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Chupada no Estacionamento

Publicado em julho 10, 2022 por Eloah

Olá, caro leitor, meu nome é Eloá, sou uma morena estilo garota praiana, bronzeada e com marquinhas de biquíni, baixinha, de cabelos longos e lisos, olhos puxados, boca carnuda, peitos médios e durinhos (que cabem perfeitamente em sua boca), cintura fina, coxas grossas e um bumbum grande e arrebitado, que faz com que cada homem que passe por mim, sempre de uma viradinha de cabeça para apreciar.

Sempre fui uma garota safadinha, que gosta de lugares diferentes para foder ,e essa história que vou lhe contar se passa no estacionamento de uma festa ,em minha cidade.
Era sexta à noite, e haveria o show de um famoso cantor sertanejo em minha cidade, então me arrumei para ir. Vesti um vestido de veludo preto justo, que deixava minhas costas de fora, ia até o meio de minhas coxas e ficava perfeitamente colado em minhas curvas. Pus um salto alto e fino, deixando as minhas pernas ainda mais sexys, e a minha bunda ainda mais arrebitada. Fiz uma maquiagem caprichada, e se eu já era linda, naquele momento eu era o sonho de consumo de todo homem. Pensei em ir sem calcinha, mas no ultimo momento resolvi por uma calcinha preta, de renda, do tipo que ficava toda enfiadinha em minha bunda.

A festa estava cheia, e muito boa, eu e minhas amigas estávamos bebendo e dançando , quando olhei para o lado e vi um dos meus crushs virtuais ,vou chamá-lo aqui apenas de C. Alto, branco, com um corpo que pelo que eu já tinha visto nas redes sociais, era exatamente o que eu gostava, e um rostinho lindo que combinava com tudo aquilo. Nossos olhares se cruzaram, e confesso que senti um arrepio em todo meu corpo, o que fez com que os bicos do meu peito ficassem durinhos.

Ele me reconheceu, veio falar comigo, e finalmente nos conhecemos pessoalmente. Após algumas conversas, ele me chamou para dançar, e durante a dança, nos beijamos. O beijo dele era quente, molhado na medida exata, e tinha o poder de me deixar com a calcinha completamente encharcada. Nos afastamos pra um canto da festa , e continuamos a nos beijar sofregamente, enquanto as mãos dele passeavam pelas partes do meu corpo que podiam ser acariciadas em publico, seu pau estava duro, e eu conseguia senti-lo sendo pressionado em mim. Em um dado momento, já não aguentando de tanto tesão , ele me perguntou se poderíamos ir para o carro dele que estava estacionado ali perto, concordei, e lá fomos nós.

Começamos a nos pegar mais fortemente, ainda no meio do estacionamento, e ao chegar ao carro que estava parado em um lugar um pouco mais afastado e escuro do lugar , tudo que eu desejava , era ser comida por ele.
Ele abriu o carro, mas não chegamos a entrar, ainda encostados no carro, fiz o que eu desejava a longos minutos, segurei em seu pau e senti todo seu comprimento e dureza em minha mão. Ele gemeu, e me beijou ainda mais gostoso, pôs sua mão em minha bunda por baixo do vestido, e começou a me acariciar em retorno.

Ficamos assim por alguns minutos, com suas mãos passeando entre minha bunda, e meus peitos, até que ele chegou a minha bocetinha, e a descobriu completamente melada de excitação. Ele me disse:
_ Tira a calcinha, vira de costas e suspende esse vestidinho, porque preciso sentir esse melzinho todo em minha boca, minha puta.
Eu, como a putinha obediente que sou, fiz o que ele pediu.

Senti seu hálito quente passando em minha bunda, e suas mãos grandes, me abrindo toda para a sua língua. No primeiro toque dela em minha boceta, senti calafrios deliciosos se espalharem por todo meu corpo. A língua dele era deliciosa, quente e úmida, e enquanto ele me chupava, também me fodia com dois dedos, enterrados. Eu já estava doida, e não me importava que alguém nos visse ali, a adrenalina do momento deixava tudo ainda melhor, e eu apenas gemia, e pedia que ele me fizesse gozar. Terminei de suspender meu vestido, para que eu podesse apertar e esfregar meus peitos, enquanto era comida pela boca ávida dele.

Não demorou muito e eu gozei loucamente, daquelas gozadas que as pernas tremem, e perdemos o fôlego, gemi alto o nome dele, e se não fossem suas mãos a me sustentar, teria desabado no chão. Mas precisava que ele também sentisse prazer, que ele também gozasse pra mim, então abri sua calça, e expus sua pica. Ela era uma delícia, mediana, grossa, cheia de veias, e com a ponta rosinha e molhada de liquido pré-gozo, imediatamente minha boca se encheu de água. Então me ajoelhei, e comecei lambendo a cabecinha, e aos poucos, fui enfiado ela em minha boca, o sabor daquele homem era maravilhoso, e quanto mais eu ouvia geme-lo, mais eu o chupava com vontade. Ele me chamava de puta, cachorra, e batia com o pau na minha cara. Babei bastante seu pau, para deslizar melhor, e além das chupar das bolas á cabeça, também comecei a punhetá-lo. A cada descida de minha boca, por seu comprimento, ele empurrava mais fundo em minha garganta, o que por vezes me fazia engasgar, e eu adorava.
Não demorou muito mais, e ele me disse que iria gozar, então pedi:

-Goza na minha boca, vai, me dá leitinho. Dá esse seu leitinho para sua putinha, e gemi gostoso, com seu pau enfiado em minha boca.
Ele acelerou os movimentos de sua pica, fodendo minha boca com vontade, e não demorou, senti a primeira jatada quente e saborosa jorrar, enquanto seu pau pulsava, e ele gemia entregue ao intenso orgasmo. Naquele momento, estava eu ali ajoelhada a seus pés, mas me sentia poderosa, totalmente dona do seu prazer. Engoli toda sua porra, pois sou uma boa menina, e não desperdiço leitinho.
Ficamos lá por um tempo, nos recuperando, e depois nos ajeitamos e voltamos para a festa, mas a noite não acabou ali, porém isso já é uma história para um próximo conto.

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