesse almoçar, ela ia acertar com ele minha volta, ouvi a discussão, mas ela venceu.

Depois me deu almoço, fiquei em casa sem sair, por quatro dias. Encontrei depois com o Rui, lá no bar, disse que tinha voltado pra casa, ele ficou feliz, mas não falei mais nada. Ele então me falou que tinha conversado com um amigo dele que tinha uma loja no centro, loja de concerto de TV e outras coisa e que procurava alguém, pra fica junto na loja, e foi lá Sr. Danilo onde tive meu primeiro emprego não oficial.

…….. segue no COMECEI (03)…..

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