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Com um senhor maduro (parte I)

Publicado em junho 6, 2022 por Carlos Lalucci

Já contei como foi minha primeira experiência homosexual, completa e realmente satisfatória, no relato anterior, com meu primo no mato, lá no início doa anos 80. Depois daquela primeira experiência, tive várias outras, com meu primo e com outros amiguinhos da mesma idade. Nos três primeiros anos da minha pré-adolescência eu pude aproveitar as tardes livres, depois das aulas, pra fazer muita sacanagem com meu primo e também com alguns amigos da minha quadra, além de algumas outras aventuras, com uns garotos mais velhos e, umas vezes,  com homens maduros. E é um desses casos que vou contar agora. Na minha quadra havia uma casa grande e antiga, com uma fachada muito alta, janelas de ferro na parte de cima e uma porta de madeira, velha e enorme. Nesta casa, há décadas atrás, havia funcionado uma pequena fábrica de luminosos, que agora estava falida e abandonada. Neste local morava sozinho um homem de meia idade, gordo e calvo, chamado por todos de “Seu Badia”. Fora o nome, nós, os rapazinhos da rua, não sabíamos nada dele.

Seu Badia era um coroa legal, deixava a gente jogar pelada na rua, em frente a casa dele. Não reclamava das boladas que dávamos em sua parede, nem encrencava quando conseguíamos jogar a bola por cima da fachada alta da casa, que acabava no gigantesco pátio interno da sua casa. Muitas vezes pedíamos pra pegar a bola lá dentro, oportunidade que tínhamos pra ver como era a propriedade que se escondia por detrás daquela velha fachada com reboco caindo.

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A área interna era enorme, muitas árvores frutíferas no pátio. Em uma parte ficava as ruinas da fábrica, com a estrutura do telhado em metal, ainda inteira, mas quase que totalmente destelhada. Paredes de tijolos semi-destruidas e vãos de portas e janelas sem os marcos. No centro do pátio ficava um modesto chalé, onde seu Badia morava.

Era um mundo à parte. Quase não se ouvia o barulho da rua. Um lugar amplo, mas resguardado e discreto.

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Bom, um certo dia, durante uma conversa com um dos meus amiguinhos, chamado “Paulinho”, com o qual eu fazia algumas sacanagens, tocamos no assunto do pátio do seu Badia. Esse meu amigo começou a me contar como ele havia comido um outro amiguinho nosso, o “Nandinho”, dentro do quintal do Seu Badia. Segundo o que ele estava me contando, o seu Badia havia deixado eles entrarem pra pegar a bola que, novamente, havia caído lá. Seu Badia permitiu que eles entrassem pra procurar a bola e disse que ficassem à vontade, que o portão estaria aberto pra quando eles quisessem sair.  Ele disse isso e se foi, pra dentro do chalé. Os garotos aproveitaram para vasculhar todos os cantos da propriedade e acabaram por fazerem uma sacanagenzinha rápida, atrás de uma das paredes em ruinas, só pela emoção.

Eu fiquei bem excitado com a aventura deles e perguntei pro Paulinho se ele não se animava a bater na casa do Seu Badia e pedir pra gente entrar “atrás da bola”, de novo, hehehe… O Paulinho topou (já com segundas intenções) e bateu na porta do casarão. Seu Badia apareceu na porta de calção, com uma camisa listrada semi-aberta, mostrando o peito e a destacada barriga, ambos bem cabeludos e grisalhos. Pedimos pra entrar, atrás da bola, ele permitiu e logo em segui da foi para dentro do seu chalé. Imediatamente o Paulinho me levou para o mesmo lugar onde esteve com o Nandinho. Dentro das ruinas da fábrica, atrás de uma pilastra. Eu perguntei o que eles tinham feito, e o Paulinho, já se posicionando atrás de mim, me disse que tinha abaixado a roupa do Nando naquele exato lugar e que os dois tinham “fudido no cuzinho” bem ali. Nisso, ao mesmo tempo em que falava, Paulinho começou a abaixar a minha calça de abrigo, me deixando com a bundinha de fora. Eu então abaixei toda a minha calça, levantei a camiseta, me apoiei na pilastra e esperei pelo membro do meu amigo. Paulinho fez o que eu esperava: Tirou o pau pra fora, encaixou na minha bunda e começou a meter em mim. Não foi nada de especial, foi a seco e só estava gostoso pq a cabeça do pau dele já estava molhada e a glande entrou um pouquinho.

Ficamos ali, por alguns minutos, fazendo anal em pé, encostados na pilastra, dentro do pátio do Seu Badia. Foi muito excitante! Terminamos nossa brincadeira comigo gozando na punheta e Paulinho gozando também na punheta, só que encostado na minha bunda.

Fizemos isso mais três vezes naquele mesmo mês. Pedíamos para entrar no pátio do Seu Badia, com a desculpa da bola. Em todas as vezes ele entrava pra dentro de casa, e então nós procurávamos um local no pátio e fazíamos sacanagem. Eu, desde o início,  desconfiava que o Seu Badia estivesse espiando a gente, escondido em algum lugar… E se isso fosse verdade, então ele estava gostando muito daquilo tudo e não pretendia nos prejudicar, senão já o teria feito. Então, na terceira vez que fizemos sacanagem no pátio do Seu Badia, eu tirei toda a minha roupa! E tratei de andar pelado por todo o pátio do Seu Badia, até em volta da casa dele! O Paulinho ficou meio assustado, mas não desistiu de me comer, ainda mais quando eu disse que ia chupá-lo. E dito e feito! Eu chupei o pau do Paulinho do lado de fora da fábrica, com ele encostado na parede, e eu agachado, batendo punheta, e com a bunda bem à mostra. Era impossível que seu Badia não estivesse vendo!

Eu estava louco de excitação! Me botei a lamber as bolas lisinhas do Paulinho e a chupar sua piroca fininha e cabeçuda! Meu intuito era molhar bem o cacete do Paulinho com saliva, depois virar e sentar meu cu no pau dele, bem lubrificado… mas não deu. Enquanto eu chupava, Paulinho não aguentou e começou a gozar na minha boca! Ao sentir o esperma na língua, eu que ainda não tinha engolido porra nenhuma vez, acabei tirando o pau da boca. Ele me acertou um jato de leite direto na cara! Nesse mesmo instante ouvimos um barulho alto de madeira estalando, o Paulinho botou o pau pra dentro das calças e saiu correndo, bateu o portão e se sumiu!!! E eu, com a cara cheia de porra e pelado, caí de bunda no chão!

Nisso, quando olho para cima, vejo o velho senhor Badia, com a mão estendida para mim, de camisa listrada aberta e calção… e um volume imenso, tremendamente rígido, no meio das pernas…

***

(Fim da primeira parte) – Se vc gostou do que leu até aqui, deixe um comentário!

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